Os palestinos e seus vínculos com Hitler
O líder oficial dos palestinos, Haj Amin Al-Husseini, passou os anos da guerra em Berlim, com Hitler, trabalhando como consultor sobre questões judaicas.
A nova “Guerra Cultural” do Hamas reconhecerá seus laços históricos com o nazismo?
O Hamas, a organização terrorista especializada em alvejar civis, agora decidiu, de acordo com uma manchete do jornal americano The New York Times, mudar “de mísseis para guerra cultural”, num esforço para angariar apoio do público para sua causa. Parte de sua campanha de relações públicas em andamento é descrever os israelenses como os “novos nazistas” e os palestinos como os “novos judeus”. Para realizar essa transformação, será preciso se engajar em uma forma de negação do Holocausto, para apagar o registro histórico da ampla cumplicidade palestina com os “antigos nazistas” em perpetrarem o verdadeiro Holocausto. Tornou-se uma parte importante do mantra dos apoiadores do Hamas que nem o povo palestino nem sua liderança tiveram qualquer participação no Holocausto. Ouça Mahmoud Ahmadinejad falando aos alunos da Universidade Columbia, nos Estados Unidos:
“Mesmo que [o Holocausto] fosse uma realidade, ainda precisaríamos questionar se o povo palestino deveria estar pagando por isso ou não. Afinal, ele aconteceu na Europa. O povo palestino não teve nenhuma participação nele. Portanto, por que o povo palestino está pagando o preço por um evento com o qual ele não teve nada a ver? O povo palestino não cometeu nenhum crime. Ele não teve nenhuma participação na Segunda Guerra Mundial. Ele estava vivendo em paz com as comunidades judaicas e com as comunidades cristãs naquela época”.
A conclusão que se deve tirar desse “fato” é que o estabelecimento de Israel como conseqüência do genocídio do povo judeu pelos nazistas foi injusto com os palestinos. O cerne dessa afirmação é que nem o povo palestino nem sua liderança tiveram qualquer responsabilidade pelo Holocausto e, se alguma reparação é devida ao povo judeu, ela deve ser feita pela Alemanha e não pelos palestinos. Os propositores desse argumento histórico sugerem que o Ocidente criou o Estado Judeu por causa de sua culpa no Holocausto. Conforme esse raciocínio, seria compreensível se uma parte da Alemanha (ou da Polônia, da Lituânia, da Letônia, da França, da Áustria, ou de outras nações colaboradoras) tivesse sido alocada como terra dos judeus – mas, por que a Palestina? A Palestina, de acordo com essa afirmação, foi tão “vítima” quanto os judeus.
Ouço esse questionamento nos campi universitários nos Estados Unidos, e mais ainda nos da Europa.
A verdade, porém, é que a liderança palestina, apoiada pelas massas palestinas, teve um papel significativo no Holocausto de Hitler.
O líder oficial dos palestinos, Haj Amin Al-Husseini, passou os anos da guerra em Berlim, com Hitler, trabalhando como consultor sobre questões judaicas.
Ele foi levado a um tour por Auschwitz e expressou apoio ao assassinato em massa dos judeus europeus. Ele também buscou [i]“resolver os problemas do elemento judeu na Palestina e em outros países árabes”, empregando “o mesmo método” que estava sendo usado “nos países da coligação entre Hitler, Mussolini e, posteriormente, o Japão”. Ele não ficaria satisfeito com os judeus residentes na Palestina – muitos dos quais eram descendentes de judeus sefaraditas, que haviam vivido ali por centenas, ou até milhares de anos – permanecendo como uma minoria em um Estado muçulmano. Como Hitler, ele queria ver-se livre de “todo judeu que restasse”. Como Husseini escreveu em suas memórias: “Nossa condição fundamental para cooperar com a Alemanha foi uma ajuda para erradicar até o último judeu da Palestina e do mundo árabe. Pedi a Hitler por uma garantia explícita para nos permitir resolver o problema judeu de maneira que conviesse às nossas aspirações nacionais e raciais e de acordo com os novos métodos científicos empregados pela Alemanha no manejo dos seus judeus. A resposta que obtive foi: ‘Os judeus são seus”’.
Aparentemente, em caso da vitória da Alemanha, o mufti estava planejando retornar à Palestina para construir um campo de extermínio, nos moldes de Auschwitz, perto de Nablus. Husseini incitou seus seguidores pró-nazistas com as seguintes palavras: “Levantem-se, ó filhos da Arábia. Lutem por seus direitos sagrados. Chacinem os judeus onde quer que os encontrarem. O sangue derramado deles agrada a Alá, nossa história e religião. Isso salvará nossa honra”.
Husseini não apenas exortou seus seguidores a matarem os judeus; ele também teve uma participação concreta na tentativa de fazer com que esse resultado acontecesse. Por exemplo, em 1944, uma unidade do comando árabe-alemão, sob as ordens de Husseini, saltou de pára-quedas na Palestina com a intenção de envenenar os poços e as fontes de água de Tel Aviv.
Husseini também ajudou a inspirar o golpe pró-nazista no Iraque e auxiliou a organizar milhares de muçulmanos nos Bálcãs em unidades militares conhecidas como divisões Handshar, que cometeram atrocidades contra os judeus iugoslavos, sérvios, e ciganos. Após um encontro com Hitler, ele registrou em seu diário:
O mufti: “Os árabes eram os amigos naturais dos alemães. (...) Portanto, eles foram preparados para cooperar com a Alemanha de todo o seu coração e ficaram prontos para participar da guerra, não apenas negativamente, cometendo atos de sabotagem e de instigação de revoluções, mas também positivamente, pela formação de uma Legião Árabe. Nesse conflito, os árabes estavam batalhando pela independência e unidade da Palestina, da Síria e do Iraque...”.
Hitler: “A Alemanha estava resolvida, passo a passo, a pedir a uma nação europeia após a outra para resolver seu problema judaico, e, no devido tempo, a direcionar um apelo semelhante também a nações não-européias. O objetivo da Alemanha seria, então, somente a destruição do elemento judaico que estivesse residindo na esfera árabe, sob a proteção do poder britânico. No momento em que as divisões de tanques e os esquadrões aéreos alemães chegarem ao sul do Cáucaso, o apelo público requisitado pelo grão-mufti poderia ser feito ao mundo árabe”.
Hitler assegurou a Husseini de que maneira ele seria considerado a partir de uma vitória nazista e “da destruição do elemento judeu residindo na esfera árabe”. Nessa hora, o mufti seria o porta-voz mais dominante para o mundo árabe. Seria, então, tarefa dele dar início às operações que havia preparado secretamente.
As significativas contribuições de Husseini ao Holocausto foram multiformes: primeiro, ele pleiteou com Hitler o extermínio dos judeus europeus e aconselhou os nazistas como procederem para tanto; segundo, ele visitou Auschwitz e instou Eichmann e Himmler a acelerarem o ritmo do assassinato em massa; terceiro, ele, pessoalmente, impediu 4.000 crianças, acompanhadas por 500 adultos, de deixarem a Europa e fez com que fossem enviadas a Auschwitz e mortas nas câmaras de gás; quarto, ele impediu outros dois mil judeus de deixarem a Romênia e irem para a Palestina, e outros mil de deixarem a Hungria e irem para a Palestina, judeus esses que foram subseqüentemente enviados para os campos de extermínio; quinto, ele organizou a matança de 12.600 judeus bósnios por muçulmanos, a quem ele recrutou para a divisão nazista-bósnia da Waffen-SS. Ele foi também um dos poucos não-germânicos que tomou conhecimento do extermínio praticado pelos nazistas enquanto ele estava acontecendo. Foi na qualidade oficial de líder do povo palestino e seu representante oficial que ele fez seu pacto com Hitler, passou os anos da guerra em Berlim, e trabalhou ativamente com Eichmann, Himmler, von Ribbentrop, e com o próprio Hitler para “acelerar” a solução final através do extermínio dos judeus da Europa e do planejamento para exterminar os judeus da Palestina.
O grão-mufti não apenas teve um papel significativo no assassinato dos judeus europeus, mas também buscou replicar o genocídio dos judeus em Israel durante a guerra que resultou a chamada Nakba. A guerra iniciada pelos palestinos contra os judeus em 1947 e a guerra iniciada pelos árabes em 1948 contra o novo Estado de Israel, foram guerras genocidas. O alvo não era meramente fazer uma purificação étnica contra os judeus da área, mas a total aniquilação deles. Os líderes assim o disseram e as ações de seus subordinados refletiram o objetivo genocida. Eles receberam auxílio de ex-militares nazistas – membros da SS e da Gestapo – aos quais havia sido dado refúgio no Egito, por causa da instauração dos processos por crimes de guerra, e que tinham sido recrutados pelo grão-mufti para completar o trabalho de Hitler.
Também é oportuno dizer que a solidariedade e o apoio pró-nazista de Husseini eram extensamente difundidos entre seus seguidores palestinos, que o consideravam como herói mesmo após a guerra e com a revelação da participação que ele teve nas atrocidades nazistas. A famigerada fotografia de Husseini com Hitler, juntos em Berlim, era ostentada orgulhosamente em muitos lares palestinos, mesmo depois que as atividades de Husseini no Holocausto se tornaram amplamente conhecidas e elogiadas entre os palestinos.
Husseini ainda é considerado por muitos como o “George Washington” do povo palestino, e se os palestinos conseguissem um Estado para si, ele seria homenageado como fundador. O mufti foi o herói deles, a despeito de – e muito provavelmente por causa de – seu papel no genocídio contra o povo judeu, ao qual ele apoiou e prestou assistência abertamente. De acordo com o autor da biografia de Husseini: “Grandes partes do mundo árabe compartilharam da solidariedade [de Husseini] aos alemães nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. (...) A popularidade de Haj Amin entre os árabes palestinos e dentro dos países árabes realmente aumentou mais do que nunca durante o período em que esteve com os nazistas”.
Em 1948, o Conselho Nacional Palestino elegeu Husseini como seu presidente, embora ele fosse um criminoso de guerra procurado, que vivia exilado no Egito. De fato, Husseini ainda hoje é reverenciado entre muitos palestinos como herói nacional. Yasser Arafat, numa entrevista realizada em 2002 e reeditada no jornal palestino Al-Quds em 2 de agosto de 2002, chamou Husseini de “nosso herói”, referindo-se ao povo palestino. Arafat também se orgulhava de ser “um dos soldados das tropas”, embora ele soubesse que Husseini era “considerado um aliado dos nazistas”. Atualmente, muitos palestinos em Jerusalém Oriental querem fazer da casa dele um santuário. (Ironicamente, essa mesma casa foi comprada por um judeu para construir o controvertido conjunto residencial judaico em Jerusalém Oriental.)
Portanto, é um mito – outro mito perpetrado pelo comandante fabricador de mitos do Irã, bem como pelo Hamas e por muitos da extrema esquerda que buscam demonizar Israel – que os palestinos “não tiveram nenhuma participação” no Holocausto. Considerando o apoio concreto dado pela liderança e pelas massas palestinas ao lado perdedor de uma guerra genocida, foi mais do que justo que as Nações Unidas oferecessem a eles um Estado próprio em mais da metade das terras aráveis do Mandato Britânico.
Os palestinos rejeitaram aquela oferta e várias outras desde então porque queriam que não houvesse um Estado judaico mais do que desejavam seu próprio Estado. Essa era a posição de Husseini. O Hamas ainda tem a mesma posição. Talvez a nova “guerra cultural” deles finalmente faça com que reconsiderem – e aceitem a solução de dois Estados. (Alan M. Dershowitz – Hudson New York - http://www.beth-shalom.com.br)
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, setembro de 2009.
Hajj Amin Al-Husayni: O Mufti de Jerusalem e a aliança do movimento nacional palestino com o nazismo
A história da aliança do Mufti de Jerusalem com o nazismo na década de 30 e 40 já é extremamente conhecida. Mas vale a pena lembrá-la, especialmente par mostrar que o movimento nacional que realmente fez um conluio sanguinário com o nazismo foi o palestino das décadas de 30 e 40. Como o radicalismo islâmico, palestino e esquerdista (a esquerdalha radical, burra e que não estuda História) gosta de fazer paralelos do sionismo com o nazismo aqui vamos mostrar a verdadeira ligação: uma aliança de grupos muçulmanos bósnios com o nazismo e também a aliança do líder do movimento nacional palestino da era do Mandato Britânico com Adolf Hitler.
Durante toda a Segunda Guerra Mundial, o Mufti promoveu propaganda pró-Eixo e anti-judaica de Berlim ao mundo árabe. Ele ajudou a recrutar a 13a. divisão Waffen SS Handschar, uma unidade composta de mais ou menos 20.000 muçulmanos bósnios. A divisão Handschar foi especialmente alocada para suprimir atividades dos partisans de Tito na Iugoslávia, cometendo diversas atrocidade contra civis e crimes contra a humanidade.
O Mufti se encontrou com o líder da SS Heinrich Himmler e com o ministro do Exterior Joachim von Ribbentrop no início da década de 40. Eles prepararam em conjunto uma declaração que o Mufti desejava que Hitler e Mussolini realizassem, anunciando a intenção de aplicar a Solução Final aos judeus do Oriente Médio. Ela estava bem explícita: "A Alemanha e a Itália reconhecem a ilegalidade do Lar Nacional Judaico na Palestina. Elas reconhecem o direito da Palestina e de outros países árabes de resolver a questão dos elementos judaicos na Palestina e nos países árabes conforme se julgue necessário aos interesses nacionais árabes, e do mesmo modo que a questão judaica nas terras do Eixo vêm sendo solucionada".
Hajj Amin Al-Husseini também realizou numerosos serviços para a causa assassina de Hitler. Quando ele descobriu que Adolf Eichmann estava tentando fazer um acordo com o governo britânico para libertar 5000 crianças judias que rumariam à Palestina em troca de prisioneiros de guerra alemães. Ele protesotu junto à SS e foi bem sucedido. As crianças foram enviadas para campos de concentração na Polônia e foram assassinadas. Ele também foi crucial no recrutamento de muçulmanos bósnios para divisões da SS que foram responsáveis por massacrar uma grande porcentagem dos judeus da Bósnia-Herzegovina e queimar incontáveis igrejas e vilas sérvias.
E agora as imagens que comprovam e reforçam a ligação do Mufti com o nazismo hitlerista. Uma imagem vale mais que mil palavras!!!
Abaixo temos Hajj Amin al-Husayni acompanhado da SS alemã e membros bósnios da Waffen-SS durante uma visita oficial à Bósnia em 1943:
Na imagem abaixo vemos um membro bósnio da SS fazendo a saudação nazista para Husayni:
Na foto abaixo vemos Husayni passando em revista a recrutas muçulmanos bósnios da Waffen SS:
Outra imagem do mufti al-Husaini inspecionando tropas alemãs e fazendo inclusive a saudação nazista:
E, para finalizar e reforçar a importância do Mufti de Jerusalém como aliado político do nazismo alemão, fechamos a série de fotos com chave de ouro (a foto abaixo não precisa de mais comentários):
Bibliografia básica:
Bethell, Nicholas. The Palestine Triangle: The Struggle between the british, the jews and the arabs 1935-1848. London: Andre Deutsch Ltd., 1979.
Elpeleg, Zvi. The Grand Mufti of Jerusalem: Haj Amin al-Husayni, Founder of the Palestinian National Movement. London: Frank Cass, 1993.
Hirszowicz, Lukasz. The Third Reich and the Arab East. London: Routledge and Kegan Paul, 1966.
Mattar, Philip. The Mufti of Jerusalem: Al-Hajj Amin al-Husayni and the Palestinian National Movement. Rev. Edition. New York: Columbia University Press, 1992.
Nicosia, Francis R. The Third Reich and the Palestine Question. New Brunswick: Transaction Publishers, 2000.
Schechtman, Joseph. B. The Mufti and the Fuehrer: The Rise and Fall of Haj Amin el-Husseini. New York: Thomas Yoseloff, 1965.
As origens nazistas da organização para libertação da palestina e seu líder Yasser Arafat (OLP)
O fundador do grupo Fatah pelo qual se originou a OLP segundo o historiador Howard Sachar foi o Mufit de Jerusalem, Hajj Amin al-Husseini, que liderou o movimento "palestino" desde 1920, quando ele, pela primeira vez, organizou ataques terroristas coordenados contra os judeus na na terra de Israel, até sua morte em 1974. No New Yor Post em 23 de Fevereiro de 1948 foi publicado:
“... O ex-mufti escapou de Jerusalém e da Palestina num disfarce de mulher. Na Síria ele fez parte da lista de pagamento de Mussolini. Quando, no início da guerra, sua posição na Síria, então um mandato francês, tornou-se ‘insegura,’ ele fugiu para o Iraque. Lá ele trabalhou duro e conseguiu (organizar um golpe) que envolveu o Iraque na guerra contra os aliados. A declaração de guerra havia sido feita em 2 de maio de 1941. Naquela época os nazistas entraram na Grécia e no Egito. Quando a revolta foi derrotada (basicamente por voluntários judeus da Palestina), o ex-mufti fugiu para o Iran, onde se escondeu na embaixada japonesa. De Teheran escapou para a Itália, onde sua chegada foi anunciada pela rádio fascista como “um grande e feliz evento;” em novembro de 1941 ele chegou em Berlim e foi recebido por Hitler. Em 1942 o ex-mufti organizou a Legião Árabe que lutou contra a invasão americana na África...”
A referência está em inglês: http://www.varchive.org/obs/480223.htm
Hajj Amin foi recebido por Hitler em 1941, veja o memorando nazista publicado. “O führer fez a seguinte declaração ao mufti, pedindo-lhe que a trancasse nas profundezas de seu coração: 1. Ele (o führer) continuaria a batalha pela total destruição do império judeu-comunista na Europa. 2. Em algum momento, impossível de precisar exatamente no dia de hoje, mas certamente não distante, as tropas alemãs chegariam à saída sul do Cáucaso. 3. Uma vez atingido este ponto, o próprio führer asseguraria ao mundo árabe que a hora de sua libertação terá chegado. A partir daí o objetivo da Alemanha seria apenas a destruição do elemento judeu ainda presente na esfera árabe sob a proteção do poder britânico Referêcia em Inglês:
http://www.psych.upenn.edu/~fjgil/muftihitler.htm Desta forma o mufti recebeu sua direta de Adolf Hitler com promessa de uma "libertação dos árabes" e extermínio dos judeus. Na enciclopédia do Holocausto está escrito:
“... (O mufti Hajj Amin al) Husseini contribuiu para o esforço de guerra do eixo antes com sua autoridade religiosa muçulmana que na condição de líder árabe. Na primavera de 1943 ele recrutou e organizou em tempo record os batalhões muçulmanos bósnios na Croácia, reunindo cerca de vinte mil homens. Essas unidades de muçulmanos voluntários, chamadas Hanjar (espada), foram dispostas em unidades Waffen-SS, lutaram contra os partisans iugoslavos na Bósnia e desempenharam tarefas de polícia e segurança na Hungria. Também participaram no massacre de civis da Bósnia e se ofereceram para ajudar na caça aos judeus da Croácia... Os alemães fizeram questão de tornar público que Husseini tinha voado de Berlim a Sarajevo com o único objetivo de abençoar as tropas muçulmanas e inspecionar suas armas e exercícios militares.”
Encyclopedia of the Holocaust, Edition 1990, Volume 2, Pages 706 and 707, entry Husseini, Hajj Amin Al.
Referêcia em Inglês: http://emperors-clothes.com/bosnia/svijet.htm
O mufti estava mais que envolvido na "solução final" de Hitler, foi doutrinado para isso e doutrinou os árabes também para isso. Até mesmo o governo Yuguslavo o declarou ser criminoso de guerra:
“Em agosto de 1945, a Iugoslávia requisitou que o ex-mufti fosse incluído na lista oficial de criminosos de guerra. Por que razão não se conseguiu levá-lo a julgamento na Alemanha, onde ele havia sido capturado quando da derrota alemã? ... de acordo com as provisões do Tribunal Internacional de Nuremberg, o ex-mufti é um criminoso triplo: praticou crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.”
Referêcia em Inglês: http://www.varchive.org/obs/480223.htm
O mais irônico é que o Mufti de Jerusalem foi uma "criação" puramente britânica e não um guerreiro anti-colonialista como historiadores revisionistas o tratam. “Em 1921 o [primeiro alto comissário da Palestina, Sir Herbert] Samuel nomeou Hajj Amin al Husseini, um ardente anti-sionista e figura central por trás dos motins de 1920, para o cargo de mufti (chefe da corte muçulmana) de Jerusalém. Em 1922 Samuel ainda delegou mais poder a Hajj Amin, nomeando-o presidente do então recém-constituído Supremo Conselho Muçulmano (SMC), o qual veio a ter amplos poderes sobre o desembolso de verbas de dotações religiosas, impostos, etc.”
Referência em Inglês: http://lcweb2.loc.gov/frd/cs/iltoc.html
Os ingleses promoveram e insentivaram assim o homem responsável pelos massacres terroristas de 1920 contra civis judeus inocentes, dando-lhe status e poder financeiro. “Enquanto líder do SMC, Hajj Amin controlou uma vasta rede de contribuições, o que lhe conferiu poder sobre um grande contingente. Este novo sistema de contribuições competia com e ameaçava o tradicional sistema de clãs familiares e de laços islâmicos que foram a regra durante o domínio do Império Otomano. Elites árabes tradicionais de localidades como Hebron e Haifa se ressentiram do monopólio de poder dispensado pelos ingleses à elite de Jerusalém... Leia você mesmo como a Inglaterra insentivou o terrorismo um ano depois dos ataques contra os judeus. Houve um aumento da tensão entre membros das elites árabes porque Hajj Amin, que não havia sido eleito para sua posição, procurava cada vez mais ditar a política que lhe convinha em toda a Palestina. A disputa entre as principais famílias e o uso cada vez maior da ‘ameaça sionista’ enquanto ferramenta política nas lutas internas da elite só fizeram aumentar o extremismo. Hajj Amin costumava incitar seus seguidores contra os Nashashibis (um clã concorrente) chamando estes de colaboradores sionistas.”
Referêcia em Inglês: http://lcweb2.loc.gov/frd/cs/iltoc.html
Agora fique sabendo a ligação entre Arafat e o Mufit de Jerusalem, e o porque que Arafat assumiu o poder palestino. O nome completo do líder do Fatah era Abd al-Rahman abd al-Rauf Arafat al-Qud al-Husseini. Ele abreviou seu nome para evitar que fosse associado ao nome do desacreditado ex-mufti, Hajj Muhammad Amin al-Husseini.
” Sachar, Howard Morley - A history of Israel : from the rise of Zionism to our time / Howard M. Sachar. 1982, c1979. (p.682) Arafat se orgulha de ter cortado seus dentes a serviço do mufti.
“Eu Era Um de Suas Tropas,” Vangloria-se Arafat Veja as palavras de Arafat a um repórter do jornal londrino pró-OLP Al Sharq al Awsat. Suas palavras foram reproduzidas por um dos principais diários palestinos: “Repórter: ‘Escutei rumores de dentro da Autoridade Palestina nas últimas semanas de que as reformas estariam sendo coordenadas a partir de exigências americanas...’ Arafat: ‘Nós não somos o Afeganistão... Somos o Povo Poderoso. Acaso eles conseguiram destituir nosso herói Hajj Amin al-Husseini? ... Eles tentaram dar fim a Hajj Amin, que eles consideravam um aliado dos nazistas. Mas mesmo assim ele viveu no Cairo e participou na guerra de 1948, e eu fui uma de suas tropas.’ Arafat começou sua carreira então como tenente do mufti. Mais tarde, seguindo o caminho aberto pelo mufti, o Fatah de Arafat liquidou seus rivais e estabeleceu o seu poder, atacando violentamente civis palestinos e outros árabes que o desafiaram. “Desde o início... a reputação do Fatah dependeu em grande medida do sucesso de sua atitude tradicionalista muçulmana de jihad contra Israel, bem como de métodos de infiltração convencionais.”
Sachar, Howard Morley - A history of Israel : from the rise of Zionism to our time / Howard M. Sachar. 1982, c1979. (p.698)
“O desmembramento dos grupamentos de guerrilha determinou em grande medida a nova natureza de sua ofensiva contra Israel. A maioria deles pertencia nominalmente a uma federação coordenadora, a Organização para a Libertação da Palestina - um grupo criado antes da guerra e dominado por egípcios, que sofreu sério dano com a derrota de junho, e cujo líder, Ahmed Shukeiry, tinha sido forçado a afastar-se. Desde então, a OLP, mais que um reavivamento, passou por total restauração das antigas condições de associação e objetivos sob a nova liderança de Yasser Arafat. Consistindo fundamentalmente de representantes de todos os grupamentos de guerrilha, a OLP, em sua nova roupagem, passou a ser quase inteiramente dominada pelo Fatah, e o próprio Arafat se tornou presidente de sua executiva. Neste posto, ele foi convidado a participar de encontros da Liga Árabe e obteve consideráveis subsídios dos governos dos países ricos em petróleo - Arábia Saudita, Kuwait e principados do Golfo Pérsico.” Este é Yasser Arafat, não somente um terrorista, mas sim um nazista árabe, tanto no sangue quanto na ideologia busca a perdição dos judeus onde eles estão”.
UM "HOLOCAUSTO" PALESTINO?
"A criação de Israel é o "Dia do Holocausto Palestino" e o povo palestino foi submetido ao pior holocausto na história."
Palavras pronunciadas por Yasser Arafat — 10 de maio de 1997
Então... os "pobres e sofredores árabes palestinos" se vêem como "Vítimas do Holocausto" do Oriente Médio? Isso é assombroso! Antes disso, eles se compararam à tragédia do índio americano. E, para não perder nenhuma oportunidade, eles também estavam sofrendo há pouco uma "limpeza étnica", comparada a de seus irmãos muçulmanos em Kosovo. Comparar a condição palestina a estas outras tragédias REAIS, é uma tragédia em si!
MINTA MUITAS VEZES E ISTO SE TORNA A VERDADE
Joseph Goebbels
Falsificação se torna fato imediatamente... e quanto mais absurda, melhor! Essa era a estratégia que Joseph Goebbels, o diretor de propaganda de Hitler, usava na sua guerra contra os judeus da Europa, e ela funcionou. Os árabes podem não ser muito originais, mas eles entenderam certamente como aproveitar uma boa idéia e executá-la! Comparando o sofrimento dos judeus da Alemanha com o dos palestinos foi uma idéia genial. Uma Mentira muito GRANDE... ainda assim, brilhante!
COMPAREMOS...
[1ª Foto] "Demonstradores" palestinos enchem as ruas
[Duas abaixo] Cidadãos judeus enchendo as ruas para serem deportados e executados em massa.
É por ISTO que os "palestinos" comparam o "Holocausto" deles ao dos judeus?
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[Acima] Crianças palestinas bem nutridas treinando a bela-arte de matar judeus. ISTO é um campo de concentração?
[Abaixo] Crianças judias implorando por comida... ou sendo enviadas para campos de concentração REAIS, onde os infelizes eram mantidos vivos para serem usados como cobaias em experiências médicas!
É por ISTO que os "palestinos" comparam o "Holocausto" deles ao dos judeus?
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[Acima] Mulher árabe palestina tenta agarrar um soldado israelense, um árabe aponta o seu dedo na cara de soldado e "estudantes" palestinos arrancam um soldado israelense do seu carro. Se os cameramen não estivessem presentes, o soldado teria sido linchado até a morte! É ISTO que os palestinos querem dizer quando eles dizem que as tropas de ocupação israelense os "humilha"?
[Abaixo] Soldados nazistas humilham uma mulher e um homem idoso. É por ISTO que os "palestinos" comparam o "Holocausto" deles ao dos judeus?
Um REAL "Holocausto", continuou...
[Acima] Alinhamento...
[Abaixo] Fuzilamento em massa! A menos, é claro, que os condenados recentemente libertados [abaixo à direita] faça as honras com barras de metal!
Condenados libertos matam judeus com barras de ferro.
Depois da carnificina, os corpos dos judeus eram atirados em valas coletivas ou cremados. Quando os fornos não conseguiam manter o ritmo do número crescente de mortos, eles eram empilhados nas ruas e queimados.
OS SEIS MILHÕES...
Os anos do Holocausto se estenderam de 30 de janeiro de 1933, quando Hitler se tornou o Chanceler da Alemanha, até 8 de maio de 1945 (Dia da Vitória), o fim do SEGUNDA GUERRA MUNDIAL na Europa.
CAMPOS DE EXTERMÍNIO: Campos de concentração com aparato especificamente projetado para assassinato sistemático em massa. Seis desses acampamentos foram: Auschwitz-Birkenau, Belzec, Chelmno, Majdanek, Sorbibor e Treblinka.
AS ESTATÍSTICAS: Foram assassinados quase 6 milhões de 9 milhões de judeus da Europa... 2 entre cada 3 judeus!
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.NOTA DE RODAPÉ...
É dito freqüentemente que os árabes palestinos "nunca perderam uma oportunidade para perder uma oportunidade", o que significa que sempre que lhes apresentavam uma oportunidade para melhorar a sua situação, eles sempre conseguiram estragar. E que passos as pessoas responsáveis dão para todas as suas escolhas estúpidas? O que nós esperaríamos... culpar os outros! Isto em si seria sempre de se esperar de tal triste sina! Mas nós estamos aprendendo que, aparentemente, não há limite para que profundezas de depravação estes perdedores irão... até mesmo se isso significa comparar os valentes defensores de Israel aos nazistas! Se alguém é isso, são os os árabes palestinos os VERDADEIROS lunáticos nazistas assassinos de judeus ainda livres em toda a Terra Santa!
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CONCLUSÃO...
O Mufti de Jerusalém e o pai do nazismo
Qual é o fascínio dos árabes palestinos por Hitler e o Nazismo? Talvez esteja mais profundamente arraigado do que nós imaginamos. No dia 25 de novembro de 1941, o Mufti Principal de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, foi visitar Hitler na Alemanha. Durante a SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, principais líderes muçulmanos, inclusive Haji Amin al-Husseini (o tio de Arafat!) trabalhou para o nazistas na Alemanha, conclamando para uma "Intifada" contra a Inglaterra. Parece que os árabes sempre foram fascinados por Hitler, "Intifadas" e formas para matar judeus. Hitler assegurou ao líder árabe palestino que uma vez que ele [Hitler] libertasse a Europa dos judeus, faria o mesmo na Palestina. Embora o Herdeiro de Hitler não esteja mais conosco, o mundo árabe está ainda inclinado a terminar o trabalho que ele começou!
50 anos depois, a Liga árabe hoje usa uma técnica de propaganda chamada "Turnspeak", por meio da qual você ataca alguém e depois vira isto 180 graus e afirma que eles o atacaram! Este termo foi primeiramente usado por jornalistas ao descrever a propaganda nazista alemã depois de ter invadido a Tchecoslováquia, em março de 1939. Por ser a verdade o exato oposto da informação disseminada, é psicologicamente difícil desmenti-la, levando à confusão. E ESTA É A PRINCIPAL META DOS PALESTINOS! Um exemplo clássico de "Turnspeak" é a reivindicação árabe de que os judeus são como os nazistas, e eles (os pobres árabes) são as vítimas de um "Holocausto"! Agindo assim, eles estão tentando camuflar a SUA PRÓPRIA conexão íntima com os nazistas enquanto viram a Verdade de cabeça para baixo!
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ADVERTÊNCIA...
Quando as organizações fundamentalistas islâmicas e até mesmo os países árabes pedem pela destruição total de Israel, eles estão falando sério... FATALMENTE sério. Israel pode ter muitas bombas nucleares e as melhores forças armadas da região, mas os inimigos de Israel ainda falam MUITO sério. Essas pessoas não são intimidadas nem convencidas a desistir da sua "sagrada" missão de matar os judeus sem temer a própria morte. Nós estamos falando de um povo totalmente disposto a sacrificar as suas próprias vidas (e como nós já testemunhamos, as vidas de suas próprias crianças!) como um sacrifício sagrado pela exterminação total de Israel e sua população judia. Eles sentem (e com razão) que o momento está do lado deles. Minimizar a ameaça deles, como um tipo de retórica para consumo local, TAMBÉM minimiza a ameaça mais do que real. Os líderes islâmicos radicais e seus seguidores estão planejando outro Holocausto contra o povo judeu... Primeiro dentro do Israel, e então EM QUALQUER LUGAR onde ser os judeus se encontrem! NÃO SE ENGANEM SOBRE ISSO! Assim, esperemos que os chamados "líderes" e "pensadores" judeus não caiam no mesmo sentimento de falsa segurança e complacência que exibiram antes do Holocausto nazista!
O fundamentalismo islâmico é um movimento fanático que, na nossa opinião, é mais insidioso e perigoso que o nazismo de Hitler. O movimento nazista começou dentro das fronteiras da Alemanha. Quando chegou o momento de um esforço mundial para extirpar esta maldição da humanidade, os líderes, soldados, armamentos e cidades nazistas poderiam ser facilmente identificados e tratados como se deveria. Compare isso com a ameaça do Islã, do Arabismo e as várias redes de terror palestino que já se disseminaram além das fronteiras de Teerã, Bagdá, Damasco, Riyad, Sul do Líbano e Faixa de Gaza! Em termos práticos, não há realmente NENHUMA maneira efetiva para lidar com ESTE inimigo.
Os líderes dos árabes palestinos e os propagandistas que os ajudam podem acusar os israelenses de se comportar como nazistas ou que eles estão perpetrando um "holocausto" contra os pobres palestinos, quando na realidade o completo oposto está acontecendo! O que nós vemos é uma verdadeira Guerra santa, ou "Jihad", contra os infiéis ao Islã. Primeiro, os judeus... depois, os cristãos, budistas, hindus, católicos, outros muçulmanos mais moderados, e então VOCÊ! Por isso, Israel deve fazer tudo o que é exigido para sobreviver... até mesmo se isso significa derrotar totalmente qualquer força armada que venha contra ele! Está na hora de os judeus começarem a agir como pessoas normais e lutar contra quem vêm matá-los! Isso se chama LEGÍTIMA DEFESA!
.Nota: Até agora ninguém descobriu nenhum carro de gado transportando milhões de palestinos, homens, mulheres e crianças, para acampamentos da morte, onde eles são roubados, estuprados, torturados, batidos,
sofrem fome, são esfolados para suas peles serem transformadas em abajures, derretidos para sabão ou usados em
experiências médicas... e DEPOIS empilhados em sepulturas de massa ou incinerados em fornos!
DE FATO, COMPARAR ISRAEL COM OS NAZISTAS É A MENTIRA DO MILÊNIO. É SÓ COMPARAR PARA CONSTATAR.
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