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Tópico: A Vida de Broke

  1. #11
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    2 – No quartel...


    Realmente, do jeito que estava, Broke não tinha mesmo escolha. O forte homem pôs e garoto nas costas. Adentrou Carlin e foi para o norte. Totalmente fardado e exemplarmente bem posicionado em sua roupa, tinha uma postura de se invejar e um grande respeito na cidade. A roupa toda azul cheia de broches, dava a impressão de que ele era superior. Impressão confirmada, ao chegar aonde queria.

    - Bom dia senhor!
    - Bom dia, guerreiro.

    Estavam ali, entrando no lugar, o fardo e Broke. Broke ficou na enfermaria, que, devo dizer, era coisa bem simples:
    Um lugar branco e com uma expressão limpa, e curandeiros que renovavam os feridos que, por sua vez retornavam para os seus dormitórios. Prático e eficiente.

    O quartel era uma organização secreta convocada pela Rainha de Carlin. Uma construção defensiva. Os melhores guerreiros da região já se reuniam em uma tropa de 60 homens de elite. Testes estavam sendo feitos para formar mais guerreiros, e aumentar cada vez mais a tropa. Seria preciso.

    A rainha fora obrigada a faze-lo, a tropa frágil e feminina de Carlin não seguraria os agressivos homens de outras tropas. Mas, por que toda essa proteção?

    Estaria por vir uma guerra. Uma guerra por motivos totalmente políticos. Um ar sangrento ronda todo o continente. Muitos inocentes teriam que morrer. Tibianus havia bobeado. O que ele não sabia, era que Tíbia tinha mais que um dono. Só o mais inteligente e o mais forte poderia prevalecer.

    Elouise tinha táticas fortemente políticas para chegar aonde queria. Com uma tropa em suas mãos, e um líder de respeito teria tudo sob controle. A tropa estava sendo formada. E um líder mais raivoso que aquele que tinha, o fardado general, impossível. Este, fora trocado por Tibianus. Seu irmão mais novo veio ao comando. Essa guerra era também emocional e tinha seus rivais.

    *****

    -Que lugar é esse? Onde estou?

    Broke teve um sentimento primário de criança que acorda sem a mãe em casa. Logo depois, lembrou-se da família, ou, relembrou o que contaram a ele sobre ela. Totalmente renovado, observou bem o lugar. Era um quarto daqueles bem simples, uma cama, um armário, uma escrivaninha ao lado da cama. Dava uns 4x3 metros. Em cima, uma janela pequena, tampada por uma cortina azul. O quarto era iluminado por velas ao canto. A porta, grande e de madeira, parecia fechada.

    Lembrou-se do ocorrido. Era a última coisa que sua mente guardava.

    Olhou para si mesmo. Uma roupa muito simples, uma calça de algodão azul e uma camiseta marrom de algodão. Abriu o armário, procurou por alguma coisa. Nada. Onde estavam seus equipamentos, suas coisas?
    Aliás, onde ele estava?

    Vasculha a escrivaninha. Vazia. Da um rápido salto até a cama quando ouve a porta ranger. Ela não estava trancada, mais de lá, saiu o fardo.

    - Saudações. Já acalmou os ânimos?

    Broke ficou parado, olhando para baixo. Sua vontade era de mandar o idiota calar a boca. É claro que não fez isso. Perder aquele duelo pesou muito para ele.

    - Suas roupas estão comigo. E elas não são mais suas agora. A partir de agora, são do quartel. Quartel no qual você faz parte. Por isso, quero e peço que só aceite as nossas ordens. Qualquer reação fora do comum aqui é igual á punição. Você é um militar e está prestando serviços para Carlin e também a defendendo.

    - Eu não sei se é bem isso que eu quero.
    - Conhecemos sua história. Sem pai, mãe, parentes. Morava numa cabana qualquer. Se fosse morar com os ratos seria melhor do que aquele lugar. E alem disso, eu te quero aqui. Você tem futuro garoto. Depois daquela armadilha que te armei com os duendes, não aceitarei outra resposta. Nem eu nem a minha espada.

    Estava sob ameaça.
    E ele, especialmente ele, que odiava aquele tipo de coisa. De qualquer forma, tomar outro Exori era coisa em que não pensava. Pelo contrário. Pensava em aprender como soltar um exori. Para isso, teria de colaborar. Resolve dar as caras.

    Levanta a cabeça e enxerga a espada mais cobiçada por um guerreiro. Se tinha algo que realmente queria além de uma família, era aquela espada. Era conhecida por sua lâmina e seu peso leve. Tinha um poder oculto que só poderiam usufruir os experientes. Seus olhos brilharam.

    - Essa é...
    - Sim, é a mágica. E você começa amanha. Terão missões a cumprir. E você, terá de provar que pode ser membro desta academia. Irá aprender e se fortificar muito aqui dentro. Siga as minhas ordens. Este relógio vai te ajudar a estar nesse local – (fala entregando um mapa da academia a Broke) - As 5:30 da manhã. Você e um grupo de iniciantes irão começar os testes.

    - Droga, disse Broke.

    Não estava acostumado a acordar tão cedo. E alem do mais, não gostava de receber nota dos outros. Resolveu reclamar.

    - 5:30 da manhã?
    - Calado. Só cumpra as ordens! – Fala com raiva o General.

    Broke percebe que não está falando com uma pessoa qualquer. Resolve se redimir.

    - Desculpe.
    - Desculpe Senhor! – Diz o fardo enfurecido, e com voz clara e alta.
    - Desculpe Senhor!
    - Assim está melhor.

    Broke pensa um pouco. Que homem grosso, conclui. Observa com cuidado o fardado. Sua farda azul cheia de broches, seu chapéu escondendo o rosto. Quem ele era? Medita mais um pouco, e aí arrisca uma pergunta.

    - Posso saber seu nome?
    - Meu nome? É general pra você, soldado.
    - Desculpe, Senhor!

    Já percebeu que com amizade não conquistaria o homem. Mas, broke tinha dentro de si agora uma chama ardente muito forte. Tinha um objetivo. Tinha onde morar decentemente. Tinha onde comer. Se dedicaria totalmente a treinar, e virar um grande guerreiro. Infelizmente, não era assim que as coisas ocorreriam. Não tão fácil, desta maneira.

    - Correto. Alguma pergunta?
    - Aonde eu posso comer aqui...?
    - Olhe no mapa que te dei. Comida 24 horas. Na sala servil, amanhã, as 5:30 espero você. E agora, adeus.

    O general sai do quarto. Broke tinha em mente esperança e objetivos, pela primeira vez em sua vida traçados. Só teria que ser obediente. Era o que ele pensava. Mais, novamente, não era bem assim.

    Olhou o relógio. 8:30 da noite. Broke foi até o refeitório. Jantou, junto de outros soldados um pouco mais velhos. O lugar era bem comum, um refeitório qualquer, paredes azuis, com mesas e lugares de colocar a comida. As pessoas passavam e pegavam o que queriam.

    Broke pegou simplesmente tudo. Comeu feito um boi, tomou á beça e depois foi dormir. Perto das 9:30, já se encontrava deitado na cama. Sabia que 5:30 teria que acordar. Programou esse horário em sua mente. Ajustou o relógio para as 5:00.
    Caiu num sono pesado.



    --------------



    Isso aí, galera.
    Acredito que ficou um pouco grandinho. Mudei esse capítulo muito por conta de um erro. Mais, acho que passeo tudo o que eu queria com ele.
    Quero agradecer imensamente ao Favaru, por toda a ajuda.
    Critiquem sem medo.

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    Última edição por Hawthorne; 24-10-2007 às 16:36.

  2. #12
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    Muito bom.. Melhorou bastante desde o primeiro capítulo, mas os erros gramaticais ainda estão presentes. Como eu disse, faça com muita calma, revise uma, duas, três, dezessete vezes. Até ficar impecável.

    Vamos lá.

    Partes em negrito
    - Errinhos
    Partes em itálico - Jeitos de melhor estética

    Estavam ali, entrando no lugar, o fardo e Broke. Broke ficou na enfermaria, que, devo dizer, era coisa bem simples:
    "Devo dizer". Quem está dizendo alguma coisa, se a narração é em terceira pessoa? Cuidado com isto. Escolha se é primeira ou terceira pessoa, para não deixar o texto confuso.

    e curandeiros que curavam os feridos que, por sua vez retornavam para os seus dormitórios. Prático e eficiente.
    Poderia substituir o "curandeiros curavam", que é redundante, por "curandeiros tratavam dos feridos", soa bem melhor


    Testes estavam sendo feitos para formar mais guerreiros, e aumentar cada vez mais a tropa. Seria preciso.
    Seria preciso por quê? Seria preciso por causa disto, disto e mais isto.

    "Seria preciso, afinal um exército de mafagafos estavam prestes a invadir a região, e como o lobo guará azulado não estava por perto, não havia escolha" << Fica bem melhor pelo simples fato de ter uma explicação.


    A rainha fora obrigada a fazer-lo, a tropa frágil e feminina de Carlin não seguraria os agressivos homens de outras tropas. Mas, porque toda essa proteção?
    Pelo visto cabulou nas aulas de português, hum? Vamos lá.

    Fazer-lo está errado.

    Fazê-lo é o correto. Mais atenção nos pronomes.. :rolleyes:

    "Mas, porque toda essa proteção?"

    O porque tem quatro variações.


    • Por que - usado em perguntas, menos no final. Ex:

      • "Por que você fará isto, rapaz?"


    • Porque - usado em respostas, pode-se usar o "pois", também. Ex:
      • "Porque eu quero, mano bródi / Pois eu quero, mano bródi"


    • Por quê - usado em perguntas, no final delas. Ex:

      • "Cara.. Você vai fazer isto por quê?"


    • Porquê - usado tanto em perguntas quanto em respostas, mas seu significado é motivo/razão/circunstância. Ex:

      • "Qual o porquê disto?"


      • "Eu ainda não entendi o porquê de você ter matado Billy Joe"


    Elouise tinha táticas fortemente políticas para chegar aonde queria. Com uma tropa em suas mãos, e um líder de respeito teria tudo sob controle. A tropa estava sendo formada. E um líder mais raivoso que aquele, impossível. Fora trocado por Tibianus. Seu irmão mais novo veio ao comando. Essa guerra era também emocional e tinha seus rivais.
    Meu.. Confesso que não entendi este parágrafo mesmo lendo de novo. Tenta explicar direitinho.. O irmão de Tibianus havia tomado o cargo do irmão, estava no exército de Elouise..?

    Ficou muito confuso esta parte.. Como já disse antes, faça com atenção seu roleplay...

    E foi ali, mais não exatamente ali, que Broke acordou.
    Frase dispensável.

    "Foi ali, mas não bem ali. Mais acolá"

    Então melhor dizer de uma vez:

    "Broke acordou ACOLÁ, não ali."

    -Que lugar é esse? Aonde estou?
    Aonde é empregado com noção de "movimento", junto com a preposição "a". Aonde significa "para onde, para o qual lugar, e ao qual lugar" No caso, o aonde está incorreto.

    Onde significa "em que lugar, no lugar em que". Usa-se interrogativamente para exprimir "em que parte?, em que lugar?"

    O certo é usar onde, já que o personagem não está se movimentando nem está indo de um lugar a outro.

    Exemplo de ONDE:

    • "Onde estou?"
    • "Onde nasceu fulano de tal?"
    • "Onde está a felicidade?"


    Emprega-se algumas vezes com antecedente elíptico:

    • "Cada qual vai por onde quer"



    Exemplo de AONDE:

    • "Aonde você vai?"
    • "Aonde tua mãe foi, muleque?"


    Onde não usar AONDE:

    • "Aonde estou?"
    • "De aonde você é?" << Argh.. Essa doeu nas hemorróidas.


    Onde não usar ONDE:
    • "Ruffles, a batata da onde (?)"
    • "Onde você vai?" Errado.
    • "Onde você está?" Certo.


    Logo depois, lembrou-se da família, ou, relembrou o que contaram a ele sobre ela.
    Não tem essa de ou. Ou lembrou disso, ou daquilo. Não tem meio termo. Cuidado com essa cara. Se a história é em terceira pessoa narrador não mete o bico pra dar opinião, só conta.

    Lembrou-se do acontecimento ocorrido. Era a última coisa que sua mente guardava
    Se tem algum acontecimento que ainda não aconteceu, por favor, me avise.

    Ok cara, mais uma. Espero que leve na brincadeira minha crítica, como eu estou levando, agora, não pode levar na brincadeira sua história. Isso é coisa séria, NÃO SE FAZ ÀS PRESSAS. Não precisa agradar ao público, agrade a si mesmo. Peça ajuda pro pai pra ser o revisor, ou pra algum colega no msn :rolleyes:

    Veja alguns tópicos de ajuda, algumas figuras de linguagem e tenha certeza que não cometerá mais estes erros bobinhos

    Olhou para si mesmo. Uma roupa muito simples, uma calça de algodão azul e uma camiseta básica marrom. Abriu o armário, procurou por alguma coisa. Nada. Onde estavam seus equipamentos, suas coisas?
    Aliás, onde ele estava?
    Só não entendi a "camiseta básica". Tente usar menos gírias adaptadas de Tibia, faça seus próprios equipamentos.. Se for uma leather armor esta camiseta, use uma "jaqueta de couro". Soa melhor

    Ah, ele estava no quarto. Pergunta desnecessária de novo

    - Sim, é a mágica. E você começa amanha. Terão missões a cumprir.

    Amanhã.


    Esse relógio vai te ajudar a estar nesse local – (fala entregando um mapa da academia a Broke) - As 5:30 da manhã. Você e um grupo de iniciantes irão começar os testes.
    A não ser que o relógio esteja na escrivaninha ou longe do fardo, use este.

    "Este relógio.."

    Droga, broke não estava acostumado a acordar tão cedo. E alem do mais, não gostava de receber nota dos outros. Resolveu reclamar.

    Além.


    Ok, outra vez o narrador está expondo a opinião dele nesta história, quando deveria ser impessoal. Nada demais, é estética. Mas na minha opinião prefiro evitar isto.

    Mas, broke tinha dentro de si agora uma chama ardente muito forte.
    Broke. Nomes, sempre com letra maiúscula

    Tinha aonde morar decentemente. Tinha aonde comer.
    Novamente, "aonde" empregado erroneamente. Mais pra cima eu dei uma explanada no uso do "onde/aonde" dê uma lida se não leu

    - Olhe no mapa que te dei. Comida 24 horas. Na sala servil, amanhã, as 5:30 espero você. E agora, adeus.

    Às.


    "amanhã, às 5:30 espero você"

    - Aonde eu posso comer aqui...?
    Onde.

    Broke pegou simplesmente tudo. Comeu feito um boi, tomou a beça e depois foi dormir.
    O que é uma beça?

    Ah sim, ele tomou à beça



    Bem cara, é isso... Espero que não tenha levado como uma ofensa, estou aqui só para te ajudar a sempre crescer e melhorar na escrita. Qualquer coisa estamos aí

    Esperando próximo capítulo
    Última edição por Favaru; 23-10-2007 às 12:40.

  3. #13
    Avatar de Antonio E. Ribas
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    @Favaru
    c é professor de portugues?? :riso:
    se num for ta fazendo facul... hehe

    @topic
    bem legal a história, esperando o prox cap.

  4. #14
    Avatar de Hawthorne
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    @Favaru
    Obrigado, de novo. Apesar de ser a 851 vez que eu agradeço.
    Tipo, nego véi, eu acho que tem umas partes que apesar de não totalmente politicamente corretas, eu queria preservar.


    Testes estavam sendo feitos para formar mais guerreiros, e aumentar cada vez mais a tropa. Seria preciso.

    Seria preciso por quê? Seria preciso por causa disto, disto e mais isto.

    "Seria preciso, afinal um exército de mafagafos estavam prestes a invadir a região, e como o lobo guará azulado não estava por perto, não havia escolha" << Fica bem melhor pelo simples fato de ter uma explicação.

    Elouise tinha táticas fortemente políticas para chegar aonde queria. Com uma tropa em suas mãos, e um líder de respeito teria tudo sob controle. A tropa estava sendo formada. E um líder mais raivoso que aquele, impossível. Fora trocado por Tibianus. Seu irmão mais novo veio ao comando. Essa guerra era também emocional e tinha seus rivais.

    O comandante era o fardo, seu duh xD
    presta atenção na história muleke, se nao sabe ler não porra? Não deu pra intender?
    ;DDD
    just kidding.



    @A.E. Ribas:
    Obrigado por gostar da história.
    Acompanhe!

  5. #15
    Banido Avatar de Favaru
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    Citação Postado originalmente por Hawthorne Ver Post
    O comandante era o fardo, seu duh xD
    presta atenção na história muleke, se nao sabe ler não porra? Não deu pra intender?
    ;DDD
    just kidding.
    Não, não deu para entender. Falta de atenção por parte do escritor :o




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    Última edição por Favaru; 24-10-2007 às 13:48.

  6. #16
    Avatar de Hawthorne
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    3- Seja forte, soldado Broke!

    Acordou de madrugada, muito ansioso. Só pensava no que iria acontecer nas próximas horas. Acontecesse o que fosse, havia prometido que não iria desistir. Parecia que tinha encontrado um novo rumo de vida, nem parecia mais a mesma pessoa.

    O fato, é que não conseguia dormir, nem um pouco. Olhou o relógio, 3:30. Não faltava muito, pensou. Sentiu a bexiga apertar. Pegou o mapa e ficou meio indeciso sobre o que ia fazer. O seu canal urinário não deixou escolha. Foi até o banheiro. Os corredores escuros e frios do quartel eram medonhos. Feitos de pedra, eram totalmente desconfortáveis. E como todos andavam descalços por ali, era a única maneira de caminhar e chegar ao seu destino. A repartição entre uma pedra e outra ferrava com os pés de Broke. Sozinho, abriu uma porta escrita W.C e entrou no banheiro, vazio. Foi até uma das cabines, que não tinha nada de mais. Um balde para as necessidades, e uma banheira com água para a higiene. Tudo bem limpo, notou o garoto. Deviam haver umas 20 ou mais cabines ali, e todas elas eram assim. Era uma estrutura realmente ótima existente no quartel, concluiu. Urinou, e voltou pelos mesmos corredores escuros e frios para o quarto 32. Reparou também como existiam bastante quartos no lugar. Questionou-se um pouco se eram padronizados, iguaizinhos. Será? Não teve tempo de terminar. Desistiu por causa do frio.

    Entrou, olhou no relógio. 3:41. O tempo era seu inimigo. Ficou acordado até as 4:30 só pensando na vida. Pensou em tudo. Pensou em sua vida, pensou na reviravolta que havia acontecido, pensou no amanhã. Depois, cansou de pensar. Daí, fora para o refeitório, comeu uns pães e tomou um copo de leite, branco como sempre. Eram quase 5:00. Ficou por lá mesmo, e quando chegaram alguns soldados para começar a comer, partiu para o local marcado.

    Andou pelas repartições da academia ou do quartel, como preferir. Chegou á porta. Parou um pouco, pensou em como devia se portar diante do General. Pensou por algum tempo, e depois entrou.

    A sala era bem simples, toda de madeira, até o chão. As janelas eram grandes e com vidros quadrados e bem limpos, sem cortinas. No chão, combinando com o piso, um tapete vermelho enorme enchia de nobreza a sala. Isso aliviou os pés de Broke. Era de no máximo 10x10. Em volta de toda a sala, velas estavam acesas para levantar ao menos alguma luminosidade, já que o dia estava ainda escuro. Tinha uma cadeira no final da sala, de madeira nobre. Cadeira em que o general estava sentado.

    - Você é o primeiro dentre os 53 amadores daqui. Parabéns. – Disse o líder.

    Broke apenas fez um sinal de sim com a cabeça, abaixou a mesma e esperou dar à hora sentado no chão. Estava começando a aprender o seu lugar ali dentro. E nisso, em meio á sua espera, recebeu um saco com roupas do general.

    - Tome. Se vista, já vai dar a hora.

    Broke se levantou, se dirigiu até a cadeira e pegou o saco. Não ousou olhar aos olhos do general. Voltou para o seu lugar. Despejou a sacola no chão e começou a se trocar. Pôs, por cima de sua roupa, uma manta azul, muito pesada. Ela ia das costas até os pés, e de nome já conhecido por Broke. Era a armadura blindada. Não muito eficiente, pois era de pano, um pano bem mole, mas que pesava e puxava o corpo para baixo. Olhou o que mais tinha no saco, e tirou uma espada pequena, semelhante a que ele viu na mão dos duendes que o atacaram um dia antes. Parecia um punhal, e tinha o cabo marrom de madeira. Com aquilo, os ataques eram bem menos eficientes do que com sua serpente. Revirou mais um pouco a sacola. Tinha um cinto, que amarrou na cintura por cima da armadura, em seguida encaixando o punhal. Olhou mais afundo no saco. Um pedaço de madeira. Devia ser o escudo. Era tudo o que tinha ali.

    Ficou puto da vida. Queria os seus equipamentos. Não ia se segurar. Pensou em tudo no que já havia pensado antes de entrar na sala, frente a porta. Não adiantou, escapou uma pergunta agressiva:

    - É só isso? Aonde está minha serpente? E meu escudo?

    O general levantou-se da cadeira, em silêncio. Tirou a espada mágica do cinto e apontou para Broke. Depois, parou um pouco, fez uma leve concentração e disse calmamente.

    - Exori hur.

    Uma cópia semelhante a sua espada voou em direção a Broke. Ele, assustado, pôs o pedaço de madeira na frente, que se repartiu em muitos e deu um forte impacto na mão do garoto. O general, então concluiu:

    - Sim, é só isso. Sua serpente? Com ela eu comprei 53 desses punhais. E seu escudo? Agora nem isso você tem mais.

    Broke, novamente vencido pelo general, abaixou a cabeça. Nem pensou em ir pra cima do homem, ou retrucar algo. Estava realmente aprendendo o seu lugar.

    Os outros foram chegando lentamente. Pegavam os seus sacos de roupas, que eram iguaizinhos o de Broke. Cada um se vestindo ali mesmo, só sobrepondo as coisas em cima de suas vestes. Deu a hora, e pontualmente, o general levantou-se.

    - 42. 11 atrasados. Vão ficar para trás. Vamos.

    A massa seguiu o general em direção á saída do quartel. Carlin, naquela fria manhã, estava despertando. As primeiras lojas do comércio estavam se abrindo, enquanto algumas pessoas iam acordando junto com a cidade. Saíram ao norte da metrópole. Foram mais para o norte ainda, onde o general fez uma parada.

    - Vamos para o porto.

    Todos se entreolharam.

    - Vocês terão que agüentar três dias em Folda, sem ajuda nenhuma. O que conseguirem trazer de equipamentos e dinheiro é de vocês. Quero que saibam que somente 10 desses 53, ou melhor, agora, desses 42, serão escolhidos para a tropa de elite. Então, é algo imbecil ajudar os outros. Também, agressão entre membros não é permitida. Para o porto!

    O batalhão se movimentou.

    E então, com os rumos traçados nas cabeças, partiram os 42. Era estranha, a situação, quem antes poderia ser amigo agora virou inimigo. Todos se entreolhavam com um olhar sombrio de desconfiança.

    Andaram um pouco mais.

    Chegaram ao porto. O sol ainda não tinha dado sua graça. Embarcaram todos juntos, os 42, o general e 10 homens de preto que, por sua vez, tinham a missão só de espionar os garotos. Por volta das 6:30, estavam a caminho da ilha gelada.

    - Esses homens, irão espionar vocês – Disse o fardo apontando aos homens de preto - Estarão sendo sempre observados. Tem ordem para matar-vos, se necessário. Seeentido!

    Os 10 homens tiraram do cinto as espadas de fogo e ergueram ao alto. A espada de fogo, a mesma tão cobiçada por Broke, de chama ardente e brilho reluzente. Muito bonita, e que ele iria comprar com a cabeça de múmia que ia vender. Que ironia! Sua vida mudou muito de repente. Mas isso era ótimo. Agora, se concentrava em conseguir um escudo e tudo que fosse possível. Sobreviver, acima de tudo, era o que precisava. Não tinha medo de nada, nem mesmo do frio cortante da ilha. Confiava no seu taco.

    Desembarcaram. O general voltou com o barco, deixando os 42 a sós com os espiões. Foi claro em sua fala da partida, por isso não disse nada antes de ir. Nem um “Boa Sorte”.

    Os guerreiros saíram em busca de cumprir os objetivos. Broke saiu atrás.
    Era a sua chance de se dar bem.

    -------------------


    É isso, qualquer coisa que acharem estranho ou não entenderem, ou qualquer dica pra mim melhorar são bem vindas vio fiotes?
    Abraços aew


    Alguem me explica como colocar link nos cap. pra abrir direto?
    Obrigado.

    HAw;
    Última edição por Hawthorne; 24-10-2007 às 16:51.

  7. #17
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    Citação Postado originalmente por Hawthorne Ver Post
    Alguem me explica como colocar link nos cap. pra abrir direto?
    Obrigado.

    HAw;
    Assim mesmo. Continue firme.. Errinhos já mandei por msn mesmo :thumb:

  8. #18
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    4- O contraste emocional.

    Broke, então, partiu com toda a esperança possível no olhar. Confiante, sempre de cabeça erguida, caminhou pelo gelo tão gelado quanto o general, seu líder. Organizava as idéias em sua cabeça, enquanto os pés descalços tocavam a fria neve de Folda.

    Queria primeiro um escudo, e depois uma bota. Quem sabe até uma luva? Seria ótimo, pois seus membros superiores e inferiores já estavam em estado crítico.

    Adentrou na neve e atravessou uma ponte de madeira muito estável. Seguiu para as cavernas acompanhado de três homens, assim como ele, com as mesmas vestes e objetivos parecidos. Tinha ao menos uma base de como era o lugar. Já comparecera antes ao local, em busca de conseguir algo para vender, mas sem sucesso. A ilha não tinha criaturas equivalentes ao seu poder. Ou eram muito fracas, ou muito fortes. O meio termo era inexistente. Estava nesses pensamentos vagos, quando...

    - Bloft!

    Broke tropeça e cai na areia branca, atolando os braços na neve. Suas mãos começam a queimar. Passam ao seu lado os outros três que tinham mesmo rumo. Não lhe ajudaram, apenas caçoaram e riram de sua cara, e enquanto o garoto agonizava de dor, os soldados entravam na caverna. Se moveu para todos os lados possíveis, tentou usar os pés, mas isso só atrapalhava e o afundava mais. Sua sorte, é que ali não era um local frágil, como em rios congelados. A saída foi usar as mãos mesmo, e ir afundando-as uma de cada vez, subindo de pouco em pouco. O problema era que a cada cavada suas mãos ficavam mais sem movimentos e ardiam mais.

    Broke então, depois de se destorcer consegue tirar as mãos do chão frio.
    Ajoelha-se, e observa suas mãos. Elas estavam vermelhas como nunca. Sem querer uma lágrima escorre e atinge suas bochechas.

    Por que será que estava chorando? Não havia se machucado tanto assim... Na verdade, isso era o de menos. O choro tinha valores sentimentais. A família, a falta de apoio, a solidão. Começa a soluçar de tanto chorar. O garoto quase não lembrou de as suas congeladas mãos douradas. Na verdade, aquilo serviu mais de empurrão para Broke desabar. Chorava de angústia, de tão desgraçada que era sua medíocre vida. Sem amigos, família, sem ter com quem compartilhar o que sabia, nunca havia tido uma única glória na vida, um incentivo, um parabéns. Não sabia se quer a data de seu aniversario. Contava sua idade pelo ano novo. Por que ele não podia ter uma vida comum como os outros garotos? Por que não podia ter mãe, pai, parentes?

    Do rosto encharcado de lágrimas, algumas gotas escorregam e caem, se chocando assim com a neve. O caminho que elas faziam foi percebido por Broke. Elas tentavam dar algum impacto no solo, mas não conseguiam. Persistentes, umas atrás das outras, sempre tentavam se infiltrar no frio do chão, mas logo que chegavam já congelavam de novo. Ergue a cabeça. Olha para frente. A brisa do norte limpa os seus olhos que já nem choravam mais. Sente o frio bater na cara ainda úmida. Com toda a raiva possível, levanta-se, entra na caverna e anda alguns metros.

    Os primeiro desafio que apareceu a Broke foi um bando de 5 bestas do gelo. Elas se ocultavam na caverna para tentar aquecer mais o corpo, mas tinham de voltar a superfície para buscar comida, então, se congelavam novamente. Suas peles brancas cor de neve e espatifadas, toda desarrumadas, tampavam os olhos e todo o corpo do monstro. O que se via era só o modelo do seu corpo.

    O primeiro deles veio correndo o mais rápido que podia. Devia ser o Pai, pois os outros estavam acuados na caverna. Avançou no garoto, com suas mãos. Provavelmente seus equipamentos estariam no acampamento. Desferiu-lhe um soco, que facilmente Broke bloqueou com a mão, ao mesmo tempo prendendo o braço da criatura. Em seguida, com o punhal, descarregou sua raiva abrindo da esquerda para a direita a barriga do monstro. Depois, jogou-lhe ao chão e lançou o punhal em sua jugular. Menos um.

    Broke partiu para cima das outras criaturas ali. Para sua surpresa, elas tinham se equipado com espadas, armaduras e escudos. Armaduras semelhantes á dele, espadas compridas e de cabo fino e escudos como o seu que fora destruído, mas com um molde maior e alguns retalhos a ferro. Vieram as 4 todas de uma vez. Logicamente que naquela situação o jovem não poderia enfrentar todas elas. Teve uma idéia. Pegou uma besta e puxou para perto, logo em seguida, correndo. O monstro, enfurecido, saiu desesperadamente atrás do garoto. Broke virou a esquerda numa repartição da caverna, e quando a besta foi fazer o mesmo, Pegou-lhe de surpresa, fincando com raiva o punhal em seu rosto, repetidamente. Primeiro, rasgou um dos olhos, e depois furou toda a boca. Seguidamente, furou o outro olho, deixando a criatura totalmente cega. Depois, foi simples roubar a espada de sua mão, o escudo e guardar o punhal em sua testa.

    Um pouco mais armado, com uma espada melhor, pode combater os três. Parou em frente deles e esperou uma reação. A primeira besta, se antecipou e deu um ataque em broke, que só pôs o escudo na frente. Logo em seguida, vieram as outras duas. Broke deu um passo para trás e se encolheu em sua nova arma defensiva, livrando-se de outro ataque. Ele, então, resolveu atacar. Posicionou o escudo de maneira que tampasse o ângulo das outras bestas, e travou a espada num novo ataque do primeiro monstro, com sua mão direita, sua preferida. Sentiu as lâminas das outras bestas ferirem seu escudo, o que o desequilibrou. Ainda com as espadas travadas no auto, teve uma idéia:

    Correu em direção aos outros dois monstros e, ainda com o escudo, impulsionou a mão esquerda, fazendo os monstros desabarem ao chão. Aproveitando esse impulso, girou a espada para o seu lado esquerdo, favorável ao seu corpo por causa do impulso, e obteve assim força para jogar a espada rival ao chão. Depois do desarme cruzou a espada sob o seu pescoço, nocauteando a criatura. As outras duas bestas estavam levantando quando foram acertadas por Broke, que as matou. Entrou na cabana dos monstros. Pegou um saco pequeno, algum dinheiro e uma corda, alem de pernis de frango que comera exatamente ali. Na volta, pegou mais uma espada e uma bota das bestas mortas. Vestiu a bota. Guardou em seu saco o dinheiro e a corda. Pôs também a espada reserva. Se precisasse de uma postura mais ofensiva, poderia contar com mais uma arma.

    Continuou matando criaturas, e assaltando acampamentos. Conseguiu algumas tochas para a noite, já que de manhã eram desnecessárias, pois das fendas abertas acima a luz explodia no local. Conseguiu também algum dinheiro, estava precisando de uma luva e um bom lugar para dormir, embora as pousadas do local devessem estar todas ocupadas.

    Resolveu subir, estava escurecendo. Tinha mais 60 horas para ficar no local ainda. Bateu de casa em casa procurando um lugar para dormir, e comer alguma coisa. Precisava se aquecer também. A noite tenebrosa de Folda era muito fria. Ou achava um lugar para dormir, ou teria de ficar acordado. Correr o risco de dormir por aí e ser assaltado? Não, não mesmo.

    Acabou se dando mal. Tudo estava cheio. Não achou se quer um canil.
    Então, decidiu não dormir. Ia treinar modos novos de ataque e enriquecer um pouco mais, pensava positivamente. E realmente, era o máximo que podia fazer.

    Então, passa a noite toda aplicando sua teoria, com os olhos pregados e quase dormindo. Sabia que não podia bobear, e isso o deixava um pouco mais acordado.

    ----------

    Pegava sua taça de vinho e levava a maquiada face, velha, mas disfarçada. No palácio todo decorado de vermelho e amarelo, em sua cadeira, enquanto olhava para a detalhada cortina de ouro com seda branca, e colocava mais uma saborosa uva em sua requintada boca, Elouise, a rainha de Carlin, planejava seus passos para seu sucesso. Seus trajes nobres garantiam a pose superior. Coroa inteira a rubis e a ouro dos mais reluzentes, cinto apertado rosa e sapatos roxos. Seu enorme vestido vermelho tinha cada vez mais cor de sangue, e tinha perfume de rosas que ela mesma mandaria extinguir. Ingrata irmã de Tibianus; Pobre dele de fazer uma escolha tão confiante, familiar e imbecil.

    -----------

    Droga, ninguém comenta...
    que fórum poco movimentado...
    leiam, comentem, critiquem!
    Obrigado
    HAw;

  9. #19

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    Depois do desarme cruzou a espada sob o seu pescoço, nocauteando a criatura.
    não entendi essa ele meteu a espada na garganta dele ou na do bicho acho que seria melhor dizer" depois do desarme cruzou a espada sob o pescoço do monstro nocauteando a criatura.

  10. #20

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    Tá legal.
    Tem uns errinhos aqui ou ali mas nada muito grave.

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