Mas todos estão imbuídos de uma mesma ética, colega. Não importa o grau de radicalismo, o que importa é a ética sob a qual vive a sociedade islâmica. A ética cristâ, que deu origem origem aos sistemas de governos do ocidente privilegiam o que chamamos direitos humanos. Esta ética humanista faz do ocidente um campo de reflexão sobre a vida humana e sobre os problemas que afligem o ser humano. Já a ética que floresce no oriente é exatamente o oposto da que observamos aqui. Lá a vida humana não vale nada. Ou melhor, vale o que os inúmeros aiatolás, e outras sumidades sacerdotais definem que vale. E nãoa diante, colega, dizer que isto é preconceito. Isto é fato.
Basta obeservar que em todos os países em que os muçulmanos eram minoria, as liberdades individuais floresceram. Exemplo: Líbano. Quando os cristãos eram maioria, o Líbano era conhecido como a Nova França do oriente. Bastou que os terroristas infernizassem a vida dos libaneses cristãos e estes fugissem em massa do Líbano, para que este país virasse um cemitério de cadáveres.
Peraí: nem todos os muçulmanos são radicais. Mas todos são muçulmanos, isto é o que importa. E quando todos são muçulmanos, ou pelo menos a maioria, acontece o que aconteceu no Líbano, acontece hoje na Cisjordânia, onde os Cristãos estão sendo massacrados pelos islamitas moderados da Fathan. Acontece o que aconteceu em Belem, da Cisjordânia, onde uma comunidade milenar Cristâ foi massacrada tão logo os Palestinos “Moderados Muculmanos” tomaram posse, poucos anos atrás. De uma maioria cristâ de 80%, hoje são menos de 20%. Preconceito? Não, fatos. Segundo especialistas, todos os países onde os muçulmanos “moderados” e radicais se tornaram maioria, a minoria foi massacrada. Preconceito? Não, fato.
Para saber se o que eu digo é fato ou preconceito, basta ler este importante artigo, onde especialistas usam números para desmitificar as justificativas usadas pelos simpatizantes do Islâ:
http://hagah72.blogspot.com.br/2010/...s-em-1400.html