
Postado originalmente por
Grafite
que bom que parou com as amarguisses e voltou a discussão sadia, até me motiva a voltar a discutir.
saldavelmente.
se eu não me engano essa madame Blavatsky, não é aquela paranormal russa, que fundou a Teosofia, viajou pra ìndia atras de mistérios, escreveu diversos livros, que inspiraram Hitler a Fundar a sociedade screta Vrio na Segunda guerra mundial, foi através dos pensamentos dessa mulher que inspirou Hitler a fazer oque fez, inclusive Hitler se apropriou de um simbolo pesquisado por Madame Blavasky, a Suastica, e esse seria o simbolo usado para difusão de seus ideais Nazistas.
não é meio estranho a mulher conhecida como ser a Darwin de Saias ser usada mais uma vez para derrubar a credibilidade cristã?
assisti uns documentários sobre sociedades secretas, e apareceu ela em evidência, na de Hitler.
ela inspirou muitas pessoas a questionar o Cristianismo, e fundarem diversas Seitas Ocultistas.
por que será que escreveria um livro desses então né, meio óbvio
recomendo que Leiam "Viagem ao Sobrenatural" ótimo livro e explica bem sobre como essa mulher conseguiu tal façanha, mesmo sem ao menos menciona-la.
quem quiser baixar, esse livro é gostoso de ler, se você ler as 10 primeiras paginas le até o final, não é um livro grande.
link
http://www.************/file/2017353...gem_ao_So.html
Bom, entao vou dar so um aperitivo historico das coisas, ja que o tema eh muito abrangente e cansativo.
Os pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo sabem que, desde o Século II de nossa era, tem sido posta em dúvida a existência de Cristo. Muitos até mesmo entre os cristãos procuram provas históricas e materiais para fundamentar sua crença. Infelizmente, para eles e sua fé, tal fundamento jamais foi conseguido, porquanto, a história cientificamente elaborada denota que a existência de Jesus é real apenas nos escritos e testemunhas daqueles que tiveram interesse religioso e material em prová-la.
Desse modo, a existência, a vida e a obra de Jesus carecem de provas indiscutíveis. Nem mesmo os Evangelhos constituem documento irretorquível. As bibliotecas e museus guardam escritos e documentos de autores que teriam sido contemporâneos de Jesus, os quais não fazem qualquer referência ao mesmo. Por outro lado, a ciência histórica tem-se recusado a dar crédito aos documentos oferecidos pela Igreja, com intenção de provar-lhe a existência física. Ocorre que tais documentos, originariamente, não mencionavam sequer o nome de Jesus; todavia, foram falsificados, rasurados e adulterados visando suprir a ausência de documentação verdadeira.
Por outro lado, muito do que foi escrito para provar a inexistência de Jesus Cristo foi destruído pela Igreja, defensivamente. Assim é que, por falta de documentos verdadeiros e indiscutíveis, a existência de Jesus tem sido posta em dúvida desde os primeiros séculos desta era, apesar de ter a Igreja tentado destruir a tudo e a todos os que tiveram coragem ousaram contestar os seus pontos de vista, os seus dogmas.
Sócrates, que viveu 5 séculos antes de Cristo e nada escreveu, jamais teve sua existência posta em dúvida. Jesus Cristo, que teria vivido tanto tempo depois, mesmo nada tendo escrito, poderia apesar disso ter deixado provas de sua existência. Todavia, nada tem sido encontrado que mereça fé. Seus discípulos nada escreveram. Os historiadores não lhe fizeram qualquer alusão.
Jesus Cristo foi apenas uma entidade ideal, criada para fazer cumprir as escrituras, visando dar seqüência ao judaísmo em face da diáspora, destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença. Ultimamente, têm-se evidenciado as adulterações e falsificações documentárias praticadas pela Igreja, com o intuito de provar a existência real de Cristo. Modernos métodos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafotécnica e muitos outros, denunciaram a má fé dos que implantaram o cristianismo sobre falsas bases com uma doutrina tomada por empréstimos de outros mais vivos e inteligentes do que eles, assim como denunciaram os meios fraudulentos de que se valeram para provar a existência do inexistente.