
Postado originalmente por
lost betip
porque ele não passa de um anarko-jovem querendo se aparecer tentando revoluvionar a politica.
Anarquista? só isso que me faltava. Voce acha que eu sou o unico monarquista do Brasil? Caso nao saiba, temos no minimo um Circulo Imperial em casa estado. Onde vc mora?
Wagner Rocamora~
Porque Parlamentarismo que funciona, só como Monarquia.
No Parlamentarismo Monárquico, se vota obrigatoriamente em partidos antes de votar em pessoas, o que aumenta a responsabilidade político-partidária. O povo vota no Parlamento, e este elegerá um executivo, que obviamente já nascerá forte e com o apoio do Parlamento. Isto é o fim dos “mensalões”.
As funções de chefia de Estado e de chefia de Governo estão separadas. O Chefe de Governo é o primeiro-ministro, enquanto que a chefia de Estado é exercida pelo Imperador, que não está envolvido com política para poder assumir o cargo.
O parlamentarismo original é monárquico. O surgimento do parlamentarismo republicano, comprometeu um dos pilares do sistema, que é a independência do chefe de Estado.
A República Parlamentarista, se implantada no Brasil, trará em si o perigo de um conflito interno, caso haja um presidente de um partido e um primeiro-ministro de outro partido, de oposição ao presidente. Certamente haveria o cabo-de-guerra entre um presidente eleito com milhões de votos competindo com um primeiro-ministro eleito pelo Parlamento. E isso com certeza aconteceria no Brasil, que tem a tradição personalista. O presidente de Estado, animado pela sua expressiva votação, faria o possível para derrubar o Primeiro Ministro, ao primeiro conflito de interesses.
O Imperador, por ser apartidário, pode e deve ser imparcial. Um presidente eleito vem sempre de um Partido político, representa a ideologia daquele partido, tem prazo limitado para exercer o seu cargo e, via de regra, aproveita esse tempo para atender aos interesses dos grupos econômicos e ideológicos que o colocaram no poder. O Presidente é eleito por meio de uma campanha presidencial cara, financiada pelos cofres públicos e pelos empresários donos de bancos, latifúndios e transnacionais – e até por governos estrangeiros (caixas-2 de campanhas).
Os gastos
Família real britânica é a mais cara do mundo e gastou US$ 55 milhões em 2001.
Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), relativa
ao uso do cartão corporativo por funcionários da Presidência da
República, identificou irregularidades em 27,8% das notas fiscais
apresentadas para justificar as despesas. Segundo o TCU, as notas
tiveram os valores adulterados em relação ao custo efetivo do produto
ou serviço executados.
Valor de notas adulteradas chega a R$248,4 mil
R$ 2,6 bilhões correspondem aos gastos de todas as unidades
orçamentárias que estiveram, em determinado período, vinculadas à
Presidência, sendo que no período em questão estão incluídos o
Gabinete da Presidência da República, o Gabinete da Vice-Presidência,
a Advocacia Geral da União, a Agência Brasileira de Inteligência, o
Arquivo Nacional, a Secretaria Especial de Direitos Humanos, a
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, o Gabinete de
Segurança Alimentar e Combate à Fome, a Secretaria Especial de
Aqüicultura e Pesca, a Procuradoria Geral da República, o Instituto
Nacional de Tecnologia da Informação, a Agência Nacional de Cinema, a
Empresa Brasileira de Comunicação, o Fundo Nacional Antidrogas e o
Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente.