Opa, fiz o quarto capitulo espero que gostem, dicas são sempre bem vindas, segui as dicas para tornar os diálogos melhores e mais agradáveis de se ler.
Capitulo IV: Brumak o Orc
Os primeiros quaras já podiam ser vistos nos rochedos, eles observavam o navio passar e pareciam se preparar para um ataque.
De repente um Quara Constrictor pula dentro do navio, Ivo e Godstrove começam a recuar, porém o Orc sem demonstrar medo avança sobre o Quara, e o golpeia com seu machado, o Quara caiu morto no chão logo depois do golpe.
- GRRRRRRRRR!!! – Foi o som que o Orc proferiu após matar o Quara.
O Navio estremeceu quando os primeiros disparos das bestas de cerco ( aquelas bestas enormes que podem ser encontradas nos barcos e castelos do Tibia ) foram efetuados.
- O que foi isso? - Perguntou Ivo
- Ora! São disparos de bestas de cerco! – Respondeu Rodmund.
O navio vagava lentamente entre os rochedos, Rodmund mesmo com a espada em punho manobrava o navio quando preciso, a tempestade se aproximava já era possível ouvir o barulho dos trovões, os Quaras ainda estavam nos Rochedos.
Novamente as bestas de cerco dispararam, dessa vez elas conseguiram derrubar um Quara.
Os Quaras começaram a avançar sobre o navio, foi ai que Godstrove e Ivo mostraram o quão valorosos são.
- Exori vis. – Disse Ivo, e um Quara caia.
Godstrove, fez pontaria e acertou o olho de um quara hydromancer, o mesmo urrou de dor, e parou de avançar.
Nesse momento as bestas de cerco dispararam, só que dessa vez nenhum quara foi atingido.
Godstrove acertou outro Quara com mais um disparo de seu arco, e Ivo usou sua Rod para atingir vários Quaras com um só golpe.
Foi nesse momento que dois Quaras saltaram de um rochedo para o navio.
O Orc rapidamente desferiu um golpe contra a cabeça de um dos Quaras, o outro vagarosamente se aproximou de Godstrove.
- Exori vis. Disse Ivo, o Quara apesar de ter sentido o golpe mágico proferido por Ivo, continuou cambaleando em direção a Godstrove, foi quando esse o atingiu com uma flecha no peito.
O quara caiu morto no chão após a flechada, novamente as bestas de cerco disparavam, alguns Quaras fugiam após ver que a emboscada havia sido um fracasso, outros continuavam nos rochedos, esperando um momento oportuno para o ataque.
- Hahahaha, é só isso que esses vermes marinhos tem a oferecer? – Disse Ivo.
- Primeira regra do mar meu jovem: Jamais subestime seus inimigos... - Disse Rodmund.
As bestas de cerco dispararam novamente, os Quaras remanescentes começaram a fugir desesperadamente.
- GRRRRRRRRRR!!! – o Orc urrou após a fuga dos Quaras.
- Até que a criatura horrenda lutou bem. – Disse Ivo debochando do Orc.
- Ora Ivo, não fale isso, ele não é uma criatura Horrenda... – Disse Rodmund.
- É um Orc. – Disse Ivo.
- Todos falam a mesma coisa... Na verdade, esse é Brumak, o marinheiro mais corajoso que eu já vi em combate. – Disse Rodmund.
- Está me dizendo que esse lixo vivo tem um nome? – Disse Ivo ainda debochando do Orc.
- Ele mesmo lhe dirá isso, não é mesmo Brumak? Diga a esse Jovial Druida qual é seu nome. – Disse Rodmund.
- Me... Me... Meu nome é Bru... Bruma... BRUMAK!!! – Disse o próprio Orc.
- Hehehe, como podem ver ele tem alguns problemas com a fala, mas nada que o tempo não conserte. – Disse Rodmund.
- Um Orc, que fala o nosso idioma! Primeiro os Quaras e agora o Orc falastrão... – Disse Godstrove espantado.
- Posso lhe assegurar que em nenhum livro você teria visto isso. – Disse Rodmund.
- Falar não o faz diferente de um Orc... E pelo que pude perceber ele ainda fala com uma grande dificuldade. – Disse Ivo.
- Não seja torpe Ivo, você bem sabe que um Orc conseguir falar nosso idioma é um grande feito. – Disse Godstrove.
- Com certeza, Brumak não é um orc comum, ele é especial. – Disse Rodmund.
- Hahaha, Orc especial? Isso sim é uma história fantasiosa, digna da pior taverna de Thais!. – Disse Ivo.
- Senhor, vamos ignorar Ivo, me interessaria muito saber a historia desse Orc, o senhor poderia me contá-la?
- Lhe contarei a história mas peço que você mantenha a guarda, ainda não saímos dos Rochedos, e os quaras podem voltar. – disse Rodmund enquanto guardava sua espada.
O navio vagava entre os rochedos, apesar da fuga dos quaras, outra criatura maior e mais perigosa estava a espreita, uma criatura que se alimentava não só da carne de suas vitimas, mas também de suas almas...