As Aventuras de Arialos
Capítulo 1 – Arialos, o jovem arqueiro.
Na cidade de Baurin, imensa, linda e lotada de pessoas em cada avenida, um homem de longas barbas ruivas, um porte gigante parecendo ser um bárbaro, além de sua face fechada que ajudava a dar um pouco mais de medo aos cidadãos, junto aos seus dois metros de altura caminhava em passos longos até um pequeno covil fora das redondezas da cidade.
Localizava-se mais ou menos numa caverna de ursos, onde era impossível alguém entrar, pois havia milhares de guardas lá e sentado frente a uma longa mesa estava o maior arqueiro da Terra de Kior, Arialos Baranus. Que por sinal estava acorrentado.
- Pois não senhor Aldebaran, então é o senhor que irá... Como posso dizer... Ajudar-me a matar os sete demônios que assombram Kior – Disse Arialos, um meio-elfo comum de cabelos castanhos e olhos verdes, estatura forte, mas nem comparada com a de Aldebaran, utilizava uma armadura azul prateada modelada em forma angelical, havia asas enormes e uma calça dourada com pequenas asas no calcanhar, que formava a armadura angelical (Angel Set) e uma bota marrom com modelo comum.
- Bem como eu ia dizendo, você está preso pois não aceitou a missão de capturar as pessas de deus que foram roubadas por Aracni, Bercher, Behemoth, Orshaball, Ferumbras, Demodras, Alu e Iaquer, então será forçado a ir nessa jornada com os escolhidos do reino. Por favor, guardas o leve para uma sala junto a Mary, a maga escolhida. Amanhã partiremos para Sahr Aila. – Disse o Aldebaran, ainda de capuz negro, sua voz grave e forte deu um susto em Arialos.
“Eu ouvi partiremos”? “Então esse tapado é um dos escolhidos desse rei gordo... E Mary, deve ser bonitinha hehe.” - Pensou, quase rindo.
Arialos foi levado por dois grandes guardas para um prisão, junto à uma senhora que portava uma capa vermelha e um cajado com uma crista amarela em cima.
Ao ser jogado na prisão, tentou puxar papo, mas a senhora de cabelos curtos e grisalhos, um olhar de dor que não combinava com o azul claro de sua íris e de estrutura pequena, apenas dissera:
-Amanhã irei morrer, e quero que você chame para essa missão minha aprendiz.- E sentou-se.
-Bem, já que o tempo passa mais rápido com uma boa história irei contar o minha. – Disse o Arialos que era um jovem de apenas 19 anos na idade humana e já assim era o melhor arqueiro pois foi considerado pelo clã dos Arqueiros, nesse ano. O ano obscuro.
E tinha muita vida para ser contada. – Bem, eu sou filho de pai humano e mãe elfa, nasci em 1399 em Peris, nunca gostei de lá. Eu era um dos garotos sem nenhuma habilidade, era muito ruim na escola. Peris, como eu posso dizer uma cidade horrível onde só tem meninos prodígios e gordos. A minha sorte foi que com Nove anos fui morar com meu Avô por parte de pai Felix Baranus, que em 1408 já era uma lenda viva na pontaria de elite com arco e flecha. Bem ele foi que me incentivou e meu primo Kamus, a treinar. No começo Kamus, me ganhava já que o pai dele treinava com ele todos os sábados e eu não, pois meu avô viajava comigo para Madagascar, a grande ilha de caça para iniciantes e lá era meu teste de sobrevivência utilizando apenas uma vara. Ao passar do tempo eu comecei a fazer da vara um estilingue e utilizar as pedras, assim fui melhorando rapidamente, meu vovô dizia que eu nasci com um dom muito raro igual ao dele. Os anos foram se passando até meu avô morrer, por insuficiência respiratória e eu tinha quatorze anos, sem ele, eu tinha que me virar. Herdei a casa dele e tudo, meus pais tiveram que mudar para casa, já que eu não ia deixar meus velhos na mão. Heheh. Então eu decidi em me alistar no exercito desse reino aqui, pois onde eu morava, esqueci de falar, era Ingrid, que pertence a Baurin. Aos 16 anos já era da elite do reino e fui mandado, junto á 40 homens de todas as classes para matar um demônio incorporado em uma criançinha, chamado DariDavil, todos morreram, então eu o matei sozinho junto a meu amigo Cristoff um feiticeiro muito forte, que também acho que foi escolhido. Voltamos com glória e ouro, mas aos 17 entramos em confronto com o povo do leste, orcs miseráveis, que mataram meus pais e destruíram a casa de meu vovôzinho. Triunfamos outra vez, aos 18 fui escolhido para os preliminares do campeonato de melhor arqueiro do mundo, nesse ano eu venci todos e me consagrei daí não provei nem um pouco da glória e já me mandaram essa carta do tal rei e eu não aceitei, pois não gosto desse rei, chamado Hares. E fui preso. – Arialos não tinha percebido mas a noite passou tão rápida que já era de manhã e a senhora Mary estava deitada e pálida, suas orelhas ponte agudas sobre seu cabelo liso mostrava que uma elfa morrera, uma dor profunda vem bater no coração do rapaz e ele grita:
-Morreu uma pessoa aqui!
Continua...
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