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Tópico: O Homem e o Sabre

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  1. #1
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    Padrão O Homem e o Sabre

    O Homem e o Sabre


    Sim, estou com esse projeto novo! Deixando claro que não larguei "Sobre Anões e Elfos". Esse projeto aqui é uma tentativa de modernizar minha forma de escrever, abrir novos horizontes em busca de um estilo totalmente meu. Ainda falta muito, mas ao menos espero um bom começo.

    É por isso que peço que aproveitem O Homem e o Sabre.

    Índice

    Prólogo



    ---- x ----

    Prólogo
    Antes de qualquer coisa, devo dizer que Levoux não gosta de Demàrchilie e vice e versa. E Gavou não gosta de ninguém.

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  2. #2
    Avatar de Drasty
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    Capítulo I - Mais uma vez tiros


    Meia noite e pouca o telefone toca.

    Levoux levanta discretamente de sua mesa e atende ainda mais discreto. O telefone se agitava freneticamente sobre uma mesa, a mesma que abrigava a maquina de café. Sua face manchada por olheiras e rugas se espantou de súbito ao ouvir o que alguém falava no outro lado da linha. Rapidamente, ele apanhou uma caneta e um bloquinho e anotou cada letra pronunciada pela aquela voz, que transparecia sério nervoso.

    Uma gota de suor desceu pela lateral de seu rosto quando ele acabara de escrever. Ouviu ainda algumas palavras e em seguida um som de tiro. A ligação acabara de cair, assim como a gota. Pensou em ir ao local dito na ligação, mas algo o parou. Levoux olhou para seu distintivo com o emblema da policia civil da França e pensou na sua vida. Nas vontades incontroláveis, nos dias que tentava esquecer tudo que já passara. E haviam sido muitos e muitos dias.

    Aquele homem de meia-idade de aparência mórbida, jamais passaria por um policial. A barriga saliente pulando das calças, impossibilitando o botão ser fechado, os olhos fundos e avermelhados, vestindo aquela camisa repleta de manchas de café. Era por esses motivos que ele ficava encarando aquele distintivo. Às vezes chegava a pensar se ele merecia aquele título. Mas logo seu ego falava mais alto e acabava por achar que merecia mais. Já havia pensado no cargo de comandante. Já era um noturno, não seria problema algum para ele passar a noite inteira na rua, coordenando e dando ordens. Afinal ele tinha uma estranha necessidade de mandar nos outros.

    Outra coisa o aguçava a vontade de subir de posto, era o poder de andar sempre armado. O revolver frio, encostado na pele, dava-lhe arrepios. Ele sentia um controle sobre sua vida e sobre a vida daqueles que o rodeavam. Ele sempre teve vontade de atirar em alguém, em ver alguém entregue a sua soberania, suplicando-lhe. Chegava a ser doentio, mas por vaidade ele mesmo acreditava ser normal.

    Depois do súbito tempo que analisou seu distintivo, Levoux se deu conta que não podia largar o posto. Colocando se de novo ao telefone, ele digitou o número do celular de Gavou. Esperou cerca de dois minutos e o desgraçado não atendia. “Alô?” indagou a voz do telefone.

    - Gavou?! Gavou, Gavou... – repetiu exaltadamente. O outro lado da linha pareceu esperar o que aconteceria. – Gavou, sou eu Levoux! Tem uma moça que diz ter ouvido tiros na vizinhança, preciso que se vá até lá! Avenida Parkê François, cruzamento da Rimbaud com a Genebra Provincè.

    - Ora essa! Por que não vai você mesmo? – a voz do outro era muito grossa e irritadiça.

    Levoux ouviu-o resmungar baixinho algo que parecia ser “merda”. Ele respirou fundo e continuou:

    - Eu não posso ir! Eu tenho que ficar aqui no posto! Só tem eu aqui de viva alma!

    - Mas que merda.

    Agora ele tinha ouvido perfeitamente.

    Em seguida, ouviu-se o som de ocupado ecoando no quase vazio 32° batalhão da polícia francesa.

    ***

    Dez e meia marcava o relógio de pulso de Demàrchilie.

    Um suspiro de repente. A prostituta ao seu lado trocava de posição sobre a longa cama de motel, em seu pesado sono.

    Em sua cabeça, aquele homem tentava entender aquela profissão. Como uma pessoa podia se deitar com outra, somente por dinheiro? Que tipo de pessoa suja faz isso? Transar com uma pessoa que ela não conhecia, que podia ser doente, suja e até mesmo um assassino.

    Friamente ele se levantou e vestiu a jaqueta preta de couro. Tirou do bolso da calça um cigarro e colocou-se a fumar brutamente. Sentado numa poltrona ele olhou o corpo nu daquela mulher. “Gostosa” pensou. Os seios redondos com os mamilos durinhos e aquela cintura que parecia ter sido desenhada. A genitália ali exposta a seus olhos.

    Demàrchilie acordou-a.

    - Hei! Vamos fazer de novo.

    ***

    Gavou jazia de pé com o revolver de prontidão. Um vulto ostentava na mira de sua arma, imóvel. Suas mãos quentes, coçando para atirar. Esperando qualquer sinal, qualquer movimento para simplesmente puxar o gatilho.

    Aos seus pés uma jovem estatelada, morta. O sangue escorrendo e manchando-lhe o tênis. Devia ter sido ela quem ligou para a central, arriscando-se. E era tão bonita. Loira de cabelos lisos, curtinhos. O sensual corpo inteiramente nu. Estava com a face tão tranqüila. Diferente dá expressão de ansiedade de Gavou. Esperando e esperando, eternamente se fosse preciso. Pode parecer que era por justiça, mas não era. Esse homem queria matar por mera curiosidade, queria saber como era puxar aquele gatilho e sentir o cheiro de pólvora.

    O vulto, entretanto, não demonstrava o mesmo sentimento. Estava calmo, só esperava para ver até onde a paciência daquele policial podia ir.

    - Venha até – pediu Gavou. A figura permaneceu parada. – Venha agora, é o último aviso! – nada aconteceu.

    O ventou soprou forte e logo um silencio tomou conta. E mais uma vez tiros.
    Comentem!

    OBS: Gavou se pronucia "Gavu", Levoux se pronucia "Levi" e Demàrchilie se pronucia "Demarchilié".

  3. #3
    Avatar de Kurama Youko Undead
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    Bem que você avisou no meu tópico sobre um projeto envolvendo assassinatos!

    Devo dizer, a escrita está boa, com fluência como é o esperado. O tema sem dúvidas me agrada, principalmente a abordagem (policiais vagabundos e despreparados, fuck yeah!)

    Obs.: Achei a reflexão psicológica de Levoux sobre assassinato pouco expressiva e muito direta, ponha mais sentimentos em ação!

    Vamos ver até onde vai!

    http://img406.imageshack.us/img406/7...inaturaay8.png

    Eu visito a seção de Roleplay para:
    -Eu não visito a seção de Roleplay.

  4. #4
    Avatar de Scholles
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    Acho que um policial treinado acaba se acostumando com assassinatos e etc. Por isso as reações de Levoux foram boas. Os personagens são verossímeis, já que todos aparentam ser bem gananciosos e que pensam neles antes de todos os outros.
    Achei bem curioso o uso de jazia no sentido de ''estar quieto, permanecer ''. Gostei.

    Abraços.

  5. #5
    Avatar de Manteiga
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    Colocando se de novo
    Não seria colocando-se?

    --
    Bom, eu gostei bastante. Gosto de tramas de suspense, de assassinatos, mistérios... Se souber usar o suspense bem, dá pra facilmente prender o leitor, e se souber melhor ainda, garantir que essa prisão não termine em decepções. Espero ter um bom suspense aqui hein!

    Bom, e eu me surpreendi MUITO quando li o Prólogo. Sério, há meses fico pensando em uma história de assassinatos na França >.< Ia fazer uma história, mas por falta de idéias, mudei de planos e abandonei o projeto. Sinistro.
    Bem, sobre o capítulo, deixou o ar de mistérios que deveria deixar. Quem era a jovem morta? Porque estava nua? Seria um psicótico? Um maníaco? Estavam transando será? Hmm isso instiga a mente. Isso é bom.

    Final não muito surpreendente, mas que realmente arma uma isca para o capítulo dois. O que teria ocorrido com Gavou? Morreu, revidou? Ele atirou, o vulto atirou? Respostas que poderiam ser espichadas em mais capítulos pra prender ainda mais o leitor (ou chutar ele de vez :x). Se bem que eu não aguentaria muito, logo, vê se posta logo!

    Bom, opinião final é que gostei da escrita e das descrições. Vou demorar a me adaptar com os nomes, mas achei a descrição do primeiro bem feita, sobretudo psicologicamente falando.
    Aguardando.

    Manteiga.




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    Dezesseis anos depois, estamos em paz.

  6. #6
    Avatar de Spectre
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    Drasty, gostei muito desse início de história, o Dark disse basicamente tudo que eu queria dizer e mais um pouco. Espero ansiosamente pela continuação, e apesar de conhecer a pouco tempo esta parte do fórum, me surpreendi com a grande quantidade de bons escritores.

  7. #7
    Avatar de Drasty
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    Citação Postado originalmente por Kurama Youko Undead Ver Post
    Bem que você avisou no meu tópico sobre um projeto envolvendo assassinatos!

    Devo dizer, a escrita está boa, com fluência como é o esperado. O tema sem dúvidas me agrada, principalmente a abordagem (policiais vagabundos e despreparados, fuck yeah!)

    Obs.: Achei a reflexão psicológica de Levoux sobre assassinato pouco expressiva e muito direta, ponha mais sentimentos em ação!

    Vamos ver até onde vai!

    Obrigado.

    Sobre Levoux eu não disse nada porque ele não viu o assassinato, ele estava no posto dele. Agora sobre a de Gavou, eu não falei muito para poder falar depois.

    Citação Postado originalmente por Elementals
    Acho que um policial treinado acaba se acostumando com assassinatos e etc. Por isso as reações de Levoux foram boas. Os personagens são verossímeis, já que todos aparentam ser bem gananciosos e que pensam neles antes de todos os outros.
    Achei bem curioso o uso de jazia no sentido de ''estar quieto, permanecer ''. Gostei.

    Abraços.
    Citação Postado originalmente por Dark Psycho
    Montão de coisas
    Vamos por partes.

    No prólogo eu preferi o ponto porque pausa a narração e faz o narrador se lembrar do último. Acho que ainda que comentou aqui explicou isso...

    Agora algumas coisas que achei estranho você corrigir.


    Eu não consiogo ler sem achar um período feio - mil desculpas -; há elementos desnecessários nele.
    O período está certinho, os elementos desnecessários foram de proposito para dar lentidão, para dar a sensação do quanto lento e discreto foi tudo.

    Parte 1: "pela aquela" não existe, garoto. Desculpem-me caso exista - algo não acreditado por mim -, mas mesmo assim é horrível.

    Parte 2: Confuso, cara... Confuso.
    Na parte um 1, posso dizer que existe, mas ficou feio mesmo. E na dois não entendi a confusão, frase normal.

    No seu segundo parágrafo há dois problema principais. O primeiro reflete-se na parte inicial dele, e trata-se do famoso clichê - acredite, odeio quando falam isso; gosto menos ainda de falar. O segundo, na segunda parte do parágrafo, mostra uma clara falta de habilidade de lidar com períodos. (Eu quero logo dizer que não sou um mestre em nada, não sei mais do que ninguém, contudo, apenas olho para elementos diferentes, os quais, você ou algum outro possa não ter notado.)
    Quase todos os períodos estão corretos, há um ali que está sem vírgula, só isso. O clichê aconteceu sim, mas é clichê trabalhável. Onde já se viu uma mulher começar a ligar no meio de um "ataque", o mais comum serio o "dito cujo" dar um tiro nela. Não concorda?

    Rapaz... Esse trecho está totalmente disprovido de organização. Desculpe, mas é evidente que o período não encerra naquele primeiro ponto, o qual, mal deveria existir - e tenho que sitar: não é "da polícia civil da França", e sim "da polícia civil francesa."
    O ponto ali chama-se pausa. Pausa parar ver que a ação parou. Carlos Drummond de Andrade usava isso frequentemente em seus contos. E polícia civil francesa é a mesma coisa que da França... :rolleyes:

    As outras correções você tava certo.

    Sobre a hipocrisia, só posso dizer... Hiprosia.


    Todavia, acredito que você conseguiu um idiota prepotente, repulsivo e fracassado; desejando impor "poder" aos outros certamente por falta de aceitação e humilhação sofridos anteriormente em sua vida, um hipócrita miserável que se julga melhor do que os outros sem perceber que pode estár num nível inferior aos mesmos, e um irresponsável sem coração ou escrúpulos que está prester a se foder.

    Mas a idéia é boa, pode ser aproveitada, e você tem potencial. Acredito que você apenas não teve vontade, tempo, ou paciência para escrever este capítulo bem, mas trabalhe um pouco mais no próximo e será de boa qualidade; tenho certeza disso.
    Vontade eu tive, só não tive paciência. Vou trabalhar com menos pressa e tentar não dificultar tanto assim. Mas de qualquer forma obrigado por seu comentário, foi de grande ajuda. E obrigado pelo elogio.

    Citação Postado originalmente por Manteiga
    Não seria colocando-se?

    --
    Bom, eu gostei bastante. Gosto de tramas de suspense, de assassinatos, mistérios... Se souber usar o suspense bem, dá pra facilmente prender o leitor, e se souber melhor ainda, garantir que essa prisão não termine em decepções. Espero ter um bom suspense aqui hein!

    Bom, e eu me surpreendi MUITO quando li o Prólogo. Sério, há meses fico pensando em uma história de assassinatos na França >.< Ia fazer uma história, mas por falta de idéias, mudei de planos e abandonei o projeto. Sinistro.
    Bem, sobre o capítulo, deixou o ar de mistérios que deveria deixar. Quem era a jovem morta? Porque estava nua? Seria um psicótico? Um maníaco? Estavam transando será? Hmm isso instiga a mente. Isso é bom.

    Final não muito surpreendente, mas que realmente arma uma isca para o capítulo dois. O que teria ocorrido com Gavou? Morreu, revidou? Ele atirou, o vulto atirou? Respostas que poderiam ser espichadas em mais capítulos pra prender ainda mais o leitor (ou chutar ele de vez :x). Se bem que eu não aguentaria muito, logo, vê se posta logo!

    Bom, opinião final é que gostei da escrita e das descrições. Vou demorar a me adaptar com os nomes, mas achei a descrição do primeiro bem feita, sobretudo psicologicamente falando.
    Aguardando.

    Manteiga.
    Sim é "colocando-se", erro meu.

    Obrigado pelo elogio e acho que você deve se identificar com a forma de descrição psicológica, pois é muito semelhante a sua forma. Espero que continue lendo e que a história responda suas perguntas. Ou não.

    Citação Postado originalmente por Spectre
    Drasty, gostei muito desse início de história, o Dark disse basicamente tudo que eu queria dizer e mais um pouco. Espero ansiosamente pela continuação, e apesar de conhecer a pouco tempo esta parte do fórum, me surpreendi com a grande quantidade de bons escritores.
    Pelo seu avatar deu pra ver que gosta de terror, então vai amar essa história. É primeira vez que faço histórias de suspese/terror então me surpreendi com os elogios. Obrigado e continue lendo.

    Ah, bem vindo a seção.

    Lol...

    Gostei. Não acho que você deva mudar o prólogo, é a coisa mais divertida do texto, a segunda frase é quase como um "quase me esqueci do Gavou. Ele não gosta de ninguém."

    A primeira impressão do texto é muito boa, tem aquele ar noir. Resumindo, fantástico...

    []'s

    Jotinha
    JOTINHA!

    Obrigado pelo comentário, continue lendo. E sim, você explico certinho o que eu queria passar no prólogo.

    Citação Postado originalmente por Cláudio
    Drasty, confesso que ficou muito bom esse capítulo um, o prólogo eu dei uma boa risada, não sei... me passou uma pitada de sarcasmo nele.
    Eu pretendia fazer uma trama policial, só que adaptada para a idade média, mas como abandonei o projeto e curto o tema, passarei aqui com mais frequencia pra ver o desenrolar da história, boa sorte
    Pois então, tem a chance de insentivar seu projeto! O prólogo ficou bom mesmo, modesta a parte e se você gosta de sarcasmo vai amar o que vou fazer ao longo da história.

    Obrigado e acompanhe...

    Citação Postado originalmente por Cr_Ronaldo
    Interessante, a princípio. Modo de escrever bem contemporâneo que me lembrou Dan Brown. Nomes corretamente associados com a região na qual se encontram, e onde os fatos ocorrem. Estarei acompanhando, me prendeu bastante a atenção, e me senti triste quando eu vi que acabou. Próximo capítulo?

    Abraços.
    Bom de te ver de novo. É Dan Brown já mudou muito minha escrita e venho tentando aprender como fugir dela, mas é sem dúvida uma boa forma de descrever. Eu acho a minha forma de descrever psicologicamente bem diferente dele, mas o resto é bem semelhante.

    Obrigado e continue aqui.

    O próximo capítulo sairá, quando tiver que sair. :rolleyes:
    [ADICIONE UMA RISADA MACABRA AQUI]

  8. #8
    Avatar de Dark Psycho
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    Bom...
    Drasty, meu amigo, primeiro fique sabendo que quando eu faço um post como este, é porque tenho fé e carinho pelo autor do tópico; tenho certeza da sua consideração por tudo escrito por mim.

    Primeiramente adorei o prólogo. Ele está quase perfeito. Apenas acredito que deverias usar de um período composto por subordinação, ou seja lá o seu ideal, par ligar melhor as coias. Afinal, ele estava tão perfeito até aquele ponto maldito que não deveria existir. Você optou por algo pequeno, então, explique a razão de dois períodos, quando deveria apenas haver um!

    Pense na diferença:
    Citação Postado originalmente por Drasty
    Antes de qualquer coisa, devo dizer que Levoux não gosta de Demàrchilie e vice e versa. E Gavou não gosta de ninguém.
    Citação Postado originalmente por Com Subordinação
    Antes de qualquer coisa, devo dizer que Levoux não gosta de Demàrchilie e vice e versa; assim como Gavou não gosta de ninguém.
    O ponto e vírgula é explicado simplesmente porque o período poderia muito bem acabar ali, mas você desejou dizer um algo mais sobre o assunto. Pense nisso, e caso minha modificação não lhe agrade, faça uma, mas não deixe de unir estes períodos. Eu diria a você para não usar "coisa" em seus textos, mas o uso em tal está bom pelo simples fato de ter sido feito por um personagem. Evite isto em trechos do narrador onisciente.

    Outra coisa...
    Trabalhe mais aquela primeira linha do primeiro capítulo.

    Levoux levanta discretamente de sua mesa e atende ainda mais discreto.
    :rolleyes:

    Eu não consiogo ler sem achar um período feio - mil desculpas -; há elementos desnecessários nele.

    parte 1: "anotou cada letra pronunciada pela aquela voz", parte 2:"que transparecia sério nervoso."
    Parte 1: "pela aquela" não existe, garoto. Desculpem-me caso exista - algo não acreditado por mim -, mas mesmo assim é horrível.

    Parte 2: Confuso, cara... Confuso.

    No seu segundo parágrafo há dois problema principais. O primeiro reflete-se na parte inicial dele, e trata-se do famoso clichê - acredite, odeio quando falam isso; gosto menos ainda de falar. O segundo, na segunda parte do parágrafo, mostra uma clara falta de habilidade de lidar com períodos. (Eu quero logo dizer que não sou um mestre em nada, não sei mais do que ninguém, contudo, apenas olho para elementos diferentes, os quais, você ou algum outro possa não ter notado.) Meu amigo, deixe-lhe mostrar algo:

    Levoux olhou para seu distintivo com o emblema da policia civil da França e pensou na sua vida. Nas vontades incontroláveis, nos dias que tentava esquecer tudo que já passara. E haviam sido muitos e muitos dias.
    Rapaz... Esse trecho está totalmente disprovido de organização. Desculpe, mas é evidente que o período não encerra naquele primeiro ponto, o qual, mal deveria existir - e tenho que sitar: não é "da polícia civil da França", e sim "da polícia civil francesa."

    Também notei o último período desta parte não ser um período isolado, como você o fez, mas uma "frase intercalada", a qual é uma parte do texto que poderia ser ou não incluida nele sem causar a menor diferença no mesmo. Ela deve ser incluida como aposto, entre vírgulas, ou separada do texto por ifém. Note que eu uso muitas frases intercaladas. Procure-as no texto e você entenderá melhor.

    Aquele homem de meia-idade de aparência mórbida, jamais passaria por um policial.
    Você poderia evitar o uso de tantos "de's" em seu texto. Não é a primeira vez que eles são repetidos.

    Outra coisa o aguçava a vontade de subir de posto, era o poder de andar sempre armado.
    Primeira parte? Estranha. Segunda? Deveria ser dois pontos antes dela, não vírgula.

    Em sua cabeça, aquele homem tentava entender aquela profissão. Como uma pessoa podia se deitar com outra, somente por dinheiro? Que tipo de pessoa suja faz isso? Transar com uma pessoa que ela não conhecia, que podia ser doente, suja e até mesmo um assassino.
    E não foi o que ele fez? Hipócrita?? :confused:

    Demàrchilie acordou-a.

    - Hei! Vamos fazer de novo.
    Hipócritas...

    Aos seus pés uma jovem estatelada, morta. O sangue escorrendo e manchando-lhe o tênis. Devia ter sido ela quem ligou para a central, arriscando-se. E era tão bonita. Loira de cabelos lisos, curtinhos. O sensual corpo inteiramente nu. Estava com a face tão tranqüila. Diferente dá expressão de ansiedade de Gavou. Esperando e esperando, eternamente se fosse preciso. Pode parecer que era por justiça, mas não era. Esse homem queria matar por mera curiosidade, queria saber como era puxar aquele gatilho e sentir o cheiro de pólvora.
    Outra pequena confusão de períodos, um "dá" com acento que não existe, essas coisas.

    Todavia, acredito que você conseguiu um idiota prepotente, repulsivo e fracassado; desejando impor "poder" aos outros certamente por falta de aceitação e humilhação sofridos anteriormente em sua vida, um hipócrita miserável que se julga melhor do que os outros sem perceber que pode estár num nível inferior aos mesmos, e um irresponsável sem coração ou escrúpulos que está prester a se foder.

    Mas a idéia é boa, pode ser aproveitada, e você tem potencial. Acredito que você apenas não teve vontade, tempo, ou paciência para escrever este capítulo bem, mas trabalhe um pouco mais no próximo e será de boa qualidade; tenho certeza disso.

    Sem mais,
    Euronymous
    da crueldade.

    Espero ter escrito algo correto e proveitoso.

  9. #9
    Avatar de Jotinha
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    Padrão Hmmm...

    Lol...

    Gostei. Não acho que você deva mudar o prólogo, é a coisa mais divertida do texto, a segunda frase é quase como um "quase me esqueci do Gavou. Ele não gosta de ninguém."

    A primeira impressão do texto é muito boa, tem aquele ar noir. Resumindo, fantástico...

    []'s

    Jotinha

    19:31 GM Ryrik Danubia [2]: Good bye everyone, thanks for all of the great memories :-)

  10. #10
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    Citação Postado originalmente por Jotinha Ver Post
    Lol...

    Gostei. Não acho que você deva mudar o prólogo, é a coisa mais divertida do texto, a segunda frase é quase como um "quase me esqueci do Gavou. Ele não gosta de ninguém."

    A primeira impressão do texto é muito boa, tem aquele ar noir. Resumindo, fantástico...

    []'s

    Jotinha
    Bem observado, Jotinha.
    ^^

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