Meus amigos e minhas amigas...
Ca**lho, falta amigas
Após muito tempo, meu computador está concertado. Até que enfim né!
Agora vou postar apenas o capitulo 25, e responder aos comentarios.
Respondendo comentarios:
@Sombra de Izan
Comentarios misteriosos os seus...

Não entendi o que quis dizer, muito menos a quest que você citou. Podia dizer o nome?
Obrigado pelo comentario!
o lezário tem um xará bem malvado sabia? eu não . . . até ontem.
Sei lá... Ele não é malvado, só gosta de demonstrar seu poder, e citar enigmas misteriosos para quem ele encontra poder resolver.
@Joxkyz
Aêê! Voltou pra história!
Eu sábio? Sem essa, pô. :vergonha:
Esse erro foi um pequeno vacilo meu. Em breve vou editar todos os capítulos, deixando-os ao nivel de minha escrita atual.
Também achei Ferumbras bem irritante enquanto eu escrevia, e eu também dava até alguns risos quando eu descrevia a cena do Ferumbras no castelo. Daniel se interessou mesmo viu!
E não perdi a inspiração, realmente ainda tenho muita coisa planejada e muita coisa na cabeça para escrever. Por isso mesmo não deixo de surpreender meus leitores, que sempre esperam o melhor de mim!
Espero que continue acompanhando! E sim, continuarei melhorando! Mas, minha escrita será simples. Espero que não se incomode
Abração!
@Gabriellk~
P*ta merda... Que comentario gigante. Percebi que gosta de escrever. Você parece o Joxkyz
Bom, você dividiu seus prós e contras em spoils. Vou citá-los e responder da maneira que posso.
Mas o fato é que, sinceramente, não achei nada interessante ter que ficar olhando 16 paginas e pescando os capítulos.
Na boa... Maguou
Dos prós...
* A história em si, e aqui coloco também o enredo.
Estava esperando mais um genérico, se é que me entende. O enredo da história me surpreendeu positivamente, você é bem imaginativo. É refrescante ler uma história onde o personagem principal não é só mais um iniciante treinando em Rookgaard. Gostei do que vi do sensaton world, as cidades parodiando o tíbia, e tudo.
* O protagonista. Gostei dele por razões interligadas às de cima. Fugiu do clichê da seção, pelo menos em partes. Algumas partes tornam o personagem mais gostável. Adorei a apresentação dele, como uma lenda viva, mas frustrada devido à vida entediante. Nada mais natural que ter que recorrer ao alcoolismo.
* Realismo de algumas ações e reações das personagens. George mesmo no começo é um bom exemplo. Gostei muito de alguns diálogos. As vezes, porém, você vai para o completo oposto, criando algumas situações onde achei os personagens bem forçados e mecânicos.
* Escrita certinha no geral, sem muitos erros de ortografia ou concordância. Seu estilo de escrita é simples, mas felizmente sem cair em coloquialismos ou utilizar termos do jogo na escrita, que tendem a empobrecer a história.
No geral, pontos fortes da sua história são obviamente a aventura, o suspense e a sua imaginação. Você é um cara de grandes ideias.
Quanto ao enredo, realmente tive de pensar muito! Sensaton World é um mundo paralelo de Tibia, só que mais perigoso e que abriga muitos misterios, que nem mesmo os proprios moradores desse mundo descobriram.
Uma grande parte desse misterio do Sensaton World será revelado no proximo livro, que será longo, assim como este. Mas esse promete ação ao extremo, falo sério.
O protagonista, George, também tive de pensar muito nele, dum jeito que seja atrativo aos leitores e também aos novos leitores. Rookgaard é coisa do passado, pia. Iniciantes também.
O realismo não achei tão bom assim, já que eu queria me afastar de "dialogos certinhos" e mostrar certa realidade aos personagens. Fico feliz que isso funcionou, e você também é testemunha. Mas digo que isto ainda vai melhorar bastante.
A escrita é simples pois usar uma avançada é muito chato, tem que se lembrar das palavras certas e daquelas que deixem o pessoal confortável em relação aos versos. E sinto muito pelas palavras parecidas ao jogo, as vezes esqueço das traduções.
E obrigado pelos elogios. Planejo tudo com boa criatividade. Minha mente vai a mil mesmo!
E aos contras.
tsc, pior parte... e.e
Pois é, algumas partes da história poderiam ser mais trabalhadas para que você cresça como escritor.
* Descrição. Você parece alguém que gosta de suspense e mistério em sua trama, e isso é muito bom, gosto disso também. Mas um bom suspense precisa ser bem trabalhado. É necessária toda uma preparação, e a descrição é o ponto chave. Várias partes que deveriam soar mais tensas acabam por serem rasas e pouco impactantes. Por exemplo, seus monstros. Tente descreve-los como se não os conhecêssemos, e estivéssemos sendo apresentados a eles pela primeira vez. Dizer "um hellhound vinha em sua direção" e ficar por isso não é lá muito legal. Como era o hellhound? O que o fazia ser tão temível? Como os personagens reagiram à sua presença? Com medo? Raiva? E a luta? O que eles sentiram durante a luta? Feriram-se?
Enfim, não liste os acontecimentos de forma mecânica, como se estivesse narrando uma hunt no jogo. Dê mais vida aos seus personagens e as suas ações, e descreva melhor as lutas. O ambiente e como eles interagem com ele, as criaturas, a tensão antes do acontecimento de fato, tudo.
* Personagens. É muuuito comum para quem está começando acabar focando demais na narrativa das ações e locais e esquecer os personagens. Sua história começou bem nesse sentido, o que me fez gostar do George. Mas depois meio que desandou. Os personagens foram ofuscados, eclipsados pelo enredo e pelo novo mundo. Ficaram por vezes reduzidos à meras máquinas de continuação do enredo.
Novamente, dê mais vida aos seus personagens. Veja-os como seres humanos, que é o que eles são. Coloque-se na pele deles, e faça-nos colocar-nos também. Faça os leitores identificarem-se com eles, com suas personalidades. Como eles são? Mais sérios, ou mais alegres? Cautelosos ou destemidos? Como são suas relações com os outros personagens? Descreva suas impressões do mundo e como ele vê as pessoas ao redor. Descreva mais suas emoções em situações de perigo. Personagens apáticos não criam relações boas com o leitor.
Veja bem, não estou dizendo pra você descrever completamente a personalidade de todo mundo em um parágrafo ("O fulano é alegre e divertido, mas as vezes irrita os seus amigos com suas brincadeiras"). Isso é ruim também. Apresente-nos suas qualidades e seus defeitos, mas seja sutil. Imagine o personagem em sua cabeça, que as situações se encaixarão. Os diálogos devem estar de acordo com o modo que o personagem pensa.
Em resumo, trabalhe mais as emoções e a vida de suas ideias, apresente-as melhor. Ler bons livros de suspense e fantasia e ver como os autores fazem podem te ajudar e dar grandes ideias.
Realmente esqueci das emoções e descrições de alguns dos monstros. Mas novamente lembrando... Eu era iniciante, ainda estou trabalhando nas descrições, pô. Parece que pessoal gosta de me esculachar com isso
E também vou tentar descrever melhor as emoções, evitando que tudo seja como uma hunt. Isso é meio chato, mas vou tentar fazer o melhor. Isso não é um grande problema, que se você prestar atenção na história, melhorará com o tempo.
Também percebi o péssimo "sumiço" de alguns personagens da trama, como o Watson, mas na real, Watson não é de falar muito. Vou tentar mostrar mais os personagens e compará-los as descrições da narrativa. Assim, ficará melhor, suponho.
Me pôr na situação de meus personagens pode ser meio complicado, mas até que tento isso, na verdade estou começando com isso agora. Vou dar mais descrições, fazer o possivel para entreter melhor meus leitores. Dar mais vida à minha história e aos meus personagens não será muito problema. Obrigado por essa recomendação. Obrigado por suas criticas hein! Vai me ajudar bastante.
Espero que permaneça acompanhando. Assim você pode ver por si mesmo o meu progresso.
@Senhor das Botas
Botas?! Caramba, você tá aqui!
Cara, não vou parar com a história. Só fiquei sem computador, pô.
Mas agora estou de volta e sim, haverá mais capitulos! Continuarei a fazer meus capitulos, apenas acompanhe e verá.
Espero que continue a acompanhar minha história, assim como você acompanha a do Ramon. Que aparentemente
voltou pro inferno sumiu da seção. Infelismente né.
@Secret Facts
Bem vindo de volta!
Sim, já vi os erros, pia.

Vou ver isso e estarei editando. E o Wadzar, vai fazer uma aparição de assustar mais pra frente! Aguarde!
Abraços.
Mano... Comentario gigante
Bom, aqui está o capitulo. Obrigado por continuarem a acompanhar! Teremos mais capitulos agora!
Boa leitura
No capítulo anterior:
Jack se salva de uma tentativa de morte do trasco lendário do pântano. Depois, em Tibia, Ferumbras começa a espalhar tensão e ódio pelo castelo de Edron com sua mania folgada. E George, Jack e Watson entram no acampamento onde George veio quando pisou no Sensaton World.
Capitulo 25 - O acampamento de sangue.
Ali estava o trio. Na entrada daquele misterioso acampamento... Muitas perguntas vinham à tona na cabeça dos aventureiros. O que fazer agora? Pensavam. George tinha mais pensamentos, mas mesmo assim, continuou forte e deu alguns passos pra frente. Já era possível observar as casas do local. Eram todas feitas de madeira, de um tipo bem grosso. As casas eram totalmente marrons, com alguns ajustes aqui e ali. A que mais chamava a atenção era uma casa de aproximados dois andares, do qual o guerreiro se lembrava quando chegou ao Sensaton; Um dos assassinos que havia enfrentado pulou nessa casa e retornou com mais habilidade...
George continuou dando passos pra frente. Jack viu seu irmão andando para frente, mas ele percebeu que George estava perto de cair numa armadilha.
Jack, assustado, correu com muita velocidade a direção de seu irmão, e se jogou na direção dele, passando pela armadilha por um triz.
[Jack] – Droga George, toma cuidado!
[George] – Putz. Nem percebi.
[Jack] – Vem, estamos dentro desse lugar e temos que seguir em frente. – Disse pegando a mão de George, o levantando.
Watson se aproximou dos dois, mas quando chegou à frente deles acabou caindo no chão. O mago reclamava de dor nos seus pés, até que George percebeu que tinha um tipo de arma prendendo os movimentos das pernas de Watson. Logo depois, com o por do sol, as sombras das casas davam cobertura a um bandido ágil e cauteloso.
Jack pega sua besta de ouro e com velocidade, carrega a arma com mais dardos de ouro. O bandido para de correr e para na frente da casa enorme a direita dos aventureiros. O misterioso homem parecia rir um pouco da situação, e isso era mais porque os guerreiros eram lentos comparados a ele. O bandido não mostrava seu rosto, e o local onde estava o tornava sem condições de vê-lo.
Jack aponta sua besta para o homem, mas George o para.
[Bandido] – É bom ver três humildes aventureiros por aqui... Hehehe.
[George] – Quem é você?
[Bandido] – Pfff. Você é idiota mesmo! Como pergunta a um bandido o nome dele?
[George] – Então saia daí e lute como homem!
[Bandido] – Há. Me obrigue!
George se irrita, mas analisa a situação. A casa não estava muito longe, nem o bandido dela. O guerreiro passa sua mão sobre sua espada, a tornando uma espada thaiana. Preparado para batalhar, suplica:
[George] – Utito Tempo! Exori Hur!
A espada de George sai da bainha e controlada por magia sai em uma velocidade incrível em direção ao bandido. Quando a espada parece atravessar a sombra do bandido, ela simplesmente some. Após isso, Jack se vê pego por alguém, logo de trás. O sujeito coloca uma faca pequena sobre o pescoço do paladino, ameaçando cortar sua garganta. O guerreiro vira para trás e vê que seu irmão está em grande perigo. Um homem estava ameaçando mata-lo, e este anda para trás se afastando de George.
George se vê numa situação complicada. Watson estava imobilizado e seu irmão a beira da morte. Neste momento, o ágil bandido aparece no telhado de uma casa a frente de George, não muito longe dele.
[Bandido] – Então caro estrangeiro... Me parece que você possui coisas que me interessam. – Agora que George vê melhor o homem; ele tinha uma roupa rasgada, uma toca também meio despedaçada. Tinha um bastão na sua mão direita e seu rosto era coberto por uma mascara com um bico de uma ave e olhos vermelhos. A visão de George, o homem parecia igual aos doentes que rondavam Venore quando faltava medicação e os pobres cidadãos invadiam a cidade procurando ajuda.
[George] – Solte-os agora!
[Bandido] – Pff. Nem vale a pena falar me obrigue de novo! IHAHAHAH! – Diz caindo nas gargalhadas.
George sentia muito nervoso, mas não podia fazer nada; Jack e Watson corriam perigo e qualquer movimento brusco custaria a vida deles. Então, tentando negociar com o bandido, diz:
[George] – O que você quer?
[Bandido] – Tipo... – Responde apontando seu bastão para o escudo de George. – Seu escudo especial que nunca vi, e sua espada estrangeira!
[George] – Então ven... – Parou de falar. Tinha consciência que isso daria errado.
[Bandido] – Então o que?
[George] – Então venha aqui.
O bandido recuou um pouco para trás, deixando seu semblante mais complicado de se ver.
[Bandido] – Não e não. Meus capangas pegarão para você. E não pense em gracinhas, porque seus amiguinhos estão à beira da morte. – Neste momento três outros bandidos vestidos de azul pulam de uma casa a direita deles e cercam George. Outro bandido pega Watson e aproxima uma faca de prata no pescoço do mago. Vendo aquilo, o guerreiro anda para um dos bandidos e tira seu escudo de seu braço. Mas neste momento, um choque na cabeça de George o para e pensamentos fortes o controlam.
[Voz] – NÃO! Não pense nisso! Seu irmão e seu amigo estarão seguros! Confie em mim. – A voz na cabeça de George parecia comandá-lo, fazendo-o largar o escudo no chão e se ajoelhar, com as mãos na sua cabeça.
[George] – Mas o que...
[Voz] – Pense no céu... No céu. A espada suprema o responderá.
George agora tira suas mãos de sua cabeça e fita o céu com desespero em seu olhar. Ele não entendeu o que a voz quis dizer – que na verdade poderia ser Banor – e nem o que a espada faria. O guerreiro fechou seus olhos e sussurrava a palavra “céu”. Céu... Céu... Força desconhecida, preciso de ajuda, ajude-me... Pensava forte.
Os bandidos não entendiam nada. Sem se importar, um dos sujeitos se abaixa e pega o escudo de veneração.
Neste instante, a bainha de George começa a brilhar vagarosamente, formando uma aura azul em volta dela. A espada suprema se retira sozinha da bainha e parecia se mover através duma força desconhecida. A arma ameaçava os bandidos, que recuavam mais e mais. O bandido “líder” se assusta e usa sua velocidade para interceptar a arma. Mas foi inútil.
A espada, numa velocidade incrível, chega atrás do bandido que estava com Watson e atinge suas costas. A espada, presa em suas costas, com muita força corre para cima cortando a carne do sujeito até atingir seu pescoço. Com o bandido morto e liberando Watson, ele cai para frente, mas num décimo de segundo a arma suprema corta os cabos que prendiam as pernas do mago. Ele consegue se endireitar e cambaleia atrapalhado pra frente tentando não cair.
Logo depois, a espada suprema alcança o outro bandido que não sabia o que fazer. Sem delongas, a arma corta a garganta do sujeito, liberando Jack. Os bandidos que cercavam George observavam a cena, distraídos. Jack aproveita e pega em sua mochila, que ainda estava em suas costas, sua besta de ouro, e a carrega com três dardos – o limite de dardos que a besta segura. O paladino aponta sua arma para um dos bandidos, e atira contra o inimigo. O bandido conseguiu ver o dardo e se abaixa muito rápido, deixando o dardo acertar o braço de George, fazendo o guerreiro se ajoelhar de dor.
Jack, com raiva, pensa em outra tática. E lembrasse de uma tática arriscada, porém muito útil. Ele extrai um pouco da energia da sua besta, diminuindo um pouco o tamanho dela. Logo após, ele gira seu braço em “meia-lua” e lança seus dois últimos dardos. Os itens de ataque acertam a cabeça do bandido que tinha se abaixado, depois continuou o trajeto em modo circular. Os dardos entram e saem da cabeça do bandido, depois acertam em menos de um segundo a cabeça do outro, atrás de George, saem da cabeça dele e pegam o terceiro, a esquerda do guerreiro. Um dardo permanece na cabeça do homem, e o outro cai no chão. Assim, os três bandidos caem no chão, mortos.
George e Watson ficam com a boca entreaberta, impressionados com tamanha habilidade do paladino. Jack não enrola, coloca mais três dardos de ouro em sua arma e aponta com uma só mão para o bandido líder.
[Jack] – Agora quero ver o que vai fazer comigo ou com eles.
[Bandido] – Praga... – Indagou perplexo. Não houve tempo para pensar muito, pois o sol já havia se posto no horizonte. O bandido ficou desesperado, algo estava errado. – Tsc. Fiquem com suas merdas pra vocês, eu que não vou continuar aqui! Fui! – Gritou transformando-se em fumaça.
[George] – Mas o que diabo ele quis dizer?
[Watson] – Algo relacionado ao... Pôr-do-sol? - Disse apontando para o horizonte, na região onde o sol se pôs. O trio percebeu que, acima deles, estava escuro. George não achava que já estava escuro, pois ele conhecia a duração do dia. Um pouco aflito, olhou para cima e engoliu em seco.
[George] – P**a que... OLHEM PARA CIMA!
Jack e Watson lançaram um rápido olhar para George e logo depois olharam para o céu. Também engoliram em seco e se desesperaram.
O céu estava escuro, pois a imagem de um suposto arqui-demônio estava ali, acima deles. Totalmente escuro, chifres colossais, um tamanho colossal, cobrindo o céu acima deles. Estendia-se de cima deles até por trás do monte que protegia a ponte de trás de Veneraten. Para dar ainda mais medo, o arqui-demônio abria seus olhos rapidamente mostrando dois globos enormes e vermelhos, com linhas vermelhas escuras correndo por seus olhos.
[Arqui-demônio] – SALVE À PUMIN! – Dizia o demônio, com uma voz de mil outras acompanhadas de sua voz macabra e assustadoramente alta. – APROVEITEM SEUS ULTIMOS SEGUNDOS DE VIDA, INVASORES!
O arqui-demônio se desfazia, tornando-se o equivalente a milhares de pequenas bolinhas. Estas eram alguma criatura descendo para o chão mostrando brilhos de prata, um de cada vez. Os dois globos vermelhos partiram um para cada direção, ocultando-se em nuvens cinza. Parecendo que iam lutar contra o fim, George, Jack e Watson, muito tensos, preparam-se para uma batalha que seria a maior de suas vidas.
Proximo: Capitulo 26 - Batalha sangrenta.
Espero que gostem! Abraços!