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Tópico: Penedono

  1. #1
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    Padrão Penedono

    Meu primeiro RolePlay, passa-se em época medieval, não deixe de ler só porque é meu primeiro.
    Contém gravuras, que na minha opnião deixa a leitura mais dinâmica.
    O vocabulário é um pouco difícil, não quis deixar a leitura muito formal, mas dá pra entender tranquilo.
    Fiz capítulos pequenos para não cansar a leitura.
    E é só.



    Capítulo I - O Convite
    Capítulo II - Problemas na Realeza
    Capítulo III - Desafio Nobre
    Capítulo IV - Arrependimento
    Capítulo V(em andamento...)

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    Última edição por dr4g0n; 30-09-2006 às 18:31.

  2. #2
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    crepúsculo caía suavemente, como de rotina. Apesar da fina chuva, a sensação de calor era insuportável nesta época do ano, inclusive porque mudei-me para um casebre de pedra e barro,que recebi do rei por mérito em batalhas passadas.


    O casebre.

    Ergui a navalha que estava sobre o estante e comecei a aparar a barba. Olhando-me ao espelho, percebi a ancianidade à progredir, minha pele sempre branca, agora estava mais pálida que nunca, marcas de vetustez à pele e tons acinzentados em meus pelos faciais, julgavam a minha idade.

    Três sucessivas batidas em minha porta escuto, recolho a minha navalha e levanto-me suavimente, giro a maçaneta curioso, encaro o sujeito, um moleque sarnento.

    - Olá. - fala o menino.

    - Hmmmm... O que deseja moleque?

    - Sou filho do Sr. Vitorino, vim entregar-lhe a este encargo.

    - Ah sim, mande cumprimentos ao seu pai, por sinal, um grande artesão...

    Despendindo-me do garoto, pego a bolsa de tecido animal, envolta por uma corda de cetim, desamarro a mesma e verifico as flechas que encomendei, todas milimetricamente idênticas. Ao vê-las, lembro-me brevemente como tais flechas salvaram minha vida anteriormente, tanto protegendo-me de criaturas hotis à cavaleiros com suas lanças de 3 metros.

    Fecho a porta e ainda em delírio coloco as novas flechas em meu baú, com outras mais. Ergo a bolsa para apoiá-la em uma extremidade de madeira que ficara na parte posterior à porta, é neste momento que reparo que há uma carta no chão, estendo-me para pegá-la, e verifico que ela comtém o selo real e está assinada pelo Rei Arthur II.

    Abro-a ansioso, retiro a folha que continha a carta e desdobro-a, vejo que tem apenas algumas frases, começo à ler na mente:

    "Caro Sr. Penedono,
    Venho através desta, comunicar que o silicitamos para apresentar-se ao Castelo de Pasárgada
    o quanto antes, para a formação de caráter urgente de um exército numeroso.

    Atenciosamente, Rei Arthur II."


    Dobro a carta parcialmente, e reflito breviamente. Pego a carta e guardo-a no meu baú juntamente com outras velharias. Agora dirijo-me ao armário e abrindo-o cautelosamente, retiro e visto rapidamente o meu sobretudo azul, a botas-da-velocidade e meu velho arco.

    Guardo algumas patacas no bolso traseiro e dirijo-me ao Castelo de Pasárgada, não ia ao castelo há tempo, aproveitei para cumprimentar os vizinhos e checar as modificações nos arredores. Caminho calmamente, observo cada detalhe da natureza que me cerca, olho para o velho lago coberto de vegetação e degetos, antes era alí que divertia-me com outras crianças, banhando-me e espiando donzelas que lá banhavam-se à luz do luar.

    A monotomia é interrompida por um alarde, que me despertara da lembrança infantil, era uma carroça que passara elegantemente ao meu lado, observo-a discretamente, os dois cavalos brancos tem nós nas caudas de aspecto minuscioso, parecia obra divina. Escuto um sussuro:

    - Penedono, suba!

    Olho diretamente ao indivíduo que referiu-se à mim e o identifico, tratava-se do meu velho amigo Amarante, que ficara rico após ser recompensando pelo o rei por matar o indivíduo que roubara várias cabeças de gado do rebanho imperial. O condutor diminui a marcha e ajuda-me à subir, sento-me ao lado do meu companheiro e iniciamos à prosar:

    - Sua vida melhorou bastante após a fortuna que recebestes do Rei... - Falo com um leve sorriso no rosto.

    - Verdade, mas foi por mérito, afinal passei 4 anos procurando aquele bastardo.

    Penso um pouco antes de falar:

    - Creio que estás indo ao castelo...

    - Sim, e tu como leal arqueiro da realeza também estás.

    - Já não sou tão estucioso como da última vez que batalhamos lado a lado, o
    tempo está me matando... - Falo olhando para baixo

    - À todos nós Penedono, pode ficar certo disso...

    Continuamos uma conversa agradável por mais alguns minutos, cumprimentando os que passavam no caminho, levantando poeira na principal via do reinado. Até que Amarante interrompe o diálogo:

    - Estamos chegando! - Diz alegre apontando com o dedo indicador.

    Avistamos o Castelo.


    Castelo de Pasárgada.
    Última edição por dr4g0n; 29-09-2006 às 18:55.

  3. #3
    Avatar de Sir Curioso
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    bem.. o q será q acontecerá... será q o rei tb é um rei do mal?!
    vamos ver.. vc está pulando linha no meio da frase,por isso tome cuidado!
    vc tb está colokando detalhes desneceriamente,como,por exemplo:
    Despendindo-me do garoto, pego a bolsa de tecido animal, envolta por uma corda de cetim,desamarro a mesma e verifico as flechas que encomendei, todas milimetricamente idênticas.
    ñ vejo o por que disse,vc poderia simplismente falar
    "entrego o dinheiro ao filho do Sr.Vitorino e pego as sacola com as flecha que encomendei e verifico.."


    previsão para o proximo capitulo??

  4. #4

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    Bem, o texto está razoavelmente bem estruturado. Porém, principalmente no final, tu amontoou acontecimentos que poderiam te render muitas linhas de descrição e introdução de personagens novos (como aconteceu na parte em que ele encontra um estranho no meio do caminho. Tu não falou absolutamente nada sobre este encontro, nem sequer escrevendo um diálogo entre eles ou descrevendo a paisagem ou alguns aspectos do trajeto...)

    Aliás, note que tu colocou na mesma frase, em menos de quatro linhas (juntando os espaços) todo o percurso desde a saída da casa dele até o encontro com o outro e a suposição. Tudo isso dava muito bem pra colocar em mais de dez linhas, tranquilamente.

    Colocar imagens é um recurso pouco usado por aqui, porque exige um trabalho extra do autor. Mas de qualquer maneira é bem vindo, só não abuse de imagens "fodonas". Tu fizeste bem em ilustrar coisas neutras como a casa e o castelo. (Eu estou te falando isso porque, da última vez que eu vi um texto ilustrado, tive uma má impressão pois as imagens tentavam passar a ação dos acontecimentos, o que na minha opinião não deu certo e ficou um pouco forçado).

    Texto pequeno, não da pra dizer muita coisa sobre o enredo, então...

    Próximo Capítulo?

  5. #5
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    Citação Postado originalmente por Sir Curioso
    bem.. o q será q acontecerá... será q o rei tb é um rei do mal?!
    vamos ver.. vc está pulando linha no meio da frase,por isso tome cuidado!
    vc tb está colokando detalhes desneceriamente,como,por exemplo:

    ñ vejo o por que disse,vc poderia simplismente falar
    "entrego o dinheiro ao filho do Sr.Vitorino e pego as sacola com as flecha que encomendei e verifico.."


    previsão para o proximo capitulo??
    Você já respondeu, não quero um texto altamente simples.
    Previsão? Hmmmm, aprendi com o erro que a pressa estraga o texto, logo será um capítulo à cada 1 ou 2 dias.


    Citação Postado originalmente por Melgraon I
    Bem, o texto está razoavelmente bem estruturado. Porém, principalmente no final, tu amontoou acontecimentos que poderiam te render muitas linhas de descrição e introdução de personagens novos (como aconteceu na parte em que ele encontra um estranho no meio do caminho. Tu não falou absolutamente nada sobre este encontro, nem sequer escrevendo um diálogo entre eles ou descrevendo a paisagem ou alguns aspectos do trajeto...)

    Aliás, note que tu colocou na mesma frase, em menos de quatro linhas (juntando os espaços) todo o percurso desde a saída da casa dele até o encontro com o outro e a suposição. Tudo isso dava muito bem pra colocar em mais de dez linhas, tranquilamente.

    Colocar imagens é um recurso pouco usado por aqui, porque exige um trabalho extra do autor. Mas de qualquer maneira é bem vindo, só não abuse de imagens "fodonas". Tu fizeste bem em ilustrar coisas neutras como a casa e o castelo. (Eu estou te falando isso porque, da última vez que eu vi um texto ilustrado, tive uma má impressão pois as imagens tentavam passar a ação dos acontecimentos, o que na minha opinião não deu certo e ficou um pouco forçado).

    Texto pequeno, não da pra dizer muita coisa sobre o enredo, então...

    Próximo Capítulo?
    Comecei o texto calmamente, situando o leitor no cenário, eu já tinha todas os acontecimentos anotados, só faltava escrever o texto com os seus detalhes, mas no final fiquei impaciente e fui colocando todos os acontecimentos agrupados, mas creio que agora corrigi este erro. Obrigado




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    Última edição por dr4g0n; 24-09-2006 às 18:38.

  6. #6
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    Primeiro capítulo revisado e editado.

  7. #7
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    estou gostando, vi que vc é bem detalhista, como na parte das flechas, vc so não descreveu as afeiçoes dospersonagens. apenas disse que o penedono é velho, mais o amigo que ele encontra, vc so fez dialogos entre eles, mais não falou suas afeiçoes, como era seu rosto, a cor de sua pele, e etc...

    mais tah ficando legal, proximo capitulo????

  8. #8
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    Pra que dizer tudo de vez?

  9. #9
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    guia gentilmente ajudou-nos à descer da cavalgadura, agradeci.

    - Espere-me aqui. - Disse Amarante ao condutor.

    O condutor afirmou com a cabeça e arreou ambos os cavalos, depois acariciou um deles. Eu e Amarante direcionamo-nos ao portão principal, avistamos que uma longa fila havia formado-se, quando nos aproximamos da fila, reparamos que havia apenas homens, alguns acompanhados de suas esposas.

    Cumprimentei alguns sujeitos, conhecendo-os ou não. Amarante falou com o último da fila, tinha aspecto misterioso e sórdido, portava uma cinta de adagas em sua cintura.

    - Com licencça... Se eu não estiver enganado, você está aqui por ter recebido a carta...

    -...

    -...

    - Nós todos... - Fala em ar irônico.

    Amarante olha-me e afirma que devemos ficar ali, aguardamos um pouco enquanto conversamos assuntos alheios, avançando vagarosamente alguns lugares da fila de apresentação, até que um guarda real coloca a mão sobre meu ombro e susurra:

    - O excelentíssimo Rei Arthur II deseja falar pessoalmente com o Senhor, acompanhe-me.

    Falei para Amarante o que se passara e segui o guarda até uma pequena porta ao lado do portão frontal do castelo. Dentro, acenei sorridamente para as senhoras que vendiam majestosas frutas,que aparentavam ser bastante saudáveis.

    Dei algumas moedas à mendigos que, encostados nasparedes sujas, agonizavam à espera da morte, distraí-me com as correrias e brincadeiras dascrianças, ao passo que suspirava ao ver um belo decote de uma mejestosa senhorita.

    Apressei-me para acompanhar o guarda que ia apressado, subimos uma estreita escadaria que era vigiada por dois guardas reais, notei que um cochilava em posição de alerta, estavam armados com uma longa espada e um desmedido escudo, que mal podiam manter alçado.


    Umas das escadarias do Castelo de Pasárgada pela qual caminhei.

    Os degraus eram irregulares, o que dificultavam a minha subida, comecei à ofegar, enquanto o guarda seguia firmemente naquela pesada armadura. Finalmente chegamos ao topo da escadaria, ele parou e apontou:

    - Ele o espera naquela porta.

    Respirei um pouco antes de voltar a andar, a porta real tinha detalhes à ouro e prata, também era fortemente vigiada, desta vez por aproximadamente doze guardas e dois sentinelas que mantinham suas bestas apontadas em direção da porta.

    Bati suavimente na mesma e pedi permissão paraentrar, o Rei estava sentado escrevendo em uma págem à pena e tinta. Fiquei à espera, ele acomodou a pena e levantou-se, prostrei-me em sinal de respeito, ele logo reinvidicou:

    - Levante-se Penedono, sabes que não gosto desses rituais ridículos de subordinação.

    - Sim... - Disse ainda de cabeiça baixa.

    Levantei-me por completo, assim ele continuou:

    - Penedono, por seres o soldado decano de toda a população militarmante ativa, serás o primeiro indivídio que não é da realeza ou da nobreza à saber o que está ocorrendo... - Falou sério.

    -... - Olhei atento.

    - Nos limites de Pasárgada, próximo às colinas, um pequeno grupo de nômades resolveu fixar-se para lá viverem, mas... - houve uma curta pausa, e prosseguiu:

    - Terei de lhe contar isso. - Disse o Rei, fazendo outra breve pausa

    - Lá, eles descobriram uma imensa mina de ouro e outros metais, e a estão explorando compulsivamente. Com o dinheiro já arrecadado, eles convocaram milhares de mercenários para proteger a mina, que agora está envolta por uma pequena cidade. Soube por intermédio de espiões que a construção de uma muralha já foi iniciada, com o dinheiro da mineração, estão obtento cavalaria e armamento de boa qualidade, não sei se planejam atacar o nosso ou outro reino, mas dequalquer modo é nosso dever resgatar a mina para explorá-la, para o bem e progresso do nosso reinado, para isso precisamos expulsar aqueles malditos! - Senta-se furioso.

    - Sim, eu entendo. Se meu corpo permitir, seria uma honra ajudá-lo novamente nesta batalha, como fiz em passadas.

    - Penedono, por seres o soldado mais preeminente desde que assumi o trono, serás o comandante destas batalhas que estão por vir - Fala com as duas mãos apoiando o queixo.

    - Arthur! - suspiro - Seria uma grande honra a confiança deste cargo à mim, claro que aceito o seu mandado, não infrigirei nenhuma ordem sua, e esperarei o mesmo dos arqueiros sob o meu comando. - Falo confiante.

    - Sim, dei-lhe este cargo, como suspeitas, por seres o mais experiente em batalhas, desde a morte de Freid, também por sua astúcia e inteligência tática.

    - Muito obrigado excelentíssimo Rei, não o desanpontarei, e expulsarei aqueles bastardos! - Com omesmo ar confiante.

    - Certo, confiarei em você. Agora pode se retirar, começaremos a organização amanhã.

    Curvei-me novamente em saudação, viro-me contente e vou em direção à porta quando alguém entra cin agressividade.
    Última edição por dr4g0n; 29-09-2006 às 18:57.

  10. #10
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    Última edição por dr4g0n; 29-09-2006 às 13:22.



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