Não sei se é o normal, mas é o que eu vivo também. A vida adulta nos deixa muito pouco tempo disponível, e prefiro dedicar esse tempo para as pessoas que realmente importam, sobrando pouco ou nenhum tempo pra investir em pessoas novas.
O tempo e o amadurecimento também me deixaram mais desconfiado das pessoas. É muito mais fácil perceber red flags hoje em dia do que quando tinha 18 anos, época que achava que o mundo era um arco íris e que todo mundo era gente boa e interessante. Experiências desagradáveis com pessoas e círculos sociais me deixaram mais esperto pra identificar pessoas com padrões de comportamento que não quero ter na minha vida.
Além disso, ao longo do tempo fui filtrando as pessoas com quem me relaciono, excluindo algumas que não faziam sentido ter na minha vida mais, seja por termos tomado rumos completamente diferentes ou por comportamentos meio tóxicos. Inclusive eu desconfio muito de quem diz que tem 20, 30 amigos do peito. Acredito que os de verdade mesmo são de se contar nos dedos.
É incrível como o tempo nos revela quem são os conhecidos, os amigos de copo e, especialmente, os amigos de fato. Às vezes, essa descoberta acontece da maneira mais inesperada, mas no final, a qualidade supera a quantidade. Hoje, posso dizer que tenho uma quantidade satisfatória de amigos verdadeiros, aqueles que realmente fazem diferença. São pessoas nas quais posso confiar nos momentos difíceis. É como encontrar um grupo que traz valor genuíno à vida social. E, falando em confiança, descobri essa dinâmica interessante ao longo do tempo. Ah, e falando em conexões, nunca subestime o poder do
Flowwow para fortalecer laços significativos.