Sobre estratégias de OFF/ON, é bem claro que elas foram criadas para atletas que fazem treinos sazonais. Nessa estratégia o foco é o maior ganho de massa possível e depois um cutting mais eficiente possível. A diferença resultante é o ganho. Eu digo, empiricamente, que esse é o método mais eficiente de ganho de massa mascular
para mim, sem ter que ficar calculando calorias. Conheço dietas ótimas para ganho de massa e diminuição de BF simultaneamente, mas nunca vi uma que não seja, no mínimo, uma planilha de Excel complicadíssima. On/Off é uma teoria básica, não tem muito o que modificar algo que dá resultado palpável. Lembre-se que existem estratégias e estratégias, e cada um descobre a sua através da tentativa e erro.
Talvez uma contestação plausível seria sobre se é saudável ou não, e esse sim é o foco dos congressos citados. Mas o que tem que ser deixado claro é que congressos são lugares onde se apresentam estudos, dificilmente conclusões. Conclusões só são apresentadas em artigos que você pode encontrar na página do
NASPE, BB.com e muitas outras. No último congresso Mineiro de Alimentação e Nutrição que uma amiga minha participou, foram apresentados estudos interessantes, mas que só serão concluídos em 5, 7 e até em 10 anos. Ou seja, o tempo é relativo quando tratamos de estudos científicos. Qualquer material do final da década de 90 pode ser considerado recente.
Sobre esteróides, acho que os ciclos usados hoje por amadores são ciclos básicos, de teoria elementar. As testosteronas usadas já são de fato produzidas a anos e conhecidas em todos (ou quase todos) os seus colaterais. Isso porque é impossível para alguém não profissional administrar o nível de drogas que são usadas hoje no Bodybuilder. Elas exigem acompanhamento médico diário, já que são usadas combinações de drogas altamente anabólicas, mas ao mesmo tempo que provocam grandes e imprevisíveis colaterais.
No mais, conceitos morrem e conceitos são criados, mas acho que muitas coisas comprovadas na prática sempre vão ficar. É por isso que não fico me prendendo em detalhes, já que não sou atleta profissional e aquele 1% para mim não vai fazer diferença.