Muito bom, essa foi essepcional cara, cada vez melhor.
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Muito bom, essa foi essepcional cara, cada vez melhor.
nossa cara voce tem muito talento,a cada historia a trama vai ficando melhor continua assim mano q vc vai longe,mal posso esperar pera o proximo capitulo
vlew ae galera... ja to veno o oitavo pra posta. ;D
MT MANEIRO BABEI LENDO KKKK
CARA SE DER AINDA FAÇO UMA HISTORIA EM QUADRINHOS DESSA SUA HISTORIA, MAS NAO GARANTO NADA, POIS PODE LEVAR UM TEMPO...:P
MT TRI!
A cada capitulo uma nova surpresa... parabéns cara! Tu tens vocação pra isso ai ;D
a historia nao vai ter continuação nao?
estamos aguardando...
Só achei estrano algumas coisas, tipo, o karter ja defendeu Carlin dum exército de Orcs, mas nessa invasao, só vem orcs de forma exagerada, como Warlord, Rider e Leader, um capitao de um exercito que mata estes tipos de coisas, Cyclops é mais tranquilho nao? o cara ja foi chamado pra dar reforço contra o morgaroth em Thais, mesmo nao tendo lutado contra ele, ele deveria ser um cavalheiro muito forte... Nao sei ao exato se ele é forte ou se ele é meio frako por nao guentar lutar contra Cycops Smith...
Mas... Talves seje devido o fato dele estar usando uma adaga ao invés de sua espada Warlord (ainda nao sei por que ele nao usa ela mais...)
AbraÇos, estou esperando o proximo cap, a historia está boa, só precisa de algumas correçoes ortográficas mesmo, mas eu nem ligo pros erros, falei isto pelos que se importam com os detalhes.... rsrsrsrrsrsrs
Já são 2 dias de atraso, o ruim de escrever histórias boas é que a gente fica na expectativa diária de novos capítulos e o único a quem podemos reclamar é pra vc :yelrotflm
UAUHAUAHUAHUHAUHUAHUAHUAHUAHUAHUA
Não se apresse, fazendo devagar mas bem feito é a conta ;D
Na história, eu cito a informação de que Karter nunca tinha enfrentado um Ciclope Smith, e por isso, não que tenha medo, mas tenha receio com essas criaturas. Quando foi liderar o exercito carliano junto com um exercito de Thais para lutar contra um exercito de criaturas lideradas por Morgaroth, não era apenas ele, e sim um EXERCITO. Já sobre a espada Warlord "Lorde da Guerra", é que muitas das coisas que um soldado usa em batalhas por sua cidade, é financiada pela mesma. Ou seja, quando saiu, muitas das coisas que ele tinha, foi devolvida ao exercito carliano. Uma espada assim não é dada de bandeja a qualquer um.Citação:
Só achei estrano algumas coisas, tipo, o karter ja defendeu Carlin dum exército de Orcs, mas nessa invasao, só vem orcs de forma exagerada, como Warlord, Rider e Leader, um capitao de um exercito que mata estes tipos de coisas, Cyclops é mais tranquilho nao? o cara ja foi chamado pra dar reforço contra o morgaroth em Thais, mesmo nao tendo lutado contra ele, ele deveria ser um cavalheiro muito forte... Nao sei ao exato se ele é forte ou se ele é meio frako por nao guentar lutar contra Cycops Smith...
Mas... Talves seje devido o fato dele estar usando uma adaga ao invés de sua espada Warlord (ainda nao sei por que ele nao usa ela mais...)
Para reforçar: Esta história é BASEADA no jogo Tibia, algumas informações, ações ou enredo contradizem para melhorar isto. As vezes, isto é necessário. Como, por exemplo, um exercito de homens em Carlin, sendo que ela é defendida e liderada por mulheres. Como disse, foi apenas BASEADA em um jogo.
Mas, obrigado pela crítica. Isso mostra que as pessoas se interessam por leituras. E como digo, uma critica é sempre bem vinda.
E mais uma vez, desculpem a demora. Meu computador não está bem. Estava no conserto. Como trabalho, tenho SENAI e escola durante a semana, É CERTO que este final de semana terá um novo capitulo. Agradeço a paciência de meus fieis leitores. Obrigado.
Lol...
Baseando-se na mitologia Tibiana a história é inverossímil. Por exemplo, Carlin é uma matriarquia, ou seja, é dominado totalmente pelas mulheres. Por isso, um homem como comandante das tropas de Carlin não faz muito sentido. Não que isso o impeça de criar suas próprias concepções sobre esse mundo maravilhoso que é Tibia.
Fora isso, existem outras passagens que dificilmente aconteceriam independente do universo. Elfos geralmente são avessos a outras raças e me parece surpreendente que uma elfa não possa fugir de um simples homem já que eles são conhecidos por sua agilidade.
A personagem principal também reuni características presentes em praticamente qualquer protagonista de qualquer aventura. Perdeu sua família, desejo de vingança, busca fazer justiça. Ele me lembra bastante o Punisher, Frank Castle. São todas características interessantes mas de tão usada perderam a graça.
Mas a história em si se encontra em um patamar bem alto para os padrões do fórum. Continue, é sempre bom acompanhar a evolução de um escritor...
[]'s
Jotinha
:):):)
E estamos aguardando o proximo cap! rsrsrsrss
abraços
No Capitulo anterior...
Karter, que partira em uma jornada rumo a Venore, passa por desafios que testam sua coragem e força. Mas, dentro das fendas de Kazordoon, Karter teve que enfrentar dois ciclopes chamados de Smith. Uma raça totalmente nova para ele. Enquanto nos subterrâneos de Mintwallin, uma fuga estava sendo executada... Com sucesso. Markwin, ex-rei dos minotauros, com a ajuda de Charter, consegue vir a superfície. Mas, estranhamente, menciona que sua pequena amazona está cuidando de Karter, que foi ajudado em Kazordoon por uma mulher chamada Alphelha, uma amazona...
KARTER - O Cavaleiro do Norte
CAPITULO VIII - O rapto.
Voltando do subterrâneo, Karter juntamente com Alphelha, sua guia amazona, encontram do lado de fora Erklin e Lirian, que estavam sentados em volta de uma pequena fogueira. Por mais curto que seja o caminho para Venore por Kazordoon, Alphelha sabe um caminho melhor. Um barco os espera no leito sul de Ferngrims Gate. O pequeno rio, por mais pequeno que seja, não é fácil de atravessar, graças a sua correnteza. Estava chuviscando e pelo jeito do tempo mal humorado, aquela pequena precipitação viria a ser uma tempestade que se aproxima.
Em algum lugar acima de Mintwallin, Markwin admirava a superfície, ao qual apenas viu quando ainda era jovem. Um jovem rei. Seu povo foi mandado para o subsolo e nunca regressou. Nessa parte, Markwin confessa que concordava com Palkar em subir novamente. Mas, contrariando Palkar, Markwin valorizava mais seu povo do que a guerra para o retorno rumo acima. Markwin estava sentado sobre uma pedra, olhando o simples vôo de uma borboleta, quando olha para traz para ver quem vinha. Era apenas um rato. Ele voltou seu olhar para a borboleta quando escuta alguém o chamando com uma voz bem baixa.
- Ei, Markwin. - Fala a pequena voz.
Markwin olha para traz e vê o pequeno rato em pé.
- Charter? - Pergunta Markwin, vendo que seu criado não é tão fraco quanto parecia.
- Sim, sou eu.
Como estava previsto em Ferngrims Gate, a tempestade caiu feito pedra. Mas já perto do rio, se via lutando contra a correnteza um pequeno bote amarrado à uma haste de madeira. Balançando forte.
- Só poderei passar com um de cada vez. - Diz Alphelha, avisando dos perigos de uma carga amais. - Quem vai primeiro?
- Leve Lirian e depois Erklin. - Disse Karter, ficando por último para uma aparente segurança.
Assim foi. Lirian subiu no bote, junto com Alphelha. A amazona coloca a mão dentro da água e, de lá do fundo, retira uma corda que vai se revelando seu comprimento a medida que ela a ergue. Alphelha pega outra corda e amarra na haste. De repente, a amazona corta a primeira corda que a segurava na haste. Com uma velocidade grande, o bote faz um movimento que lembra um ângulo de noventa graus. Chegando lá, ela deixa Lirian na margem e volta puxando a segunda corda presa na haste. Erklin sobe, com muito medo.
- Mas Alphelha, como você irá voltar? - Pergunta Karter, vendo Alphelha cortar a unica corda presa à haste.
Tarde demais. Fazendo isso, Alphelha já estava do outro lado do rio. Do meio da floresta, Karter vê Erklin e Lirian sendo sequestrados por um bando de amazonas. Todas voltam para dentro da floresta, inclusive Alphelha, olhando para traz com um pequeno sorriso em sua face.
- Alphelha! - Grita Karter, chamando a atenção da bela traidora que virara as costas para ele.
Karter estava sozinho. E agora restara apenas um caminho, Kazordoon.
- Como você escapou? - Pergunta Markwin para Charter, agora em sua forma humana novamente.
- Quando aqueles dois idiotas me perseguiram, me escondi em uma porta. Lá esperei um pouco até minha energia se restaurar. Quando tinha o suficiente, me transformei em um rato e sei de lá. Foi difícil.
- Não foi impressionante mas, pelo menos você escapou. - Disse Markwin, desprezando a fuga de Charter. - Agora quero mais um favor seu.
- E o que ganho com isso? Já estou livre. - Pergunta Charter.
- A é. Você já está livre.
Com essas palavras, Markwin vai para cima de Charter e o golpeia com seus chifres. Charter cai ao chão.
- Escolheu a opção errada.
Ali, Charter acaba de morrer por ter falado demais.
Ali, com raiva do que acabara de acontecer, Karter está fervendo em ódio. Até que escuta uma voz grave:
- Esse é o sentimento mais curioso que se tem: com ele se faz justiça, com ele se faz a maldade.
Karter olha para traz e vê alguém que não esperava ver. Alguém que em sua memória, apenas poderia piorar sua situação.
- Agora você escolhe: faça o bem ou faça o mal.
- Você não me influencia em nada... Markwin.
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Em breve, o copítulo 9.
cara, queria pedir a sua autorização para eu criar um jogo basiado na sua historia.
=D
Muito Bom :D
Go Go posta capitulo 9
Ótima história, com certeza uma das melhores daqui. Curioso sobre como seria um JOGO do Karter! hehehehe
Ah!... CHarter e Karter... Alguma relação??
Abraços!
=D
parabéns Ale, a história ta muito boa ;)
tinha parado de le mas peguei um tempim e voltei a acompanhar :D
aeh...final d semana vo posta o cap. 9.
ah..bom, se Charter e Karter tem alguma relação? amh...talves! hshahsahs
vlew ae pessoal. abrços.
ai cara ta muito boa a historia,todo mundo ansioso para o proximo capitulo :riso:
No Capitulo anterior...
Karter, ex-comandante carliano, agora está em uma longa jornada para Venore. Depois de tantos desafios enfrentados, eis que algo terrível acontece: Lirian e Erklin são sequestrados por Alphelha e suas amazonas. Agora, Karter se encontra frente a frente com algo que não imaginava em seus piores pesadelos: Markwin...
KARTER - O Cavaleiro do Norte
CAPITULO IX - A proposta.
Karter estava sozinho. Com raiva e ódio de ter chegado tão longe e agora teve Lirian e Erklin sequestrados. Agora se via diante do majestoso e tão temido rei dos minotauros, que agora todos sabem que não passa de apenas mais um minotauro velho e arrogante. Karter o olhou com olhos fixos e inclinados para o centro. Seu suor descia frio em seu rosto. Markwin, que perdera seu exercito para seu comandante Palkar, agora vinha com um cinismo aparente, alguém que parecia blefar a qualquer momento.
-... Agora você escolhe: faça o bem ou faça o mal. - Markwin tenta influenciar Karter a algo que está em seus planos.
- Você não me influencia em nada... Markwin. - Responde Karter com uma raiva que não era possível esconder.
- Ah Karter, eu não posso mesmo te influenciar em nada. Agora, como vê, sou apenas um minotauro velho sem seguidores, exercito... Amigos. Eu não tenho o como te influenciar, não é mesmo?
Karter apenas olha o jogo psicológico que Markwin tenta fazer. Markwin continua a falar:
- Mas sei quem te influencia. Eu sei o motivo de você ter vindo tão longe a ponto de deixar para traz aquela vidinha de caçador em Campos da Glória... Sua pequena elfa!
Karter arregalou o olho, "Como ele sabe tanto sobre mim, como ele sabe meu motivo de estar aqui?". Seu suor agora fica morno e Karter começa a contrair sua mão, como se fosse avançar para alguma briga.
- Como você sabe...
- Eu sei de tudo sobre você, humano. - Interfere Markwin, já sabendo o que ele iria perguntar. - Concordo que para aos olhos de um humano, Alphelha é atraente.
Karter ficara mudo. Ele sabia que agora viria alguma chantagem.
Enquanto isso, no Campo das Amazonas, Lirian e Erklin são amarrados de costas, em uma barraca fechada. Erklin estava apavorado. Lirian, quieta como quase sempre, olhava o chão de terra, pensando em tudo o que acontecera com ela: seu pai assassinado, Karter que da-lhe abrigo, uma jornada em que Karter não pedira nada em troca, e agora esse rapto. Como Lirian só tinha o pai, sua mão morrera em seu parto, estava sozinha com a morte dele. Elfos são criaturas serias e andam apenas com outros elfos. Além disso odeiam caçadores. Mas, seu pai era um elfo diferente dos outros, pois a ensinava que todas criaturas tinham seu lado bom, até humanos. Ela sempre lia o Livro de Disciplinas Elficas, onde constava que elfos e elfas são companheiros, amigos ou conhecidos apenas de outros elfos e elfas. Mas ela nunca ligou para isso. Ela amava seu pai tanto, aponto de seguir os conselhos dele ao invés de um livro de milênios. Ali, naquela barraca, Lirian lembrou da noite do assassinato de seu pai:
"Já era noite, e Lirian e seu pai estavam indo a floresta para investigar um barulho muito estranho que vinha do bosque dos eucaliptos, ao centro de Campo da Glória. Estavam longe de sua casa, ao norte dali. Lirian vai agarrada ao braço do pai, enquanto ele estava portando uma besta e uma tocha. Um assovio chama sua atenção. Ele segue o assovio. Como uma sensação de algo ruim, Lirian puxa o braço do pai querendo que ele volte. Tarde demais. Uma flecha acerta em cheio o coração de seu pai. Ela paralisa de medo vendo seu pai se ajoelhar. Quando ele cai ao chão, Lirian começa a chorar. Seu pai usa o ultimo suspiro para dizer algo a sua filha:
- Lirian, quero que prometa algo. Quero que você volte e viva na aldeia elfica. Agora você ira... Ira ficar sozinha... Não fique aqui chorando por mim Lirian... Eu... Eu ti...
Mal completava a frase. A falta do 'amo' fez Lirian parar ali mesmo. Até que Karter a vê ali."
Erklin e Lirian escutam algo entrando na barraca. Abaixando para entrar, Alphelha vem com um sorriso irônico, se ajoelha perante Lirian.
- Como vai garota? Sei que está com medo...
- Você não sabe de nada, você é uma amazona burra e terrível! - Responde com raiva Lirian, com ódio dela.
- Ah, eu sei muita coisa sobre você... E de seu pai.
Lirian olha com ar de espanto. Alphelha continua a falar:
- Eu esqueci de ti contar? Ai como sou burra mesmo. - Alphelha chega mais perto e encosta sua boca na orelha pontuda de Lirian, segurando em seu pescoço. - Foi eu quem matei seu pai naquela noite, Lirian!
Markwin começou a dizer:
- Aquelas amazonas estão sob meu poder. Eu posso pedir a elas para soltar e para matar Erklin e Lirian. Mas, para a segunda opção, preciso de um favor seu Karter.
- E qual é? - Responde Karter.
- Pegar de volta a "Espada da Fúria" para mim.
- Você é louco? É impossível pega-la onde esta.
- Então, sugiro que faça virar possível.
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Em breve o Capitulo 10. ;D
E a curiosidade só aumenta...
Nossa, está ficando fantastica! husdauhdhua
Ê maravilha, algum tempo que não olho mais aqui e vejo de cara 2 Cap.
Essa história ainda vai se tornar MUITO (mais) interessante, estou no aguardo do próximo Cap. :)
No Capitulo anterior...
Karter se encontra agora em uma encruzilhada, onde esta em jogo a vida e Lirian e Erklin, que estão sob o domínio de Alphelha e suas amazonas. A proposta de Markwin, ex-rei dos minotauros, foi lançada à Karter. Mas, será que Karter conseguirá executar o mando à tempo?
KARTER - O Cavaleiro do Norte
Capitulo X - Um romance.
Karter estava diante de Markwin, observando em sua mente o porquê daquela proposta um tanto inusitada.
- Por que quer tanto assim a "Espada da Fúria"? - Finalmente pergunta Karter.
- Você é apenas um humano. Não entende de assuntos minotaurianos.
- Mas quero saber o que ela tem de tão especial.
Markwin o encara, senta-se em uma rocha logo atrás dele, descansa as patas. Volta o olhar ao olhar de duvida de Karter.
- A "Espada da Fúria" é na verdade a chave.
- Chave? Chave de que? - Intriga-se Karter.
- Chave de um antigo templo minotauriano. Um templo longe daqui e de tudo. A inscrição nela nos leva para lá.
- Ah! A palavra Kap... - Karter lembrou que Markwin não sabia da morte de Palkar. Isso faria Markwin desconfiar.
- Kaplar? Não precisa esconder Karter. Já sabia a anos da morte de meu ex-general. Foi um favor que me fez. Mas, ao contrário do que pensa, Palkar não morreu.
Karter ficou espantado. "Como pode ele estar vivo se eu mesmo o matei?".
- Como seu o matei à sete anos? - Pergunta Karter.
- Você se certificou disso? Quer dizer, você o enterrou?
- Não. Meus homens na época se encarregaram disso.
- Bom, então não eram seus homens!
No Campo das Amazonas, Lirian adormecera. Erklin não estava nada cansado. Lá fora, se escutava belas canções amazônicas. As amazonas odeiam homens, não por eles, mas pela idéia de a mulher ser dona de casa. Elas só fazem exceção quando o assunto é procriação. Elas se disfarçam de camponesas, vão as vilas e reinos. Constituem um laço matrimônial com um homem e se mudam para a cidade. Ficam lá apenas até terem uma filha menina. Se tiver homem, ainda ficam até ter menina. Quando a esperada vem, a amazona sequestra a sua filha e volta para as florestas e campos, onde situam as suas aldeias. Assim elas continuam o legado. Erklin sabia disso. Já ouvira histórias sobre elas, sempre atraentes para chamar a atenção de um homem. De repente, contra a luz da fogueira lá fora, se vê uma sombra se aproximando na forma de uma mulher. Uma bela amazona, jovem como uma quase adulta, carrega uma bandeja de barro, com carne sobre ela. Esta trajando pele de tigre, uma parte sobre o peitoral cobrindo seus seios, e uma tanga para cobrir seu sexo e atrás. Vem em direção à Erklin. Ele fica admirado pela morena, de pele clara e olhos verdes. Ela vai à frente dele, agacha-se e tira uma adaga de dente de tigre dente-de-sabre. Coloca a bandeja entre os dois, e com a adaga, corta um pedaço e serve à boca de Erklin. Não recusou, morto de fome como estava. Erklin sempre fora um rapaz atraente, de pele branca com um toque de bronzeado, olhos castanhos e dono de um sorriso admirável. Nunca teve problemas no amor. Mas nunca foi de compromissos. Além disso, em Carlin, não havia o que ele chamava de "meu tipo". Mas aquela amazona era tão bela quanto uma sereia das lendas. Ela o encarava enquanto ele mastigava o pedaço de carne. Quando engoliu, falou:
- Por que nos capturaram? Por que nos mantém aqui?
Ela cortou outro pedaço e colocou na boca de Erklin. Ele mastigara depressa e engoliu para falar.
- Por que ainda nos mantém vivos?
Ela cortou outro pedaço, mas quando levou o pedaço de carne à boca dele outra vez, ele não abrira a mesma. Ela então colocou o pedaço sobre a bandeja, olhou para fora e voltou o olhar para ele.
- Não posso dizer. Mas, não iria entender nossos motivos. - Diz a amazona com uma voz angelical.
- Tente.
Ela ajoelhou e colocou as duas mãos em seu rosto. Trocaram olhares.
- Sempre quis saber o que é amar. Mas aqui isso é proibido. Não nos deixam ter isso. - Ela passa a mão pelos cabelos escuros de Erklin. - Saber o que é ter um amor correspondido. Ter uma família. - Ela encosta sua testa com a dele, encosta seu nariz no dele, e em seguida, encosta sua boca ao dele. Um longo beijo correspondido. Ela cessa o beijo. - Ter um amor para viver e morrer com ele.
Ela afasta o rosto. Troca mais olhares. Pega a bandeja, porta em sua cintura a adaga, levanta-se e vai em direção a entrada. Olha de novo à ele e sai da cabana, deixando Erklin perdido nos pensamentos.
Karter ainda tinha dúvidas, mas não tinha mais tempo. Não poderia demorar. Markwin não lhe dera muitas informações de que Karter queria. Karter sabia onde e como pegar aquela espada. Mas não seria fácil. Além de precisar de condução thaisiana, precisaria de um tempo que agora era pouco.
- Esta bem Markwin. Farei o que quer.
- Tem dois dias Karter. Se não, seus amigos não vão mais te ver.
Karter soltara sua mochila ao chão, pegou sua espada e seu escudo e começou a correr. Estava sendo sustentado pela sua fúria, seu ódio, o desejo de salvar Lirian e Erklin. Corria contra o tempo. Em sua frente, nada importava. Não sabia se seria possível, mas, se não tentasse, nunca saberia.
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Em breve, o capitulo 11. ;D
Maneiro.. Mas seria legal se vc fizesse um pouco mais longo os capitulos :riso:
Acompanhando.
Parabéns Ale ;)
Uau! Muito interessante essa história... só tô aqui na expectativa dos próximos capítulos! :yelrotflm
Bela história.
OFF: Pelo visto temos um outro jogador de Assassin's Creed por aqui, huh? (pelo menos pela sua imagem de exibição é o que aparenta ser).
É isso.
[]'s
isso que é criatividade.
Está muito bom maluco!!
:eek:
Acompanhando... Suas histórias saum fodas.... e logo percebo que vc já jogou/joga RPG neh ?
asopkkaskasokpaksokas
:D
tmbm jogo.... e tenho vontade d emontar um team p desvendar mistérios do tíbia e descobrir quests :D:riso:
sim. sou fã de Assassin's Creed. principalmente o 2! *-*Citação:
OFF: Pelo visto temos um outro jogador de Assassin's Creed por aqui, huh? (pelo menos pela sua imagem de exibição é o que aparenta ser).
Vou tentar. é q tenho apenas o final de semana para postar. ae fika dificiu tentar algo longo. :) mas tentarei.Citação:
Maneiro.. Mas seria legal se vc fizesse um pouco mais longo os capitulos :riso:
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vlew pelos elogios galera.
Bacana!Só uma critica construtiva,tentar evitar linguagens e expressões atuais!:2handed:
vlew ae pelas criticas e elogios.
estou com uns problemas no meu pc, intão semana q vem vou postar um copitulo novo . (nem q seja para ir na lan! :D)
flow.
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Sigam-me no twitter! é novo. http://twitter.com/Ale999Alves
ow mano posta ai mais partes da hitoria,ta todo mundo ansioso :P
Eu não sei porque, achei q a historia teria poucos capítulos. Ainda bem q eu estava errado! hehehehe
No Capitulo anterior...
Karter (ex-comandante carliano) está para fazer uma jornada inesperada para recuperar a "Espada da Fúria" arma manejada pelo líder rebelde minotauriano Palkar. Com Erklin e Lirian capturados por Alphelha e suas amazonas, Markwin, ex-rei dos minotauros, coloca Karter em uma difícil situação: recuperar a espada a tempo ou deixar Lirian e Erklin morrerem...
KARTER - O Cavaleiro do Norte
CAPITULO XI - Uma nova jornada.
Karter estava correndo apenas com sua espada e seu escudo, estava indo em direção à passagem se Kazordoon, onde sabia que encontraria os perigosos ciclopes "Smith", por mais que dois deles tenham sido mortos por Alphelha. Karter fraquejou na luta contra esses gigantes de um olho, mas agora, estava com uma fúria que sentira apenas quando viu sua mulher e seus dois filhos morrerem nas chamas causada por um estranho mago criador de demônios, ao qual sabe apenas o nome: Ferumbras. Ninguém gosta de falar no que chamam de O Senhor dos Demônios. Mas aquele sentimento que estava sentindo parecia ser ainda maior. Parecia que o cansaço não existia. Logo já avistava o topo rochoso de pedras pontudas e escuras, indicando Kazordoon. Karter já estava entrando na fenda principal. Já via o buraco ao chão, onde descansava as criaturas enormes. Pulou sem sentir medo. O eco do barulho de sua queda vez resplandecer um rugido poderoso. Ao fundo da caverna, vem passos de mais de cinco toneladas para cima de Karter. Karter começa a correr contra aquele monstro que surge da escuridão portando um machado do tamanho de Karter. Karter continua correndo em direção ao ciclope e, quando a distância fica mínima, Karter desvia da direção para a direita, pula na parede de pedra e barro, bate o pé e inclina a espada em sua frente parecendo uma lança. A espada atinge em cheio o pescoço da criatura. Karter cai ao chão de joelho sem sua espada. A criatura, ensanguentada, ainda tem força para lutar. Outro "Smith" vem de frente a Karter. Karter passa por baixo da perna do ciclope ferido, fazendo o machado do segundo monstro perfurar sem querer o peito dele. O ciclope vê seu parceiro morrendo. Os seus olhos vêem Karter, e, soltando fumaça pelas narinas, arranca o machado do corpo gigante do ciclope morto. Em um movimento vertical, o machado vai em direção a Karter, que da um passo para trás. O machado atinge o chão, encrava a menos de um palmo do rosto de Karter. Karter encara o ciclope, que também o encara. Com um chute forte e sobre humano, Karter arremessa o machado de mais de cem quilos em direção a parede da caverna, fazendo o ciclope cair junto ao machado. Karter pula para cima do rosto da criatura, pega o escudo e encrava no olho enorme do ciclope, fazendo o mesmo explodir. Karter estava, estranhamente, com os olhos vermelhos. Escutou outro vindo em sua direção. Parecia que Karter não obtinha controle de si mesmo. Se virou e viu um outro "Smith" vindo em sua direção. Karter estava parado, imóvel, completamente concentrado no ciclope. Quando a criatura veio ao seu encontro com o machado vindo de lado, parecendo uma foice. Karter agachou, esperou o machado passar acima da cabeça, e pulo entre o machado e o ciclope, derrubando o monstro com apenas um soco. Karter estava no meio de três "Smith" mortos. De repente, ele se ajoelha e começa a sentir uma dor estranha, seus olhos volta ao normal e sua consciência volta à si.
- O que aconteceu?
Markwin sentira algo enquanto Karter lutava. É como se algo tivesse surgido depois de muito tempo. Markwin sabia mais do que disse à Karter. Mas de uma coisa é certa, Palkar não se foi. Embora Markwin não dissesse tudo o que sabia a Karter sobre Palkar. Pois Palkar não se foi naquela noite em que Karter e Palkar se enfrentaram. Ele ainda vive, mas não como Karter pensa.
- Markwin! - Ecoa a voz feminina, porém grossa.
Markwin se vira para dar a ordem à quem ele esperava.
- Alphelha. Que bom que veio.
- Diga Markwin, não fique mentindo.
Markwin ri com a sinceridade de Alphelha. Markwin dá a ordem:
- Alphelha, mate seus dois prisioneiros.
- Mas não era para...
- Não. - Interrompe Markwin. - Pelo que vejo e sinto, ele logo logo não se importará com eles.
- Como assim? - Intriga-se Alphelha.
- Não interessa a você. Ao menos que queira continuar com aquela aldeia, cumpra... Sem questionar.
Alphelha acenou com a cabeça e voltou para dentro da mata. Markwin já estava com fome. Decidiu partir a caça de alguma presa. "Karter, você é muito mais valioso do que pensa... Minha preciosa peça do meu tabuleiro."
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Em Breve (espero) o Capitulo 12.
Interresante ^^
eu havia parado de ler (dnovo --') mas voltei para acompanhar novamente :D
Go Markwin '-' gosto dele
Muito boa a história.
A curiosidade esta me matando :P
Continua excelente a história! Agora... toda essa fúria de Karter fez com que os Cíclopes parecessem uns trolls bobos... Até eu tou com vontade de sair por aí matando uns!