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Tópico: Palestina, Nazista? A Conexão Islâmico-Nazista

  1. #21
    Avatar de elielsantos
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    Arrow Jihad Islâmica

    Citação Postado originalmente por Ozco Ver Post
    [B] a palestina e região ficou pros Britânicos, no qual depois colocaram os judeus la (os Árabes já estavam la antes), criou o Estado de Israel e o resto é historia.
    Negativo, colega, não faça da mentira um argumento.
    Os jdueus sempre tiveram representantes naquele local, sob domínio muçulmano em geral, cruzados e por último, os turcos. Os judeus não chegaram ali e roubaram de alguém a região. As terras foram compradas dos próprios árabes que vivivam ali pelo movimento sionista e depois de serem agredidos covardemente pelos árabes, as demais terras passaram para controle israelense como reparação. Não existe nada ilegal nisto, visto que toda nação agredida e que vence o agressor tem o direito de decidir o destino dos agressores.
    Resumindo: Caso os países europeus honrassem sua palavra, o Oriente Médio hoje seria um país e não haveria tamanho caos.
    Aqui o amigo demonstra desconhecer as invasões turcas e maometanas na Europa. Dizer que uma nação árabe unida seria a solução para o conflito é o mesmo que dizer que Hitler se satisfez com a região do sudetos thecoslovaco. A Segunda Guerra Mundial começou com a conivência européia às agressões alemãs à Checoslováquia.
    Os árabes se consideram missionários: conquistar para Alá o mundo. E jamais eles ficariam restritos a um imenso território árabe sem cumprirem sua missão. Todas as guerras muculmanas na idade média seguiram o conceito de conquista e conversão islâmica e jamais uma nação poderosa árabe deixaria de seguir estes passos que seguiram Maomé e seus seguidores, depois dele.

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  2. #22
    Avatar de Rook Findauros
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    Claro que são nazistas, os judeus roubaram uma parte do seu país e eles ficam lutando contra isto? Um abusrdo! Eles deveriam ser roubados pelos judeus sem levantar um dedo.

  3. #23
    Avatar de Wotten
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    As terras foram compradas dos próprios árabes que vivivam ali pelo movimento sionista e depois de serem agredidos covardemente pelos árabes, as demais terras passaram para controle israelense como reparação. Não existe nada ilegal nisto, visto que toda nação agredida e que vence o agressor tem o direito de decidir o destino dos agressores.
    As terras entre aspas, antes da criação do Estado de Israel, muito pouco estava nas mãos dos "sábios de Sião", e essas terras subsistiam à base do movimento kibbutziano, de origem e motivação SOCIALISTA, assim como vários dos sionistas históricos, entre eles David Ben Gurion (ÓH MEU DEUS! A ESQUERDA É ANTISSEMITA). E depois da criação de Israel (aí você analisa, quem foi covardemente agredido primeiro, as centenas de milhares de árabes feitos refugiados ou os judeus?). As invasões foram reações do mundo árabe, e graças à imperícia militar perderam a guerra, e foram ocupados e continuam até hoje.

    Isso é tão ultrajante quanto se a Alemanha tivesse ocupada pelos "aliados" (e isso inclui a Rússia) até hoje e os descendentes dos presos de guerra não pudessem voltar para a Alemanha, mesmo décadas depois. Ou se ocupássemos o Uruguai (antiga Província Cisplatina) até hoje. Mantendo o controle sob os territórios conquistados em 1967 até hoje, impedindo os árabes de voltar pra casa, só semeia ainda mais o ódio na região. E parece que o que Israel quer, um novo pretexto pra ocupar ainda mais.

    Uma coisa é defender a existência de Israel, outra é defender cegamente e tentar justificar cada ato de Israel, mesmo os genocídios, crimes de guerra, uso de armamento proibido, que por si só são injustificáveis.

    Todas as guerras muculmanas na idade média seguiram o conceito de conquista e conversão islâmica e jamais uma nação poderosa árabe deixaria de seguir estes passos que seguiram Maomé e seus seguidores, depois dele.
    Como se Israel já não fizesse exatamente isso. Ocupar e converter. Israel é um país expansionista desde sua criação, e continua semeando o ódio e a segregação, pra impulsionar ainda mais intolerância na região, arranjando pretexto pra Israel expandir o próprio território, com a ridícula piada de proteger o povo judeu.

  4. #24
    Avatar de Ozco
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    Aqui o amigo demonstra desconhecer as invasões turcas e maometanas na Europa. Dizer que uma nação árabe unida seria a solução para o conflito é o mesmo que dizer que Hitler se satisfez com a região do sudetos thecoslovaco. A Segunda Guerra Mundial começou com a conivência européia às agressões alemãs à Checoslováquia.
    Os árabes se consideram missionários: conquistar para Alá o mundo. E jamais eles ficariam restritos a um imenso território árabe sem cumprirem sua missão. Todas as guerras muculmanas na idade média seguiram o conceito de conquista e conversão islâmica e jamais uma nação poderosa árabe deixaria de seguir estes passos que seguiram Maomé e seus seguidores, depois dele
    Não julgue a nação pela religião, a ganancia politica e sede de poder nada tem haver com as crenças, a religião foi muitas vezes um pretexto, e lembre-se que quem começou as cruzadas no Oriente Médio foram os Europeus.

    E Todo povo que encontra uma cultura/religião diferente quer oprimir a existente e colocar a sua em cima, não apenas muçulmanos ou judeus, isso você aprende no fundamental amigo, da chegada dos europeus na América ou na colonização da Africa.

    Vale lembrar que todas as religiões tem objetivo de levar seu Deus ao mundo, não iguais, mas tem.

    Você culpa somente os muçulmanos pelo que praticamente todos, mas todos os povos mesmo, fazem.
    Última edição por Ozco; 01-08-2011 às 13:39.

  5. #25
    Avatar de Raul Star
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    Os Judeus estão massacrando a Palestina, assim como futuramente a China vai fazer com o resto do mundo.




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  6. #26
    Avatar de Ozco
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    /\ China?!

    Onde crianças vendem rins e jovens fazem plastica para tirar os traços de orientais?

    Duvido.

  7. #27
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    Sério, fico pensando, ou o Eliel tem uma biblioteca de posts prontos, ou ele não faz nada o dia inteiro a não ser escrever aqui, não tem como ter posts tão gigantescos, cansativos e repetitivos tendo uma vida normal.

  8. #28
    Avatar de elielsantos
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    Arrow O 14 de maio, a data do milagre de Israel

    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    As terras entre aspas, antes da criação do Estado de Israel, muito pouco estava nas mãos dos "sábios de Sião", e essas terras subsistiam à base do movimento kibbutziano, de origem e motivação SOCIALISTA, assim como vários dos sionistas históricos, entre eles David Ben Gurion (ÓH MEU DEUS! A ESQUERDA É ANTISSEMITA).
    Você já repetiu o A ESQUERDA É ANTISSEMITA algumas vezes, apesar de ter entendido o que eu quis dizer. A esquerda israelita é anti-sionista, o “Tapa-sexo do anti-semita”, como disse alguém que ainda não tive tempo de pesquisar quem foi.
    E depois da criação de Israel [b](aí você analisa, quem foi covardemente agredido primeiro,
    Eu te digo; foram os sumérios, kkkkkkkkkkkkkkk
    Se eu falar a verdade, tu vai dizer que não foi, apesar dos fatos estarem documentados pela história. Se eu falar que foram os Palestinos ou os árabes, aí eu estaria mentindo e me igualaria a ti, quanto esquerdista. O que eu faço então? DILEMA.

    as centenas de milhares de árabes feitos refugiados ou os judeus?)
    É claro que os judeus nãos e tornaram refugiados, pois venceram cinco nações agressoras. EU DISSE CINCO. Isto mesmo. Os árabes, além de serem agressores, ainda foram covardes atacando de uma vez, cinco nações juntas, uma pequena república de pessoas traumatizadas pelo sofrimento do holocausto. Nas palavras dos covardes árabes daquela época, eles iriam exterminar os judeus e os lançar no mar mediterrâneo. Mas, para eterno ódio dos esquerdistas, aconteceu o contrário.

    Este texto a seguir mostra o abismo existente entre o pequeno Israel e o Covarde exército árabe:

    No último meio século, surgiram mais de cem novos Estados independentes. Israel é o único de cuja criação pode dizer-se simplesmente que foi um milagre. Acompanhei o drama de 1948-49 na segurança de uma antiga faculdade de Oxford, às vésperas da formatura.
    Na época, a opinião dos acadêmicos era, em termos, favorável ao novo Sião: muitos dignitários haviam sido criados segundo a tradição filossemita de Daniel Deronda, romance lançado por George Eliot em 1876 sobre um jovem que descobre sua identidade de judeu e se dedica à causa sionista; e eles aceitaram Israel como uma obra intelectual e moral.
    Mas também havia a opinião virtualmente unânime de que o Estado podia ser esmagado. Esta era decididamente a opinião da maioria dos governos e do pessoal militar; a noção de um judeu transformado em soldado ainda não conquistara o imaginário ocidental.
    Em 1948, a força de defesa israelense, a Haganá, tinha 21 mil homens, ante um exército profissional árabe invasor de 10 mil egípcios, 4.500 na Legião Árabe da Jordânia, 7 mil sírios, 3 mil iraquianos e 3 mil libaneses - mais o "Exército Árabe de Libertação" dos palestinos.
    Em matéria de equipamento, inclusive veículos blindados e força aérea, as desvantagens de Israel eram igualmente enormes. Historiadores revisionistas (inclusive israelenses) agora descrevem a Guerra da Independência como uma deliberada conquista sionista de terras. Eles ignoram o fato básico de que os líderes sionistas não queriam guerra, antes a temiam, julgando-a um risco a ser assumido apenas quando não houvesse alternativa.
    Eis por que em 1947 os líderes sionistas haviam aceitado o plano das Nações Unidas (ONU) sobre a partilha, que teria concedido ao Estado nascente apenas 8.800 quilômetros quadrados, principalmente no Deserto de Negev, e teria criado uma entidade inviável de 538 mil judeus e 397 mil árabes. A rejeição do plano, pelos árabes, foi um gesto de suprema tolice.
    Claro que os judeus combateram bravamente e realizaram prodígios de improvisação. Tinham de fazê-lo - a alternativa seria o extermínio. Também combateram selvagemente, sem dúvida, de vez em quando, e cometeram atos que poderiam emprestar certa veracidade ao argumento dos revisionistas.
    Mas, como um todo, esse argumento é historicamente falso. Foram os líderes árabes, com sua obstinação e recurso à força, os responsáveis pelo Israel um tanto mais expandido que surgiu após o armistício; e a mesma obstinação viria a criar o Israel ainda mais expandido que surgiu após a Guerra dos Seis Dias, de 1967.
    Noutro paradoxo da História, as fronteiras do Estado, hoje existentes, foram obra tanto dos árabes quanto dos judeus.





    .
    As invasões foram reações do mundo árabe, e graças à imperícia militar perderam a guerra, e foram ocupados e continuam até hoje.
    Ora, como eu dizia, a esquerda sempre mente, não importa as circunstâncias. Isto é explicado no livro “Fascismo de Esquerda”, que acabei de ver no site do Reinaldo Azevedo, “O quase-profeta”, inimigo da esquerda:

    “A ameaça peculiar representada pelas atuais religiões políticas de esquerda está, precisamente, em sua afirmação de que são livres de dogma. Em vez disso, professam ser campeãs da liberdade e do pragmatismo - que, a seu ver, são bens autoevidentes. Elas evitam preocupações ‘ideológicas’. Portanto, tornam impossível discutir suas idéias mais básicas e extremamente difícil expor as tentações totalitárias que residem em seus corações. Elas têm um dogma, mas o consideram fora de discussão. Em vez disso, nos forçam a argumentar com suas intenções, seus motivos, seus sentimentos. Os liberais [esquerdistas] estão certos porque ’se preocupam’, é o que nos dizem, e transformam ‘compaixão’ na palavra de ordem da política americana. Desse modo, os liberais controlam a discussão sem explicar aonde querem chegar e sem contar por onde andaram. Eles conseguiram sucesso onde os intelectuais fascistas acabaram falhando. Fizeram isso transformando paixão e ativismo em medidas de virtude política e fazendo os motivos parecerem mais importantes que os fatos. Além disso, numa brilhante manobra retórica, eles conseguiram isso, em grande parte, sustentando que seus oponentes é que são os fascistas.”

    Aí está a explicação do por quê os esquerdistas mentirem sempre, em todas as circunstâncias.

    Mantendo o controle sob os territórios conquistados em 1967 até hoje, impedindo os árabes de voltar pra casa, só semeia ainda mais o ódio na região. E parece que o que Israel quer, um novo pretexto pra ocupar ainda mais.
    Enquanto Israel mantem o controle sobre os agressivos árabes, os Palestinos, boa gente, cultivam flores, escrevem livros sobre a “Paz de Gandhi” e sua teoria de não-agressão. Foi por causa da não-agressão que Yasser Arafat, pregando a não-agressão de Gandhi e o amor de Deus ao mundo, que Ele ganhou o Premio Nobel da Paz. Depois disto, seus seguidores, inclusive o atual líder da ANP, que doutorou na faculdade com uma tese sobre Arafat, só pregam o amor aos judeus. Não se vê Palestinos matando judeus, pois eles seguem a teoria da não-agressão de Gandhi.(Tudo Ironia, espero que tenha percebido, Wotten)
    Última edição por elielsantos; 02-08-2011 às 19:04.
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  9. #29
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    Você já repetiu o A ESQUERDA É ANTISSEMITA algumas vezes, apesar de ter entendido o que eu quis dizer. A esquerda israelita é anti-sionista, o “Tapa-sexo do anti-semita”, como disse alguém que ainda não tive tempo de pesquisar quem foi.
    Espero que você também tenha reconhecido a ironia.

    De qualquer forma, depois de todos os tópicos que tivemos aqui e de todas as discussões, fica feio pra você continuar com esse clichê e esse tipo de generalização estúpida.

    Eu te digo; foram os sumérios, kkkkkkkkkkkkkkk
    Se eu falar a verdade, tu vai dizer que não foi, apesar dos fatos estarem documentados pela história. Se eu falar que foram os Palestinos ou os árabes, aí eu estaria mentindo e me igualaria a ti, quanto esquerdista. O que eu faço então? DILEMA.
    Se você não tiver vergonha de copiar maaaaaais um texto imenso e sem propósito dos teus sites direitistas, copia e cola aí sua histórinha. Eu vou adorar ler que os judeus são o povo de Deus e que os árabes são as crias de satanás etc etc etc.

    A propósito, eu poderia apostar qualquer coisa aqui que você vai copiar um texto que você já postou anteriormente como de costume.

    É claro que os judeus nãos e tornaram refugiados, pois venceram cinco nações agressoras.

    Enquanto Israel mantem o controle sobre os agressivos árabes, os Palestinos, boa gente, cultivam flores, escrevem livros sobre a “Paz de Gandhi” e sua teoria de não-agressão. Foi por causa da não-agressão que Yasser Arafat, pregando a não-agressão de Gandhi e o amor de Deus ao mundo, que Ele ganhou o Premio Nobel da Paz. Depois disto, seus seguidores, inclusive o atual líder da ANP, que doutorou na faculdade com uma tese sobre Arafat, só pregam o amor aos judeus. Não se vê Palestinos matando judeus, pois eles seguem a teoria da não-agressão de Gandhi.(Tudo Ironia, espero que tenha percebido, Wotten)
    Adendo: Os invasores venceram o internacionalismo dos povos árabes.

    Tenho certeza que tanto os árabes durante os primeiros anos da criação de Israel queriam tirar os judeus de Israel, e ainda tenho certeza absoluta que o mesmo se dava no lado dos judeus. Como você mesmo diria, não seja leviano à ignorar este ponto.

    Tu senta no próprio rabo pra falar do rabo dos outros..

  10. #30
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    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post


    Tenho certeza que tanto os árabes durante os primeiros anos da criação de Israel queriam tirar os judeus de Israel, e ainda tenho certeza absoluta que o mesmo se dava no lado dos judeus. Como você mesmo diria, não seja leviano à ignorar este ponto.

    Tu senta no próprio rabo pra falar do rabo dos outros..
    Então eu te faço um desafio: coloque tua fonte provando que os judeus queriam exterminar os arabes e fazê-los desaparecer do mapa, como pregam os arabes, e eu coloco as minhas fontes sobre o assunto.

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