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virgem parece uma boneca de pano na cama,nem da muita graça
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teria sim, sem problema, ela só não pode ser a famosa-que-deu-pra-meio-mundo, e eu não quero casar virgem e nem quero que minha namorada case virgem, aí depois do casamento pá descobre que tem bônus round, brinks, mas de qualquer jeito não queria que ela se casasse virgem.
I needed somewhere to hang my head; Without your noose
You gave me something that I didn't have; But had no use
I was too weak to give in; Too strong to lose
My heart is under arrest again; But I'll break loose
My head is giving me life or death; But I can't choose
I swear I'll never give in; I refuse
Nada mais natural e digno do que buscar a Verdade.
Falar que os fundamentos do sociedade humanos são baseados nos defeitos humanos é muito simplista. Eles têm por objetivo reduzir e amenizar as más ações, mas eles são igualmente reflexos de um pensamento que visa a ética e o bem-estar social. Eles são montados sobre as virtudes humanas para reprimir os vícios, no sentido de oposto de virtude.
Você fala de valores inatos e valores criados, valores que seriam culturais e não próprios do ser. E também pelo que eu entendi você diz que se um valor é inato então uma sociedade não poderia vir a apoiá-la, e cita o exemplo do infanticídio: Você pode ter sociedades em que ele era praticado, mas nunca de maneira aberta e sempre com estigma de algo errado, do lado negro.
Eu acho isso difícil de acreditar porque o infanticídio aconteceu em muitas sociedades, seja por sacrifícios a deuses pagãos ou superstições, por pais que não desejavam (mais) filhos como no caso de algumas tribos indígenas brasileiras, ou por eles não serem considerados bons o suficiente como no caso dos espartanos que matavam crianças deficientes. E a história indica de modo bem convincente que em algumas, talvez muitas, dessas sociedades o infantícidio era praticado sem grandes escândalos. Porque na nossa sociedade nós vemos uma criança como um ser humano com seus direitos naturais, os quais ela a tem só por existir e ser humana, os quais não precisam ser consquistados mas todos os possuem por sua condição natural. Mas no entanto muitas pessoas não veêm do mesmo modo um nascitiro e lhes negam esses direitos por não ter uma anatomia ou uma fisiologia completamente desenvolvida, ou então porque uma vez que ele é uma pessoa que não foi inserida na sociedade seu valor seria nulo, como se o parâmetro para o valor de sua vida viesse dos outros, como se sua vida fosse sem qualquer valor uma vez que os outros não sentiriam sua perda ou não lhes reconhecesse o devido valor.
É claro que infanticídio é errado!
Então talvez alguém se pergunte, quais são de fatos os valores naturais e quais são construídos culturalmente?
Que nós não devemos matar pequenas crianças indefesas é um valor natural ou um valor inato, mas um valor natural pode ser sobreposto por um falso valor, um valor que inverte a ordem de importância, a ordem de precedência, e isso pode acontecer individualmente em uma pessoa ou num coletivo e até numa sociedade inteira.
Por exemplo, uma mãe que se cansa de seu filho de 6 anos nao tem o direito de matá-lo, porque ela inverte os valores, o valor da vida de um humano vem antes do valor dela obter algum sossego ou conforto.
Isso não é uma opinião, isso é uma verdade irrevogável!
O relativismo do que é certo e do que é errado pode ter consequências gravíssimas, porque ocasionalmente qualquer coisa poderia vir a ser considerada certa. Não é porque uma sociedade se acostumou ou pratica(va) um valor que este se torna certo.
Achar que as verdades vem de nós é muita prepotência, nós é que viemos da verdade.
Sejam elas verdades materiais, matemáticas ou éticas.
O único modo pelo qual a matemática é exata é porque ela é construída sobre axiomas, algo que qualquer um pode (ou deveria) compreender e aceitar sem uma demonstração rigorosa. Se você se perguntar como podemos saber que mesmo uma afirmação do tipo, fulano está a X metros de cicrano, pode ser rigorosamente verdadeira, é porque é aceito que o método de medição é exato (ou suficientemente preciso), por suas vez o método é baseado em outros princípios que são baseados em outros príncipios até que se chega a príncipios que são aceitos sem demonstração, não dá pra demonstrar tudo ad infinitum, aliás não dá pra demonstras nada ad infinitum.
Assim também é com a ética, se as pessoas mudam de opinião é porque lhes falta luz, não porque a verdade está mudando, ou porque a verdade é subjetiva. Existem verdades primitivas, que simplesmente o são, de onde procedem as outras verdades.
Se a verdade é relativa como alguém poderia falar "isso é certo", "isso é errado", "isso é bonito", "isso é bom", "isso é verdade", etc?
Também gera um paradoxo, se a verdade é relativa como é possível afirmar categoricamente que a verdade é relativa?
Se algumas verdades são relativas e outras não, como saber que não estamos tomando uma relativa por uma absoluta ou vice-versa? Quando nós definimos que uma verdade é absoluta já tomamos por príncipios "verdades relativas" para assim a definir?
O problema das pessoas é que elas não buscam a verdade, mas sim desejam que aquilo que elas querem seja verdade.
Nós não podemos mudar a verdade, só podemos mudar nossas crenças.
"As trevas não compreenderam a luz".
Última edição por Rohn John; 17-12-2010 às 23:29.
Ora et Labora - Princípio da Ordem de São Bento
Intellige ut credas, crede ut intelligas - Santo Agostinho
Na boa, li o post de algum user aí do forum que dizia que uma menina que perdeu a virgindade com um cara e que estão juntos até hoje, que ela um dia ou ctz iria ter curiosidade de fazer com outros etc etc etc, pra mim essa opinião é válida... se ela tiver vontade ótimo, se não manifestar? melhor ainda... se manter fiel etc. Agora se a mulher que perdeu a virgindade com o cara e ta com ele até hj, e tem desejo de fazer com outros n se sentir satisfeita só em ter tido com ele por tanto tempo e quiser "concretizar" esse desejo, que pelo menos termine o relacionamento com o cara. Que pelos menos não o traia ou algo do tipo. Agora em questão de namorar/ficar com meninas que não são mais virgens? acho besteira, a partir do momento em que vc está com uma pessoa, vc automaticamente passa a aceitar o passado dela né? caso contrário vc tb não é obrigado a ficar com ela e "aceitar"
Então qual é a rigidez moral correta?
Alguém vai falar que a mulher que teve mais que 3 parceiros agiu imoralmente, outros vão falar 5, 10, 20, 60, 500.
Se você renega isso ao campo subjetivo, "pra mim isso", como pode acusar alguém de ter agido imoralmente?
Essas linhas são postas por pessoas por pura conveniência, a ponto de que elas possam fazer sexo antes do casamento e com algumas pessoas, o que elas desejam, para não causar grandes escândalos, mas não com pessoas suficientes para serem rotuladas negativamente.
É o que eu disse, o erros menores abrem precedentes para erros maiores, porque se ninguém condena os erros pequenos cada vez mais vai se avançando um pouco mais nesse sentido.
Havia uma geração em que não casar virgem era motivo de desonra, daí as regras foram cedendo e então só era motivo de desonra se você fizesse sexo com mais de uma pessoa que não fosse seu(sua) futuro(a) marido(esposa), com um peso bem maior pras mulheres claro, depois você podia fazer sexo com algumas pessoas mas não muitas, daqui a pouco as regras da "moral" abrangirão praticamente tudo.
Aí não se trata duma liberdade individual, mas liberdade de um povo, de uma nação.
Mas ainda assim acho que me expressei um pouco mal quando escrevi "regras sociais", não era o termo perfeito, mas por falta de um melhor fiquei nesse. Eu queria ressaltar o ponto de que uma pessoa não pode decidir individualmente por pura conveniência o que é certo ou não, como se ela só escolhesse a opção que mais a agrada sem maiores considerações, ainda mais quando essa ação tem peso social.
Última edição por Rohn John; 17-12-2010 às 23:53.
Ora et Labora - Princípio da Ordem de São Bento
Intellige ut credas, crede ut intelligas - Santo Agostinho
Você só inverteu a sintaxe, John, não alterou a precedência lógica. Se montamos uma sociedade em cima de reprimir vícios e ressaltar virtudes, montamos uma sociedade em cima de erros. É só fazer um exercício de raciocínio: o que é mais constante nas sociedades humanas, vícios ou virtudes? Nossos vícios de hoje são basicamente os mesmos vícios que tínhamos quando deixamos de ser animais. Nossas virtudes hoje mudaram com muitos anos de sociedade. Mas o quais são as verdadeiras virtudes e quais delas são apenas distorções sociais?
Para mim, as verdadeiras virtudes são bem básicas, que poderiam ser tratadas em qualquer época da existência humana. Não envolvem coisas como as tratadas no tópico.
Deixei claro que infanticídios aconteceram. Nossa sociedade não é homogênea, indivíduos destoam sempre da maioria. O "inato", seria do ser humano como espécie, não como indivíduo.
Mas o infanticídio nunca foi uma virtude. Essas sociedades que tinham tais práticas desvirtuaram seus valores em prol de outros que seriam mais importantes. Só que, olha que interessante: um dos maiores valores que desvirtuam e geram falsas virtudes é a Fé. Mas a Fé sim é inata no ser humano (individual e coletivo). Então seria a Fé uma virtude ou um vício?
Pessoalmente, acho que os dois. E é por isso que definir fundamentos e verdades é uma tarefa tão ingrata. O limiar do certo ou errado em alguns pontos é tão fino que nós, seres controlados por emoções, não temos capacidade de identificar um lado ou outro.
Nesse trecho você fez algo que abomino, misturar ciências exatas com filosofia e lógica sofista. Por favor, não faça mais isso. O que define o pensamento sintético matemático é captação sensorial, algo inquestionável e definido em si mesmo. O termo "verdade" já foge dessa conceituação simplesmente porque é fácil inferir que, se existe verdades, existem mentiras, o que nos leva a necessitar do julgo. E o julgo não é sensorial, depende de uma racionalização.
E esse trecho, "Também gera um paradoxo, se a verdade é relativa como é possível afirmar categoricamente que a verdade é relativa?" é uma interpretação um pouco errônea. Ser relativo infere que há visualizações diferentes em situações e posições diferentes. Se a verdade é relativa, em algum ponto, ela será relativa e sim, teremos um ciclo infinito.
Mas é fácil criar paradoxos, veja: se a verdade é absoluta mas essa inferência não é verdade, como posso afirmar que a verdade é absoluta?
Isso acontece porque, pela lógica Booleana, você não pode usar como premissa algo que relativize uma outra premissa do mesmo conjunto de premissas. Dá para criar uma máquina de paradoxos com isso, tive um professor que tinha um projeto de Computação nesse sentido.
O que quero mostrar é que, apesar do objetivo ser sempre alcançar o cerne da questão, ele é apenas utopia. Eu também acredito que existam verdades absolutas. Mas acho que essas verdades estão tão incrustado na casca social que para achá-las seria necessário desmontar tudo que temos hoje e começar de novo, com o risco de não encontrarmos tal utopia.
Sim, esse é o problema. Mas a não ser que você tenha uma lista das verdades imutáveis, o que você considera como verdade ainda é considerado como sua opinião. Afinal, você é como todas as outras pessoas. Ou não? Meu problema não é se existem ou não verdades, mas sim o que pessoas que se acham conhecedoras e detentoras delas são capazes de fazer. E isso inclui você, meu caro amigo.
Ficou tenso a parada, big nerds discutindo algo que tinha que acabar em putaria.
Última edição por Bob Joe; 18-12-2010 às 00:28.
Liga das Lendas: Vintas
Eu gosto é de mulher, o resto é detalhe. :riso:
:2gunsfiri Cowboys From Hell Society
Pillage the village, trash the scene
But better not take it out on me
'Cause a ghost town is found
Where your city used to be
So out of the darkness and into the light
Sparks fly everywhere in sight
From my double barrel, 12 gauge,
Can't lock me in your cage
:moon: Step aside for the cowboys from hell! :moon:
De fato eu não alterei a procedência lógica, tampouco era minha intenção, o que eu disse é que é simplista falar que os fundamentos da sociedade são baseados nos defeitos humanos. Ou seja, eu afirmei que o que você disse não está errado em si, pelo contrário o confirmei, mas simplifica muito a questão quando ela é muito maior. É claro que algo que é baseado nos vícios também é baseado nas virtudes, mas em sentido oposto, e vice-versa, porque eles são conceitos antagônicos.
Você escolheu ressaltar unicamente os vícios, por isso sua afirmação era tendenciosa. Mesmo se de fato não houvessem vícios na sociedade, estas regras não seriam mais ou menos baseadas nas virtudes ou nos vícios. Talvez os motivos pelos quais elas existem até os seriam, mas não as regras em si.
Que os infanticídios aconteceram você deixou claro mesmo, mas no entanto nós tinhamos sociedades em que o infanticídio era praticado de maneira aberta, mesmo você considerando isso algo sempre ligado à parte obscura do ser humano (nas suas palavras).
I) O "inato", seria do ser humano como espécie, não como indivíduo
II) Mas a Fé sim é inata no ser humano (individual e coletivo).
Afinal, o inato é do indivíduo ou da espécie?
Inato é o que temos desde a nascença, se algo é inato a poucos indivíduos isso também é inato da espécie, não é necessário que todos os indivíduos possuam esta característica para isso ser considerado inato.
Não é inato ter sangue AB? Ter olhos azuis? Não é inato ter qualquer tipo de doença congênita? Estas são coisas inatas da espécie também.
Nem tudo o que é inato a um tem de ser inato a outro, sem que isso desclassifique que a característica possuída é inata ao indíviduo e mesmo à espécie.
Se nós formos considerar apenas como inato aquilo que todos os indíviduos da espécie apresentam ou apresentaram em qualquer época, não vai sobrar quase nada, de modo que seria inútil falar em qualidades ou valores inatos.
Eu não falei de Fé, e nem sei porque você tocou nisso, mas tudo bem.
A Fé é sim uma virtude, e nunca um vício. A Fé por si não desvirtua nada, não é porque outros vícios podem andar junto com a Fé numa pessoa que isso faz da Fé um vício. Isso é simples.
Por exemplo, a justiça é uma virtude, mas alguém por orgulho ou por avareza pode fazer algo errado quando em príncipio estaria praticando a justiça, aí apesar de ele possuir alguma (ou nenhuma) justiça, falta-lhe ainda justiça. Talvez você vendo um sábio na rua pense que a sabedoria dele seja uma virtude, mas se ele fizer mal uso do seu poder o vício não estaria na sua sabedoria, mas em alguma outra coisa, por exemplo, por orgulho ele poderia estar comentendo uma injustiça.
Culpar a Fé pelos vícios e como ver um ponto de luz num campo de trevas e jogar a culpa das trevas sobre a luz.
Não há problema algum em unir matemática e filosofia, até porque a matemática é fortemente ligada à filosofia por si mesma. Eu não sou nem de longe o primeiro a fazer isso, veja Newton da Costa um matemático e filósofo e brasileiro, mas não separadamente um matemático e filósofo, ou Willard Quine, Alfred North Whitehead, Bertrand Russel e outros.
Mais antigamente Tales de Mileto e Pitágoras não foram filósofos matemáticos?
A verdade é una, não pode haver contradição entre duas verdades, sejam de quais áreas elas forem, e as áreas são divisões humanas para melhor estudo, mas elas não são totalmente separadas de modo como sua mais sutil união levasse à argumentação sofista, como se fosse o veneno da ciência.
Você por exemplo após acusar este “terrível” erro lógico, fala de captação sensorial, que é um conceito do Apriorismo. Não está você a praticar a filosofia sobre a matemática?
Você acredita mesmo que a matemática existe independentemente e paralelamente à filosofia?
Sofista é pois, o seu argumento.
De lógica sofista eu não vi nada em meus argumentos, não vi nenhum sofisma, ou talvez você queria ter tido que minha lógica foi fundamentada na Escola Sofística, vendo que eles aceitavam a relatividade da verdade e tinha por príncipio que "o homem é a medida de todas as coisas", ou seja uma visão completamente antropocêntrica, isso não teve nada a ver com o que eu escrevi.
Tambem se você me acusa der usar sofisma então diz que eu agi de má-fé, induzindo propositalmente outros a um erro lógico. O que naturalmente tenho direito de me defender desta acusação e negá-la .
A Captação Sensorial não resolve a questão, você falar que a captação sensorial é definida em si mesma ou que ela justifica a si mesma é criar um axioma.
Como nós sabemos da validade da captação sensorial? Ela tem validade porque ela dá a si mesma a credibilidade. Você só ta confirmando o que disse, pois estabelece uma primeira fase que é justificada em si mesma, porque assim foi definida. Técnicamente somente uma coisa A que vem antes da B poderia validar a B, nada precede a si mesmo, então a captação sensorial estabeleceria uma verdade aceita axiomáticamente da qual derivam outras, ou então ela seria uma verdade já existente primitiva e sua existência assim como sua primitividade e sua absolutidade teriam que ser definidas axiomáticamente.
A matemática é sim construída sobre axiomas, se alguém não aceitar os axiomas não pode dar qualquer caráter exato à matemática.
Eu reitero o que disse antes, nada pode ser provado ad infinutum. Você sempre tem que assumir verdades por si mesmas, por mais simples ou evidentes que sejam.
Você bem diz que o julgo não é sensorial, não se pode inferir verdades unicamente pelos sentidos, sempre que algo é definido, mesmo que de forma errada, houve uma racionalização, os sentidos podem funcionar como um disparate para racionalização, mas eles não levam à conclusões por si próprios, eles não definem nada por si próprios, sejam verdades ou inverdades. Portanto a captação sensorial não pode definir nada sem uma racionalização. Qual é a garantia de que os nossos sentidos sobre a prática da racionalização nos levam a verdades?
Quando eu digo que a verdade não é relativa, não estou dizendo que as pessoas não vão ter diferentes opiniões sobre qual é a verdade. Mas sim que ela existe de modo objetivo, você esta tomando o conceito de relatividade pelo observador e não pelo objeto em si, como era meu objetivo, o observador não altera a qualidade da verdade ou da inverdade do obejto. Por exemplo eu posso afirmar que meu teclado é branco sobre a luz do meu teto, uma vez que esteja definido de forma axiomática a cor branca e o conceito de cor, porventura alguém poderia discordar, alguém que não enxergasse a cor branca mas outra cor ou não enxergasse meu teclado, aí não é a cor do meu teclado que é relativa, mas sim a opinião que os outros, pois ele não vê a verdade mas um resquício ou nada dela. Alguém numa situação diferente poderia enxergar só a luz amarela por exemplo se apesar da luz do meu teto houvesse algum tipo de filtro entre o meu teclado e o observador e ele enxergasse uma luz monocromático amarela.
Então eu pergunto novamente:
Se a verdade é relativa como alguém poderia falar "isso é certo", "isso é errado", "isso é bonito", "isso é bom", "isso é verdade", etc?
Também gera um paradoxo, se a verdade é relativa como é possível afirmar categoricamente que a verdade é relativa?
Se algumas verdades são relativas e outras não, como saber que não estamos tomando uma relativa por uma absoluta ou vice-versa? Quando nós definimos que uma verdade é absoluta já tomamos por príncipios "verdades relativas" para assim a definir?
De fato convicções podem se tornar perigosas, mas se formos agir com tudo assim nada seria criado ou desenvolvido. A ausência de convicções é muito mais perigosa. Quem tem muitas convicções pode estar sendo impulsionado pelo orgulho e pela ilusão, mas quem não tem nenhuma está sendo pouco sábio.
Desde que os axiomas sejam satisfeitos eu tenho posso ter verdades absolutas, ou mesmos sem eles, desde que sejam proposoções condicionais,
ex: A implica B; eu sei que se A existir então B é verdadeiro. Agora se A existe ou não é outro ponto.
Você deveria se preocupar muito mais com aqueles que negam a verdade, renegando tudo ao plano subjetivo e próprio, do que com aqueles que a defendem. De que adianta se tudo é opinião sobre opinião sobre opinião?
Se eu afirmo a minha existência, poderia eu estar errado? Isso é uma opinião?
Você não disse: "Eu também acredito que existam verdades absolutas"? E depois se diz estar preocupado comigo por isso?
A existência de uma verdade absoluta, não é pois uma verdade absoluta?
Imagine que não existam verdades absolutas, a não existência de verdades absolutas seria uma verdade absoluta. E agora?
Última edição por Rohn John; 18-12-2010 às 14:57.
Ora et Labora - Princípio da Ordem de São Bento
Intellige ut credas, crede ut intelligas - Santo Agostinho
Nuss cada post gigante, interessante, mas acho que saiu do assunto do tópico...
Se as pessoas são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos um grupo muito desprezível. (Albert Einstein)