Amor – Uma viagem sem volta, um emblema à Brasa!
Eu resolvi criar um tópico pra falar um pouco de Amor. Todavia não venho expor aqui um conteúdo definitivo e totalmente correto sobre este sentimento. Deu-se em pesquisa apenas o significado “formal” para amor e Ágape. Estarei traduzindo em palavras toda uma jornada que se inicia quando encontro a pessoa a qual amo até o atual momento em que enfrentamos uma separação, momentânea ou não.
Amor e seus significados indescritíveis.
A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.
Fonte: Wikipédia.
Afeição: Sentimento de afeto, é aquele amor onde uma pessoa gosta de outra e a quer bem porque sua companhia o agrada.
Compaixão: É o desejo de querer que uma pessoa viva longe de sofrimentos.
Amizade: Um sentimento mútuo que envolve afeição e compaixão. Fortalece-se em trono de ideais como simpatia, empatia, honestidade, lealdade e altruísmo. Carl Rogers disse: “Amizade é a capacidade de aceitar alguém como ele realmente é”.
Misericórdia: É uma espécie de ‘pena’ de outra pessoa. É aquele que não pode ver o outro em sofrimento. Inclusive, é a designação popular de um pequenino punhal europeu, com lâmina raramente superior a quatro polegadas, usado na Idade Média para matar os feridos.
Paixão: A paixão é um sentimento de ampliação quase patológica do amor. O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o indivíduo perde a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio. Sempre acompanha o desejo. Pode-se dizer também que paixão é algo muito mais passageiro, que após a paixão – quando bem cultivado-, vem o amor, que é um sentimento muito mais forte e duradouro.
Conquista: Seria a abertura para novos sentimentos.
Desejo: Uma espécie de impulso não concretizado que leva a uma tensão, o desejo. Geralmente leva uma pessoa à satisfação. Quanto mais difícil de se satisfazer um desejo, mais forte e cobiçado ele será e, conseqüentemente, mais aproveitado.
Libido: Sentimento o qual o desejo sexual se expressa.
Estas são as principais formas de amar uma pessoa. Há muitas outras, com diferentes motivos e intensidades. A união de todos os amores – não só os citados-, enfim, dá origem ao Amor Ágape. Este amor é o amor perfeito, eterno. Acredito que seja muito difícil encontrar duas pessoas que se amem “ágapemente”.
Ágape vem do grego altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. É visto por muitos, como uma forma incondicional de amar.
Fonte: Wikipédia.
Amor – Uma viagem sem volta.Meu sentimento começou depois de que eu terminei meu relacionamento. Por coincidência, ela ficava com um antigo colega meu, ambos haviam terminado também. Como me aproximei dela eu não lembro, mas definitivamente não foi com cantadas esdrúxulas ou interesse. Eu via naquela menina uma amiga a qual eu conhecia pouco e que eu já admirava...
O tempo foi passando, uma amizade foi crescendo. Sentimentos de afeição, compaixão e amizade floreavam nossa relação! Era o amor dando seus primeiros sinais, ele estava começando a nascer. Porém, esse amor não tinha qualidades de libido, por exemplo... Era um amor verdadeiro que cumpria seus objetivos, era um amor verdadeiro sim...
Era gostoso ir para a escola de manhã e dar um bom dia sincero, acompanhado de um beijo e um abraço bem gostoso e apertado naquela menina! Aos poucos um foi se abrindo pro outro e contado segredos, fatos que os afligiam, pedíamos conselhos. Nos gostávamos tanto que passamos a chamar um ao outro de ‘maninho’ e ‘maninha’, sentávamos um no colo do outro, dávamos beijos no rosto toda hora, fazíamos carinhos, conversávamos muito, andávamos de mãos dadas, braços enlaçados nas costas do outro! E fazíamos tudo isso enquanto os olhos invejosos das outras pessoas nos acusavam de esconder um relacionamento sério, e de fato estavam certas... A questão é que nosso relacionamento era tão bem escondido que nem nós, criadores dele, sabíamos que era assim tão real, tão forte, tão gostoso.
Então ela encontrou um outro rapaz, e eu fiquei com medo de que ela me deixasse! Eu encontrei outra menina e ela ficou com medo de que eu a deixasse! E quando o rapaz disse que só quis ficar na festa, eu senti misericórdia por ela, não podia ver a menina que eu tanto amava sofrer... Cuidei dela, aconselhei ela... E por alguns poucos meses eu fiquei com outra menina, mas NUNCA! JAMAIS, eu abandonei a minha maninha, minha menina tão querida! Era incrível e talvez inaceitável, mas eu amava mais a minha amiga-irmã do que a menina com quem eu estava...
Até que um dia, talvez por obra do destino, eu resolvi ir ao cinema com a menina e na despedida eu me viro e encontro minha irmãzinha, passeando com a prima. Era férias e eu morria de saudades daquela coisinha linda, então fiquei para conversar e como que uma faísca a prima dela fez que meu sentimento adormecido – e talvez receoso – acordasse, fez com que a paixão, a conquista e o desejo inflamassem dentro do meu coração! As palavras dela tinham relação com o que a Ju dizia de mim: “Ela só fala de você”, “Acho que vocês formariam um casal lindo”, “O que tu ta esperando?”, as frases marcaram as minhas lembranças para sempre.
A partir daquele momento eu vi que realmente a amava e a única coisa que me impedia de ver isso era o meu medo de que eu fosse rejeitado, era o meu medo de que depois disso nossa amizade se esfarelasse! Mas ela também sentia o mesmo por mim, então era hora de amar profunda e verdadeiramente!
Amor – Um emblema à brasa.O amor cresceu, começou a ocupar cada vez mais espaço em nossos peitos. A imagem da pessoa amada ocupava cada vez mais nossas mentes e desejos. A libido surgiu, mas isso é só um pequeno detalhe. A vontade de estar com a pessoa era sempre grande, a saudade parecia não dar trégua, queríamos conversar sempre, toda hora! E assim foi por longos meses, passou um ano, chegamos há quase dois anos. Quase...
Completaríamos dois anos de namoro do dia 15/02/2008. Mas uma crise abateu o que parecia ser perfeito, o amor balançou e embora ainda exista e seja muito forte, não foi forte o suficiente para combater qualidades, que por serem muito grandes se tornaram defeitos, como orgulho e ciúme. Parecia que os amantes se afastavam aos poucos, não davam mais carinhos – não porque não queriam! Mas porque estavam magoados por dentro –, então outra pessoa parecia falar lindas coisas e agradar mais ainda aquela menininha... Felizmente não houve traição e não haverá. Neste exato momento poderíamos estar frente à frente e mesmo assim palavra alguma seria suficiente para unir dois corações partidos, os olhares não se encontrariam e mesmo que fossem capaz de se cruzar não encontrariam o brilho que meses antes era tão aguado e cintilante.
No amor a esperança nunca some, e mesmo que estejamos separados, para mim, há a esperança de que eu ainda possa ter, mais uma vez, aquela menina nos meus braços. No amor a esperança nunca some e, para mim, há a esperança de que eu ainda possa colocar um sorriso no rosto dela. No amor a esperança nunca some e, para mim, há esperança de que eu ainda possa ser a proteção dela, o conselheiro, o amigo, o amante.
Mas... A decisão não é minha. Vidas que se uniram depende de você, Jú. E se a força do amor outra vez prevalecer então daremos as mãos e JUNTOS enfrentaremos obstáculos, mas se nem mesmo o amor for capaz de recompor esse casal fica a minha dúvida: O quanto vale doar-se por alguém? O que vale arriscar por uma pessoa a qual os pensamentos não são acessíveis? O amor vale a pena? Os fascínios do amor custam o sofrimento de uma perda?
E se tudo acabar, uma coisa é certa. O amor marca um emblema à brasa e deixa cicatrizes inesquecíveis na vida de duas pessoas.
Por Felipe P. Witt.
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