Título autoexplicativo.
Título autoexplicativo.
Antes de tudo, recomendo essa leitura:
http://www.suapesquisa.com/educacaoe..._multiplas.htm
Sei lá, acredito que exista um certo "dom" para as pessoas, como acredito que exista todas as coisas, esportes, música e blablabla
Mas é claro que para maximizar será necessário muito treino e as pessoas que não possuem o "dom", podem através de esforço atingir níveis muito bons, mas nunca chegando ao nível dos que possuem o dom e se esforçam, que daí tornam-se grandes gênios...
Como não adianta muito você só ter o dom e não se esforçar para maximiza-lo.
Sobre o link do Bob, que só li pós fazer o post acima, é mais ou menos o que escrevi e acredito que possuo a inteligência corporal bem desenvolvida. Entre as outras, a interpessoal é a que mais me destaco...
Acho que você pode treinar qualquer habilidade através da prática, mas Q.I. acho que não aumenta não...
A mais overrated deve ser o Q.I (lógico-matemática, capacidade de aprendizado, etc) e o autor do tópico deve ter se referido a ele.
Se me lembro bem o Q.I é genético e não muda quase nada, mas pode haver mudanças se você estiver sempre exercitando o cérebro, só que muda muito pouco.
É difícil definir exatamente o que é inteligência.
Há pessoas que num ambiente certo, desenvolveriam habilidades incríveis, porém se ela não estiver em tal ambiente, ela morrerá sem conhecer determinado potencial.
Eu acredito que todos nós temos vários potenciais, porém desenvolvemos alguns poucos.
Fica aí a citação de um livro que li. O livro expõe a relevância do talento(inteligencia) no que tange desenvolvimento e sucesso em suas respectivas áreas, seja no âmbito acadêmico, profissional ou mesmo pessoal.
Recomendo o livro Talent Is Overrated- What Really Separates World-Class Performers from EverybodyElse.Citação:
You’re Talented, But Talent is Overrated - Congratulations, you may be the most capable, creative, knowledgeable & multi-tasking generation yet. As my father says, “I’ll Give You a Sh-t Medal.” Unrefined raw materials (no matter how valuable) are simply wasted potential. There’s no prize for talent , just results. Even the most seemingly gifted folks methodically and painfully worked their way to success
Vale MUITO a pena lê-lo para entendermos a relevância da inteligência em nossos feitos.
Eu acredito que existam pessoas propensas a se desenvolver mais em determinadas áreas. Elas podem até treinar muito em algo, mas nunca serão tão boas quanto seriam em sua vocação natural.
Num mundo hipotético onde nunca morresse-mos e nossa capacidade de dessenvolvimento estive-se no seu ápice acredito que não existam limites para a inteligência de um ser humano. Temos uma versatilidade incrível (e vemos isso nas vidas de pessoas com 50-60 anos, imaginem 1000 anos) e através de esforço e trabalho acredito em tudo.
THIS ^.
Pessoal confunde inteligencia com conhecimento, e pelo que li nesse tópico, a maioria está confundindo.
Conhecimento é qualquer aprendizado que se adquire durante a vida, algumas tem mais conhecimentos que outras, mas não são mais inteligente, as vezes são mais esforçados!
Tem pessoas que são muito inteligentes pra uma área e burras pra outra. Mas se ela se dedicar, for esforçada na área burra, ela pode adquirir mais conhecimento que uma pessoa inteligente preguiçosa ou que não explorou essa capacidade dela.
Podemos dizer que uma pessoa é mais inteligente que a outra pela facilidade de assimilar algo em menos tempo, existem vários tipos de inteligencia, inteligencia emocional, o famoso QI e por ai vai.
Inteligência interpessoal e intrapessoal são as melhores, principalmente quando atuadas em conjunto. No mundo de hoje, olhando para os campos mais importantes da vida de um homem -família e trabalho-, elas é que fazem a diferença. O resto é, de todo, dispensável.
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@tópico;
É possível treinar e evoluir.
O conceito de inteligência é muito relativo e não nos deixa com os pés no chão pra discutirmos atribuindo valores. "A" é mais inteligente que "B" é uma frase desconfortante e não tem firmeza de veracidade. E, diferente do que o Kauan disse acima, divergir "conhecimento" de "inteligência" também não é o suficiente.
O que muita gente tem como viés no aprendizado é a dificuldade inconsciente de reconhecer a importância que o assunto estudado vai ter do momento em diante, bem como da sua utilidade no futuro. Como nosso cérebro tem uma capacidade grandiosamente maior de guardar informações quando se percebe que elas têm/vão ter serventia, fica difícil, por exemplo, aprender um conteúdo de história ou aprender a utilizar uma determinada fórmula matemática quando não temos real intenção de fazê-lo (quando não achamos que aquilo nos será útil). Notem que aqui há um atrapalho tanto na "inteligência lógica" quanto na "memória", ambos "tipos diferentes de inteligência", provando que não há lucidez em estratificar tão pontualmente as definições.
Portanto, tendo em mente o parágrafo acima, fica fácil entender que o treinamento é, sim, eficaz. Ao começarmos a decorar forçosamente alguns conteúdos e a resolver na marra problemas matemáticos, nosso inconsciente perceberá que, por exemplo, saberemos a resposta numa prova futura, ou que saberemos responder uma pergunta que o professor faça relacionada ao assunto que estudamos. Ou seja, inconscientemente passaremos a atribuir valor e importância ao conteúdo e aos modos de se resolver equações. Passaremos a nos importar com o que está nos livros diante de nós e com o que o professor passa em sala de aula. Por fim, passaremos a aprender com mais facilidade.
Esse mesmo processo serve para as mais diversas áreas da vida, não se limitando ao lar acadêmico e, muito menos, à escola e à faculdade.
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OBS.: Deixei em negrito as palavras inconsciente para ficar claro que isso não é algo nitidamente notado e muito menos algo que acontece rapidamente. O feito leva tempo e muitas vezes passa desapercebido.
@Phineas Gage
Embora como você disse, apenas divergir ambos não seja suficiente, distingui-los o faz, o que chamei atenção aqui é para a confusão de conceitos que estavam sendo apresentados no tópico.
Entretanto, dar a devida importância também não serve como fator único e para mim, essa facilidade dada ao longo do tempo se dá em detrimento do esforço e determinação, como eu mesmo mencionei, não serve de parâmetro para inteligencia. Posso facilmente servir de exemplo pra este debate visto que durante minha graduação, tive extrema dificuldade relacionada a area de Sistemas de Redes, mesmo sabendo da sua imensa importância.
A forma que você caracterizou como treino de inteligencia nada mais é do que o esforço natural que faz com que pessoas menos inteligentes para determinado assunto consigam adquirir mais conhecimento que uma supostamente mais inteligente.
No mais, a frase ""A" é mais inteligente que "B" é uma frase desconfortante e não tem firmeza de veracidade." embora seja desconfortante é passível de "firmeza de" veracidade dependendo do seu contexto.
Não quis questionar ou julgar seu post. Não é um debate.
Quanto mais se aprende, mais se aprende a aprender. Quanto mais se estuda, mais "inteligente" -de novo esculhambando com a palavra- a pessoa fica. Não é em detrimento apenas do esforço e determinação. A curva de aprendizado é exponencial.
É passível de veracidade, apenas. Há um erro de interpretação. Firmeza de veracidade remete ao inquestionável, ao absoluto. Não depende do contexto. É firme. Precisa se referir a algo concreto.
Me expressei mal. Sorry~
Talvez buscar conhecimento não te torne ingeligente, mas possivelmente a busca pelo conhecimento é uma consequência de inteligência.
Pessoas cultas não são inteligêntes porque são cultas, elas são cultas porque são inteligêntes e perceberam o valor do conhecimento...
Sua mente sempre está limitada à ela própria, ela não consegue pensar além do que ela sabe, perceber isso é um ato inteligênte no sentido mais lógico da palavra e portanto, a busca pelo conhecimento se torna uma consequência dessa compreensão.
Muita gente percebe isso naturalmente, ao, por exemplo, debater algo com alguém que acha que está completamente certo de algo que você sabe que não. Ao passar por essa experiência, talvez você inconscientemente perceba o que eu acabei de escrever ali, que sua mente é limitada ao que ela sabe, você passa a entender que isso se aplica a você também e sente a necessidade de buscar conhecimento.
Outras pessoas nunca vão se dar conta disso (conheço várias) e vão achar que estão sempre corretas em seu modelo de pensamento, nunca percebendo que seu pensamento se limita a sua própria mente.
Tinha uma frase sobre isso....algo como "A inteligência está na dúvida", ou "O sábio é o cara que questiona e etc.."
Enfim...Deu pra entender o que eu quis dizer?
Consegui criar uma frase pra isso...
"Inteligência é saber reconhecer sua própria burrice.."
Eu concordo com o que dizes, de uma certa forma, todos nós somos inteligentes e estamos adquirindo conhecimento a cada dia. Mas ai pego o que o Phineas Gage falou anteriormente, distinguir inteligencia de conhecimento não é suficiente, a busca pelo conhecimento é algo complexo, envolve inteligencia, o meio onde a pessoa vive, envolve uma série de variáveis.
E se não são debates como estes, nada mais nada menos que uma chance de compartilhar ideias e adquirir conhecimento. :P
Em termos acadêmicos/trabalho, não existe limite. Não no mundo real. Talvez seja impossível aprender perfeitamente tudo, por exemplo, para o vestibular. Mas para coisas específicas, com estudo e prática não existe limite.
Se o que você quer é ter raciocínio rápido e eficiente, é outra história. Uma coisa é solucionar algo que você está acostumado e já viu de diversas formas, de diversos ângulos, outra é encontrar um problema que você possui pouca familiaridade.
Um exemplo acadêmico bem simples é: imagine que você estuda cinemática (física) diariamente. Se cair qualquer problema de cinemática, você faria sem grandes problemas, e conforme o tempo passa você resolve eles cada vez com mais rapidez e facilidade. Mas se você pegar uma prova de física em geral, as coisas mudam. Você pode até acertar tudo de cinemática, mas seria muito difícil acertar a prova inteira.
Resumo: você pode se aperfeiçoar o quanto quiser em um assunto particular, mas conforme você aumenta seu leque de assuntos, a profundidade do seu conhecimento em cada um cai exponencialmente.
Vou do pensamento do Phineas, aliás, +++rep haha.
Também acho que a inteligência é uma linha exponencial e eterno crescimento.
Acho divino ter conhecimento intrapessoal, acho que faz total diferença.
Tem uma frase que eu li há pouco tempo, e reflito todos os dias o quão ela é perfeita:
Se encaixa perfeitamente no que o Phineas disse.Citação:
"Somos o que repetidamente fazemos, portanto, a excelência não é um
feito, mas um hábito''.
- Alberto Escudero
Então esse lance de "ser importante" pode explicar o motivo de eu conseguir render mais estudando na véspera da prova varando a noite do que uma semana antes? Tipo, no "grau de importância" do meu subconsciente isso teria prioridade máxima na véspera e nem tanta importância assim num prazo mais distante? Ou é só questão de interesse/preguiça mesmo? hehehe
Claro que explica. A véspera da prova é como uma última chance de você não tirar uma nota ruim. Pro seu inconsciente, é como um "tudo ou nada". Você consegue atribuir importância ao estudo pelo desespero.
Isso é muito ruim por vários motivos, mas o mais destacado deles é o de que, fazendo isso, você não cria o gosto in natura pelos estudos. Como muito de nossa vida profissional é reflexo de hábitos acadêmicos, no seu trabalho você vai começar a "ser produtivo" apenas quando conseguir enxergar uma recompensa a curto prazo, seja ela o salário ou o escape de um sermão do chefe. 90% das pessoas são assim.
Aliás, penso que esse é o principal motivo pra muita gente ter dificuldade em passar no vestibular. A pessoa até estuda e se esforça, mas não grava absolutamente nada do que lê ou escreve. E aí, faltando poucas semanas ou dias pra prova, a capacidade de aprendizado e disposição aumentam exponencialmente, mas já não dá mais tempo. É exatamente o mesmo caso de "estudar na véspera das provas", só em escala maior. Nesses casos, falta lapidar o inconsciente.
Tem uma frase que gosto muito:
"O homem não é dono de sua própria casa. Ele é como um cavaleiro que dirige um cavalo: tem apenas as rédeas, mas não a força que o impulsiona. A força é seu inconsciente."
Respostas muito interessantes no tópico, mas vou por um outro lado.
A definição de inteligência que eu mais gosto é "a resposta criativa ao agora", isto é, muito mais genérica do que o que as pessoas estão discutindo aí - apesar de eu também levar em conta inteligências múltiplas, só que mais como subdivisões do que a inteligência em si.
Logo, o que eu penso é: as pessoas vão muito mais perdendo a inteligência ao longo da vida do que o contrário.
Inteligência pra mim é um processo de desaprender, de abstrair, de conseguir analisar situações de um jeito completamente espontâneo e impessoal, criar soluções originais e criativas para os problemas.
Desaprender, e não aprender. Ou aprender a desaprender se você quiser forçar essa barra.
Eu acho que os métodos convencionais que a sociedade diz serem bons para melhorar a inteligência são exatamente o oposto: acabam tornando a nossa visão de realidade mais estreita e, logo, menos inteligente.
Eles podem ser bons para conhecimento, lógica e todas essas coisas - essas sim, na minha opinião, podem ser treinadas - mas não para o que eu chamo de inteligência.
O exemplo clássico é aquela pergunta que um bebê de 4 anos faz e você não sabe responder. Essa é a inteligência que eu mais valorizo.
Estou sem tempo para ler tudo o que falaram, então vou somente atentar à pergunta feita.
Primeiro, para responder esta questão temos que nos perguntar: O que afinal é inteligencia? Existem divergencias...
Na minha opinião pessoal, considero inteligencia a facilidade de aprendizado. Isso, creio eu, mantem-se praticamente inalterado durante a vida do individuo, salvo as exceções da infancia (onde o individuo tem uma capacidade maior de aprender), a velhice (onde as capacidades cognitivas e fisicas como um todo vão decaindo), e disturbios psicologicos e psiquiatricos, sem contar habitos não saudáveis que possam prejudicar a atividade cerebral.
Creio ser um engano confundir inteligencia com conhecimento. O conhecimento pode ser adquirido e só tende a aumentar com o exercicio mental (a leitura por exemplo). Na minha concepção, uma pessoa que passou em 1º lugar em medicina na USP não precisa ser necessariamente inteligente, apenas esforçada ao extremo. Porem, nesses casos a inteligencia é um fator, sem duvidas, diferencial.
Toda vez que re-leio este tópico algo novo me surge, dessa vez fui buscar a definição.
Citação:
Postado originalmente por Google
Em opinião pessoal, seria bem mais proveitoso discutir os modos de se aplicar a inteligência na prática, seja ela qual for. Dicas de estudo, habilidades interpessoais e métodos certos do uso da intrapessoal são assuntos que todos têm dúvida, mas que quase não existem tópicos sobre.
Olha que interessante a imagem:
http://i.imgur.com/aEA3dDV.jpg
Mas já li uma pesquisa que dizia que pessoas que na adolescência se focam nos estudos, em programação, música acho q tb, acabam por desenvolver mais a mente, o que reflete muito no aprendizado dos anos de adulto.
Isso se deve, do meu ponto de vista, pq ela estudou mais, tem mais conhecimento de certas coisas e de uma certa forma se tornou mais sabia.
Tudo na vida você interpreta de forma diferente dependendo do conhecimento que você possui, alguns assuntos, se você tem conhecimentos que são de uma certa forma, um "pré requisito" pra outro, você vai entender melhor.
Exemplo, vou puxar pro lado da exatas, vamos dizer que eu e você iremos aprender derivada, sendo que... eu sei perfeitamente matemática básica, adição, subtração, fração, exponenciação, e você não, você tem uma vaga ideia de como seja.
Dessa forma, eu vou aprender mais rápido que você pois, possuo um conhecimento, anteriormente importante pra facilitar o aprendizado, mas isso não faz de mim mais inteligente que você, apenas sei mais que você nesse assunto.
Agora, uma vez nivelados, eu e você dominando os princípios básicos, necessários para o aprendizado dessa matéria, o que vai servir como fator determinante para um aprender mais rápido que o outro, é a inteligência, umas são mais inteligentes para essa área, outras para área de saúde, cada um tem um lado mais forte.
Pois eu li uma definição do pierluigi piazzi um físico, muito interessante cara. Ele diz que inteligência é a habilidade em descobrir regras, mesmo que vc não saiba pq a coisa é assim (aí entra o conhecimento). É só repararem nos testes de QI, são coisas "simples" que não precisa conhecimento, só "a habilidade em descobrir regras". É um outro lado que eu tb achei interessante e quis compartilhar =)