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Tópico: Guerra em Rookgaard

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  1. #1
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    Capítulo I-A fortaleza de Ninguém

    Fafnar e Suon brilhavam, fazendo todos que circulavam pelas terras rookgaardianas suarem. Fazia dias que não chovia nem ventava, fazendo com que os sóis ficassem impunes.

    – Fardos está irado conosco, talvez tenhamos feito algo errado e não sabemos. – era o que diziam os Rookers.

    Naquele dia, dois jovens guerreiros caminhavam em direção da fortaleza de Ninguém. Ambos usavam chapéus de palha para se esconderem dos sóis. Eles carregavam espadas nas cinturas, um escudo de bronze dormente no braço e uma mochila nas costas. Porém, um dos guerreiros tinha um equipamento a mais, um arco. Os dois guerreiros eram robustos, mas o arqueiro era mais alto que o amigo.

    A fortaleza de Ninguém havia sido construída há muito tempo. Antes mesmo dos primeiros habitantes chegarem, e ainda estava de pé, apesar de ser mal construída. Aquele castelo, era lar de várias criaturas, de ratos até minoutaros. Era um local úmido até mesmo em dias secos, pois terra vinha da superfície com a água da chuva pelas frestas da construção subterrânea, transformando-se em lama.

    – Contemple os sóis, meu caro Fenro. – disse o guerreiro que carregava o arco. – Talvez seja a última vez que o vejamos.

    Fenro olhou para o amigo que dava risada, porém, ele não achara graça naquilo. Ao contrário, ele tivera calafrios com aquelas palavras ingênuas.
    Fenro tirou uma tocha de sua mochila, pegando algumas pedras para faiscá-las em cima das tochas, com o intuito de acendê-las. Após várias tentativas, uma faísca caiu sobre a tocha, acendendo-a.

    – Vamos Loui. É hora de adentrar na fortaleza. – disse Fenro.

    – Uma coisa só. – disse Loui. – Para que a tocha?

    – Para espantar os morcegos. – disse Fenro, dando risadas. – E olha que você é o mais inteligente dentre nós dois.

    Os dois desceram as escadas, entrando na escuridão da fortaleza de Ninguém.

    ***

    Loui corria sem parar rumando para a cidade. Ele parecia imundo, não trazia a espada, nem o escudo, sua armadura havia trincado. Carregava apenas a mochila. Ele estava com ferimentos graves.

    O guerreiro subiu a ponte, fazendo um esforço imenso, sentindo falta de ar por causa dos ferimentos, ele sofria hemorragia constante, que se não fosse tratada, acabaria por matá-lo. Loui não tinha mais forças para andar, começando a rastejar, tentando chegar ao posto de guarda de Dalheim. Por sorte, um homem passava rapidamente por ali, voltando de uma caça. Vendo o garoto debilitado, pôs ele em cima de seu ombro e correu.

    – Dalheim!! – gritava uma voz, enquanto batia na porta.

    Dalheim abriu ligeiramente a porta.

    – Sim? –disse ele.

    – Achei esse garoto, rastejando em direção do seu posto, ele está fraco e precisa de ajuda.

    Dalheim pediu para o homem entrar, se afastando em direção de uma estante. Ao voltar, carregava um pequeno baú para recuperação. Abriu-o e pegou um fluído de recuperação para dar ao garoto.

    – Minotauros... – fora tudo o que o garoto conseguiu dizer antes de desmaiar.

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    Última edição por Hovelst; 09-07-2007 às 18:28.

  2. #2
    Avatar de Dare_Devil
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    ta manero cara. bem simples e descrição ótima. vou ficar antenado aqui.

  3. #3
    Avatar de wicht'druid
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    oba! Hovelst voltou a nos brindar com suas linhas roleplayristicas, bom, mas nen tudo e alegria e mar de rosas, a repetiçao de palavras foi um errinho e creio que facil de ser solucionado, por exemplo da palavra:
    SÓIS
    mas do contrário voltemos-nos ei a esperar o teu proximo capitulo.

    SEGUINDO A LUZ.
    Um dia um homem me falou que a vida é um simples prazer em estar vivo! A partir deste dia aprendi a viver
    leiam the best
    O BRUXO E O FEITICEIRO
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    Ataquem me pedras, com toda a força do teu coração eu lhes peço, pois com elas construirei meu novo caminho

  4. #4
    Banido Avatar de Hovelst
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    Valeu aos dois que comentaram...Logo mais, eu corrigirei...

  5. #5
    Avatar de Pernalonga
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    Li o refeito. Ficou melhor, mas ficou pequeno.
    Espero o 2.

    E espero não confundir histórias daqui a pra frente, são tantas que minha cabeça vai estourar daqui a poco.




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    Última edição por Pernalonga; 12-05-2007 às 20:16.

  6. #6

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    Como eu n tinha lido o primeiro,n tem como comparar, entao ta bonzin melhor do que o mercenario....continuacao

  7. #7
    Eu não floodo. Você sim Avatar de Dard Drak
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    Pois é, melhor que outros textos seus, deu uma melhorada...

    Dard*

  8. #8
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    Caro Hovelst, abandonaste este projeto?
    Nem tive material suficiente para fazer alguma consideração!

  9. #9
    Banido Avatar de Hovelst
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    Editado...Revisei duas vezes...Espero que tenha ficado bom...Eu achei que
    ficou, mas o que importa é vocês não?Chega de papo, vamos lá...

    Editado again:
    Revisei os erros...Corrigindo-os...Espero que agora eles tenham diminuído.

    II-O festival de Banor


    Suon e Fafnar, os irmãos iluminados, cruzavam as colinas, se escondendo da escuridão que demorava a se mostrar.

    Todos comemoravam aquele belo dia, que demorava a esvair-se. As pessoas andavam pelas ruas, comentando sobre a tradição:

    – No pôr-do-sol no solstício de verão, o dia mais longo do ano, será iniciado o mais novo ano. No exato momento que os sóis desaparecessem, o ano se inicia. Para isso, o mais belo dentre todos os festivais será realizado.

    As ruas do vilarejo estavam movimentadas, com pessoas indo para a praça. Todas as estradas de pedras estavam limpas, havia uma pequena decoração formada por escudos e espadas que ficavam nas paredes da casas no caminho. Aqueles eram os equipamentos mais belos que Rookgaard jamais vira.

    – Ouviu? Correm boatos que esses escudos e espadas vem do continente.

    – Oras? Mas aqui não foi visto nenhum visitante ilustre vindo de lá.

    –Não é óbvio? É claro que os colonizadores têm equipamentos. Quem não quer tal tesouros?

    O festival acontecia na praça do vilarejo, onde todo ano, eram colocadas as mesas da taverna para as pessoas sentarem, comemorando ao ar livre. Aquele solstício parecia ser um daqueles que prometiam, apesar de não ter anoitecido ainda, não havia mais mesas disponíveis, já apresentando pessoas em pé.

    Aquela festança poderia ser comparada a um dia como outro qualquer perante os velhos resmungões, os anões, que depois de um dia de trabalho iam até uma taverna tomar cerveja até cair. As pessoas ali presentes, falavam alto, não temendo que fossem repreendidas por ninguém; havia uma farta mesa exposta na praça, onde os habitantes poderiam encontrar pães, queijos, frutas, carnes, de veado e de lebre, além dos mais saborosos biscoitos feitos pela esposa do velho Willie, o fazendeiro. Bebida era outra coisa que não poderia faltar. A cerveja que ali estava era proveniente da melhor safra de Rookgaard, preparada especialmente para o festival. Eram dezenas de barris armazenados, suficientes para deixar milhares de anões mais do que satisfeitos.

    A cada rodada de cerveja, as pessoas pareciam ficar mais alegres, acompanhando um pequeno grupo de bardos, que tocavam com liras e lutes. A música seguia um ritmo alegre, cantada pela ampla maioria.
    A música ia acabando quando um homem se levantou, equilibrando-se em cima de uma cadeira e começou a cantá-la mais alta:

    Eh!Eh!Eh! O que quero é beber
    Matar minha dor e meu mal esquecer
    Pode ventar, pode chover
    Nada mudará
    Até o dia clarear
    Bebendo estaremos


    – Tirem esse velho daí. – gritou alguém. – Acha que pode sair do tom da música. Velho bêbado.

    Os cochichos não demoraram a sair:
    – Quem gritou é que estás bêbado, não reparaste que este é o mais sábio homem que já pisou nessas terras depois de Banor.

    O homem fitou a todos, observando cada rosto ali presente:
    – Salve Banor! – o homem levantou uma caneca após sua voz rouca e fraca parar.

    – Salve! – respondeu a multidão, levantando as canecas, cheias de cerveja, derrubando parte de tal.

    A fala ecoou pela praça por um instante, seguida de um silêncio. Até mesmo o vento se calou quando o nome Banor foi ouvido.

    – Dia após dia, sonhamos com essa festa, hoje nós a temos. – novamente a voz rouca proferiu algumas palavras.

    Batidas nas mesas soaram, chacoalhando pratos e canecas, derrubando cerveja no chão. Ninguém se importava com isso, afinal, aquilo era uma festa.

    – Mas o que festejamos hoje? Acho que agora, poucos se lembrem, afinal, esse dia é feito para esquecer as preocupações. – continuou a voz.

    – Nós festejamos o solstício de verão. – gritou uma voz, proveniente de um canto na praça.

    – Exato. – disse o velho, batendo palmas. – O solstício de verão. O dia mais longo do ano, quando as almas negras demoram a aparecer. Quando podemos festejar sem nos preocuparmos. – a cada fala, o velho parecia mais cansado.

    – Mas é só isso?Não, no momento em que escurecer, nós teremos algo para comemorar. Hoje, o ano que se passou, acabará. Um novo ano começara, mas que já esperara essa festa.

    – E Banor? – gritou uma voz.

    – Garoto apressado. Tudo tem seu tempo meu jovem. Se quiser continuar a viver, aprendendo mais, aprenda isso primeiro. – respondeu o velho. – Continuando... Mas os motivos para comemorar não acabam aqui, ainda temos mais um. E é aí que se encaixa Banor, meu jovem. No solstício de verão foi o dia em que o primeiro humano pisou nessas terras, antes desconhecidas. E quem foi o primeiro a pisar? Um corajoso homem, que se aventurou pelos mares, enfrentando monstros e ondas, apenas em um pequeno bote, para descobrir se seu sonho era verdadeiro. O guerreiro mais forte, mais inteligente e mais hábil que já se viu, Banor.

    – Salve. – gritou o povo.

    O velho começou a cantarolar para o povo uma música, que foi acompanhado por um som de uma lira:

    Antes do malho do ferro ou do entalhe na madeira
    Quando Fafnar e Suon eram jovens e faceiros
    Antes que os humanos ou a guerra fossem feitos
    Ele caminhou na floresta
    Para jamais ser esquecido


    Ao final dessa música, o povo brindou, pois afinal, Suon e Fafnar haviam se posto atrás da colina, não podendo presenciar a façanha que aquele velho sábio conseguira fazer mais uma vez, tudo dentro do seu tempo. As canecas se levantaram mais uma vez, saudando o novo ano que surgia no horizonte.

    Uma flecha zuniu no ar. O sangue jorrou.
    Última edição por Hovelst; 17-07-2007 às 17:35.

  10. #10
    Avatar de Pernalonga
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    Citação Postado originalmente por Hovelst
    Editado...Revisei duas vezes...Espero que tenha ficado bom...Eu achei que ficou, mas o que importa é vocês não?Chega de papo, vamos lá...
    Precisa revisar com mais atenção... =/
    Elogios só no final.


    Era solstício de verão. Suon e Fafnar, os irmãos iluminados, cruzavam as colinas, se escondendo da escuridão que demorava a se mostrar.
    Todos comemoravam aquele belo dia, que demorava a esvair-se. As pessoas se dirigiam ao vilarejo de Rookgaard, seguindo a tradição dos moradores da ilha, que se repetia. No pôr-do-sol do solstício de verão, o dia mais longo,
    Bom, você citou o dia no início da frase, depois falou do povo e depois repetiu sobre o dia, só que especificando-o. Não é errado, longe disso até, mas você não escreveu bem. Repetiu a palavra "solstícios de verão" deixando um ar estranho ao trecho e a parte sublinhada ficou confusa.

    realizado o festival, que comemorava a passagem do ano pelo calendário lunar, no exato momento que os sóis desaparecessem. Aquele era o dia em que Banor chegara a Rookgaard, quando se deu início à próspera vida que se apresentava naquele local.
    As ruas do vilarejo estavam calmas apesar do festival,
    Repetição inconveniente de palavras.

    As ruas do vilarejo estavam calmas apesar do festival, não havia nenhuma decoração, a não ser que aqueles velhos postes-lamparina fossem uma, por estarem ligados antes mesmo de escurecer, algo incomum.
    Mal pontuada, acarretando uma confusão na frase.

    O festival acontecia na praça do vilarejo, onde todo ano, eram colocadas as mesas da taverna para as pessoas sentarem, comemorando ao ar livre.
    repetição de palavras (quote anterior)

    havia uma farta mesa exposta na praça, onde os habitantes poderiam encontrar pães, queijos frutas e carnes, de veado e de lebre, além dos mais saborosos biscoitos feitos pela esposa do velho Willie, o fazendeiro.
    Pontuação errada. Excessos e falta de vírgulas.

    Bebida era outra coisa que não poderia faltar. A cerveja que ali estava era uma cerveja recém fermentada, preparada especialmente para o festival. Era uma cerveja de má qualidade, porém, ninguém ali se preocupava com isso, afinal era de graça.
    A cada rodada de cerveja, as pessoas pareciam ficar mais alegres, acompanhando um pequeno grupo de bardos, que tocavam com liras e lutes.
    Preciso dizer algo?! Hehehe.

    O homem fitou a todos, observando calmamente a todos:
    Outra repetição de palavras...

    O velho começou a cantarolar para o povo uma música, que foi acompanhado por um som de uma lira, tocada por um bardo:
    Não que esteja errado, mas ficaria melhor vc tirar o "tocada por um bardo". Primeiro que é um dado meio que desnecessário ao meu ver (nesta situação. em especial). Segundo que você já mencionou bardo um momento atrás. E terceiro... não tem terceiro .



    ***

    Uma flecha zuniu no ar.
    Esses "***" geralmente é pra marcar uma mudança brusca de tempo ou cenário. Achei desnecessário nessa parte.


    ----------------

    É isso, corrigido o que eu achei. Resumindo os erros. Você pecou nas repetições dessa vez e errou em pontuação algumas vezes... coisas normais.

    Agora o importante, o enredo. Great.
    To gostando do ínicio da história e espero uma guerra digna. =D
    É claro que espero uma história muito mais profunda....
    Tá bem legal.
    Esperando o prox.

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