Não pensem que é plágio. Não se se todo mundo sabe, mas eu sou a irmã do Lord_Petrus, autor do "Diário de Lord Petrus". As aventuras dele me inspiraram a escrever também, e nós dois temos uma surpresa pra quem gosta de roleplay e aventura. Aguardem...
Bom, lá vai a minha história. Espero que vocês gostem...
Abraços!!! :yelrotflm
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Capítulo 1 – Começa a aventura
Paredes de pedra... passos pesados... corredores estreitos... mais rápido, mais rápido... mais perto, mais perto... não... não... NÃÃÃÃOO!!!!!!!!!
- NÃO!!! NÃO!!! Ah... ah...
Nada... Nem sombras nas paredes do meu quarto. Apenas a meia-luz da Lua que me vem beijar o rosto. Mais um sonho daqueles. O desespero e o Senhor dos Dragões...
Levantei-me cansada, como se tivesse corrido por milhas e milhas sem fim. Fui até a janela observar as pacíficas ruas de Thais, perturbadas apenas por um cidadão mais exaltado pelo efeito da cerveja ou um cão injuriado. Fechei os olhos, tentando afastar os horríveis pedaços de sonho que insistiam em voltar. Deitei-me novamente, tentando, ao menos, distrair-me com a despedida da Lua e a chegada da aurora.
Esperei o Sol inundar meu quarto para tomar um banho revigorante. Já de alma lavada, desci as escadas e animei-me para um passeio pelos campos de Thais. Saí sozinha, como de costume, mas sempre carregando comigo algumas runas e – claro – comida.
Resolvi ir a leste, para sair da rotina do campo dos Cyclopes. Provavelmente, a caverna dos trolls estaria mais sossegada e traria melhores ares para minha cabeça.
Acendi as luzes (“UTEVO GRAN LUX!”) e ia caminhar em direção ao corredor oeste, quando um ruído diferente me chamou a atenção. Desci rapidamente para a Sala que se estendia abaixo do corredor leste, e o barulho foi ficando mais e mais forte, mais e mais claro...
Subi as escadas do fim do corredor rapidamente e levei um susto com o que vi. Havia um grupo de crianças cercado por 10 orcs spearman e 6 orcs warrior. Eles estavam com suas armas em punho, prontos para atacar. Eu tinha que pensar rápido!
- ADORI!
Foi o necessário para desviar a atenção dos orcs. Afinal, não é sempre que se atinge o líder do grupo pelas costas. Quando me certifiquei que os orcs estavam todos atrás de mim, gritei “CORRAM!!!” para as crianças, sem olhar pra trás.
As lanças passavam de raspão e rasgavam minha roupa. Um desses ataques cortou as tiras da minha mochila, atirando-a ao chão. Eu precisava de um plano, depressa. Havia chegado a uma encruzilhada no interior da caverna, e tive uma boa idéia. Sabendo que orcs não são tão espertos, escondi-me em uma fresta. Pouco tempo depois, percebi que estavam confusos e brigando entre si. Era a minha chance.
Saí de meu esconderijo com minha espada longa em punho. Mesmo sem muita habilidade na espada, lutaria até o fim. Quando os orcs perceberam minha presença e começaram a vir novamente em minha direção, me veio à cabeça uma luz. Enfiei a mão na sacola que carregava na cintura e senti que me restava uma runa desconhecida. Saquei-a rapidamente: estava em branco! Não tive dúvidas:
- ADEVO MAS FLAM!
E aqueles orcs nunca mais viram a luz do dia.
Recolhidos os espólios da minha caçada, saí da caverna e vi as 5 crianças que me esperavam. Dessa vez, não pareceram se importar com meus cabelos prata nem meus olhos cinzentos: vieram ao meu encontro e me abraçaram, me agradeceram do fundo de seus pequenos corações. Em meio àquela simples ponta de felicidade que aquecia meu coração, vinha ao meu encontro Calisto, o filho da senhora MacLurenn, a dona da pensão em que moro.
- Fique tranqüilo, Calisto, seus amigos já estão a salvo.
- La... Lalaith –disse abaixando o rosto, exausto pela corrida -, Marvick mandou chamar você com urgência.
- Marvick? Aconteceu alguma coisa?
- Disse apenas que era um assunto urgente e jurou que me transformaria novamente em um rato de esgoto (¹utevo sans ina rat) se não corresse o quanto agüentassem minhas pernas e lhe chamasse o mais rápido possível...
- Certo. Obrigada, Calisto. Leve as crianças para suas casas e peça para os pais que nunca mais deixem que andem sem tochas por essas bandas. Até breve.
Corri o quanto pude para a Guilda dos Druidas, na qual havia me apresentado há 2 meses. E desde então, Marvick sempre me tinha tratado com respeito e bondade. Era mais que um amigo naquela terra nova.
Quando cheguei à Guilda, Marvick veio ao meu encontro com um brilho nos olhos.
- Que bom que você veio, filha!
- Que os deuses tragam bons ventos à sua casa, ancião. De que precisa?
Sua feição encheu-se de uma seriedade quase paternal. Dirigiu-se à sua mesa, virou-se novamente para mim e disse:
- Quando você me procurou pela primeira vez, eu lhe disse o quanto tinha receio de que as pessoas de Thais a tratassem mal. Como falei, ainda não se acostumaram em ver elfos caminhando livremente pelas ruas sem atacar os cidadãos ou sem serem atacados por eles. E que não adiantaria você tentar se esconder por muito tempo, as pessoas logo perceberiam qual é sua verdadeira raça.
- Todos na cidade já sabem quem eu sou.
- Disse também que não contasse com a boa vontade das pessoas, pois talvez até os mais caridosos lhe recusariam qualquer coisa que fosse, paga ou não.
- Desde sempre, o que possuo é mérito único e exclusivo do meu esforço.
- E que também não se espantasse se algum arruaceiro lhe quisesse mandar embora da cidade. Ou até mesmo o próprio rei Tibianus.
- Os incomodados que se retirem – disse aborrecida. Além disso, tenho servido ao rei com lealdade e...
Então ele estendeu para mim uma carta, selada com o lacre real. Meu coração disparou. Para onde iria se fosse banida? Quem me aceitaria como Marvick? Olhei em seus olhos e ele simplesmente me disse:
- Abra.
Trêmula, abri a carta, que continha os seguintes dizeres:
“Lady Lalaith Galadriel,
Saudações.
Eu, seu rei, Tibianus, fui avisado de uma invasão iminente, que poderá devastar nosso reino. Estou convocando meus melhores guerreiros para esta nobre missão, e gostaria que você se juntasse ao nosso exército, que está se concentrando em Carlin e em Ab’Dendriel.
Espero vê-la em breve.
Rei Tibianus.”
Não podia acreditar em meus olhos! O próprio rei me convocando para uma missão importantíssima! Abracei Marvick e corri para a pensão. Finalmente, poderia mostrar meu valor em batalha. E teria a chance de voltar ao lugar em que nasci, depois de tantos anos...
¹ Essa magia não existe, é de “autoria” minha.
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(continua... se vcs quiserem, claro!) =^.^=
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Responder com Citação
e será em breve... aproveitem e visitem o meu tb plz... tah ai na assinatura... flwz 
