@masteress
Foi em papel, o livro mesmo. Tentei procurar o e-book, mas, to meio sem tempo aqui ^^" Fico feliz que tenha gostado.
@Gripho
Eu parei com os desenhos um pouco xD Perdi o animo de desenhar, na verdade... De vez enquando, no meio da aula, rabisco a carteira.
Depois que você aprende o truque, é facil: imagine daonde vem a luz, o lugar onde a luz não bater, é onde sombreia, e a o lugar onde a luz bate, deixa um pouco mais claro. É só usar a logica do mundo reeal nos desenhos.
Quando aos desenhos de pessoas, sempre desenhei pessoas, então, já é algo que to habituada. xD
@All
Desculpem-me a demora, estive ocupada nesses dias, mas cá está: Novo capitulo! E mais curto xD
É uma parte parada da fanfic, e quando chega em partes paradas meio que... desanimo um pouco. xD Por isso demorei o/
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Memórias de uma Knight
Capitulo IV – O Alvorecer do Primeiro Dia
(Isso me fez lembrar de Majora's Mask '-')
Acordei com o som de gotas batendo na janela. Assim que botei o rosto para fora da coberta, pude sentir o ar mais frio e voltei para debaixo das cobertas rapidamente, soltando um suspirinho. Só aquele pequeno contato com o ar frio já me fez arrepiar de frio.
Com o passar dos minutos, sentia o sono novamente me levar, até escutar batidas na porta, soltei um muxoxo, me encolhendo ainda mais. As batidas pararam por alguns minutos e voltaram novamente, estava me irritando já, quando escutei a voz do dono das batidas insistentes:
- Maggy, você está bem? – Era meu amado do outro lado da porta.
Levantei-me rapidamente, como se tomada por uma energia repentina, já me descobrindo e me levantando ainda na cama.
- Espera, Crucis! Eu to--... – Meu pé acabou enrolando na coberta devido a pressa, imobilizada e já com uma perna fora da cama, cai com tudo no chão, mesmo usando os braços para aparar a queda.
Imediatamente após a minha queda, a porta se abriu e Crucis correu abismado até a mim, que ainda estava de pijama, tremendo de frio por causa do contato com o ar frio depois de passar tanto tempo no calor.
- Você tá bem? – Ele perguntou atencioso, me remexi no chão, procurando me sentar mais do que rapidamente.
Minha camisa de manga longa do pijama havia ficado para cima após minha queda, de modo que minha barriga e minhas costas ficaram a mostra, a minha calça também não possuía um elástico bom, o que acabou deixando parte da cintura para baixo a mostra. Enquanto me sentei na cama, ajeitei a camisa e a calça, porém meu pé permanecia enroscado na coberta, de modo que acabei ficando de pé com um único pé.
Já ia cair novamente quando meu amado chegou para me aparar, em seus lábios havia um pequeno sorriso. Eu estava completamente vermelha devido aos incidentes, desviei o olhar do dele e sentei novamente na cama.
- Sim, estou bem... – Após minha confirmação Crucis passou a rir da situação, inevitavelmente acabei rindo também. – Ei, é cruel ficar rindo da dor dos outros!
Ficamos rindo mais algum tempo até nos acalmar. Então, me pus a observar Crucis, usava sua armadura, tipicamente preta como norma de conduta de sua indumentária, ainda estava seu o capacete, o que permitia ter uma boa visão do seu rosto e cabelo longo, agora preso numa espécie de rabo de cavalo que juntava apenas as partes do lado do cabelo, o que diminuía o volume do cabelo.
Fitamo-nos por algum tempo, sorrindo. Até que corei e dei uma tossida, desviando o olhar e sorri sem graça.
- Ahm... Dormiu bem? – Perguntei, ele sorriu e acenou positivamente com a cabeça.
- Sim, sim... E você?
- Sim...
Ficamos novamente em silêncio, até ele suspirar e passar a mão na nuca.
- Bem, se troque... Hoje vamos começar seu treino, ok?
Fui pega de surpresa com aquilo, então o olhei boquiaberta, tentando controlar a alegria de poder treinar com ele, apesar de não ter conseguido conter o sorriso e o brilho nos olhos.
- Treino? – Me levantei num pulo, respirando fundo. – Quando começamos? Onde vamos?
- Já disse que começamos hoje, mulher! – Disse ele num tom de brincadeira, mas surpreso com meu animo. – Se arruma... Eu já separei alguns equipamentos para você.
Dei um pulo de alegria em direção a ele, o abraçando forte e beijei-lhe a bochecha, olhando-o nos olhos.
- Não sei o que dizer! – Ele me olhou muitíssimo surpreso, mas acabou sorrindo e me abraçou também.
- Nem se preocupe com isso... – Corei ao notar as mãos dele acariciando minhas costas por cima da camisa do pijama, prendi a respiração por um momento e me afastei dele, desviando o olhar.
Colocou os braços para trás e sorri para ele, o sorriso foi retribuído e ele foi se retirando do quarto, acompanhei-o até a saída. Ao chegar no corredor, havia uma armadura completa arrumada no chão, Crucis virou-se para mim e começou a colocar a armadura no quarto, ajudei ele nesse feito, terminado o trabalho, virou-se para mim.
- Espero que sirva para você. – Eu sorri para ele e acenei positivamente com a cabeça, ele sorriu, acariciou minha bochecha e saiu do quarto.
Depois de pronta, desci as escadas até o bar. A armadura era até mais leve do que a minha, tentei identificar o metal com que era feita, pois estranhei a leveza da armadura ao vesti-la dei um soco para garantir que não era fraca. É, com certeza não era feito de um material fraco.
Com a mão direita enfaixada e dolorida, dirigi-me até Crucis, que me aguardava encostado no balcão. Agora, sem nada cobrindo seus braços que notei as tattos que ele havia feito. Levantei as sombras-celhas em surpresa, me lembrava de ele ter dito que sonhava em tatuar o corpo, mas não imaginei que algum dia ele fosse realmente fazer aquilo.
- Uou... – Eu disse, sem desgrudar os olhos das tattoos, Crucis passou a mão no braço, mostrando-o para mim.
- Não gostou? – Acenei negativamente veemente com a cabeça.
- Não, não é isso! – Voltei a olhar as tattos, ainda muito surpresa. – Mas, não esperava que fosse fazer tantas.
Após explicar o motivo de ter feito cada uma delas e o significado de cada uma, meu amado voltou-se para o balcão e pegou um embrulho que estava ali desde que cheguei.
- Pegue, vai ser útil pro seu treinamento...
Peguei o embrulho com cuidado, segurando o que parecia ser o cabo de uma espada e tirei o embrulho. Observei curiosa a lâmina que era curva de seu inicio até o fim, sendo que a ponta imitava a cabeça de uma cobra. Sem deixar de ser peculiar, a lâmina apresentava uma cor incomum: verde musgo. E em toda sua extensão, cravado de maneira suave em sua lâmina, imitava as escamas de uma cobra.
Boquiaberta, cortei o ar com um movimento. Era realmente leve, e pude escutar o retinir na lâmina naquele movimento. Passei o dedo pelo gume da arma, com os olhos brilhando.
- É linda...
Sorri muito alegre para meu amado, que apenas deu de ombros e retribuiu o sorriso.
- Fico feliz que tenha gostado... – Ele foi caminhando para a saída enquanto eu guardava a espada em sua bainha e amarrava em minha cintura. – Vamos matar alguns orcs.