guia gentilmente ajudou-nos à descer da cavalgadura, agradeci.
- Espere-me aqui. - Disse Amarante ao condutor.
O condutor afirmou com a cabeça e arreou ambos os cavalos, depois acariciou um deles. Eu e Amarante direcionamo-nos ao portão principal, avistamos que uma longa fila havia formado-se, quando nos aproximamos da fila, reparamos que havia apenas homens, alguns acompanhados de suas esposas.
Cumprimentei alguns sujeitos, conhecendo-os ou não. Amarante falou com o último da fila, tinha aspecto misterioso e sórdido, portava uma cinta de adagas em sua cintura.
- Com licencça... Se eu não estiver enganado, você está aqui por ter recebido a carta...
-...
-...
- Nós todos... - Fala em ar irônico.
Amarante olha-me e afirma que devemos ficar ali, aguardamos um pouco enquanto conversamos assuntos alheios, avançando vagarosamente alguns lugares da fila de apresentação, até que um guarda real coloca a mão sobre meu ombro e susurra:
- O excelentíssimo Rei Arthur II deseja falar pessoalmente com o Senhor, acompanhe-me.
Falei para Amarante o que se passara e segui o guarda até uma pequena porta ao lado do portão frontal do castelo. Dentro, acenei sorridamente para as senhoras que vendiam majestosas frutas,que aparentavam ser bastante saudáveis.
Dei algumas moedas à mendigos que, encostados nasparedes sujas, agonizavam à espera da morte, distraí-me com as correrias e brincadeiras dascrianças, ao passo que suspirava ao ver um belo decote de uma mejestosa senhorita.
Apressei-me para acompanhar o guarda que ia apressado, subimos uma estreita escadaria que era vigiada por dois guardas reais, notei que um cochilava em posição de alerta, estavam armados com uma longa espada e um desmedido escudo, que mal podiam manter alçado.
Umas das escadarias do Castelo de Pasárgada pela qual caminhei.
Os degraus eram irregulares, o que dificultavam a minha subida, comecei à ofegar, enquanto o guarda seguia firmemente naquela pesada armadura. Finalmente chegamos ao topo da escadaria, ele parou e apontou:
- Ele o espera naquela porta.
Respirei um pouco antes de voltar a andar, a porta real tinha detalhes à ouro e prata, também era fortemente vigiada, desta vez por aproximadamente doze guardas e dois sentinelas que mantinham suas bestas apontadas em direção da porta.
Bati suavimente na mesma e pedi permissão paraentrar, o Rei estava sentado escrevendo em uma págem à pena e tinta. Fiquei à espera, ele acomodou a pena e levantou-se, prostrei-me em sinal de respeito, ele logo reinvidicou:
- Levante-se Penedono, sabes que não gosto desses rituais ridículos de subordinação.
- Sim... - Disse ainda de cabeiça baixa.
Levantei-me por completo, assim ele continuou:
- Penedono, por seres o soldado decano de toda a população militarmante ativa, serás o primeiro indivídio que não é da realeza ou da nobreza à saber o que está ocorrendo... - Falou sério.
-... - Olhei atento.
- Nos limites de Pasárgada, próximo às colinas, um pequeno grupo de nômades resolveu fixar-se para lá viverem, mas... - houve uma curta pausa, e prosseguiu:
- Terei de lhe contar isso. - Disse o Rei, fazendo outra breve pausa
- Lá, eles descobriram uma imensa mina de ouro e outros metais, e a estão explorando compulsivamente. Com o dinheiro já arrecadado, eles convocaram milhares de mercenários para proteger a mina, que agora está envolta por uma pequena cidade. Soube por intermédio de espiões que a construção de uma muralha já foi iniciada, com o dinheiro da mineração, estão obtento cavalaria e armamento de boa qualidade, não sei se planejam atacar o nosso ou outro reino, mas dequalquer modo é nosso dever resgatar a mina para explorá-la, para o bem e progresso do nosso reinado, para isso precisamos expulsar aqueles malditos! - Senta-se furioso.
- Sim, eu entendo. Se meu corpo permitir, seria uma honra ajudá-lo novamente nesta batalha, como fiz em passadas.
- Penedono, por seres o soldado mais preeminente desde que assumi o trono, serás o comandante destas batalhas que estão por vir - Fala com as duas mãos apoiando o queixo.
- Arthur! - suspiro - Seria uma grande honra a confiança deste cargo à mim, claro que aceito o seu mandado, não infrigirei nenhuma ordem sua, e esperarei o mesmo dos arqueiros sob o meu comando. - Falo confiante.
- Sim, dei-lhe este cargo, como suspeitas, por seres o mais experiente em batalhas, desde a morte de Freid, também por sua astúcia e inteligência tática.
- Muito obrigado excelentíssimo Rei, não o desanpontarei, e expulsarei aqueles bastardos! - Com omesmo ar confiante.
- Certo, confiarei em você. Agora pode se retirar, começaremos a organização amanhã.
Curvei-me novamente em saudação, viro-me contente e vou em direção à porta quando alguém entra cin agressividade.
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