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Tópico: Palestina, Nazista? A Conexão Islâmico-Nazista

  1. #11
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    Ora, se deste ao trabalho de pesquisar mais uma vez? Primeiro, trouxeste à baila argumentos meus que já tinha escrito em “Eras Passadas”. Agora, fizeste um apanhado geral?
    Não fui eu, foi você, sempre repetindo as mesmas coisas. Tooodo tópico, as mesmas coisas, quase com as mesmas palavras. Por isso a sugestão de trocar o assunto.

    A diferença entre mim e ti, colega, é que eu não me preocupo em trazer esmiuçadamente as contradições de seus argumentos. No tópico passado, trouxe à baila a questão da Etnia Paestina. Os palestinos são tratados como uma etnia, o que não é verdade. Até por quê recentemente em um estudo genético, descobriu-se que grande parte dos palestinos carregam o cromossomo Y, o mesmo que caracteriza o povo judeu. Este fato descaracterizariatoda a conversa esquerdista sobre a etnia palestina. O único fato que poderia caracterizar uma nação com um povo peculiar seria esclarecer geneticamente suas diferenças em relação aos árabes. Mas descobriu-se que os Palestinos, grande número deles carregam o cromossomo característico do povo judeu. Portanto, questionei a ti, colega, sobre isto, mas tu deste uma despistada. Não me aprofundei no assunto, pois não me preocupo muito com o argumento alheio. Mas o colega insiste na mesma tecla: “Meu argumento”.
    É óbvio que grande parte dos palestinos carregam o cromossomo Y, se não carregassem, só haveriam mulheres na palestina. Isso é claro, de acordo com o que eu aprendi na escola. Andou copiando coisa que nem você sabe o que é né Eliel seu malandrinho?!?

    E quem são vocês sionistas pra falar alguma coisa sobre segregação étnica. Já repeti isso várias vezes (seus tópicos e argumentos são tããão repetitivos repetitivos), Israel é um Estado fundamentado no princípio da pureza "étnica", ou religiosa por assim dizer.

    E é claro que eu me importo com os seus argumentos (nem tão SEUS assim é claro), porque é com eles que eu discuto e através deles que eu debato.

    Sim. O ultimo devido à uma provocação barata de sua parte. Julguei que estava diante de um intelectual, mas digo novamente que tem horas que tu sai com umas infantilidades que me fazer perder o interesse pelo debate.
    Contou pra sua mãe?

    Se você for debater política e se ofender à toda "provocação", tu tá no sal amigo. Seria o mesmo se eu ficasse ofendido e abandonasse o tópico toda vez que você chama de genocida, terrorista, imbecil ou cara de melão. Isso sim seria infantilidade.

    Colega, eu crio tópicos sobre assuntos que considero graves. E não tem anda mais grave do que os conflitos árabes, pois é lá que os destinos financeiro, político e religiosos do mundo são traçados.
    Acho que seria muito mais agradável discutir coisas além da limpeza étnica de Israel, visto que chegamos à um ponto, onde você já copiou da internet tudo que você poderia copiar, aí empacamos nesse show de repetições que você me presenteia todo tópico.

    Tem que trocar o disco rapaz, mudar o tópico de discussão, ou é claro, adquirir novos argumentos pra serem postos em debate (copiando ou não), porque ter que responder as mesmas coisas sempre fica chato. Eu perco todo o tesão.

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    Última edição por Wotten; 30-07-2011 às 15:51.

  2. #12
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    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post

    É óbvio que grande parte dos palestinos carregam o cromossomo Y, se não carregassem, quase não haveriam mulheres, palestinas. Isso é claro, de acordo com o que eu aprendi na escola. Andou copiando coisa que nem você sabe o que é né Eliel seu malandrinho?!?
    Milhares de cidadões palestinos são de orígem judaica.

    Em uma reportagem exclusiva que foi ao ar nesta véspera de shabat, 1 de maio de 2009. Um análise do centro de pesquisas genéticas de Hadassa em Jerusalém comprovou que a grande maioria dos palestinos que vivem nos territórios ocupados palestinos não têm a mesma origem genética árabe e muitos deles têm o cromossomo Y que é o cromossomo que identifica os judeus em todo mundo.

    Ironicamente, tanto os judeus quanto este grande número de palestinos têm a mesma formação genética da região do Kurdistão, a região onde vivem os Kurdos no norte do Iraque, região de onde teria vindo a família de Abraão, o patriarca da fé a mais de 3.000 anos atrás. Os beduinos que são judeus têm como tradição a produção de vinho que é proibido pelos muçulmanos.

    Na região do Deserto do Negev, no sul de Israel, vive a tribo de beduínos Sawuarka por exemplo, eles vivem imigrando desde a península do Sinai, entre os mais antigos da tribo, eles falam abertamente que são parte do povo de Israel, são judeus e não escondem sua origem, pelo contrário além de praticarem a circuncisão depois do sétimo dias e o acender de velas na entrada do shabat.

    A aldeia árabe de Sarhnin, na Galiléia, norte de Israel têm a sua origem judaica e na aldeia Kosiva, muitos declaram ser os descendentes do Bar Koba ( Bar Kosiva ), ou seja, descendentes de judeus. Na aldeia Mahama, ao oriente da cidade de Hebron, existem ainda hoje, segundo os próprios moradores, 60.000 descendentes de judeus que escondem ate mesmo sidur(livros de orações judaicas) nos armários e cujos anciãos não negam ser judeus e declaram que não precisam se converter ao judaísmo pois sabem que são judeus.

    Na região ao sul do Monte Hebron, na vila Yata cerca de 50% da população e de origem judaica, e muitos atém bem pouco tempo não escondiam isto, muitos dos túmulos tem um abertura embaixo para acender velas, costume dos judeus que acendem velas em memorial aos mortos, hábito contrário aos costumes muçulmanos.

    Muitos dos sinais judaicos na região, bem como estrelas de Davi e outros elementos judaicos esculpidos em casas e túmulos foram propositalmente alterados pela dominação muçulmana na região afim de apagar a identidade judaica da região.

    Segundo o centro de pesquisas genéticas de Hadassa em Jerusalém, mesmo entre os palestinos não é difícil serem identificados descendentes da família sacerdotal(cohen).

    Um empresário Israelense da área de Alta Tecnologia de Informação, Tzvi Misinai que é um incentivador do conhecimento e reconhecimento destes palestinos como parte de Israel já investiu cerca de meio milhão de shekels em uma campanha afim de esclarecer e incentivar a população da região.
    O Termo Palestinos Judeus até os dias de hoje
    Um palestino judeu é um judeu da Palestina habitante em todo o período de 135 AC até o final do Mandato Britânico. Judeus que vivem na região antes da criação do Estado de Israel são referidos em hebraico como "HaYishuv HaYehudi Be'Eretz Yisra'el (comunidade judaica na terra de Israel). É feita uma distinção entre o "Velho Yishuv," isto é, o pré-existente judeus na terra de Israel, e o "Novo Yishuv ", ou seja, os recém-chegados imigrantes judeus no estado pré - Israel.

    Antes de ocorrer desmembramento do Império Otomano, a população dos espaço que engloba moderno Israel, Cisjordânia e Faixa de Gaza não foi exclusivamente muçulmana. Cerca de 20% da população foi de língua árabe Cristã, e 11% judaica. Além de muitos árabes que falavam árabe e erão descendentes de judeus.

    Após o nascimento do moderno Estado de Israel, nem todos, mas alguns nativos palestinos judeus se tornaram cidadãos de Israel, e o termo "judeus palestino" em grande parte caiu em desuso.

    O termo preferido hoje em Israel é o supracitado "Velho Yishuv" (em hebraico היישוב הישן).

    "Judeus Palestinos" ainda é utilizado em contextos onde é necessário distinguir dos muçulmanos ou cristãos palestinos que estão juntos denominados como "Árabes palestinos" (ou para aqueles que ficaram dentro de Israel, os árabes cidadãos de Israel).

    Judeus de terras árabes, que foram tradicionalmente árabe de um património cultural e linguístico, são hoje normalmente denominado árabes não judeus, de modo que hoje "árabes palestinos" também implica a exclusão dos palestinos judeus.


    Fonte: Cafetorah


    E quem são vocês sionistas pra falar alguma coisa sobre segregação étnica. Já repeti isso várias vezes (seus tópicos e argumentos são tããão repetitivos repetitivos), Israel é um Estado fundamentado no princípio da pureza "étnica", ou religiosa por assim dizer.
    Baseado em qual evidencia falas isto?



    Acho que seria muito mais agradável discutir coisas além da limpeza étnica de Israel, visto que chegamos à um ponto, onde você já copiou da internet tudo que você poderia copiar, aí empacamos nesse show de repetições que você me presenteia todo tópico.
    Copiei sim, pois eu não gosto de fabricar evidencias, e sim pesquisá-las. Sou uma pessoa só e não conto com uma fábrica de evidencias, como é comum entre a esquerda. Se vou argumentar, gosto de estar amparado em algo palpável e não no que eu acho. O amigo deveria fazer o mesmo. Tu fala algo e eu, que não tenho nada a ver com o que disse sou obrigado a correr atras para verificar. E assim vais fazendo. A cada novo argumento me defronto com uma acusação nova tua que sou obrigado a desmentir com fatos históricos. Portanto, abandonarei todos os tópicos quando achar que já respondi demais todas as acusaçôes. Tu pode não ter uma obrigação moral com a verdade, mas eu tenho. Eu tenho a obrigação de correr atrás de fatos para dirimir as dúvidas, preocupação que não vejo em ti.
    Última edição por elielsantos; 29-07-2011 às 22:46.
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  3. #13
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    eu ja li o topico dxa minha mente acalma pra eu le o seu ultimo post eliel vamo com calma

  4. #14
    Avatar de Raphafcg
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    Será que alguém para pra ler essa porra inteira ?

    Esqueci do antiflood.

    Palestina, um lugar mto perigoso cheio de conflitos. Esse assunto é mto interessante, mal posso esperar pra ler os proximos argumentos do pastor Eliel.
    Última edição por Raphafcg; 30-07-2011 às 00:33.

  5. #15
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    Citação Postado originalmente por elielsantos Ver Post
    Ora, se deste ao trabalho de pesquisar mais uma vez? Primeiro, trouxeste à baila argumentos meus que já tinha escrito em “Eras Passadas”. Agora, fizeste um apanhado geral?

    A diferença entre mim e ti, colega, é que eu não me preocupo em trazer esmiuçadamente as contradições de seus argumentos. No tópico passado, trouxe à baila a questão da Etnia Palestina. Os palestinos são tratados como uma etnia, o que não é verdade. Até por quê recentemente em um estudo genético, descobriu-se que grande parte dos palestinos carregam o cromossomo Y, o mesmo que caracteriza o povo judeu.
    Eu não acredito que li isso..



    pare de inventar estudos para corroborar seus argumentos.




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  6. #16
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    Não falou nada que os próprios palestinos já não sabem.



    Aos 1:17.

    Com os palestinos sendo de origem semita, como eles poderiam ser anti-semitas? Como você mesmo enxe a boca pra falar.

    Baseado em qual evidencia falas isto?
    O simples fato de Israel negar direitos civis e humanos aos árabes, ao passo de que os garante para os judeus.

    Por quê a lei do retorno, ou seja, a lei que possibilita que as pessoas voltem para suas "casas", funciona para os judeus que perderam suas casas a CENTENAS de anos atrás, seja por motivo militar ou não, mas não funciona para os árabes que perderam suas casas em 1948? Com a criação de Israel? Porque os 600 mil refugiados, ou suas famílias não tem direito ao retorno aos seus lares? Que por sinal tá previsto na resolução 194 da ONU, que Israel se recusa à cumprir.

    Porque os palestinos que se casam com estrangeiros, quando saem da Faixa de Gaza por exemplo, não tem o direito de voltar? Se um palestino casar com uma libanesa por exemplo, e sair da Faixa de Gaza, ele simplesmente fica impossibilitado de voltar.

    O isolamento da Faixa de Gaza com o muro do apartheid, que impede que os palestinos saiam ou entrem, obrigando os palestinos que vivem ali à viver numa condição quase que sub-humana, em um ambiente HIPER-LOTADO, com um milhão e meio de pessoas vivendo em 360km², em estado de sítio, cercado por todos os lados por soldados israelenses fortemente armados, vivendo em constante estado de medo, sabendo que à qualquer hora um míssil de um avião israelense pode cair na casa do lado.

    Some à tudo isso, o fato de grande parte dos sionistas de hoje, assim como você Eliel, são islamofóbicos. Fato que só ajuda à embasar a arrogância de Israel quando em relação aos árabes.

    Isso tudo, não é nada que eu já não tenha dito nos tópicos anteriores.

    E pô Eliel, eu achei que você ia parar de apelar pro meu caráter e blábláblá. Larga disso rapaz, não funciona esse tipo de coisa, não ofende em nada.

    Citação Postado originalmente por Nordcus Knight Ver Post
    Eu não acredito que li isso..



    pare de inventar estudos para corroborar seus argumentos.
    Que isso cara! Mas ele postou uma fonte imparcial e não tendenciosa, não leu não? CaféTORAH.
    Última edição por Wotten; 30-07-2011 às 15:47.

  7. #17

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    Citação Postado originalmente por Nordcus Knight Ver Post
    Eu não acredito que li isso..



    pare de inventar estudos para corroborar seus argumentos.
    ELE DISSE ISSO? PQP QUE BURRO , CARALH@@@ KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!

    @topico : cromossomo y é por ser homem independente da pessoa , logico que os palestinOS teriam tal cromossomo.



    sério , tu carrega tambêm esse cromossomo , todos nós machos temos esse cromossomo.
    Última edição por Mui2; 30-07-2011 às 15:35.

  8. #18
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    Citação Postado originalmente por Nordcus Knight Ver Post
    Eu não acredito que li isso..
    pare de inventar estudos para corroborar seus argumentos.
    Leste, mas não entendeste ou leu como se lê um jornal, uma característica comum do povo brasileiro. Mas como sou bonzinho, vou colocar novos textos para iluminar vossa mente sobre o assunto:


    Explicando a questão do Cromossomo Y

    O Dr. Karl Skorecki estava assistindo às cerimônias certa manhã. A Torah foi removida da arca e um Cohen foi chamado para a primeira leitura. O Cohen chamado naquela manhã, em particular, era um visitante: um judeu de origem Sefardita. Seus pais eram do Marrocos. Skorecki também tinha uma tradição de ser um Cohen, embora de origem Ashkenazi. Seus pais eram nascidos na Europa Oriental. Karl (Kalman) Skorecki olhou para as características físicas do Cohen sefardita e analisou suas próprias características físicas. Eles eram significativamente diferentes em estatura, cor de pele e cor de cabelo e olhos. Ainda assim, ambos tinham uma tradição de serem Cohanim – descendentes diretos de um homem – Aarão HaCohen.

    O Dr. Skorecki pensou, “De acordo com a tradição, este Sefardita e eu temos um ancestral comum. Esta linha poderia ter sido mantida desde o Sinai, e durante o longo exílio do povo judeu? “ Como cientista, ele pensou, esta alegação poderia ser testada?

    Sendo um nefrologista e pesquisador do mais alto nível na Universidade de Toronto e no Rambam-Technion Medical Center em Haifa, ele estava envolvido nas descobertas em genética molecular que estão revolucionando a medicina e as aplicações recém desenvolvidas de análise de DNA aplicada ao estudo de história e diversidade de população.

    Ele considerou uma hipótese: se os Cohanim são descendentes de um homem, eles deveriam ter um conjunto comum de marcadores genéticos – um haplótipo comum – com o de seu ancestral comum. Em nosso caso, Aarão HaCohen.

    Um marcador genético é uma variação na seqüência de nucleotídeos do DNA, conhecida como mutação. As mutações que ocorrem dentro de genes – uma parte do DNA que codifica uma proteína – geralmente causam um mau-funcionamento ou doença, e é perdido devido a seleção em gerações sucessivas. Entretanto, mutações encontradas nas chamadas “regiões não-codificadas” do DNA tendem a persistir.

    Uma vez que o cromossomo Y, além dos genes que determinam a masculinidade, consiste quase inteiramente de DNA não-codificado, ele tenderia a acumular mutações. Uma vez que ele é passado de pai para filho sem recombinação, a informação genética em um cromossomo Y de um homem que vive hoje é basicamente a mesma que seus ancestrais masculinos antigos, exceto quanto às raras mutações que ocorrem ao longo da linha hereditária. Uma combinação destas mutações neutras, conhecidas como haplótipo, pode servir como assinatura genética da ancestralidade masculina de um homem. As genealogias maternas também estão sendo estudadas por meio do m-DNA (DNA mitocondrial) que é herdado somente da mãe.

    O Dr. Skorecki fez então contato com o Professor Michael Hammer da Universidade de Arizona, um pesquisador-líder em genética molecular e pioneiro em pesquisa de cromossomo Y. O Professor Hammer utiliza análise de DNA para estudar a história de populações, suas origens e migrações. Sua pesquisa anterior inclui trabalho sobre as origens dos Índios Nativos Americanos e o desenvolvimento do povo japonês.

    Foi realizado um estudo para testar a hipótese. Se havia um ancestral comum, os Cohanim deveriam ter marcadores genéticos em freqüência mais alta que a população judaica em geral.

    No primeiro estudo, conforme relatado no conhecido jornal de ciência britânico, Nature (Janeiro 2, 1997), foi solicitado a 188 judeus do sexo masculino que contribuíssem com algumas células da bochecha de onde foi extraído o DNA para o estudo. Foi solicitado a participantes de Israel, Inglaterra e América do Norte que identificassem se eles eram Cohen, Levitas ou Israelitas, e que identificassem seus antecedentes familiares.
    Os resultados da análise dos marcadores de cromossomo Y dos Cohanim e não-Cohanim foram realmente significativos. Um marcador particular (YAP-) foi detectado em 98.5% dos Cohanim, e em uma porcentagem significativamente mais baixa em não-Cohanims.

    Em um Segundo estudo, o Dr. Skorecki e associados reuniram mais amostras de DNA e expandiram sua seleção de marcadores de cromossomo Y. Solidificando suas hipóteses do ancestral comum dos Cohen, eles descobriram que uma seqüência particular de seis marcadores cromossomais foi encontrada em 97 de 106 Cohens testados. Esta coleção de marcadores veio a ser conhecida como Haplótipo Modal Cohen (ou CMH, em inglês) – a assinatura genética padrão da família de sacerdotes judeus. As chances de estas descobertas ocorrerem por acaso é maior que uma em 10.000.

    A descoberta de um conjunto comum de marcadores genéticos tanto em Cohanim Ashkenazi e Sefarditas no mundo inteiro, indica uma origem anterior aos desenvolvimentos separados das duas comunidades ao redor do ano 1000 da Era Cristã. O cálculo de data baseado na variação das mutações entre Cohanim hoje, produz um período de 106 gerações desde o ancestral fundador, cerca de 3.300 anos, o tempo aproximado do êxodo do Egito, a época em que viveu Aarão HaCohen.
    O Professor Hammer esteve recentemente em Israel para a Conferência Judaica do Genoma. Ele confirmou que suas descobertas são consistentes de que mais de 80 por cento de Cohanin auto-identificados têm um conjunto comum de marcadores. A descoberta de que menos de um terço de judeus não-Cohen que foram testados possuem estes marcadores não é surpresa para os geneticistas. O judaísmo não é definido geneticamente. Outros cromossomos-Y podem entrar no pool genético judeu através de conversão ou através de um pai não-judeu. O status de judeu é determinado pela mãe. A condição de membro da tribo segue a linha paterna.
    Cálculos baseados na alta taxa de semelhança genética dos Cohanim atuais resultaram na mais alta taxa de “certeza de paternidade” jamais registrada em estudos genéticos de população – um testemunho científico de fidelidade familiar.
    Estudos genéticos mais amplos de diversas comunidades judaicas atuais mostram uma notável coesão genética. Os judeus do Irã, Iraque, Yemen, África do Norte e Ashkenazim Europeus todos se agrupam a outros grupos Semitas, com sua origem no Oriente Médio. Uma origem geográfica comum pode ser vista para todos os grupos judeus mais comuns estudados.
    Esta pesquisa genética refutou claramente a acusação que já foi atual de que os judeus Ashkenazi não estão relacionados com os antigos Hebreus, mas que seriam descendentes da tribo Kuzar – um império Turco-Asiático anterior ao 10º Século que se teria convertido em massa ao judaísmo. Os pesquisadores compararam a assinatura de DNA dos judeus Ashkenazi à assinatura de DNA de povos de origem turca, e não descobriram qualquer correspondência.
    Em seu Segundo trabalho publicado na revista Nature (Julho 9, 1998), os pesquisadores incluíram uma descoberta inesperada. Aqueles judeus do estudo que se identificavam como Levitas não demonstraram um conjunto comum de marcadores como ocorreu com os Cohanim. Os levitas se agruparam em três agrupamentos, um deles com o CMH. De acordo com a tradição, os Levitas também deveriam mostrar uma assinatura genética de um ancestral comum patrilinear.

    É interessante notar que a tribo de Levi tem uma história de falta de quantidade. O censo de BaMidbar mostra ser Levi uma das menores tribos. Após o exílio babilônico, os Levitas deixaram de retornar em massa a Jerusalém, embora fossem instados por Ezra HaSofer a fazê-lo. Eles foram, portanto, multados por perder seus direitos exclusivos ao maaser (espécie de dízimo). Embora estatisticamente os Levitas devessem ser mais numerosos que os Cohanim, hoje na sinagoga é comum ter um minyam (mínimo de dez homens para celebração) com um excesso de Cohanim, e ainda faltar um levita. Os pesquisadores estão agora concentrando os esforços no estudo da composição genética dos Levitas para aprender mais sobre sua história durante a Diáspora.

    Usando o CMH como assinatura de DNA dos antigos Hebreus, os pesquisadores estão realizando uma caça de genes judeus ao redor do mundo. A busca das tribos perdidas, seja as 10 tribos perdidas bíblicas que foram expulsas de Eretz Yisrael pelos Assírios, ou outros judeus, hebreus ou “povos escolhidos” não é nova. Usando os marcadores genéticos dos Cohanim como medida, estes arqueólogos genéticos estão usando pesquisa de DNA para descobrir vínculos históricos ao povo judeu.

    Muitos Cohanim individuais e outros se aproximaram dos pesquisadores para serem testados. A política dos pesquisadores é que a pesquisa não é um teste de indivíduos, mas um exame da família ampliada. Ter o CMH não é prova de que alguém é um Cohen, porque o lado da mãe também é significativo para determinar o status de Cohen. No momento, não existem ramificações halakitas desta descoberta. Ninguém é certificado ou desqualificado devido a seus marcadores de cromossomo Y.

    A pesquisa, que começou com uma idéia na sinagoga, mostrou um claro relacionamento genético entre Cohanim e sua linhagem direta a partir de um ancestral comum. As descobertas da pesquisa suportam as afirmações da Torah de que a linha de Aarão passaria para a história...





    Citação Postado originalmente por Mui2 Ver Post
    ELE DISSE ISSO? PQP QUE BURRO , CARALH@@@ KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK! @topico : cromossomo y é por ser homem independente da pessoa , logico que os palestinOS teriam tal cromossomo.
    Sim, a colocação do argumento está errada. É só questão de colocação. Não precisa deste histerismo colega.


    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    Não falou nada que os próprios palestinos já não sabem.
    Claro que sabem. Todo mundo sabe. Na Palestina, em certos vilarejos segundo eu li, a conexão judaica dos Palestinos, principalmente entre os mãos velhos é questão de orgulho. Muitos Palestinos não escondem serem de origem judaica.
    Com os palestinos sendo de origem semita, como eles poderiam ser anti-semitas? Como você mesmo enxe a boca pra falar.
    Simples: como poderia um norueguês matar seus próprios irmãos? Entendeu o raciocínio? Como poderia Hitler e sua turma terem matado tantos alemães?
    Você sabe a resposta.
    Por quê a lei do retorno, ou seja, a lei que possibilita que as pessoas voltem para suas "casas", funciona para os judeus que perderam suas casas a CENTENAS de anos atrás, seja por motivo militar ou não, mas não funciona para os árabes que perderam suas casas em 1948?
    Por quê a Alemanha foi invadida em 1945? Uma agressão soviética, America e inglesa ou resposta a uma agressão?
    É a mesma lógica da Alemanha: foi ocupada por causa de uma agressão sua. O problema é que os Palestinos vem agredindo os judeus desde 1930, ou até anterior a isto, em 1920. E não pararam mais de agredir os israelitas. Eles não perderam só uma guerra, mas várias para Israel. Se não bastasse o constante estado de beligerância, tiveram a estupidez de perder a guerra, depois da agressão. Se os conflitos tivessem acabado em 1920, 1930, 1948, 1966, 1972, 1986, os Palestinos já teriam retornmado para seus lares. Mas um povo beligerante, recebe beligerância. Um povo fraco, mas ignorante, merece o desterro.
    Portanto, se os Palestinos quisessem mesmo voltar para suas terras, eles teriam deixado a ignorância de lado. Mas eles gostam de confusão. Se qualquer país limítrofe ao Brasil fizesse 1% do que os Palestinos fazem com Israel, o Brasil já teria detonado tal país.

    Tal aconteceu com o Paraguai: invadiu a região do Paraná e Mato Grosso, sabendo que estava cutucando um gigante. Não deu outra. Levaram uma surra, perderam parte de seu território para o Brasil, que hoje compreende o Paraná e parte de Mato Grosso. E até hoje o Brasil não os devolveu ao Paraguai. Por quê? Por quê o Brasil venceu os agressores. Israel também venceu os agressores e não foi só uma vez não. Se o Brasil, vencendo o Paraguai uma vez somente e ficou com parte dos territórios paraguaios, os Palestinos, além de agredir covardemente os judeus desde 1920, ainda perderam todas as guerras que empreenderam contra Israel. O Paraguai, uma nação inteligente, logo percebeu que guerrear contra o Brasil não é uma idéia inteligente. Já tem 100 anos que os Palestinos só levam sova dos israelenses e ainda não descobriram o mesmo que o Paraguai.


    Portanto, só depois que a inteligencia assomar nas cabeças Palestinas, tal qual aconteceu com o Paraguai é que as coisas melhorarão para os agressores. Se o paraguai aprendeu com a derrota, por quê os Palestinos não aprendem também? Eu aprendo com meus erros, por quê os Palestinos também não aprendem, depois de levarem tantas surras?
    Última edição por elielsantos; 30-07-2011 às 20:34.
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  9. #19
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    É a mesma lógica da Alemanha: foi ocupada por causa de uma agressão sua. O problema é que os Palestinos vem agredindo os judeus desde 1930, ou até anterior a isto, em 1920
    Negativo, quem começa sendo agredido com uma facada nas costas são os Árabes. Na primeira guerra mundial, eles firmam acordo com a Entente para atordoar os turcos(na época Império Otomano) na promessa de terem um país único e livre, atordoar mesmo, porque para os Árabes vence-los era impossível, não lutavam com trincheiras na linha de frente, eles atacavam e corriam, a primeira tática de guerrilha usada na história Árabe. Enfim, os Árabes lutaram na esperança de ter seu povo unificado e no fim da guerra levaram uma facada nas costas, o povo Árabe em vez de unificado foi fragmentado e dividido em colonias, e adivinha, a palestina e região ficou pros Britânicos, no qual depois colocaram os judeus la (os Árabes já estavam la antes), criou o Estado de Israel e o resto é historia.

    Resumindo: Caso os países europeus honrassem sua palavra, o Oriente Médio hoje seria um país e não haveria tamanho caos.
    Última edição por Ozco; 30-07-2011 às 21:33.

  10. #20
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    Citação Postado originalmente por elielsantos Ver Post
    Leste, mas não entendeste ou leu como se lê um jornal, uma característica comum do povo brasileiro. Mas como sou bonzinho, vou colocar novos textos para iluminar vossa mente sobre o assunto:


    Explicando a questão do Cromossomo Y

    O Dr. Karl Skorecki estava assistindo às cerimônias certa manhã. A Torah foi removida da arca e um Cohen foi chamado para a primeira leitura. O Cohen chamado naquela manhã, em particular, era um visitante: um judeu de origem Sefardita. Seus pais eram do Marrocos. Skorecki também tinha uma tradição de ser um Cohen, embora de origem Ashkenazi. Seus pais eram nascidos na Europa Oriental. Karl (Kalman) Skorecki olhou para as características físicas do Cohen sefardita e analisou suas próprias características físicas. Eles eram significativamente diferentes em estatura, cor de pele e cor de cabelo e olhos. Ainda assim, ambos tinham uma tradição de serem Cohanim – descendentes diretos de um homem – Aarão HaCohen.

    O Dr. Skorecki pensou, “De acordo com a tradição, este Sefardita e eu temos um ancestral comum. Esta linha poderia ter sido mantida desde o Sinai, e durante o longo exílio do povo judeu? “ Como cientista, ele pensou, esta alegação poderia ser testada?

    Sendo um nefrologista e pesquisador do mais alto nível na Universidade de Toronto e no Rambam-Technion Medical Center em Haifa, ele estava envolvido nas descobertas em genética molecular que estão revolucionando a medicina e as aplicações recém desenvolvidas de análise de DNA aplicada ao estudo de história e diversidade de população.

    Ele considerou uma hipótese: se os Cohanim são descendentes de um homem, eles deveriam ter um conjunto comum de marcadores genéticos – um haplótipo comum – com o de seu ancestral comum. Em nosso caso, Aarão HaCohen.

    Um marcador genético é uma variação na seqüência de nucleotídeos do DNA, conhecida como mutação. As mutações que ocorrem dentro de genes – uma parte do DNA que codifica uma proteína – geralmente causam um mau-funcionamento ou doença, e é perdido devido a seleção em gerações sucessivas. Entretanto, mutações encontradas nas chamadas “regiões não-codificadas” do DNA tendem a persistir.

    Uma vez que o cromossomo Y, além dos genes que determinam a masculinidade, consiste quase inteiramente de DNA não-codificado, ele tenderia a acumular mutações. Uma vez que ele é passado de pai para filho sem recombinação, a informação genética em um cromossomo Y de um homem que vive hoje é basicamente a mesma que seus ancestrais masculinos antigos, exceto quanto às raras mutações que ocorrem ao longo da linha hereditária. Uma combinação destas mutações neutras, conhecidas como haplótipo, pode servir como assinatura genética da ancestralidade masculina de um homem. As genealogias maternas também estão sendo estudadas por meio do m-DNA (DNA mitocondrial) que é herdado somente da mãe.

    O Dr. Skorecki fez então contato com o Professor Michael Hammer da Universidade de Arizona, um pesquisador-líder em genética molecular e pioneiro em pesquisa de cromossomo Y. O Professor Hammer utiliza análise de DNA para estudar a história de populações, suas origens e migrações. Sua pesquisa anterior inclui trabalho sobre as origens dos Índios Nativos Americanos e o desenvolvimento do povo japonês.

    Foi realizado um estudo para testar a hipótese. Se havia um ancestral comum, os Cohanim deveriam ter marcadores genéticos em freqüência mais alta que a população judaica em geral.

    No primeiro estudo, conforme relatado no conhecido jornal de ciência britânico, Nature (Janeiro 2, 1997), foi solicitado a 188 judeus do sexo masculino que contribuíssem com algumas células da bochecha de onde foi extraído o DNA para o estudo. Foi solicitado a participantes de Israel, Inglaterra e América do Norte que identificassem se eles eram Cohen, Levitas ou Israelitas, e que identificassem seus antecedentes familiares.
    Os resultados da análise dos marcadores de cromossomo Y dos Cohanim e não-Cohanim foram realmente significativos. Um marcador particular (YAP-) foi detectado em 98.5% dos Cohanim, e em uma porcentagem significativamente mais baixa em não-Cohanims.

    Em um Segundo estudo, o Dr. Skorecki e associados reuniram mais amostras de DNA e expandiram sua seleção de marcadores de cromossomo Y. Solidificando suas hipóteses do ancestral comum dos Cohen, eles descobriram que uma seqüência particular de seis marcadores cromossomais foi encontrada em 97 de 106 Cohens testados. Esta coleção de marcadores veio a ser conhecida como Haplótipo Modal Cohen (ou CMH, em inglês) – a assinatura genética padrão da família de sacerdotes judeus. As chances de estas descobertas ocorrerem por acaso é maior que uma em 10.000.

    A descoberta de um conjunto comum de marcadores genéticos tanto em Cohanim Ashkenazi e Sefarditas no mundo inteiro, indica uma origem anterior aos desenvolvimentos separados das duas comunidades ao redor do ano 1000 da Era Cristã. O cálculo de data baseado na variação das mutações entre Cohanim hoje, produz um período de 106 gerações desde o ancestral fundador, cerca de 3.300 anos, o tempo aproximado do êxodo do Egito, a época em que viveu Aarão HaCohen.
    O Professor Hammer esteve recentemente em Israel para a Conferência Judaica do Genoma. Ele confirmou que suas descobertas são consistentes de que mais de 80 por cento de Cohanin auto-identificados têm um conjunto comum de marcadores. A descoberta de que menos de um terço de judeus não-Cohen que foram testados possuem estes marcadores não é surpresa para os geneticistas. O judaísmo não é definido geneticamente. Outros cromossomos-Y podem entrar no pool genético judeu através de conversão ou através de um pai não-judeu. O status de judeu é determinado pela mãe. A condição de membro da tribo segue a linha paterna.
    Cálculos baseados na alta taxa de semelhança genética dos Cohanim atuais resultaram na mais alta taxa de “certeza de paternidade” jamais registrada em estudos genéticos de população – um testemunho científico de fidelidade familiar.
    Estudos genéticos mais amplos de diversas comunidades judaicas atuais mostram uma notável coesão genética. Os judeus do Irã, Iraque, Yemen, África do Norte e Ashkenazim Europeus todos se agrupam a outros grupos Semitas, com sua origem no Oriente Médio. Uma origem geográfica comum pode ser vista para todos os grupos judeus mais comuns estudados.
    Esta pesquisa genética refutou claramente a acusação que já foi atual de que os judeus Ashkenazi não estão relacionados com os antigos Hebreus, mas que seriam descendentes da tribo Kuzar – um império Turco-Asiático anterior ao 10º Século que se teria convertido em massa ao judaísmo. Os pesquisadores compararam a assinatura de DNA dos judeus Ashkenazi à assinatura de DNA de povos de origem turca, e não descobriram qualquer correspondência.
    Em seu Segundo trabalho publicado na revista Nature (Julho 9, 1998), os pesquisadores incluíram uma descoberta inesperada. Aqueles judeus do estudo que se identificavam como Levitas não demonstraram um conjunto comum de marcadores como ocorreu com os Cohanim. Os levitas se agruparam em três agrupamentos, um deles com o CMH. De acordo com a tradição, os Levitas também deveriam mostrar uma assinatura genética de um ancestral comum patrilinear.

    É interessante notar que a tribo de Levi tem uma história de falta de quantidade. O censo de BaMidbar mostra ser Levi uma das menores tribos. Após o exílio babilônico, os Levitas deixaram de retornar em massa a Jerusalém, embora fossem instados por Ezra HaSofer a fazê-lo. Eles foram, portanto, multados por perder seus direitos exclusivos ao maaser (espécie de dízimo). Embora estatisticamente os Levitas devessem ser mais numerosos que os Cohanim, hoje na sinagoga é comum ter um minyam (mínimo de dez homens para celebração) com um excesso de Cohanim, e ainda faltar um levita. Os pesquisadores estão agora concentrando os esforços no estudo da composição genética dos Levitas para aprender mais sobre sua história durante a Diáspora.

    Usando o CMH como assinatura de DNA dos antigos Hebreus, os pesquisadores estão realizando uma caça de genes judeus ao redor do mundo. A busca das tribos perdidas, seja as 10 tribos perdidas bíblicas que foram expulsas de Eretz Yisrael pelos Assírios, ou outros judeus, hebreus ou “povos escolhidos” não é nova. Usando os marcadores genéticos dos Cohanim como medida, estes arqueólogos genéticos estão usando pesquisa de DNA para descobrir vínculos históricos ao povo judeu.

    Muitos Cohanim individuais e outros se aproximaram dos pesquisadores para serem testados. A política dos pesquisadores é que a pesquisa não é um teste de indivíduos, mas um exame da família ampliada. Ter o CMH não é prova de que alguém é um Cohen, porque o lado da mãe também é significativo para determinar o status de Cohen. No momento, não existem ramificações halakitas desta descoberta. Ninguém é certificado ou desqualificado devido a seus marcadores de cromossomo Y.

    A pesquisa, que começou com uma idéia na sinagoga, mostrou um claro relacionamento genético entre Cohanim e sua linhagem direta a partir de um ancestral comum. As descobertas da pesquisa suportam as afirmações da Torah de que a linha de Aarão passaria para a história...[/B]
    Cara, cadê a fonte disso aí?

    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    Que isso cara! Mas ele postou uma fonte imparcial e não tendenciosa, não leu não? CaféTORAH.
    se for a fonte citada pelo Wotten nem precisa responder..

    @topic

    Wotten já falou tudo.

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    Última edição por Nordcus Knight; 31-07-2011 às 00:24.



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