
Postado originalmente por
Wotten
As terras entre aspas, antes da criação do Estado de Israel, muito pouco estava nas mãos dos "sábios de Sião", e essas terras subsistiam à base do movimento kibbutziano, de origem e motivação SOCIALISTA, assim como vários dos sionistas históricos, entre eles David Ben Gurion (ÓH MEU DEUS! A ESQUERDA É ANTISSEMITA).
Você já repetiu o A ESQUERDA É ANTISSEMITA algumas vezes, apesar de ter entendido o que eu quis dizer. A esquerda israelita é anti-sionista, o “Tapa-sexo do anti-semita”, como disse alguém que ainda não tive tempo de pesquisar quem foi.
E depois da criação de Israel [b](aí você analisa, quem foi covardemente agredido primeiro,
Eu te digo; foram os sumérios, kkkkkkkkkkkkkkk
Se eu falar a verdade, tu vai dizer que não foi, apesar dos fatos estarem documentados pela história. Se eu falar que foram os Palestinos ou os árabes, aí eu estaria mentindo e me igualaria a ti, quanto esquerdista. O que eu faço então? DILEMA.
as centenas de milhares de árabes feitos refugiados ou os judeus?)
É claro que os judeus nãos e tornaram refugiados, pois venceram cinco nações agressoras. EU DISSE CINCO. Isto mesmo. Os árabes, além de serem agressores, ainda foram covardes atacando de uma vez, cinco nações juntas, uma pequena república de pessoas traumatizadas pelo sofrimento do holocausto. Nas palavras dos covardes árabes daquela época,
eles iriam exterminar os judeus e os lançar no mar mediterrâneo. Mas, para eterno ódio dos esquerdistas, aconteceu o contrário.
Este texto a seguir mostra o abismo existente entre o pequeno Israel e o Covarde exército árabe:
No último meio século, surgiram mais de cem novos Estados independentes. Israel é o único de cuja criação pode dizer-se simplesmente que foi um milagre. Acompanhei o drama de 1948-49 na segurança de uma antiga faculdade de Oxford, às vésperas da formatura.
Na época, a opinião dos acadêmicos era, em termos, favorável ao novo Sião: muitos dignitários haviam sido criados segundo a tradição filossemita de Daniel Deronda, romance lançado por George Eliot em 1876 sobre um jovem que descobre sua identidade de judeu e se dedica à causa sionista; e eles aceitaram Israel como uma obra intelectual e moral.
Mas também havia a opinião virtualmente unânime de que o Estado podia ser esmagado. Esta era decididamente a opinião da maioria dos governos e do pessoal militar; a noção de um judeu transformado em soldado ainda não conquistara o imaginário ocidental.
Em 1948, a força de defesa israelense, a Haganá, tinha 21 mil homens, ante um exército profissional árabe invasor de 10 mil egípcios, 4.500 na Legião Árabe da Jordânia, 7 mil sírios, 3 mil iraquianos e 3 mil libaneses - mais o "Exército Árabe de Libertação" dos palestinos.
Em matéria de equipamento, inclusive veículos blindados e força aérea, as desvantagens de Israel eram igualmente enormes. Historiadores revisionistas (inclusive israelenses) agora descrevem a Guerra da Independência como uma deliberada conquista sionista de terras. Eles ignoram o fato básico de que os líderes sionistas não queriam guerra, antes a temiam, julgando-a um risco a ser assumido apenas quando não houvesse alternativa.
Eis por que em 1947 os líderes sionistas haviam aceitado o plano das Nações Unidas (ONU) sobre a partilha, que teria concedido ao Estado nascente apenas 8.800 quilômetros quadrados, principalmente no Deserto de Negev, e teria criado uma entidade inviável de 538 mil judeus e 397 mil árabes. A rejeição do plano, pelos árabes, foi um gesto de suprema tolice.
Claro que os judeus combateram bravamente e realizaram prodígios de improvisação. Tinham de fazê-lo - a alternativa seria o extermínio. Também combateram selvagemente, sem dúvida, de vez em quando, e cometeram atos que poderiam emprestar certa veracidade ao argumento dos revisionistas.
Mas, como um todo, esse argumento é historicamente falso. Foram os líderes árabes, com sua obstinação e recurso à força, os responsáveis pelo Israel um tanto mais expandido que surgiu após o armistício; e a mesma obstinação viria a criar o Israel ainda mais expandido que surgiu após a Guerra dos Seis Dias, de 1967.
Noutro paradoxo da História, as fronteiras do Estado, hoje existentes, foram obra tanto dos árabes quanto dos judeus.
.
As invasões foram reações do mundo árabe, e graças à imperícia militar perderam a guerra, e foram ocupados e continuam até hoje.
Ora, como eu dizia, a esquerda sempre mente, não importa as circunstâncias. Isto é explicado no livro “Fascismo de Esquerda”, que acabei de ver no site do Reinaldo Azevedo, “O quase-profeta”, inimigo da esquerda:
“A ameaça peculiar representada pelas atuais religiões políticas de esquerda está, precisamente, em sua afirmação de que são livres de dogma. Em vez disso, professam ser campeãs da liberdade e do pragmatismo - que, a seu ver, são bens autoevidentes. Elas evitam preocupações ‘ideológicas’. Portanto, tornam impossível discutir suas idéias mais básicas e extremamente difícil expor as tentações totalitárias que residem em seus corações. Elas têm um dogma, mas o consideram fora de discussão. Em vez disso, nos forçam a argumentar com suas intenções, seus motivos, seus sentimentos. Os liberais [esquerdistas] estão certos porque ’se preocupam’, é o que nos dizem, e transformam ‘compaixão’ na palavra de ordem da política americana. Desse modo, os liberais controlam a discussão sem explicar aonde querem chegar e sem contar por onde andaram. Eles conseguiram sucesso onde os intelectuais fascistas acabaram falhando. Fizeram isso transformando paixão e ativismo em medidas de virtude política e fazendo os motivos parecerem mais importantes que os fatos. Além disso, numa brilhante manobra retórica, eles conseguiram isso, em grande parte, sustentando que seus oponentes é que são os fascistas.”
Aí está a explicação do por quê os esquerdistas mentirem sempre, em todas as circunstâncias.
Mantendo o controle sob os territórios conquistados em 1967 até hoje, impedindo os árabes de voltar pra casa, só semeia ainda mais o ódio na região. E parece que o que Israel quer, um novo pretexto pra ocupar ainda mais.
Enquanto Israel mantem o controle sobre os agressivos árabes, os Palestinos, boa gente, cultivam flores, escrevem livros sobre a
“Paz de Gandhi” e sua teoria de
não-agressão. Foi por causa da não-agressão que Yasser Arafat, pregando a não-agressão de Gandhi e o amor de Deus ao mundo, que Ele ganhou o Premio Nobel da Paz. Depois disto, seus seguidores, inclusive o atual líder da ANP, que doutorou na faculdade com uma tese sobre Arafat, só pregam o amor aos judeus. Não se vê Palestinos matando judeus, pois eles seguem a teoria da não-agressão de Gandhi.(Tudo Ironia, espero que tenha percebido, Wotten)