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Última edição por Gildão; 03-07-2011 às 14:25.




Gostaria que algom teista explicasse isso , pois axo que é uma questão muito imporante a da bondade suprema divina e a onipotência e onisciência .Se for levar as sério há um paradoxo que conseguem explicar de maneira muito superficial e ruim , sempre quis alguma explicação boa.
Provando falsas todas as evidências e possibilidades da existência desse algo, porém as mesmas são infinitas.
Do mesmo jeito que não se pode provar algo, pois vai sempre restar um "e se...".
Also, leia:
Mas se você me vir com uma citação onde ele afirma com convicção a inexistência de bruxas/monstros do espaguete/unicórnios e condena alguém por acreditar em um deles, aí ele tem que se virar pra mostrar por que ele está certo.Postado originalmente por Zuranno
Hunter, não te entendi, desculpa. Por acaso você ta falando isso por causa do meu outro posto onde eu pedi pra ele dar provas sobre o porquê dele não acreditar em unicórnios e bruxas? Se for, eu falei aquilo brincando, porque umas páginas atrás ele tinha dito que o ônus da prova cabe somente aos ateus, então só joguei o jogo dele.![]()
Última edição por Gildão; 03-07-2011 às 14:41.
Como eu disse, o ônus da prova cabe à quem afirma, se foi um ateu que começou a discussão dizendo que Deus não existe por isso e por aquilo, ele que mostre as evidências do por que ele acha isso, e vice-versa.
O que eu quis dizer é que não há como provar nem disprovar algo com 100% de certeza, pois as possibilidades são infinitas.
O que eu quis dizer é que, se algo não existe, é impossível provar sua inexistência. Agora, se algo existe, deveria ser possível provar sua existência. Entendeu?
O díficil é "disprovar" algo, porque eu não posso trabalhar com algo que não existe (seja lá o que estiver em análise) para provar sua inexistência
Concordo.![]()
Última edição por Zuranno; 03-07-2011 às 15:04.
Fonte de avatar e assinatura:
http://www.umsabadoqualquer.com/
Whispering wings, i miss you so much, my dear friend...
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"I never go as a passenger; nor, though I am something of a salt, do I ever go to sea as a Commodore, or a Captain, or a Cook. I abandon the glory and distinction of such offices to those who like them. For my part, I abominate all honorable respectable toils, trials, and tribulations of every kind whatsoever. It is quite as much as I can do to take care of myself, without taking care of ships, barques, brigs, schooners, and what not. " -Herman Melville (Moby Dick)
Diga o princípio Físico, temos por aqui um usuário com grandes conhecimentos na área. Se os princípios que você propõe de fato existem cientificamente, ele será capaz de definir.
Mas os princípios mostrados por você aqui são princípios filosóficos e não científicos.
Você não mostrou nenhuma evidência, simplesmente porque a situação que estamos racionalizando (o surgimento do mundo material) é um evento singular, que aconteceu em uma realidade diferente da nossa realidade.
Não importa que no seu mundo físico e perceptivo tudo precisa ter uma causa. Nosso argumento vai além, trabalha em cima o argumento original. Você não pode limitar à lógica somente a sua percepção de mundo.
O argumento de criação entra em colapso quando usado contra ele mesmo. Se tudo exige uma criação, o criador necessita ter sido criado. Então ele não é um criador na concepção do termo. É fácil fugir para um outro espectro e dizer simplesmente que esse criador tem propriedades que fogem a lógica humana. Mas repare, esse é o mesmo argumento que eu poderia usar para justificar a realidade que existia antes do nosso mundo material. Se essa realidade tivesse propriedades ilógicas ele também não seria tangível à lógica convencional.
A Física moderna coloca como ponto de inicio de nossa linha de espaço-tempo em uma expansão de algo que previamente existia. E esse algo, para algumas correntes da Física Teórica, teriam propriedade diferentes do Universo/Dimensão que conhecemos como realidade, inclusive no aspecto espaço-tempo. Dizer que esse algo tem propósito é apenas uma das premissa lógicas, simplesmente esse propósito pode não ser necessário.
Não existe escape na proposta que fiz, e você não a cumpriu. Para provar que uma argumentação não segue logicamente, é necessário aceitar a premissa inicial como verdadeira e chegar a uma contradição. Isso na Lógica Booleana e na Aristotélica se chama Reductio ad absurdum.
Mas espera aí: quem disse que nosso limite cognitivo é o limite da capacidade de racionalizar o nosso universo? Você está indo um passo além ao colocar a racionalidade humana como patamar para uma verdade universal, quando ela é um patamar apenas para a própria racionalidade humana.
Nah, ela é um desenvolvimento que parte da premissa que existe um criador, nem chegamos lá ainda.
Mas explicando para o Roberblog, é a aplicação do princípio da onipotência nele mesmo. Assim como a aplicação do princípio da casualidade gera o que disse ali em cima, um ciclo. Princípios que exigem uma ação interventora geralmente caem nesses ciclos lógicos. É por isso que isso não acontece com a onipresença, por exemplo.
Mas conhecendo a linha argumentativa do Roberblog, certamente responderá com uma fuga à uma lógica irreal. É a única forma de quebrar um paradoxo lógico, negando a própria lógica.
Última edição por Bob Joe; 03-07-2011 às 15:55.
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