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Tópico: As memórias de Aneus

  1. #1
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    Padrão As memórias de Aneus

    As memórias de Aneus

    Aneus fora um grande historiador das terras de Tibia, hoje é velho e não tem mais o fôlego para caminhar pelos arredores das metrópoles e deliciar evasivos viajantes com histórias. Confortado em sua casa Aneus, periodicamente, conta histórias que viveu ou ouviu. Seguem agora alguns de seus melhores relatos, histórias que, graças ao contador de histórias, perpetuam até hoje.


    LIVRO I
    O maior explorador do Mundo

    Tendo em vista que os principais visitantes do fórum jogam Tibia decidi aplicar tudo que venho aprendendo em uma obra com este universo. Espero que gostem d'As memórias de Aneus.

    Algoz dos Mortos
    continuará sendo escrito.

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    Última edição por Wk~; 22-12-2007 às 19:24.
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  2. #2
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    Prólogo


    Quando homens, mulheres e crianças terminaram de cear Aneus se permitiu levantar para que então pudesse se dirigir até um cômodo circular. Em silêncio ultrapassou a porta do ambiente, da qual pendiam como véu fitas de um fino tecido branco amarelado e felpudo, o esvoaçar das cintas de pano atrás dos curtos cabelos grisalhos de Aneus fora a concessão para que os demais o acompanhassem.

    O recinto circular era utilizado, antigamente, para reuniões formais; seu novo anfitrião utiliza-a para contar histórias a todos aqueles que desejam ouvir: seus netos, cônjuges e até mesmo para outros ouvidos fascinados. O local brilhava com um alaranjado fulgurante que provinha do carvão em brasa pousado em três recipientes nos limiares da sala, poltronas verdes formavam um circulo de menor proporcionalidade, entre elas uma saltava aos olhos, vermelha como uma cereja, na qual pousava Aneus com sua vigorante sombra cinzenta que crescia no chão de terra batida – um capricho do anfitrião para tornar o local mais natural -, ainda no chão havia alguns grandes vasos e deles saiam árvores grandes de troncos cinzentos e copas verde-escuro, atrás dela levantavam-se as paredes azul-marinho manchadas de argila e no limite entre ela e o teto havia largas grades que permitiam ao ar circular e tocar com frescor a face dos presentes, o teto era negro e profundo, fazendo quem o olhava ter a sensação de que o infinito pousava sobre suas cabeças para ouvir os encantos proferidos pelo contador de histórias.

    Raios de luz clara atravessavam o cômodo e iluminavam a face envelhecida daquele mestre quando a cascata de linho era separada pelas mãos calmas de seus netos e alguns familiares enquanto adentravam no local. Aneus, que mesmo com sua estatura média e corpo troncudo, ostentava em seu semblante a soberana imagem de um rei em seu trono, mesmo que suas roupas marrons e mantilha azul fossem simples e os pés descalços tamborilassem o chão. Quando todos haviam se acomodado, talvez seis ou sete pessoas, o contador de histórias fechou os olhos e inspirou o ar lenta e profundamente.

    - Contarei a vocês uma história que transmite desejo, que transmite inspiração e que nos ensina a consagrar e utilizar a nosso favor o interesse particular que cada um de nós tem para com coisas em particular. Contarei a vocês a história D'"o melhor explorador do mundo".

    No colo de Aneus ou próximo a ele não se via livro ou manuscrito algum, seus dedos murchos se entrelaçaram à frente de seu peito e parecia que aquele homem esperava que o ambiente então fundisse com suas memórias enquanto fitava tudo e todos com seus miúdos olhos castanhos.
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  3. #3
    Avatar de GOD Kakaroto
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    Você narra bem, mas bem poucas vezes é meio dificil de entender por causa da narração com certas palavras difieis para mim.

    Não posso comentar nada mais, já que é o Prólogo.
    http://img102.imageshack.us/img102/2...mo1cpiaqr0.png

    Sim. Eu só irei combater o crime no Braziu quando ele chegar na minha porta. Sou malz.

    Crime: Oi.

    Eu: AIMEDEUZDUCÉUMEUSANTO

  4. #4
    Avatar de Manteiga
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    Ah não ah não ah não ah não

    GOD! omg achei que você havia derretido o.o

    Bem-vindo por aqui... De novo ¬¬ Já é a terceira vez se nao me falha a memória (me sinti velho agora).

    @Topic

    Bom, como de costume Wakka. Bem, descrito, consegui imaginar bem a cena e até me infiltrar nela, sentando-me numa das poltronas. Se você conseguir levar esse projeto em frente, será estupendo. Trata de história tibianas e que incluem um grande personagem, o bom e velho Aneus. Vou estar no aguardo de um primeiro capítulo, que por sua vez sairá quando?

    Manteiga.
    Dezesseis anos depois, estamos em paz.

  5. #5
    Avatar de Draconian
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    Ai ai... Me senti sentado numa destas poltronas aquecido pelo carvão em brasa.

    Como sempre espero de ti, um ótimo prólogo, tão bem descrito que estou sentado na poltrona aguardando que a historia começe.

    É verdade o que estão vendo, eu estou de volta.

    Continue assim que essa historia irá lonje, já houvi muitas das historias de Aneus, o contador das mesmas.

    Sem mais, Draco.




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  6. #6
    Banido Avatar de Hovelst
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    Quem diabos é Aneus?

    Bem, a história me pareceu muito detalhista, parecido com outros textos seus.

    Eu não tenho muito o que comentar... Na verdade, só tenho uma coisa, na realidade, uma pergunta...

    Os contos que Aneus contará, eles terão alguma relação, ou seja, estarão entrelaçados, ou são apenas aleatórios?

    Sem mais,
    Hovelst

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por GOD Kakaroto
    Você narra bem, mas bem poucas vezes é meio dificil de entender por causa da narração com certas palavras difieis para mim.
    Desculpe, GOD, é que eu tento encaixar as melhores palavras na oração - não que eu fique procurando sinônimos difíceis -, então se você não entender alguma coisa me mande uma MP e ficarei feliz em esclarecer para você.


    Citação Postado originalmente por Manteiga
    Se você conseguir levar esse projeto em frente, será estupendo. Trata de história tibianas e que incluem um grande personagem, o bom e velho Aneus. Vou estar no aguardo de um primeiro capítulo, que por sua vez sairá quando?
    Eu escrevi até o capítulo 03 antes de colocá-lo aqui e eu já tenho tudo bem programado, só falta inserir as personagens numa trilha já feita. É mais fácil escrever essas histórias do que Algoz dos Mortos, então os capítulos sairão com mais freqüência.

    Citação Postado originalmente por Hovelst
    Quem diabos é Aneus?

    Bem, a história me pareceu muito detalhista, parecido com outros textos seus.

    Os contos que Aneus contará, eles terão alguma relação, ou seja, estarão entrelaçados, ou são apenas aleatórios?
    Aneus é um NPC que conta histórias da Red Legion e de Carlin. Sobre os detalhes, eu não consigo escrever de outra maneira então meus trabalhos sempre vão sair desse jeito, só que eu não entendi uma coisa: Essa colocação foi só um comentário ou uma crítica?

    Eu vou utilizar fatos do Tibia que não tem uma história completa, as histórias serão independentes, mas poderá haver a mesma personagem em histórias diferentes e até mesmo citações de uma história em outra. As histórias são diferentes, mas o universo é o mesmo.




    I
    Adeus ilha abominável

    Lá estavam Ratha e Gilasoth no saguão do Oráculo. Os azulejos de um branco gelado eram iluminados pela luz de Fafnar e refletia turva a imagem dos amigos admirando a Estátua. O Oráculo, em sua forma feminina, moldava-se em um longo vestido branco de mármore, seus braços petrificados brandiam uma fina espada sobre a cabeça com lisas madeixas longas e seu par apontava para os céus; imponentes asas surgiam lisas de trás de suas costas, estendendo-se através de toda a parede atrás Dele e dobravam-se para frente por mais um metro ao encontrar as paredes laterais; imóvel e límpido Ele parecia refletir em ondas o brilho matinal.

    Os companheiros estavam ao pé do carpete vermelho que se adornava em tons de dourado nas laterais, a luz parecia não penetrar no caminho e criava-se uma pequena alameda fosca até O Oráculo. Ambos vestiam um manto marrom amarrado com uma corda na cintura, Gilasoth era jovem, mas devido ao albinismo seus cabelos eram de um claríssimo amarelo sem brilho; sua pele rósea salpicada de penugens pálidas fazia par com seus olhos cinzentos que miravam os olhos sem detalhes d’O Oráculo. Ao seu lado estava Ratha com a mesma pose ambiciosa, mais baixo que seu amigo-irmão seus cabelos eram castanhos como seus olhos, curtos, desordenados e grossos como palha; seu rosto moreno e avermelhado devido às horas sob Suon e Fafnar sustentava uma posição empinada e determinada.

    - É agora, irmão. – Disse para Ratha ao estalar os dedos. – Chegou a nossa vez de deixar esta ilha de covardes. Te espero em Carlin.

    Gilasoth respirou profundamente e então começou a caminhar lentamente, ele ouviu seu próprio coração pulsar e a medida em que se aproximava do seu destino ficava cada vez mais ensopado de suor. O Oráculo parecia crescer a cada passo que dava e ao chegar aos seus pés ele parecia ocupar todo o ambiente e suas asas pareciam englobá-lo.

    - Oráculo! – A voz soou austera e o nervosismo era praticamente imperceptível. – Vim de encontro ao meu destino e você é quem deve me conceder o caminho!

    - Gilasoth, filho de Hagro, você está pronto para encarar seu destino!? – A voz d’O Oráculo parecia vir de todos os lugares, e embora soasse alta não produzia ecos.

    - Estou, Senhor!

    - Gilasoth, filho de Hagro, das terras de Carlin, vejo um futuro certo para você. Os caminhos mágicos não estão aos pés de sua coragem e por isso, caso queira trilhar um caminho de sucesso, não deverá se tornar um mago, seja feiticeiro, seja druida. Você poderia ter um grande futuro e grandes poderes como paladino, mas sua ânsia por ação lhe levaria para o túmulo, deve se tornar um cavaleiro, Gilasoth! Você está pronto para encarar seu destino?

    -Serei um cavaleiro! – Falou sem hesitar, como se já esperasse aquela resposta.

    Nesse momento uma chama em vários tons de azul surgiu tragando Gilasoth e tão rápida quanto veio se dissipou, levando para Carlin aquele futuro cavaleiro. Logo em seguida Ratha pousou os dois pés no caminho vermelho e se preparava para ir a direção ao Oráculo quando foi impedido por uma voz.

    - Ratha! Espera um pouco... Ratha!

    - Saco... – Suspirou desanimado e por um momento pensou em correr até o Oráculo e se livrar de tudo, mas não o fez... Não era esta a sua saída triunfal.

    - Ratha! Eu quase te perdi! – Disse a garota abraçando o pescoço do rapaz – Você tem que ir mesmo?

    - Estou indo, Gilasoth deve estar me esperando... – Sua voz tinha um tom rigoroso.

    - Mas Ratha, e eu? Eu amo você!

    Ratha poderia ser um grande amigo como provara para Gilasoth e se seguisse o destino que o Oráculo guardara para ele seria um grande homem, mas acima de toda e qualquer qualidade Ratha era apaixonado por mulheres e as mulheres apaixonadas por Ratha, embora este tivesse aversão aos relacionamentos sérios e visse as mulheres como um objeto sexual, com Kayla não era diferente.

    Aqueles olhos castanhos iludiam apenas lindas mulheres e aquela menina de olhos verdes e pele bronzeada não era exceção. Seus cabelos longos e negros chegavam próximos à cintura, era menor que seu amado e abraçava-o nas pontas dos pés, seu nariz arrebitado tocava os de Ratha e seus olhos aguados seguravam as lágrimas quando trocaram beijos de despedida. Estavam encostados na parede e começavam a se despir quando lembrou de seu amigo em Carlin.

    - Desculpe, Kayla. – Ele se arrependia de perder aquele momento – Gilasoth já deve estar preocupado com a minha demora, tenho que ir... – E então deu um último beijo.

    - Até breve, Ratha... – As lágrimas corriam lentamente – Você estará em qual metrópole?

    - Thais, Kayla, Thais. – Ela ficou ali olhando-o.

    Então Ratha desviou sua atenção ao Oráculo e logo corou de vergonha sua face, estava satisfazendo seus prazeres carnais no hall de quem decidiria seu destino. Se recompôs e seguiu confiante até a estátua, ela parecia aumentar de tamanho e encobri-lo ao parar ao seus pés, já estava decidido... Iria para Tibia.

    - Oráculo! Estou pronto!

    - Ratha, pequeno Ratha... - A voz era emitida de todos os lugares, mas dessa vez possuía um tom de sarcasmo – Está pronto para encarar seu destino, pequeno Ratha?

    - Não, Oráculo! Eu já conheço meu destino, permita-me seguí-lo!

    - Muito confiante, pequeno Ratha... Mas a ilha parece-me um bom lugar para você.

    - Pois para mim ela parece pequena demais para as minhas ambições, Oráculo! – Um sorriso apareceu em seu rosto.

    - Não pense que conhece a ti mesmo mais do que o Oráculo. Mas o teu desejo vai além... Então jamais deverá seguir o caminho dos paladinos se quiser obter sucesso e, embora tenha a força de um cavaleiro, deverá seguir o caminho da magia. Defina por você mesmo, pequeno Ratha, de Carlin, mas o Oráculo vê mais sucesso na formação de um druida para você. Está pronto para encarar seu destino, Ratha?

    - Serei druida, Oráculo – A mente de Ratha borbulhava de satisfação, como se soubesse desde o princípio.

    E uma última vez olhou para Kayla no fundo da sala. Ela jamais esqueceria aquele olhar que misturava satisfação, todavia seu motivo ficaria obscuro para sempre: não sabia se era por causa de seus sonhos realizados ou por deixá-la para trás, ou talvez fosse os dois. A chama azulada consumiu Ratha que fora visto pela última vez naquela ilha.





    Nota: Eu respeito que gosta de Rookgaard e a escolhe para viver, o fato de eu ter usado o ter "abominável" e "ilha para os covardes" foi mera respresentação da personalidade das personagens.
    Última edição por Wk~; 22-12-2007 às 19:23.
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  8. #8
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    Citação Postado originalmente por Wk~
    só que eu não entendi uma coisa: Essa colocação foi só um comentário ou uma crítica?
    Na verdade, foi um pouco dos dois...

    Acho que esse é um ponto que já trataram em "Algoz dos Mortos"...
    Muitas vezes seu trabalho vem detalhado. Talvez até demais. São detalhes demais para serem processados, e a pessoa pode acabar se perdendo na narrativa.
    Mas, na verdade Wakka, quero também lhe alertá-lo. Sei do seu potencial, mas pode ser que com um excesso de descrição, podem sair frases confusas e incoerentes.
    Além de que, descrição é sempre bom, mas não em excesso.

    Quanto ao capítulo...

    imponentes asas surgiam lisas de trás de suas costas, estendendo-se através de toda a parede atrás Dele
    Acho que não há a necessidade desse "Dele" estar com letra maiúscula, afinal, nem os deuses tibianos são tratados assim, quando se fala através de pronomes sobre um...
    O mesmo vale para o "Ele" que está mais à frente.

    Gilasoth era jovem, mas devido ao albinismo seus cabelos eram de um claríssimo amarelo sem brilho;
    Na verdade, acho que pessoas albinas tem o cabelo branco...

    Nada a comentar sobre o capítulo. Achei-o bom.

    Próximo?

    Hovelst

  9. #9

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    Wakka... Serei franco. Esses capítulos não me agradaram...

    O prólogo:

    Você sabe a razão do prólogo ter ficado estranho. Sobrecarregando o texto com descrição, tu acabou fazendo com que vários detalhes passassem apenas como "mais um". Não se fixaram na imaginação do leitor, e o fato de o texto ter poucas pausas foi um agravante.

    Torne as descrições sólidas, reforçando-as com algum recurso como a impressão de um dos personagens sobre o ambiente, por exemplo. Faça o ambiente ser um complemento para a ação, e não o contrário. No trecho final do prólogo (um pouco antes e um pouco depois da primeira fala de Aneus) e no primeiro parágrafo principalmente, as descrições combinaram com as ações e com o sentido do enredo:

    (Pés descalços - tamborilando no chão#nervosismo, talvez?# / Local sem livros - para mostrar que as histórias são memórias)

    [Nesses dois casos acima, veja que a descrição não ficou vazia, mas com um significado e um propósito. Agora compare esses trechos com os que tu fez no resto do capítulo, e o que eu estou falando se tornará claro.] (Houve casos parecidos por todo o texto, mas eles se misturaram com descrições com menos sentido.)


    O Capítulo 1:


    Ok... Tu sabe que eu não gosto de histórias de Tibia. Fora isso, porém, na minha opinião os problemas foras estes:

    “... mas acima de toda e qualquer qualidade Ratha era apaixonado por mulheres e as mulheres apaixonadas por Ratha, embora este tivesse aversão aos relacionamentos sérios e visse as mulheres como um objeto sexual, com Kayla não era diferente."

    Estereótipo e generalização - Combine os dois, e você terá um resultado que foge da realidade. Não é realista, não convence por ser simples demais. (E, se não me engano, já vi essa expressão "fulano era apaixonado pelas mulheres e as mulheres eram apaixonadas por fulano" em algum filme. "Don Juan de Marco", com o Johnny Depp, se não me engano.)

    “... Aqueles olhos castanhos iludiam apenas lindas mulheres e aquela menina de olhos verdes e pele bronzeada não era exceção. Seus cabelos longos e negros chegavam próximos à cintura..."

    Leia esse trecho que tu escreveu. Agora me diga, qual seria a crítica que tu mesmo faria sobre essa parte? (Note principalmente a parte em negrito. Parece ter saído de um conto de fadas ou alguma história mamão-com-açúcar, não é? Isso sem contar que é meio estranho um olho bonito "iludir" apenas mulheres do tipo "X", e não as do tipo "Y". Quanto às partes sublinhadas, tu sabe que é clichê.)

    Ah, e não pude deixar de lembrar do chapéu seletor da série "Harry Potter" ao ver o teu oráculo. Os dois me soaram muito semelhantes na conduta.

    Sobre as partes em que cada um dos personagens chega perto do Oráculo, tu repetiu a sensação que eles tiveram, apenas usando termos levemente diferentes. (Em ambos os casos o oráculo "crescia a cada passo" e "englobava/cobria-os". Cuide com isso.)

    Já quanto à despedida, a parte que tu falou "se despindo" merecia uma descrição levemente mais detalhada, só para reforçar. Nada explícito, é claro.
    (E essa cena de "Eu te amo, não me deixe" + "Eu preciso ir, pela razão X..." + "Último Beijo" + "O último olhar", fora a "pegação" dos dois, foi bem o padrão de cena de despedida de um casal...)

    Cuide com essas coisas que eu falei. Tu consegue fazer texto muito melhor do que esse, mas muito mesmo. Vide "O Arauto do Expurgo".



    Próximo Capítulo?


    A.E. Melgraon I

  10. #10
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    Bem, gostei do enredo do capitulo, mais você faz melhor.

    Tenta usar um pouco mais do suspense, deixando algumas descrições dos personagens para mais pre frente e alguns detalhes dos lugares passarem despercebidos.

    Citação Postado originalmente por Melgraon I
    Ah, e não pude deixar de lembrar do chapéu seletor da série "Harry Potter" ao ver o teu oráculo. Os dois me soaram muito semelhantes na conduta.
    Concordo, e digo mais, você repetiu demasiadamente a frase "está preparado para seu destino?" e isso foi um bocado chato, se vai dar uma reformulada no oraculo tire está parte por favor.

    De resto está bom, só tome cuidado para não descrever demais e a historia ficar chata (como senhor dos anéis nos primeiros capitulos).

    Espero por proximos capitulos.

    Sem mais, Draco.

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