Agradeço ao Favaru, especialmente, e a todos que me ajudaram a melhorar a história.
Acompanhem:
Capítulo 1 - Esclarecendo as coisas.
Capítulo 2 - No Quartel...
Capítulo 3 - Seja forte, soldado Broke!
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A vida de Broke
Capítulo 1 - Esclarecendo as coisas.
- Broke. Este é o meu nome. Apesar de você não precisar saber, penso eu.
Broke, como vocês irão perceber, é personagem e também protagonista desta história.
- Sou um pouco agressivo demais ás vezes. É de família. Quer dizer,é de não ter uma.
Um garoto esquentado, no alto de seus 15 anos, sente falta de ter uma família. Apesar de querer parecer durão, sofre muito por isso.
- Meu pai morreu, quando eu estava para nascer. Minha mãe? Fui abandonado nas portas de um bueiro qualquer, em Carlin. Se algum dia conhecesse essa víbora, de duas uma:
Se estivesse de bom humor, mandava ela ir se danar.
Se estivesse de mal? Sacava logo a espada, e acabava com isso de vez.
Agressivo era um adjetivo muito simples para Broke. Vingativo, malandro, orgulhoso poderia ser citado. Seu tamanho era médio, 1,70 metros, mais ou menos. Sua melanina mais forte, banhava o seu corpo com uma pele dourada. Cabelos pretos, olhos castanhos, nariz e boca nada fora do comum. Broke não tinha amigos. Só “colegas”. Mas, era difícil existir em carlin figura mais popular que broke.
- Em busca do nada, eu levo minha vida como posso.
Vivo de pequenos trabalhos atribuídos a mim.
Não temer desafios? Me ajuda. Ou, às vezes, não.
Pequenos trabalhos? Posso explicar melhor. Se alguma pessoa quiser algo que ou não está disposto, ou não tem como fazer, Broke dá uma ajuda. Em troca de algo, é claro. Algo bem dourado e brilhante.
- Esse otário vai me dar uns trocados só pela cabeça de uma múmia. – Pensava com si mesmo. - A minha sorte – Disse contente - É esse museu daqui da cidade. É hoje que aquela espada sai!
Broke não tinha medo de nada. Era extremamente inteligente e forte. Com seus 15 anos, tinha mais peito que muitos garotos bem treinados e ricos soltos pelo mundo. E, apesar das dificuldades, era raro passar fome. Dormia em uma cabana que ele mesmo construíra, no sul de Carlin. Se banhava num rio ali por perto, vestia coisas medianas. Um chapéu, uma armadura e uma calça banhadas de aço, mas que, ironicamente, recebiam o nome de Prateados. Um escudo de casco de tartaruga, que ganhara em troca de um favor, e uma espada de serpente paralisada. Nos pés, uma bota de couro velho, só para não dizer que andava descalço.
Tudo o que tinha havia conquistado sozinho, sem ajuda nenhuma. As vezes, até com uma dês-ajuda, podemos dizer assim.
Era uma manhã quente. Carlin estava toda acordada. Menos Broke, que acordou aos sustos com um facho de luz na cara.
- Droga, droga, droga! Pára com isso mãe...
Pelo visto, nosso herói andou sonhando um pouco.
< Rasg > (Mais um facho de luz penetra a cabana)
- Mãe, merda! Mãe...? Mãe...? (retoma a razão) - Ah, sonhos, sonhos!
< Rasg > - Broke desperta totalmente, e da de cara com uma espada. Rapidamente, levanta e pega sua espada e seu escudo, e fica em posição de guarda. Sai da cabana. Percebe que está sendo atacado. Uma invasão de duendes! A raiva toda que existia em Broke veio a tona agora. Ver o que tinha batalhado muito para conseguir ser destruído feriu muito seus sentimentos. Eles mereciam o troco.
Criaturas asquerosas, verdes e anãs. Tinham própria linguagem, se escondiam dos humanos em acampamentos por eles mesmo armados. Com certeza, algo havia os contrariado. Não importava agora. Estava sob ataque!
De primeira olhada, Broke pensou em algo como 20 ou 30 “pigmentados”. Foi pra cima das criaturas com toda a angustia e raiva possível. Aquilo tinha sido o bastante para Broke. Queria aniquilar todos os duendes malditos, prometera que iria afoga-los em sangue. Ser atacado era um risco que corria. Claro, sem recursos e opções, tinha que morar em uma cabana ao sul da cidade, local descampado e isolado. Sem ajuda, a única defesa de Broke era sua serpente. Ele apostava nisso.
Só de pijama, saiu brigando como podia. Era arriscado lutar daquela maneira, mas não queria saber de nada.
Seu primeiro movimento partiu em direção ao desgraçado que feria sua moradia. Deu a volta na cabana e fincou a espada em sua barriga. O monstro caiu morto. Ao seu redor, vinham mais 3 criaturas. Atacaram sincronizadamente. Broke foi ferido na boca, por uma espada vinda de um dos inimigos. Pôs o escudo na cara do atacante, e girou a espada abrindo o pescoço dos outros dois. Depois, cravou a espada na cabeça do que restou, o que era fácil, pelo seu tamanho.
Por onde passava, ia aniquilando os duendes, até que controlou a invasão.
Caiu no chão, cansado e com um corte na diagonal da boca. Pôs a mão no ferimento.
- Droga. – disse. – Se eu estivesse de elmo...
Enquanto isso, detrás de uma árvore, um homem robusto observava a tudo calmamente.
- É bem o que eu pensava. Não tem especializações nem modos. Mas, luta como eu jamais vi alguém desta idade lutar. Eu quero este garoto... Sim, eu quero.
O homem caminha até a cabana de Broke. De costas para o mesmo, começa a conversar claramente.
- Garoto, suas habilidades são incríveis. (Broke não vira a cara, só aperta a espada e fica em estado de alerta) Eu não achei que ia escapar a esta armadilha. Meus parabéns.
Ao ouvir a palavra armadilha, vira a cara e olha fixamente no homem.
- Armadilha?
- Sim. Achei que você não fosse agüentar nem á primeira leva. Quer dizer que o garoto de rua então tem mais poderes que eu imaginava,
- Garoto de Rua? – Broke olhou para os olhos do homem, e nem prestou atenção as suas roupas ou expressões faciais. – Aposto que acabo com você. – Disse, limpando a boca. A mão cheia de sangue dava a cobra paralisada um aspecto mais vivo. Olhou a serpente ensangüentada, deu uma risadinha de canto e partiu para cima do homem.
A cada passo, ganhava mais confiança. O homem lá parado, não fez nada. Só sentia o calor humano de Broke se aproximando. Nem sequer sacou a espada, ou levantou o escudo.
- Vamos ver se o seu sangue pode se comparar ao meu, idiota. – Disse Broke, tomando impulso para atacar o homem.
Duas palavras calaram Broke.
- Exori Gran.
Broke ficou por dois segundos parado no ar, e depois, foi arremessado contra sua cabana, derrubando tudo. O corpo, sangrava muito. Havia chegado ao seu limite. A magia do homem havia nocauteado nosso herói.
- Eu só quero te ajudar. E me parece que você não tem escolha.
Capítulo muito editado, e se for preciso, editarei mais.
Critiquem-me!
HAw;
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