
Postado originalmente por
Nordcus Knight
Eu não acredito que li isso..
pare de inventar estudos para corroborar seus argumentos.
Leste, mas não entendeste ou leu como se lê um jornal, uma característica comum do povo brasileiro. Mas como sou bonzinho, vou colocar novos textos para iluminar vossa mente sobre o assunto:
Explicando a questão do Cromossomo Y
O Dr. Karl Skorecki estava assistindo às cerimônias certa manhã. A Torah foi removida da arca e um Cohen foi chamado para a primeira leitura. O Cohen chamado naquela manhã, em particular, era um visitante: um judeu de origem Sefardita. Seus pais eram do Marrocos. Skorecki também tinha uma tradição de ser um Cohen, embora de origem Ashkenazi. Seus pais eram nascidos na Europa Oriental. Karl (Kalman) Skorecki olhou para as características físicas do Cohen sefardita e analisou suas próprias características físicas. Eles eram significativamente diferentes em estatura, cor de pele e cor de cabelo e olhos. Ainda assim, ambos tinham uma tradição de serem Cohanim – descendentes diretos de um homem – Aarão HaCohen.
O Dr. Skorecki pensou, “De acordo com a tradição, este Sefardita e eu temos um ancestral comum. Esta linha poderia ter sido mantida desde o Sinai, e durante o longo exílio do povo judeu? “ Como cientista, ele pensou, esta alegação poderia ser testada?
Sendo um nefrologista e pesquisador do mais alto nível na Universidade de Toronto e no Rambam-Technion Medical Center em Haifa, ele estava envolvido nas descobertas em genética molecular que estão revolucionando a medicina e as aplicações recém desenvolvidas de análise de DNA aplicada ao estudo de história e diversidade de população.
Ele considerou uma hipótese: se os Cohanim são descendentes de um homem, eles deveriam ter um conjunto comum de marcadores genéticos – um haplótipo comum – com o de seu ancestral comum. Em nosso caso, Aarão HaCohen.
Um marcador genético é uma variação na seqüência de nucleotídeos do DNA, conhecida como mutação. As mutações que ocorrem dentro de genes – uma parte do DNA que codifica uma proteína – geralmente causam um mau-funcionamento ou doença, e é perdido devido a seleção em gerações sucessivas. Entretanto, mutações encontradas nas chamadas “regiões não-codificadas” do DNA tendem a persistir.
Uma vez que o cromossomo Y, além dos genes que determinam a masculinidade, consiste quase inteiramente de DNA não-codificado, ele tenderia a acumular mutações. Uma vez que ele é passado de pai para filho sem recombinação, a informação genética em um cromossomo Y de um homem que vive hoje é basicamente a mesma que seus ancestrais masculinos antigos, exceto quanto às raras mutações que ocorrem ao longo da linha hereditária. Uma combinação destas mutações neutras, conhecidas como haplótipo, pode servir como assinatura genética da ancestralidade masculina de um homem. As genealogias maternas também estão sendo estudadas por meio do m-DNA (DNA mitocondrial) que é herdado somente da mãe.
O Dr. Skorecki fez então contato com o Professor Michael Hammer da Universidade de Arizona, um pesquisador-líder em genética molecular e pioneiro em pesquisa de cromossomo Y. O Professor Hammer utiliza análise de DNA para estudar a história de populações, suas origens e migrações. Sua pesquisa anterior inclui trabalho sobre as origens dos Índios Nativos Americanos e o desenvolvimento do povo japonês.
Foi realizado um estudo para testar a hipótese. Se havia um ancestral comum, os Cohanim deveriam ter marcadores genéticos em freqüência mais alta que a população judaica em geral.
No primeiro estudo, conforme relatado no conhecido jornal de ciência britânico, Nature (Janeiro 2, 1997), foi solicitado a 188 judeus do sexo masculino que contribuíssem com algumas células da bochecha de onde foi extraído o DNA para o estudo. Foi solicitado a participantes de Israel, Inglaterra e América do Norte que identificassem se eles eram Cohen, Levitas ou Israelitas, e que identificassem seus antecedentes familiares.
Os resultados da análise dos marcadores de cromossomo Y dos Cohanim e não-Cohanim foram realmente significativos. Um marcador particular (YAP-) foi detectado em 98.5% dos Cohanim, e em uma porcentagem significativamente mais baixa em não-Cohanims.
Em um Segundo estudo, o Dr. Skorecki e associados reuniram mais amostras de DNA e expandiram sua seleção de marcadores de cromossomo Y. Solidificando suas hipóteses do ancestral comum dos Cohen, eles descobriram que uma seqüência particular de seis marcadores cromossomais foi encontrada em 97 de 106 Cohens testados. Esta coleção de marcadores veio a ser conhecida como Haplótipo Modal Cohen (ou CMH, em inglês) – a assinatura genética padrão da família de sacerdotes judeus. As chances de estas descobertas ocorrerem por acaso é maior que uma em 10.000.
A descoberta de um conjunto comum de marcadores genéticos tanto em Cohanim Ashkenazi e Sefarditas no mundo inteiro, indica uma origem anterior aos desenvolvimentos separados das duas comunidades ao redor do ano 1000 da Era Cristã. O cálculo de data baseado na variação das mutações entre Cohanim hoje, produz um período de 106 gerações desde o ancestral fundador, cerca de 3.300 anos, o tempo aproximado do êxodo do Egito, a época em que viveu Aarão HaCohen.
O Professor Hammer esteve recentemente em Israel para a Conferência Judaica do Genoma. Ele confirmou que suas descobertas são consistentes de que mais de 80 por cento de Cohanin auto-identificados têm um conjunto comum de marcadores. A descoberta de que menos de um terço de judeus não-Cohen que foram testados possuem estes marcadores não é surpresa para os geneticistas. O judaísmo não é definido geneticamente. Outros cromossomos-Y podem entrar no pool genético judeu através de conversão ou através de um pai não-judeu. O status de judeu é determinado pela mãe. A condição de membro da tribo segue a linha paterna.
Cálculos baseados na alta taxa de semelhança genética dos Cohanim atuais resultaram na mais alta taxa de “certeza de paternidade” jamais registrada em estudos genéticos de população – um testemunho científico de fidelidade familiar.
Estudos genéticos mais amplos de diversas comunidades judaicas atuais mostram uma notável coesão genética. Os judeus do Irã, Iraque, Yemen, África do Norte e Ashkenazim Europeus todos se agrupam a outros grupos Semitas, com sua origem no Oriente Médio. Uma origem geográfica comum pode ser vista para todos os grupos judeus mais comuns estudados.
Esta pesquisa genética refutou claramente a acusação que já foi atual de que os judeus Ashkenazi não estão relacionados com os antigos Hebreus, mas que seriam descendentes da tribo Kuzar – um império Turco-Asiático anterior ao 10º Século que se teria convertido em massa ao judaísmo. Os pesquisadores compararam a assinatura de DNA dos judeus Ashkenazi à assinatura de DNA de povos de origem turca, e não descobriram qualquer correspondência.
Em seu Segundo trabalho publicado na revista Nature (Julho 9, 1998), os pesquisadores incluíram uma descoberta inesperada. Aqueles judeus do estudo que se identificavam como Levitas não demonstraram um conjunto comum de marcadores como ocorreu com os Cohanim. Os levitas se agruparam em três agrupamentos, um deles com o CMH. De acordo com a tradição, os Levitas também deveriam mostrar uma assinatura genética de um ancestral comum patrilinear.
É interessante notar que a tribo de Levi tem uma história de falta de quantidade. O censo de BaMidbar mostra ser Levi uma das menores tribos. Após o exílio babilônico, os Levitas deixaram de retornar em massa a Jerusalém, embora fossem instados por Ezra HaSofer a fazê-lo. Eles foram, portanto, multados por perder seus direitos exclusivos ao maaser (espécie de dízimo). Embora estatisticamente os Levitas devessem ser mais numerosos que os Cohanim, hoje na sinagoga é comum ter um minyam (mínimo de dez homens para celebração) com um excesso de Cohanim, e ainda faltar um levita. Os pesquisadores estão agora concentrando os esforços no estudo da composição genética dos Levitas para aprender mais sobre sua história durante a Diáspora.
Usando o CMH como assinatura de DNA dos antigos Hebreus, os pesquisadores estão realizando uma caça de genes judeus ao redor do mundo. A busca das tribos perdidas, seja as 10 tribos perdidas bíblicas que foram expulsas de Eretz Yisrael pelos Assírios, ou outros judeus, hebreus ou “povos escolhidos” não é nova. Usando os marcadores genéticos dos Cohanim como medida, estes arqueólogos genéticos estão usando pesquisa de DNA para descobrir vínculos históricos ao povo judeu.
Muitos Cohanim individuais e outros se aproximaram dos pesquisadores para serem testados. A política dos pesquisadores é que a pesquisa não é um teste de indivíduos, mas um exame da família ampliada. Ter o CMH não é prova de que alguém é um Cohen, porque o lado da mãe também é significativo para determinar o status de Cohen. No momento, não existem ramificações halakitas desta descoberta. Ninguém é certificado ou desqualificado devido a seus marcadores de cromossomo Y.
A pesquisa, que começou com uma idéia na sinagoga, mostrou um claro relacionamento genético entre Cohanim e sua linhagem direta a partir de um ancestral comum. As descobertas da pesquisa suportam as afirmações da Torah de que a linha de Aarão passaria para a história...

Postado originalmente por
Mui2
ELE DISSE ISSO? PQP QUE BURRO , CARALH@@@ KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK! @topico : cromossomo y é por ser homem independente da pessoa , logico que os palestinOS teriam tal cromossomo.
Sim, a colocação do argumento está errada. É só questão de colocação. Não precisa deste histerismo colega.

Postado originalmente por
Wotten
Não falou nada que os próprios palestinos já não sabem.
Claro que sabem. Todo mundo sabe. Na Palestina, em certos vilarejos segundo eu li, a conexão judaica dos Palestinos, principalmente entre os mãos velhos é questão de orgulho. Muitos Palestinos não escondem serem de origem judaica.
Com os palestinos sendo de origem semita, como eles poderiam ser anti-semitas? Como você mesmo enxe a boca pra falar.
Simples: como poderia um norueguês matar seus próprios irmãos? Entendeu o raciocínio? Como poderia Hitler e sua turma terem matado tantos alemães?
Você sabe a resposta.
Por quê a lei do retorno, ou seja, a lei que possibilita que as pessoas voltem para suas "casas", funciona para os judeus que perderam suas casas a CENTENAS de anos atrás, seja por motivo militar ou não, mas não funciona para os árabes que perderam suas casas em 1948?
Por quê a Alemanha foi invadida em 1945? Uma agressão soviética, America e inglesa ou resposta a uma agressão?
É a mesma lógica da Alemanha: foi ocupada por causa de uma agressão sua. O problema é que os Palestinos vem agredindo os judeus desde 1930, ou até anterior a isto, em 1920. E não pararam mais de agredir os israelitas. Eles não perderam só uma guerra, mas várias para Israel. Se não bastasse o constante estado de beligerância, tiveram a estupidez de perder a guerra, depois da agressão. Se os conflitos tivessem acabado em 1920, 1930, 1948, 1966, 1972, 1986, os Palestinos já teriam retornmado para seus lares. Mas um povo beligerante, recebe beligerância. Um povo fraco, mas ignorante, merece o desterro.
Portanto, se os Palestinos quisessem mesmo voltar para suas terras, eles teriam deixado a ignorância de lado. Mas eles gostam de confusão. Se qualquer país limítrofe ao Brasil fizesse 1% do que os Palestinos fazem com Israel, o Brasil já teria detonado tal país.
Tal aconteceu com o Paraguai: invadiu a região do Paraná e Mato Grosso, sabendo que estava cutucando um gigante. Não deu outra. Levaram uma surra, perderam parte de seu território para o Brasil, que hoje compreende o Paraná e parte de Mato Grosso. E até hoje o Brasil não os devolveu ao Paraguai. Por quê? Por quê o Brasil venceu os agressores. Israel também venceu os agressores e não foi só uma vez não. Se o Brasil, vencendo o Paraguai uma vez somente e ficou com parte dos territórios paraguaios, os Palestinos, além de agredir covardemente os judeus desde 1920, ainda perderam todas as guerras que empreenderam contra Israel. O Paraguai, uma nação inteligente, logo percebeu que guerrear contra o Brasil não é uma idéia inteligente. Já tem 100 anos que os Palestinos só levam sova dos israelenses e ainda não descobriram o mesmo que o Paraguai.
Portanto, só depois que a inteligencia assomar nas cabeças Palestinas, tal qual aconteceu com o Paraguai é que as coisas melhorarão para os agressores. Se o paraguai aprendeu com a derrota, por quê os Palestinos não aprendem também? Eu aprendo com meus erros, por quê os Palestinos também não aprendem, depois de levarem tantas surras?