Postado originalmente por
Bob Joe
Bom, a recíproca também é verdadeira. Você defende a tese da escolha e deve justificá-la de forma científica.
A Psicologia procura casos com semelhanças de meios que mostrem que em 100% das pessoas criadas em tais meios tem tendências homossexuais. E adivinhe, não existem tais meios. Tanto que em 1999 o Conselho Federal de Psicologia do Brasil, seguindo o conceito mundial, definiu orientações claras para seus profissionais estabelecendo condutas com relação à orientação sexual, sendo o termo "Homossexualismo" (que referenciava à alguma patologia) banido do uso científico. Para a psicologia não existe a figura do ex-gay, a homossexualismo surge (no caso, podemos usar o termo "aflora") até mesmo antes do desenvolvimento sexual secundário.
Homossualidade vai muito além da "fornicação" e do sexo em si. É questão de atração sexual, emocional e identidade. Uma pessoa pode controlar seus atos e parar de ter relações homossexuais, mas não pode fazer isso com sua identidade e seu emocional.
Não existem provas empíricas que a orientação sexual se define por genética e até que ponto essa identifica, até mesmo pelo tabu, pela questão ética e pela dificuldade prática de se fazer estudos com esse tema. Mas existem fatos que mostram que a homossexualidade não é escolha, fatos esses constatados pela Psicologia, ciência que estuda o comportamento humano.