Então galera... Temos agora a parte 2 do capitulo 24! Não demorou muito, não?
@Secret Facts
Que bom que gostou! Aliás, esse "donde" vem do word 97, mas eu uso agora o 2003, mesmo assim continuo utilizando. É uma palavra comum até.
E quanto a tradução do Troll, acho que é trasco, ou então me enganei, e deve ser trasgo. No entanto, essa palavra já está corrigida aqui na parte dois.
Obrigado por acompanhar e comentar! E quanto a sua segunda estória... Sei lá, minha cabeça já está bem estranha de tanto acompanhar historias. Não tenho tanta paciencia que nem o caro Izan.
Aqui vai a parte 2! Boa leitura a vocês
No capitulo anterior:
George consegue se safar da acusasão de Wadzar que ele é o portador da espada suprema de Sensaton World. Enquanto isso, o grupo parte para o acampamento dos assassinos, mas um contra-tempo os para, arriscando a vida de Jack.
Capitulo 24 – Em busca do mal pt. II
A fumaça verde que cercava Jack tinha um cheiro de veneno forte. George via aquilo o cercando e corre para a fumaça. Porém Watson o para, balançando a cabeça em sinal negativo.
[George] – Droga Watson, ele vai morrer ali! Não viu como ele estava ontem?
[Watson] – Confie nele, ele sairá dali!
[George] – Como?
Watson abaixa a cabeça mostrando uma cara fechada. Ele apenas diz:
[Watson] – Não sei George. – Levanta a cabeça. – Mas confio nele!
De repente, naquela fumaça verde tóxica, uma luz amarela surge no meio e cresce cada vez mais, até que uma explosão amarela ocorre no local, dissipando a fumaça. Jack estava de pé, mas se ajoelha fraco. George corre para seu irmão e ao chegar a seu alcance, se abaixa. Jack apenas suplicou a palavra “exana pox” e já parecia curado.
[Jack] – Exura San! – Suplica o paladino, ainda fraco.
George o ajuda a se levantar, depois Jack se solta de George. Já estava em boas condições.
[George] – Tudo bem cara?
[Jack] – Acho que sim. O que aconteceu ali?
[George] – Não sei. Parecia que um brilho amarelo irradiava em você...
Neste momento, Watson vai para direção dos dois, com uma aparência curiosa.
[Watson] – Onde está o Wadzar? E o que aconteceu ali?
[Jack] – Eu vou saber onde esse mago maluco está!
[Watson] – É sacerdote...
[Jack] – Bah. Tanto faz. – Disse se limpando da sujeira que se acumulou em suas roupas e guardando sua besta de ouro. – Só sei que eu tentei pegar sua varinha, mas ela caiu naquele pântano, e uma mão verde parecia ter explodido e sua fumaça vindo para minha direção.
[George] – Como é que é? – Disse intrigado. – Por acaso aquilo era o trasgo?
[Jack] – Isso eu não sei.
[Watson] – Vamos continuar sem o Wadzar mesmo.
George e Jack concordaram, e seguiram o caminho pela ponte. Aquele som irritante parecia continuar, mas bem longe do alcance do trio. A ponte, bem à frente, estava suja, seja de lixo ou de outras coisas, como corpos de bichos. Ali havia alguns daqueles trasgos verdes, porém mortos. Foram cruelmente mortos, tendo cortes enormes pelo corpo inteiro. Parecia ser de foices. Wadzar? Podia ser. O trio continuou seguindo caminho, vendo o rastro de destruição deixado por alguém. Parece que a ponte acabaria logo.
Mais ou menos cinco minutos depois, finalmente chegaram para fora dos montes, e pouco a frente a ponte acaba, dando caminho à grama novamente. Perto dali os aventureiros ouviam sons de uma criatura, sons agonizantes, de dor. Foi então que na margem do rio que ficava a direita do caminho depois da ponte, eles podiam ver um trasgo verde no chão, com um pé amputado, e um corte grande na barriga. Era de dar dó de ver aquela criatura ali, gritando de dor.
Watson sentirá um instinto de salvar a criatura. O mago anda lentamente em direção da criatura, e George e Jack apenas assistiam a cena. Achavam que ele iria acabar com a dor da pobre criatura. Mas isso era pelo contrario; ele tinha boas intenções.
Watson se aproximou da criatura e viu seu sofrimento. Ela se arrastava para longe dele, até que ele chegou mais perto e se abaixou. Pegou na sua mochila um frasco com um liquido vermelho, era uma poção de vida. O mago colocou a mão levemente sobre o tórax da criatura a parando, e pegou a poção, a destampou rapidamente e a colocou na boca da criatura, fazendo-a beber o liquido. Logo o corte no braço direito da criatura e o corte na barriga iam se cicatrizando, até ficarem em bom estado.
Logo depois Watson pega outra poção na sua mochila, dessa vez era uma garrafa. O mago a destampa e oferece a criatura, até que ela assentiu e pegou a poção. O trasgo a bebeu lentamente, e percebeu seu pé se curando novamente, dando lugar a um pé novo. Dessa vez era vermelho; talvez um efeito colateral? Watson não compreendia isso, e ignorando o fato, estendeu sua mão à criatura, que acabará de beber a garrafa inteira. A criatura pega a mão do mago, e os dois se levantam lentamente.
O trasgo parecia tentar falar algo, até que os sons vindos da sua boca originaram uma palavra:
[Trasgo] – Mu... Muito... Obrigado. – Disse com um pouco de dificuldade. Logo depois a criatura coloca sua mão no tórax e diz: – De... Cora... Coração.
Wadzar se surpreendeu com a atitude da criatura, não sabia que os trasgos eram capazes de falar deste jeito. Deve ser porque sempre ele os matava. Mas agora já estava tudo certo. Eles são violentos e bobos, mas tentam ser gentis.
George e Jack ficaram boquiabertos; não acreditavam no que viam. Watson era um tanto violento, mas aquilo era totalmente novo para eles.
[Watson] – Boa sorte por ai. Tome cuidado.
[Trasgo] – Obri... Obrigado. – Após isso, murmurou para o mago. – Eu ser Kurili. Eu est... Estou feliz.
[Watson] – Não há de que! Tome cuidado por onde anda!
[Kurili] – Ta... Bom. Tá bom.
Watson se despediu da criatura e foi para a direção dos seus amigos, que estavam muito surpresos. Watson apenas olhou diretamente para eles e disse:
[Watson] – Que foi? Nunca viram um ato de solidariedade? – Disse ironicamente.
Watson continuou caminho, e a criatura correu para trás das arvores que ficaram perto do rio. Ela parecia ainda observar o trio se distanciar, depois correu para dentro da floresta pantanosa.
~~*~~
Tibia, 17 de maio de 500, castelo do governador de Edron.
Lá estava Ferumbras, em uma das cadeiras da sala de jantar, devorando um verdadeiro banquete. Na cadeira perto da porta de entrada e saída estava o governador Daniel Steelsoul, e a outras cadeiras estava Sion, Philip, Tyler e Elth. Estavam apenas fitando Ferumbras, enquanto lançavam olhares para Daniel, que estava com uma aparência muito irritada. Estava cerrando seus olhos de nervoso de Ferumbras. Ele só não fazia nada porque a mesa era muito longa e Ferumbras estava longe.
[Gov. Daniel] – Como está a comida, Ferumbras? – Disse sarcasticamente.
[Ferumbras] – Excelente. Faz tempo que não tenho uma refeição tão boa... Hihihi.
Daniel fechava as mãos com ódio. Não gostava de Ferumbras, principalmente porque ele era um assassino canibal. Quando Ferumbras acabou sua refeição, O governador se levantou de sua cadeira de imediato, ainda com os olhos cerrados de ódio, fitando o mago das trevas.
[Gov. Daniel] – Então Ferumbras. Que tal já nos ajudar agora?
[Ferumbras] – Opa, perai! Acabei de comer, apressadinho. Vou cochilar um pouco, apressadinho. Bom apelido hã... Hihihii... – E relaxou em sua cadeira, fechando os olhos.
Após alguns minutos, Ferumbras já estava dormindo na cadeira, parecia roncar. Nesse momento, Daniel andava com pressa para a porta, e a abriu. Antes de sair dali, ele fitou Sion, e o chamou, dizendo:
[Gov. Daniel] – Se esse merda fizer algo em nossa cidade, a culpa toda vai ser sua. – Disse fechando a porta, causando um leve ruído pela sala.
Philip chama Sion e começa a falar:
[Philip] – Sion, estou achando que isso não vai dar certo. To falando sério.
[Sion] – Eu sei Philip. Mas vamos arriscar. Não podemos perder George e Jack.
[Philip] – Nem o Watson. Ele é um dos melhores vendedores de todo o Tibia.
[Sion] – Entendo. Tenho certeza que isso não demorará muito.
[Philip] – Assim espero cara, assim espero.
Elth e Tyler não comentaram nada, estavam quietos, observando Ferumbras.
[Tyler] – Vou ficar aqui vigiando esse velho, vai que ele apronta alguma.
[Philip] – Obrigado Tyler. Vou para a cidade. Até mais.
Philip se levantou e se despediu dos outros, depois saiu da sala um tanto frustrado. Não tão longe estava a escada para descer para o andar inferior. Na cidade, procurava mais um recruta para ajudá-lo na sua missão de salvar os irmãos Alarstake, e o talvez ultimo Amerake.
~~*~~
Sensaton World, algum lugar do oeste de Veneraten.
Já estava anoitecendo, Jack andava devagar, pois sua cabeça mostrava imagens assustadoras; algo que poderia acontecer e que não ia demorar muito tempo. O caminho já estava sumindo, mas George parecia saber por onde ia. Ele via para o sul aquela mesma torre negra que tinha visto quando chegou ao Sensaton World, e atrás dela havia uma montanha com um pequeno rio percorrendo por baixo da montanha.
A frente estava um caminho que mais parecia uma encruzilhada, e um monte de terra num local perto de um conjunto de arvores, a direita do trio. Não se importaram muito com aquilo, e seguiram caminho.
Muitos minutos depois, chegaram a um ponto alto donde caminhavam. Ao oeste de algumas arvores estava o campo onde ficavam localizados vários bandidos, que entraram nas casas no local. Os aventureiros se olhavam uns para os outros, e assentiram que iam entrar no acampamento. Com um andar confiante, chegaram perto do acampamento e... Entraram no campo.
Proximo: Capitulo 25 - Acampamento de sangue.
É isso galerê! E o mini-concurso está fechado, afinal ninguém falou nada sobre ele... O resultado de quem é o Deus será revelado nos proximos capitulos, aguardem...
Abraços!
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). Bom, o problema até funcionou em relação ao "barulho" que sai de lá de dentro do pc, mas não resolveu nada, infelismente. Agora, daqui à uns dias, meu pai vai comprar uma CPU nova e aproveitar o que já possuo(monitor, mouse e caixa de som) para usar com a CPU. Assim que isso acontecer, vou voltar com tudo! Postarei dois capitulos duma só vez, em duas partes! Aguardem, e agradeço muito por vocês continuarem a acompanhar. Obrigado e volto logo!






