eu revendo a questão descobri como faze-la( a da flecha)...
kkkk sempre descubro qnd ja acabou...
n fiz a do motboy , a do arco e a dos blocos...
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eu revendo a questão descobri como faze-la( a da flecha)...
kkkk sempre descubro qnd ja acabou...
n fiz a do motboy , a do arco e a dos blocos...
É mesmo, nunca tinha pensado nisso. Mas o contrário também pode ocorrer, não? Seria um Crossbow, imagino eu.
Na minha conta deu mais de 100 quilômetros.
Eu procurei ponde de wheatstone no google e nao tem nada a ve com aquela questão. Tem ctz que é isso mesmo?
@Tópico
Com esse tanto de gente desistindo, to achando que não vai dar nem 15 concorrentes pra preencher todas as vagas...
.
É tipo na verdade os dois guardam energia, se for um arco composto como os dos mongóis aí cada parte guarda energia, por isso que eram muito melhores que os arcos ocidentais.
Nem fiz a questão, mas se deu quilômetros é porque provavelmente vocês elevaram 20 ao quadrado pra ver a energia elástica, mas deveriam ter elevado 0,2.
E não sei se 1000 é muito, mas arcos bons são duros pra caralho de se puxar.
Na questão 5 era uma ponte de wheatstone sim :P.
E na 6 muita gente não lembrou um detalhe, impulso é uma grandeza vetorial, assim como quantidade de movimento. E eu vi muito erro de unidade, do tipo, quantidade de movimento em newtons, e assim vai.
Bem... Só falta eu fazer o gabarito da letra c da 6(amanhã). De qualquer maneira, a prova estava média, se tiver realmente a 2ª fase, eu acho q n vejo mais que 5 nela :P.
@Clansman
Eu ri. ;).
Mas sério, as questões que eu pretendo botar vão arrebentar :).
Mas quanto mais forte é o elástico, mais rápido a flecha vai ser liberada, então a força vai atuar por menos tempo...
Velocidade de Disparo = Aceleração Média * T (Tempo de Disparo)
Aceleração Média = 3333 m/s² (200N / 0.03kg / 2)
T = Distância / Velocidade Média
T = 0.2m / (3333m/s² * T / 2)
T = Aproximadamente 0.01 segundos
Logo,
Velocidade de Disparo = 3333m/s² * 0.01s = 33.33 m/s
Estou certo?
Energia da mola=energia cinética
Energia da mola=(1000. 0,2^2)/2
A flecha sai a 45 graus com lol esquece o q eu escrevi de 20, é 20 de energia cinética, faz as contas
Decompoe e você tem as duas velocidades.
Tipo se fosse 20 direto ia dar 20.000 de energia potencial, e precisaria de uma velocidade absurda pra se ter isso
Lembrando, sim se você for igualar vai dividir por um número pequeno, mas vai ter que encontrar do outro lado um número menor ainda, e vai precisar de uma velocidade mais baixa afinal(invertendo né, dividir é multiplicar pelo inverso).
Acho que uma única coisa faria o número de participantes aumentar drasticamente:
provas menores com alternativas.
Acredito que a maioria aqui não tenha tempo pra ficar fazendo provas e afins, é só uma sugestão pra uma próxima experiência :)
http://img21.imageshack.us/img21/6393/imagemqfp.jpg
;S
Até com 100N/m ela é rápida...
@clansman
Fortran...?!?!?!?!?, Ele deve ter usado algo mais novo :P.
E é um programa bem útil haha.
@Clansman
Saquei, tipo, é que fortran só é útil em computação paralela, o melhor é saber C, C++, C# ou Java.
Fiz na preguiça mesmo ;\Código:#include <iostream>
#include <math.h>
using namespace std;
double round(double n)
{
return double((int)(n*1000))/1000;
};
double shoot_time(double avg_acceleration, double size)
{
// m/s/s, m
return sqrt(2 * size / avg_acceleration);
}
void shoot_speed(double elastic_force, double arrow_wei, double size)
{
// N/m, kg, m
double avg_acceleration = (elastic_force*size) / arrow_wei / 2;
std::cout << int(avg_acceleration) << "m/s/s * " << round(shoot_time(avg_acceleration,size)) << "s = "
<< int(avg_acceleration * shoot_time(avg_acceleration,size)) << "m/s";
};
int main()
{
cout << "Simulacao de uma flecha de 30g sendo disparada por um\n arco distorcido 20cm, com força elastica de: " << endl;
for (int n_per_m = 100; n_per_m <= 20000; n_per_m+=100)
{
std::cout << n_per_m << " N/m: ";
shoot_speed(n_per_m,0.03,0.2);
std::cout << std::endl;
}
return 0;
}
Como assim chegando a 1k? 1k tá alí, 1000 N ... 36m/s
C++ :P.
Em Python ficaria mais simples, mas no C++ é mais rápido :P.
Fato. A maioria que desistiu fez isso por falta de tempo.
Otra coisa a considerar numa prova futura é o número máximo de inscritos. 35 inscritos quer dizer que vão ter que corrigir 20 ou menos provas, não 35. Isso aqui é internet, ninguém tem obrigação de participar só porque se inscreveu.
Além de que não esperavamos muito mais que 35, a gente não tem muito tempo para corrigir mais que 30 provas, saca?
Acho que qualquer linguagem que se preze consegue fazer isso huauhahua.
É foda né, ainda tem cursos que se focam nessas linguagens mais antigas.Não que não tenham sido importantes em sua determinada época, mas C e suas variantes dominam.E não que C não seja antiga também haha, mas não caiu em desuso.
Eu infelizmente nem vejo programação no meu curso, mas como sou muito nerd sei(mentira,estou sempre aprendendo) C desde os 10 anos.
Se você gostar leia o livro do Kernighan(acho que é assim haha), é o mais clássico e o melhor.Melhor do que qualquer livro posterior ou tutorial de internet, e é facilmente baixado, é quase domínio público.
C++ é uma ofença ao cérebro humano, fatão. Mas é o que temos de melhor...
Senhores, é oficial:
Todos zeraram a questão 3.
O gabarito dela é 72 (64 + 08). A resolução das minhas questões (1-4) postarei até sábado.
Não sei se teremos uma segunda fase, poucos participantes entregaram a prova e a média parece que vai ser abaixo do esperado.
-=Angel of Darkness=-
Caramba... e eu pensando que o povo tava arrebentando...
Por que Clapeyron não é uma equação de estado e resolução da 64, por favor, eu jurava que a minha tava certa.
Ela "é" uma equação de estado, e pode ser usada como uma.
Mas note o "à rigor" no enunciado...
Existem condições específicas para que uma equação seja considerada uma equação de estado, entre elas existe uma que diz que a equação deve ter comportamento bem definido e consistente no ponto crítico do gás. Clapeyron falha neste quesito.
Este é um típico exemplo de questão que vai foder a sua vida no vestibular, nunca confie em termos como "sempre", "nunca", "a rigor", muito menos quando tens um bom intervalo de tempo para pesquisar e confirmar o que foi dito.
Muitas pessoas cairam do cavalo na 01, sobre equilíbrio eletrônico. O enunciado da Lei Zero da Termodinâmica não é válido para o equilíbrio eletrônico. O maior exemplo disto são as pilhas:
http://www.feiradeciencias.com.br/sa...12_HC03_15.gif
-=Angel of Darkness=-
Tá brincando, né?
Como uma fómula pode falhar quando ela foi criada para gases perfeitos?
Não é uma equação para os gases reais, inclusive isso tá na minha resposta.
Não, à rigor ela não é equação de estado. Pelo visto vou ter que acabar demonstrando aqui.
Edit: E mesmo que fosse o caso de Clapeyron poder ser considerada, à rigor, uma equação de estado para gases perfeitos, o enunciado do somatório não está restrito apenas aos gases perfeitos.
-=Angel of Darkness=-
Ótimo, então vamos anular ou zerar todas as questões que envolveram mecânica newtoniana, afinal Einstein demonstrou que a massa é função da velocidade e ferrou toda ela.
Já que é pra levar ao pé da letra no limite, vamos lá então.
EDIT:
O enunciado não está restrito a NADA, diz apenas que é uma equação de estado. Se ela for uma equação de estado PARA QUALQUER COISA, a afirmativa é verdadeira.
04) A equação de Clapeyron (pv = nRT) é, a rigor, uma equação de estado.
Você admitiu agora a pouco que ela é, sim, uma equaçãoo de estado.
Equação de estado para os gases reais.
Logo, a afirmativa é verdadeira.
Não vou mais postar hoje, como diria meu amigo:
William says:
nem adianta
William says:
ele é cabeça-dura pra caramba
Pessoal. Vocês tão discutindo física com um estudante de Engenharia. Não bastasse isso, vocês estão discutindo uma qustão que ELE fez.
Mas cara, "á rigor" não significa "sempre"...
Na verdade, na relatividade restrita, Einstein adaptou as fórmulas da mecânica clássica com base nas equações que Lorentz desenvolveu para o eletromagnetismo.As equações, quando os corpos possuem velocidades extremamente menores que a velocidade da luz, se reduzem ás equações clássicas, assim tendo discrepâncias mínimas em relação ás modernas, o suficiente pra podermos ignorar e simplesmente usar a mecânica newtoniana.
.
Espero que manjes de derivadas parciais:
Equações de Estado
Def: Uma equação de estado é uma relação implicita do tipo f(p,V,T) = 0 que reproduz os estados de uma substância pura.
Atributos:
(i) - Explicitação (Teorema da Função Implícita):
* δf/δV >< (diferente) 0 -> V = V(p,T)
* δf/δT >< 0 -> T = T(p,V)
* δf/δp >< 0 -> p = p(T,V)
Ou seja, cada variável está correlacionada.
(ii) - Estabilidade:
* (δp/δV)t (derivada parcial de p em relação à V, com Temperatura constante) deve ser menor que zero.
(iii) - Limite de Gás Ideal:
* O limite de f(p,V,T) com V tendendo para infinito (o mesmo que p tentendo à zero) é = pV - RT = 0
(iv) - Ponto de Inflexão:
(δf/δV)tc = (δ²f/δV²)tc = 0 para Vc; onde:
tc = Temperatura crítica
Vc = volume crítico.
Para Clapeyron:
(i):
δf/δV = p > 0, logo V = V(p,T) = RT/P
δf/δT = -r >< 0, logo T = T(p,V) = pV/R
δf/δp = v > 0, logo p = p(V,T) = RT/V
(ii):
(δp/δV)t = (δ[(RT/V)t]/δV)t = RT δ[1/V]/δV = - RT/V² = - p/V < 0
(iii):
Trivial
(iv):
Falha, pois:
(δp/δV)t < 0 para todo V > 0.
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Pronto, agora quem quiser reclamar, reclame com:
Autores: Van Wylen; Çengel
Professores: Sérgio Colle
O resto da comunidade científica.
-=Angel of Darkness=-