Bem, por causa de um falha minha, o prazo foi adiado...
Mas curiosamente 10 segundos depois o texto me foi enviado de novo.
Agora vamos ao principal: Votação.
Como vocês sabem, não revelarei de quem é cada texto, apenas identificaremos cada texto como Texto 1 e Texto 2
Spoiler: Texto 1"Masmorras e Explosões"
Tudo estava estagnado em Rookgard desde que um grupo de Minotauros havia saído de suas cavernas e destruído a ponte, e o que chocou a todos foi a organização do atentado. Eles saíram da caverna com kilos de uma espécie de pó negro, e destruíram a ponte, a única pela qual se tinha acesso para fora da cidade.
Dallheim, que sempre ostentou conseguir cortar um Ciclope em duas partes com sua espada, estava atônito, nunca vira tamanha violência por parte dessas criaturas, como ele tinha visto.
Cipfried estava em desespero, correndo pelas ruas da cidade e anunciando que era o fim, o Apocalipse Tibiano, e os jogadores, estavam sem nada a fazer, além de organizar defesas, e esperar pelo mal que de fato, aconteceria a eles.
Criaturas estavam invadindo a cidade pelos esgotos, e não apenas os ratos de sempre, como também minotauros e Orcs, mas antes que isso tomasse proporções catastróficas, todas as entradas foram bloqueadas com pedras e barras de metal.
***
Era pra ser apenas mais um dia de caça para Azlion, Gadmetiil, e Brahgna, porém, enquanto diviam o loot de sua caçada, eles ouviram um barulho, e quando retornaram a superfície, todas as entradas para a cidade estavam bloqueadas, na maior parte, por pedras. Devido a ponte estar quebrada, eles foram caçar os ratos, que eram a única opção para os guerreiros, mas agora era tarde para arrependimentos, eles estavam presos ali, e o único modo de sair, era encontrado os túneis que os próprios Minotauros e Orcs haviam cavado. Eles logo começaram a andar, e descobriram uma galeria que originalmente, não pertencia ao subsolo de Rookgard, então com suas tochas em mãos começaram a caminhar, haviam buracos secundários, pelos quais, apenas uma pequena criatura conseguiria passar, e desses buracos vinham gritos e ruídos estranhos, familiares, só que devido ao tamanho dos túneis, não podiam identificar os monstros que o provocavam, então, entregues ao descaso, a única coisa a se fazer era continuar andando.
Após algumas horas de caminhada, eles já podiam enxergar a luz, longínqua, porém forte e brilhante, mas ao se aproximarem, identificaram a presença de duas criaturas, eram Orcs, e estavam de guarda, só que para a sorte dos aventureiros ambos estavam dormindo. Eles conseguiram passar por eles, e seguir viagem. Tudo estava diferente, as florestas haviam cortadas, e a Bear Cave, que estava há 200 metros deles parecia ser um tipo de base, ou fábrica das criaturas. De vez em quando vinham dois Orcs, vestindo armaduras que cobriam todo o seu corpo, e jogavam um tipo de pó negro, em umas caixas que se localizavam fora da caverna. Azlion e Gadmetiil subiram em cima da caverna, enquanto Brahgna ficou parado em frente a sua porta, e quando os dois Orcs saíram, ele chamou a atenção deles, e esse período de tempo foi mais que o suficiente para que os dois saltassem de cima do montículo, e caísse em cima dos dois Orcs, que desmaiados, não ofereciam mais nenhum perigo a eles. Eles trajaram as suas roupas, e ocultaram seus corpos, e assim, Azlion e Gadmetiil seguiram viagem, enquanto Brahgna foi incumbido com a missão de encontrar um jeito seguro de voltar para Rookgard. Os dois entraram na caverna escura, a fumaça não os deixava enxergar muito a sua frente, então eles simplesmente começaram a caminhar, passaram pelo pátio subterrâneo principal, aonde os Orcs cavavam enormes buracos e retiravam uma espécie de Enxofre, então misturavam com Salitre e Restos de arvores queimadas, e aquele pó negro se formava, mortal e eficaz, era uma arma potente, que logo seria usada para explodir a cidade de Rookgard. Eles conseguiram pegar um pouco desse material, e quando subiam a escada para voltar para o Pátio Principal, desciam alguns Orcs, gritando e munindo alabardas, espadas e lanças, o plano deles, foi por água abaixo. Em cima de um dos tanques aonde se depositava esse material, havia um tipo de buraco, que levava a superfície, o mesmo buraco pelo qual a fumaça saia da caverna, eles logo começaram a subir nele. Os Orcs eram criaturas persistentes, e começaram a escalar logo atrás deles.
Quando eles alcançaram a superfície, começaram a arremessar pedregulhos nos Orcs que subiam, e conforme os eles caiam, a caldeira aonde se misturavam os ingredientes daquele pó já os esperava. Quando eles constataram que os Orcs não estavam mais subindo, eles jogaram a tocha pelo buraco, apenas para iluminar o buraco, assim eles conseguiriam ver se haviam mais inimigos tentando alcançá-los, só que quando eles jogaram a tocha, tiveram uma surpresa, um grande barulho aconteceu, e como que em um efeito dominó, toda a caverna estava desmoronando, e os barulhos não cessavam. Os barulhos chamaram a atenção dos Orcs que vigiavam o local, e por não estarem dentro da caverna haviam sobrevivido. Azlion e Gadmetiil começaram a correr, e após algumas jardas, viram Brahgna, correndo bem a frente deles, então eles começaram a segui-lo esperançosos de que ele havia encontrado um caminho de volta para Rookgard. Eles logo avistaram oceano, e assim, viram o barco da Amber, Brahgna já havia içado as velas, então eles apenas pularam a bordo, e os Orcs ficaram as margens do rio, gritando e praguejando contra os heróis. Em poucos minutos, estavam na margem que fica na parte ao Sul de Rookgard, eles rapidamente levaram uma amostra daquela substancia ao Cipfried, e assim eles puderam organizar as defesas, mas com uma tática mais eficaz para o tipo de inimigo que eles enfrentavam.
***
Horas depois, as hordas de Orcs e Minotauros já estavam apostas diantes do muro principal de Rookgard, dezenas deles, prontos para a batalha, e no meio de cada um dos destacamentos de Orcs, havia uma grande caixa com rodas, similar a aquelas nas quais os Orcs depositavam o pó negro, então quando Dallheim deu o sinal, os guerreiros em cima das muralhas, molharam suas flechas em óleo e fogo, e mirando nas caixas, efetuaram o disparo. Era a visão mais bela que qualquer guerreiro poderia ter visto, as caixas explodiam, e suas labaredas entravam em contatos com as outras caixas, e isso aconteceu até que a última caixa estivesse no campo de batalha. Os Orcs eram arremessados, e os que estavam longe das caixas eram feridos pelos estilhaços, pelos restos mortais de seus companheiros, ou pelas armas dos Orcs mortos, que mesmo não estando nas mãos de ninguém, eram arremessadas pelo impacto. Tudo ali estava um Caos, após as explosões, os Orcs que haviam sobrevivido, corriam desesperados, assim como os Minotauros, corriam para as cavernas, da onde eles jamais ousariam sair novamente.
Spoiler: Texto 2O Plano
Nestor encostou-se na parede mais próxima e abaixou-se. Permaneceu imóvel por algum tempo, torcendo para que seus olhos se acostumassem com a escuridão dos túneis. Armou seus ouvidos na esperança de localizar seus perseguidores. Não escutou nada além do próprio coração debatendo-se em seu peito. Criou coragem e murmurou algumas palavras:
- Utevo lux.
A espada em sua mão direita lentamente começara a brilhar revelando uma substância vermelha e viscosa em sua ponta.
- Então velha amiga, parece que você beijou o ventre de um orc.
Nestor havia sido contratado por um capitão da guarda thaisiense para averiguar rumores sobre uma tribo orc que teria se instalado nas ruínas do deserto de Jakundaf. Seu líder seria um poderoso xamã com uma inteligência sobre-humana e que aparentemente tinha um plano para conquistar a cidade. O encontro com um orc alguns minutos antes era a confirmação perfeita de que pelo menos os orcs estavam ali.
Passos pesados e apressados foram ouvidos. Rapidamente uma forma monstruosa adentrou no raio de luz da espada e Nestor pode ver seu inimigo. Um orc, de peito desnudo e portando uma enorme espada enferrujada. A fera logo se atirou em direção a Nestor desenhando uma curva de cima para baixo com sua arma. O mercenário aparou o golpe sentindo a força da criatura que rapidamente girou e prensou Nestor contra uma das paredes. Desta vez Nestor não murmurou:
- Utevo gran lux.
A espada brilhou ainda mais cegando o orc, Nestor aproveitou-se do momento de distração e acertou a virilha da criatura com o joelho. O orc caiu, Nestor levantou a espada e depois a desceu com toda a violência possível atingindo a base do pescoço de seu adversário. O sangue jorrou misturando-se a areia.
Aparentemente Nestor havia matado um batedor, pois logo em seguida apareceram mais orcs e ele logo se viu correndo desesperado pelos túneis. A última magia havia o salvado, mas também o transformara em uma tocha humana iluminando seu caminho e o de seus perseguidores. Então ele correu, correu o máximo que suas pernas permitiam, o máximo que seus pulmões aguentaram, até que o efeito da magia passou e ele se viu novamente imóvel no escuro.
Um brilho vermelho surgiu ao longe no escuro em forma de globo. Nestor pensou que poderia ser uma saída, aproximou-se cautelosamente. Sua confiança foi crescendo à medida que se aproximava por a luz permanecia imóvel. Ao chegar mais perto o brilho se intensificou, então Nestor percebeu do que se tratava. Era a ponta de um cajado, um cajado de um xamã. Tentou correr, mas uma bola de luz o atingiu nas costas o deixando desacordado.
Quando acordou, Nestor viu-se amarrado em um altar de pedra no que parecia ser uma espécie de templo subterrâneo. Olhou para o lado e viu um orc trajando um manto roxo preparando uma poção. O orc se aproximou, fez sinal para outros dois orcs que abriram a boca de Nestor à força para que o líquido fosse despejado e assim ele o fez. Então tudo ficou escuro outra vez.
Quando acordou Nestor não estava mais amarrado, estava deitado próximo a uma fogueira junta a outros orcs. Deu um salto assustando a todos, tropeçando e pisando em alguns orcs que dormia mais próximos. Tentou achar a saída mais próxima mas acabou cercado em canto da caverna-dormitório defendendo-se com as próprias mãos. Mas os orcs não o estavam atacando, faziam sinal para ele se acalmasse. Até que o xamã aparece portando um grande escudo de prata polido e apontou na direção de Nestor. Ele abaixou as mãos e viu sua imagem refletida, ele era um orc!
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