Bom...meu primeiro role-play...então plx não saiam me chingando, mandem sugestões, críticas, e elogios(desses eu gosto muito então mandem bastantes)
Prólogo: A queda.
Lumina, a cidade portuaria, estava calma naquele dia, estava caindo uma chuva fina, para a felicidade de todos os cidadãos, que já estavam se cansando do calor enorme que fazia ultimamente, nas ruas as crianças brincavam na chuva, lutando com espadas de madeira, sonhando em um dia se tornarem grandes heróis como os grandes caçadores de dragões dos tempos antigos, mas para alívio de seus pais, os dragões ja não existiam mais.
A poucos quilômetros dali, um homem observava a cidade, vestindo um manto verde e um chapéu com as letras D, R , S em cor magenta e já muito encardido, tinha uma face sorridente e olhos de uma cor impossível de se lembrar, seus ralos cabelos em uma cor estranha, misto de marrom e vinho...algo desconhecido pelos humanos daquele tempo.
Caminhando pela Trilha da Sabedoria, o pequeno camiho de tijolos azuis que levava ao castelo, estava um ser vestindo roupas negras, impossível se saber o sexo, ou mesmo a raça, ele se aproximou dos portões do castelo, erguendo algo que poderia ser chamado de mão, uma estrutura redonda com algumas pontas que poderiam ser chamados de dedos, os dois guardas dormiram, ele então abriu os portões com um simples balançar das mãos, antes de entrar tomando a forma de um dos guardas adormecidos e trajando uma armadura identica, provavel ilusão, ele pssou por todos os aposentos, e chegando a entrada do salão real clamou ter assuntos importantes com o rei, após permitidas a sua entrada, chegou em frente ao rei e calmamente se ajoelhou, após a permissão do rei, levantou-se e menos de um segundo depois, o rei caía ao chão e o individuo desaparecia, deixando apenas uma adaga, feita de algo que parecia um dente, um dente de dragão.
Capítulo 1: Profecia
Alain acordou naquele dia com uma gritaria infernal em seus ouvidos, choro vindo de algum lugar que ele não conseguia identificar.
-Mas que droga é essa?! - disse ao se levantar e colocar suas roupas, quando saiu de seu quarto viu sua mãe chorando na mesa da cozinha.
-Mãe?- ela não olhou
-Mãe, o que está acontecendo? - disse ele tocando o ombro de sua mãe
-Seu...seu...pai...-disse ela soluçando e apontando para a rua
-Meu pai?!?! o que houve- mas sem nem mesmo esperar resposata correu para onde ela apontava, quando saiu, parou e ficou paralisado na porta, em estado de choque: cartazes com a figura de seu pai estavam afixados por toda a parte, e embaixo da figura estava uma unica palavra em grandes letras vermelhas: ASSASSINO.
Correndo como se não houvesse amanhã ele chegou a praça central, onde aconteciam as execoções e julgamentos, viu seu pai sendo açoitado com um chicote com espinhos.
-O que ele fez?- perguntou a um dos moradores da vila
-Ele é o Istravus-
-O que?!!? Não pode ser- Disse alain assutando-se, Seu pai? Não, ele não seria o que traria a lua de fogo, não ele nunca, nunca começaria o inferno..ele não poderia, ele não pode!!!Mas..alguem havia feito..não acusariam seu pai se alguem não tivesse feito em seu lugar, e ele saberia quem, só precisava de tempo, e saber quanto tempo tinha.
-Qual foi a sentença?-
-A sentça determinada pela profecia, em três meses devemos conseguir fazer com que ele fale quem é o invocador para que possamos acabar de vez com todos os Istravus, mas se não conseguirmos devemos matá-lo, assim adiaremos o Renascimento mais uma vez-
-Ótimo- três meses...não era muito tempo, mas ele tinha que conseguir encontra o verdadeiro Istravus.
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