Casamento não precisa ser necessariamente religioso. Pode ser cível. E casamento cível não tem essa de juras eternas de amor e mimimi. Eu encaro a instituição matrimonial como o ato maior de amor recíproco, algumas vezes verdadeiro, mas na maioria das vezes falso.
Não é necessária uma análise muito profunda para saber que todo ser humano, mesmo que de forma ínfima, tem um pouco de maldade no coração. Por isso mesmo nosso mundo é dividido em castas: o rico e o pobre, o bonito e o feio, o forte e o fraco, o ignorante e o inteligente. Não vislumbro mistura de castas. Algum interesse de ordem material sempre estará em jogo, seja em maior ou menor quantidade.
Muito provavelmente, sim, irei me casar. Separação Total de Bens para que o "Meu bem..." não vire "Meus bens...". Isso praticamente obriga o cônjuge a colaborar com a mantença do lar, já que uma eventual separação poderia lhe causar um bom ônus financeiro. Para tanto, racharia-se todas as despesas e, claro, imporia-se limite iguais, sem miserabilidade, mas também sem extravagâncias.
Casamento católico? Eu até casaria, mas por mero formalismo, já que as juras de amor podem minguar conforme as circunstâncias.
A propósito, já estou de olho em uma, e estou fazendo o máximo para alcançar estabilidade financeira (mesmo que precocemente) e finalmente pedir a mão dela, aí não vai ter desculpa não

.