Prólogo
A chuva cai pesadamente sobre os campos verdes nas colinas perto de Carlin. Não se vê pessoa alguma passando por perto, estão todos se abrigando da chuva, se protegendo debaixo do telhado firme das casas enquanto olham sorridentes para as plantações que recebem o seu elixir da vida, mas debaixo de uma árvore com uma grande copa se abriga uma figura, um homem que usa uma capa azul, escondendo assim sua espada longa escondida por uma bainha adornada compredras preciosas azuis e vermelhas. Em sua mão podia-se ver um escudo adornado com uma águia no centro, esse se mostrava bem desgastado. A água o encharcava, mas olhava concentrado por baixo do seu turbante as cadeias montanhosas que se estendiam ao longe. Contemplava Kazordoon.
***
Olhando pela janela de sua casa em Thais, Ragnus Danobael está entediado com chuva caindo e escorrendo pelo vidro. O céu está negro não há nada para se ver, mas como se alguma coisa o chamasse ele olha para cima e um vulto preto passa pelo céu. Ragnus levanta assustado tentando descobrir o que foi aquilo, em algum tempo vai ao chão com um tremor que fez poeira cair do teto. Ele se levanta, corre para a porta, ao abrir a porta, seu corpo se encharca quase na mesma hora. E pode ver uma luz bem distante, no sentido do Campo sem Lei. Toda a cidade está agora na chuva olhando para “depois do longo rio que separa os limites de Thais, depois da grande selva que se estende até onde os olhos podem ver, depois da árdua travessia do deserto de Jakundaf, onde os mais fortes guerreiros não conseguem aguentar o calor escaldante do grande deus Suon e da sua irmã Fafna, e ainda mais depois, ao lado das planícies do Cáos, cercado por rios que protege os refugiados das criaturas”*, onde uma grande explosão aconteceu. Muitos bravos guerreiros saem para conferir o acontecimento. Alguns em busca de aventura, outros em busca de tesouros. O tremor pode ser sentido em todo o continente e todas as pessoas das cidades pararam e voltaram os olhos para as terras longínquas na direção do Campo sem Lei.
***
Em Kazordoon um anão ancião esta na biblioteca lendo um livro quando sente o terremoto. A porta se abre e seu aprendiz entra por ela enbaforando.
- Senhor, acabei de ser informado pelos vigias que algo caiu nas proximidades do Campo sem Lei, isso foi a causa do terremoto que aconteceu, o senhor sabe alguma coisa a respeito?
O ancião fecha o livro que estava lendo e com a voz apreensiva diz:
-Parece que o tempo da profecia se cumprir chegou. Reúna todos os líderes de todas as cidades. Leve-os em direção ao salão circular.
O garoto se espantou ao ouvir o local em que deveria levar os líderes, era um local secreto que só era utilizado em casos de extrema importância. Pelo que sabia, o salão tinha sido usado apenas uma vez.
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