Eu vi as histórias que estavam sendo postas a qui e resolvir criar uma tambem :riso:
E um Role Playing que nao é basado no tibia.
Possue magias e raças queeu criei.
monstros Inspirados em livros como Dungeons & Dragons. Mas que nao foram "copiados" e sim realmente inspirados.
Esperero que gostem ( e que comentem.).
Pois separei ela em capitulos pequenos para que aqueles que nao gostao de ler coisas grandes
possam ler um capitulo por dia ou coisas assim.
E que comece... A Batalha de Icaruz!
As Terras de Holder
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Capitulo I
O Início Dor
- Icaruz! Onde você esta? – a voz que o chamava era suave e atraente. Era a voz de Elion. Ela estava em uma pequena colina e avistava a entrada para uma gruta. De onde vinha uma luz. Era Icaruz que saia.
- Doce Elion... Veja o que eu achei.
Ele a expôs uma pequena pedra negra. Tão negra que se via seu reflexo nela, perdendo-se em um abismo sem fim. Mas era linda. E aprisionava em sua beleza os que a olhavam.
- Como é linda Icaruz.
- Tome Elion. Será sua em prova do meu amor por você.
- Minha Icaruz? Como...
- Inamus Vat!
E inesperadamente um raio negro atingiu o peito Elion, Icaruz sabia que era uma magia poderosa, mas preiferia cair nos braços de sua amada que morria, ou revida-la.
- ELION!
- Icaruz... Cuidado...
- ELION! - Ele a tomou em seus braços. Segurou a mão onde estava a pedra.
- Alamos Suno.
Icaruz não resistiu à voz bem ao seu pé do ouvido e dormiu.
Ele acordou. Era um jovem poderoso. Invejado. E nos tempos antigos a inveja poderia matar muitos.
A pedra estava em sua mão. Mas Elion não estava mais lá. Estava preso em um lugar muito escuro. A única coisa que ele conseguia ouvir eram os suspiros de alguém.
- Elion... Minha doce Elion. Onde você está?!
- Ela não esta aqui. E nem você a verá de novo - Ele reconheceu a voz. Foi à mesma que o fez dormir - Saia desta cidade meu jovem. Para que não traga mais dor ao seu coração do que perder sua amada. Não falaremos outra vez.
- Quem são vocês? Eu nunca farei seus...
- Já Conversamos o que tínhamos para conversar.
- Não...
- Alamos Suno.
Icaruz dormiu de novo, e jamais viu seu amor outra vez. Ouvia-se dizer em sua cidade que ele a matou. Ele foi acusado, descartado por todos. E a sua própria família o desprezou. Isso lhe deu ódio. E lhe fez obedecer a seus opressores, saindo da cidade. O seu ódio encheu seu coração. E lhe deu mais fome de poder e principalmente, de vingança daqueles que o acusaram.
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Capitulo II
Um encontro inesperado
A noite estava muito clara. Iro tinha armado sua “cama” e estava pronto para dormir. Olhava para cima procurando o sono e escutando a natureza. Via as estrelas e admirava sua formação. Afinal, não e por ser um Duk que ele não teria coração. Pois apesar de fortes guerreiros, os Duks sabiam muito bem admirar o que é belo na natureza.
Até que o sossego de Iro foi interrompido. Uma voz pronunciou algo que Iro não entendeu – Afinal ele escolheu ser Duk porque nunca foi bom com palavras mágicas, e sim com a força. Uma coluna de fogo iluminou mais ainda a noite. E Iro se levantou de um susto.
- Intemos Orus!
Havia muitas chamas naquela parte da floresta.
- TOLO MORTAL! NÃO SE SATISFAZ EM INVADIR MINHA CASA COMO TAMBEM QUER ME MATAR?
A Voz que Iro escutava agora lhe causou temor. Pois apesar de calma. Era estrondeante e forte. Ele pegou suas armas e se aproximou.
Quando Iro viu o que se passava. Assustou-se. Um Mago marrom, que parecia estar em toda a sua juventude e força, erguia todos os seus esforços para tentar se esquivar das chamas de um grande dragão vermelho. Ele resolveu ajudar.
- Tolo dragão, que pensa ser tão poderoso ao ponto de se achar imortal. – o pronunciamento de Iro enfureceu o dragão.
Agora iro era o alvo principal do enorme animal. Que dotado de muita sabedoria, parecia ter se tornado um simples “humano”, que se enfurece com as palavras dos outros.
Iro empunha seu escudo e tira sua espada da bainha para se defender do dragão. Mas quase inútil. Suas enormes garras o atingem. Jogam-no longe, em meio as arvores. Isso faz o jovem mago acordar-se do choque que Iro o havia causado. Agora não era só a sua vida, e sim a vida de um homen disposto a morrer para salva-lo.
Ele pensou rápido e gritou:
- Imporus Kurn! – uma sombra do tamanho de dois homens surgiu. Seus olhos eram vermelhos e penetrantes. Ela planava entra as sombras.
Ao ouvir as palavras do rapaz o dragão virou-se. A sombra foi rapidamente em sua direção. Ele levantou vôo E soltou um enorme cone de fogo sobre ela. Mas ela se refez e continuou avançando. O dragão demonstrou em seus olhos o temor que havia em seus corações. A sombra entra em seu peito. E o dragão cai morto.
Iro não entendeu. Pensou que iria morrer ali, queimado vivo ou engolido pelo dragão. O jovem mago aproximou-se dele. Era um homen magro. Aparentemente resistente. Sua barba era pequena. E sua roupa marrom. Iro podia não entender de magias. Mas sabia muito bem que um mago marrom não era dos mais fortes, mas que se deveria ter cuidado com ele.
- Jovem guerreiro. Agradeço-lhe pela coragem e determinação. Não fosse você. Não teria tido forças em meu coração para chamar um Kurn para nos salvar. - Os Kurn são criaturas muito isoladas. Mas que estão em todos os lugares. Espreitando. Nunca se envolvem em assuntos alheios. Até serem chamadas por uma força maior.
Iro olhou para o dragão caído ao chão.
- Também lhe agradeço, Amigo.
- Obrigado. Meu nome é Mirus. Venho de Jyron, cidade onde nasci. E pretendo ir para Havid. Encontrar amigos e um lugar para passar o tempo. Vem comigo?
- Estava indo para lá. Eu sou Iro. Guerreiro de Gordan. Formado em Dunkz. E não quero me atrasar para o meu destino. Então vamos dormir amigo.
Mirus deixou escapar um ar de riso para Iro. Havia gostado dele. E estavam juntos agora. Havid era longe. E eles precisariam de forças para chegarem lá.
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Capitulo III
Uma Surpresa no Caminho
O dia amanheceu. Iro acordou cedo e se surpreendeu. Pois Mirus já avia acordado e o esperava com um coelho no fogo e frutas em uma folha.
- Demorou amigo. Então decidi preparar nosso café. Espero que goste de frutas e coelho cozinhado com batatas. Essas terras são ricas e cheias de frutas e legumes.
Iro via um sorriso nos lábios de Mirus.
- São sim. E muito belas. O coelho já esta pronto?
- Em breve. Coma frutas por enquanto.
Iro comia muito. E parece que Mirus sabia. Pois ele pós muita comida para ele.
Quando acabaram de comer. Seguiram seu caminho. Iro Com seu escudo nas costas e espada na bainha. Suas coisas em uma bolsa, e a determinação e coragem iminente em seus olhos. Mirus com paciência e disposição ao seu lado. Ambos estavam dispostos a chegar em Havid, cidade prospera na terra de Holder.
Eles caminharam toda a manha pelos campos. E pararam ao inicio da tarde para comer.
- Já estamos próximos das colinas de Moth. - Disse Mirus.
- Sim. E temo em me aproximar de lá. Não gosto do que disem a respeito daquelas terras.
- O que você ouviu dizer?
- Que os mortos não descansam lá. Pois houveram muitas batalhas. Batalhas onde os homens não queriam lutar. E foram obrigados por seus reis. E por isso não descansam, e nem querem que os que passam descansem também.
- Sei. Ouvi o mesmo. Mas não devemos temer os mortos. Pois temos a vida do nosso lado.
Continuaram o seu caminho. E ao fim da tarde chegaram às colinas. A nevoa encobria suas visões. E os incomodava. Eles seguiriam pela pequena estrada ate atravessar as colinas. Nas algo incomodava mais ainda Mirus.
- Iro. Devemos passar antes do anoitecer.
- Por quê?
- Não quero estar aqui quando isso acontecer. Só não quero estar aqui.
Mas a noite já se aproximava. E Mirus não gostava disso. Quando a noite caio. Eles já estavam bem próximos da passagem que os tiraria das colinas. Mas algo os chamou atenção.
- Não deviam estar aqui.
Ambos viraram-se com rapidez. E temeram o que viram.
- Não deviam ter entrado aqui. Os vivos não devem entrar onde os mortos estão acordados.
- Não devem se aproximar dos mortos.
- Nós só queremos passar. – Mirus tinha convicção na voz.
- Não irão passar. Hum huhuhuhu.
Nessa hora não havia mais só dois zumbis ali. Surgiam mais e mais. Iro empunhou sua espada e pos seu escudo na mão. Mirus levantou seu cajado e disse:
- Corra para o portão. Eu irei atrás de você.
- Não irá conseguir!
Nessa ora muitos zumbis correram na direção deles.
- Não irei sem você
- Explimorium!
E uma enorme força empurrou os cadáveres para trás. Dando assim tempo para que eles corressem.
- Vamos!
E ambos correram para os portões. Nessa hora um dos Zombis saltou na direção de Iro. Um raio de luz veio do portão e atingiu sua cabeça o fazendo voltar.
- Corram seus tolos! – Era uma voz forte e suave que falava. Uma voz muito atraente, voz de mulher.
Quando em fim passaram dos portões olharam para trás. Os mortos, que não podiam passar de seus domínios, os olhavam e andava de volta para suas tumbas. Insatisfeitos por não terem juntado mais dois a seu grupo.
- Olhem só para vocês. – Era a mulher quem falava agora - Um Dunk e um mago juntos. Presumo que vão para Havid.
Iro levantou o olhar para a mulher que falava com eles. E não conseguiu conter sua surpresa. Pois era linda. Estatura media de cabelos castanhos e olhos claros. Pele branca e limpa. Seu corpo era lindo assim como seu rosto. Ela soltou um ar de riso ao ver a cara do jovem Dunk ao olhá-la. Era mesmo linda.
- Sim vamos mesmo para Havid. – Disse Mirus ao ver que seu amigo não demonstrava muito enterece em falar.
- Ótimo. Espero poder me juntar ao seu grupo.
- Não sei...
- Claro! – interrompeu Iro. – Como não?
Ela riu.
- Ótimo. Sou uma Jyzer. Meu nome é Hila. Venho da cidade de Jyz. E também vou para Havid.
Agora não eram mais dois. E sim 3 os que iriam juntos para Havid. Mirus se apresentara. E Iro também. Ela notara a atenção que recebera dele. E gostava. Pos ele era forte e atraente. Loiro e de olhos azuis.
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Capítulo IV
O Pântano Negro.
Quando Hila acordou naquela manha viu Mirus sentado. Estava pensativo fumando seu cachimbo. E não parecia percebê-la. Ela caminhou até um riacho que descia das colinas e lavou o seu rosto. Virou-se para o mago que ainda estava imóvel. Era muito curiosa. E desejava conhecer mais sobre os magos. Mas não iria perguntar. Iria observá-lo.
Quando Iro acordou, não muito depois de Hila. Eles comeram e saíram novamente em sua jornada. Combinaram entre si que dos muitos caminhos a se seguir, o melhor seria o Pântano Negro. Pois parecia ser calmo e desabitado
Seguiram seu caminho por uma bela planície de grama verde e baixa. Havia muitas cavernas em meio às rochas. Mirus falava que poderia haver trolls lá. Esperando a noite sair para correr atrás de suas vítimas. Mas trolls não eram problema. O maior problema já tinha mostrado que era real. Pois nas redondezas de Havid havia muitos dragões. Não só Dragões Vermelhos. Mas todos os tipos de dragões. Era a terra deles lá.
Quando chegou a tarde eles estavam próximos ao pântano. Já sentiam seu cheiro onde estavam.
- Vamos comer algo antes de continuar a viagem.
- Ótima idéia Mirus.
Sentaram-se. Fizeram uma fogueira e a acenderam. Mirus como sempre foi atrás de suas presas pequenas, e frutas. Iro ficou só com Hila. E decidiu aproveitar a oportunidade.
- Obrigado Hila por ter me salvo ontem.
- Não há o que você agradecer Iro. Faria o mesmo se fosse você.
- Claro... Mas você foi ótima.
- Trago uma coisa nova! Chega de coelhos por hoje - Ele trazia cogumelos, batatas, uma enorme melancia e um pequeno javali.
- Nossa carne de porco. Isso é ótimo Mirus.
Eles sentaram-se prepararam seu almoço e após comerem esperaram um pouco. Pois não poderiam entrar no pântano com comida tão fresca na barriga. O cheiro da carniça e lama os faria vomitar.
Meia hora depois já estavam prontos. Iriam caminhar para o pântano e teriam de passar a noite nele. Pois era muito extenso e não poderiam contorná-lo, pois era cercado por grandes rochedos. A entrada do pântano Mirus parou e disse:
- Meus amigos. Encontremos o que for dentro destes pântanos. Não devemos nos separar. Nada temos a temer se ficarmos juntos. Pois assim poderemos vencer tudo.
- O que teme encontrar Mirus? – Hila via a preocupação no olhar do mago.
- Não devemos nos preocupar com nada. E sim continuar nosso caminho. Vamos.
- Ele sabe o que faz Hila. Acredite em mim.
Mirus entrou no pântano e foi seguido pelos seus amigos. Que sumiam na nevoa densa do lugar. Não sabiam o que poderiam encontrar ali. Mas o temor os afligia em todo o seu coração. Seja o que for Mirus estava atento e a espera de qualquer coisa.
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próximos capítulos seram postados separadamentes.
Espero que isso facilite a leitura dos visitantes
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http://legendage.altervista.org/arch.../archivio1.htm
Icaruz...
A Batalha apenas começou
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