Parece um pouquinho com o Deltora Quest, mas é diferente. A semelhança é o garoto que vivia no Castelo e foge, né?
Mas tem mais semalhança com um filme: A Última Legião, mas não é cópia.
Sem mais,
..:: Lorofous ::..
Versão Imprimível
Parece um pouquinho com o Deltora Quest, mas é diferente. A semelhança é o garoto que vivia no Castelo e foge, né?
Mas tem mais semalhança com um filme: A Última Legião, mas não é cópia.
Sem mais,
..:: Lorofous ::..
serio... sou fã numero um desse filme... tenho ele em ksa... jah procurei livro... pq geralmente filme assim é inspirado em um livro, mais naum achei!!!
Ahn... o livro seria "Rei Arthur"?
É a história de Uther Pendragon, só que com outro nome, tanto que [SPOIL]no final do filme aparece o Arthur e o Merlin[/SPOIL]
Eu amei. Quando meu pai chegou esse filme eu achei que era chato, mas no começo do filme eu já tava adorando.
naum!!! eh avô do Uther Pendragon!!! em todo caso, naum seria "Rei Arthur" porque é bem mais direcionado ao Arthur, seria um livro da historia antes de Arthur assim como no filme!!!
assim como tem o inicio de Avalon (ilha mistica da lenda Arthuriana) ainda naum li... mas pretendo ler!!! flow...
ps: ainda naum vi conselhos seus na minha Rp
Citação:
Livro 1
Capítulo III
Prilore, seu novo nome, estava parada na frente da loja de Nojentinho vestida como uma princesa. Vestia uma saia vermelha e vestido mostarda. Seu cabelo estava preso em rabo de cavalo do jeito que Altar tinha posto. Estava com os braços cruzados e com a cara fechada. Estava com dores no corpo depois do que Altar à havia obrigado.
Altar estava selando seu cavalo preto e forte. Ele vestia uma armadura cinza e antiga. Seu capacete estava no chão ao seu lado. Acabou de selar e disse:
- Monte.
- De novo? – disse Prilore com sarcasmo
- Não me faça te pegar e por aqui.
Prilore andou até o cavalo e montou. Altar pegou as duas mãos da garota e amarrou com uma corda fina. Pegou seu capacete e colocou na cabeça careca e reluzente. Montou no cavalo na frente de Prilore. Pegou os arreios e chicoteou o cavalo, que saiu trotando pela agitada rua de Tir’Rafer.
- Sabe por que estou te levando?- disse Altar
- Por que você quer uma puta?
- Não – disse Altar rindo – É época do príncipe se casar.
- E?
- E daí que o nosso rei ofereceu 10.000.000 moedas de ouro direto da tesouraria do castelo para quem trouxesse uma garota que o príncipe escolhesse para casar.
- E quem te garante que o príncipe vai me escolher?
- Porque você é simplesmente uma delicia. – disse rindo
Prilore revirou os olhos.
- Porque matou o Nojentinho? – perguntou
- Oras... porque eu teria que pagar um preço absurdo por você.
- Achei que eu valia muito...
- E vale querida... mas não quarenta moedas de ouro!
Seguiram até o cais do Porto Norte.
- Ei! – disse Altar para um velho que cuidava do Porto Norte – Quando sai a embarcação para Vânia?
- O barco foi alugado, Sir...?
- Chame-me de Sir Altar. Mas o barco foi alugado por quem?
- Que eu saiba foi pela Ordem.
- O único posto da Ordem fica em Vânia. Não tem em Tir’Rafer.
- Não interessa de onde veio. Ordens da Ordem, são ordens do Rei, longa vida.
- Quer dizer que não se pode embarcar nesta embarcação?
- Pode sim, mas só quando a Ordem permitir. Dizem que estão em uma busca.
- Droga... – murmurou Altar desmontando do cavalo – Vamos ter que esperar minha Prilore.
- Por mim... – disse Prilore
***
Araell estava orgulhoso de si mesmo. Por duas coisas. Primeira era por ter tido a honra de ser convocado pela Ordem para buscar o príncipe de Vânia, tarefa de alto risco.
Segundo era que enquanto passava na rua, as mulheres botavam metade do corpo para fora e elogiava ele.
- LINDO! – gritava uma
- GOSTOSO! – gritava outra
Ele sempre foi adorado pelas mulheres de sua cidade natal, Enoria. Enoria era uma cidade isolada no Sudoeste de Nionda por trás das Colinas Sagradas onde viviam os religiosos. Ele foi abandonado na porta da Catedral que regia o Alto Monge, e foi acolhido. Ele viveu e foi criado encima da religião predominante de Nionda: Luinismo.
Mas Araell não acreditava em nada daquilo. Ele não acreditava que Brandor Luin, um comerciante comum pudesse ter aprisionado Lúcifer sozinho na ilha do Inferno. E ele disse isso para o Alto Monge.
- Como não acredita? – exclamou o Monge com ódio no olhar
- É impossível pai. Só isso.
- Ele foi um enviado de Deus, Araell!
- Mas pai eu...
- NÃO ME CHAME DE PAI!
Dito isso o Alto Monge se virou e entrou na Catedral. Araell ficou sozinho nas escadas molhadas de chuva da Catedral olhando para o poço que tinha em frente à ela. Elaine estava colhendo água ali.
Araell se apaixonou pela garota a primeira vista. E Elaine também se apaixonou por Araell. Mas esse amor nunca pôde ter vida, por que o Monge agarrou Araell pelo braço e o botou em um cavalo guiado direto para Vânia, onde passaria o resto de sua adolescência aprendendo como ser um guarda. E o pior de tudo: ter que adorar a família que ele não acreditava na história.
Araell viu o garoto a sua frente. Ele estava de costas tentando pegar uma maçã de uma das barracas.
- Não vai não! – disse Araell e o agarrou pelo braço
- EI, ME SOLTE! – gritou o garoto
- Olá Artorios – disse Araell
Artorios empalideceu.
..:: Lorofous ::..
Mais um capitulo do primeiro livro...
Bom, temos coisas importantes aqui, o aparecimento de nosso fodonico mago Araell, o motivo da garota ter sido capturada (roubada) pelo Altar e um pouco do seja realmente Luins.
Eu não gostei do jeito como você escreve as coisas (sendo bem sincero), mais entenda que isso é o meu gosto, afirmo isso porque estou vendo como está o desenrolar da historia e vejo que o enredo (as ideias principais por trás das cortinas) está muito bem feito, uma trama bem armada pode-se dizer, mas como eu disse eu não sou chegado a esse tipo de escrita sua e por isso não tô gostando.
Alguns erros:
Se ela usava um vestido ela não poderia estar de saia, vestidos combrem o corpo todo (me desculpe mais e que eu não sou um cara ligado em roupas, se estiver errado me diga). Outro erro ai e que você usou "Vestida" e "Vestia", está um pouco estranho, tente mudar "vestia" por "estava com", vai melhorar um pouco.Citação:
... seu novo nome, estava parada na frente da loja de Nojentinho vestida como uma princesa. Vestia uma saia vermelha e vestido mostarda. Seu cabelo estava preso em rabo de cavalo do jeito que Altar tinha posto. Estava com os braços cruzados e com a cara fechada. Estava com dores no corpo depois do que Altar à havia obrigado.
Eu não consegui o que você quis dizer na parte em negrito.Citação:
- Não me faça te pegar e por aqui.
Prilore andou até o cavalo e montou. Altar pegou as duas mãos da garota e amarrou com uma corda fina. Pegou se capacete e colocou na cabeça careca e reluzente. Montou no cavalo na frente de Prilore. Pegou os arreios e chicoteou o cavalo, que saiu trotando pela agitada rua de Tir’Rafer.
- Sabe por que estou te levando?- disse Altar
Pense comigo, mulheres eram mercadorias não poderiam se expressar em todo o caso, apenas as ricas e poderosas podiam quem sabe ser "levadas a sério", então eu acho que elas não podiam se expressar de tal forma. Que tal um sorriso de lado nos lábio (é discreto e mais sexy) ou então uma ajustada no busto (a famosa levantada), isto daria mais ar de realidade.Citação:
Segundo era que enquanto passava na rua, as mulheres botavam metade do corpo para fora e elogiava ele.
- LINDO! – gritava uma
- GOSTOSO! – gritava outra
Não consigo imaginar Araell sendo tanto "Elogiado" assim...
Como podia ser adorado pelas mulheres se morava num fim de mundo (com todo o respeito). No maximo o que você descreveu foi um amor platonico quando era jovem, nada de "adorado pelas mulheres".Citação:
Ele sempre foi adorado pelas mulheres de sua cidade natal, Enoria. Enoria era uma cidade isolada no Sudoeste de Nionda por trás das Colinas Sagradas onde viviam os religiosos.
Estes foram alguns erros que eu ví de praxe.Acho que você devia rever mais seus textos, tem alguns erros que podiam facilmente ser concertados pela releitura do texto.
Mais um capitulo de tramas bem feitos.
Boa sorte e até mais...
Vlw de novo Zack... sempre apontando meu erros... é uma pena você não estar gostando. :triste:
Eu gosto quando você vem pq é um dos poucos que ajuda. Você, Dark Heru e o Claus.
Outros nem vem mais aqui (ou nem vem)...
Guerreiro, né? Mago é o Fardons. ;)
Na hora eu não sabia bem como descrever a roupa dela. Ela usava aquelas saias normais, nas o "vestido" seria tipo algo a parte da saia. Não é bem um vestido, é algo que cobre o peito e a barriga, entende?Citação:
Se ela usava um vestido ela não poderia estar de saia, vestidos combrem o corpo todo (me desculpe mais e que eu não sou um cara ligado em roupas, se estiver errado me diga). Outro erro ai e que você usou "Vestida" e "Vestia", está um pouco estranho, tente mudar "vestia" por "estava com", vai melhorar um pouco.
Lembre-se do Martelo dos Dwarfs... o Araell daquela história era o Araell II... esse Araell é o Araell I...Citação:
Não consigo imaginar Araell sendo tanto "Elogiado" assim...
Ele era adorado pelas mulheres de Enoria, mas quem ele realmente se apaixonou foi Elaine.Citação:
Como podia ser adorado pelas mulheres se morava num fim de mundo (com todo o respeito). No maximo o que você descreveu foi um amor platonico quando era jovem, nada de "adorado pelas mulheres".
..:: Lorofous ::..
o texto esta otimo... você como sempre, se preocupa em dar vida aos personagens!
mas de fato, concordo com zack, no fator mulher... simplificando, como sua historia naum tem uma linha de tempo exato, vou coloca-la na era medieval... nessa epoca, as mulheres eram extremamente subimisas, elas quanse não tinham presensa, elas eram apenas usadas para satisfazer o desejo dos homens, ser eguas parideiras e cuidar da casa, mais nada... uma mulher que fizesse isso (elogiar um homem tão abertamente) teria a reputação da familia e dela manchada pelo resto da vida!!!
sem mais, tah tudo otimo!!! flow!! aguardando proximo capitulo
Com ajuda do pessoal do Fun Artes, finalmente há um novo mapa para Nionda. Eu apresento a todos os leitores...
http://i369.photobucket.com/albums/o...a/07ec0e00.png
Haha...! Créditos: Ricky & Marcotonio :wub:
E agora? Tá bom? :rolleyes:
..:: Lorofous ::..
tah bom vo fingir que não se parece com Deltora quest!!! :)
mais tha show...
ALÔ ALÔ GALERA DUMAL 8DCom o fim d'O Martelo dos Dwarfs, essa história vai pra frente! Enjoy with "moderation"! ;)
Citação:
Livro 1
Capítulo IV
Araell após pegar Artorios e o botou na embarcação para Vânia e deu autorização para outras pessoas irem para a capital com a embarcação, aliás, ele e um garoto não usariam todos os quartos. Às vezes a Ordem era muito sensacionalista.
Jogou Artorios em um quarto luxuoso, considerando-se que era uma caravela.
- Nem tente escapar de novo – disse para o príncipe
Viu um homem com uma careca reluzente fazer is mesmo com uma garota no quarto ao lado.
- Adolescentes... – disse o careca
- É... – respondeu o guarda
- Quer tomar uma cerveja?
- Sempre!
***
Artorios ficou deitado de bruços em sua cama de lençol amarelo morrendo de raiva. Quase que seu plano foi “bem sucedido”.
O quarto era feito de toras de madeira horizontais. O chão era amarelo-ocre de ripas de madeira. Algumas estavam soltas e rangiam. Tinha uma pintura de um barco e um pirata.
Não vou ficar aqui por ordens de alguém¬ – pensou Artorios decidido – Eu sou um Luin! O futuro rei de Nionda e imperador das Terras Próximas!
Levantou-se num pulo da cama e espiou pela fechadura para ver se Araell estava de guarda. Não estava.
Girou a maçaneta e olhou para os dois lado no pequeno corredor mal iluminado. Viu uma garota no quarto ao lado fazer o mesmo. Artorios a achou linda, mas seu orgulho e posição social fez com que olhasse a garota com superioridade.
- Nossa... – disse irônica percebendo o olhar – Você é o que? O rei dos mendigos?
Ficou parado perto de sua porta confuso. Que insolência!, pensou. Olhou para suas roupas e percebeu que ainda usava as roupas que tinha usado uma semana inteira dentro de uma caixa de queijos fedidos e pulado no mar. E a garota estava toda arrumada.
- Desculpe-me por minha roupa. – disse
A garota riu.
- Você é meio maluco... Qual seu nome?
- Artorios – disse, mas não falou seu sobrenome. Afinal, queria sair daquela vida de “Luin”.
- Prilore – disse estendendo a mão
- Prazer Prilore... – e beijou de leve a mão da garota
- Estou fugindo.
- Também.
- Quer tomar alguma coisa?
- Será que tem vinho aqui?
- Vinho? – riu de novo – Que chique...!
- Claro – respondeu ofendido – Queria o que? Cerveja?
- Ahn... é! – esticou o braço – Vamos?
- Vamos – disse desconfiado, mas ainda sim passou seu braço pelo da garota. Ele era um garoto e ela uma garota, e seu instinto dizia: “AGARRE ELA!”
***
O bar ficava descendo um pequeno lance de escadas. Quanto mais desciam, ouviam a música abafada pelas conversas animadas. Estava parcialmente cheio. Algumas mesas de madeira sobravam. Sentaram-se em uma e um garçom veio os atender.
- O que desejam?
- Vinho para mim e para a senhorita – disse Artorios
- Como quiser – e virou de costas
Um minuto depois ele bateu duas canecas na mesa dizendo:
- Bom proveito.
Prilore começou a beber. Artorios olhou e viu o líquido amarelo espumante.
- É cerveja! – disse com nojo
- Pelo visto o vinho acabou... – riu a garota – Então... você veio de onde?
Ele hesitou. Não ia contar para ela que era Artorios Luin.
- Eu sou de Tir’Rafer mesmo.
- E como veio parar nesse barco para Vânia?
- Meu pai é comerciante, mas sempre quis ser um guarda do castelo. Ele quer que eu vire um. – disse pensando: Como eu minto bem!
- Nossa... – se espantou Prilore botando as suas mãos quentes e macias nas suas e acariciando – Do jeito que você é magro, vão te esfolar!
Os dois riram.
- E você? – perguntou Artorios.
- E eu o que?
- Como veio parar aqui?
Prilore hesitou, mas enfim disse:
- Nunca conheci minha mãe... – agora foi a vez de Artorios acariciar a mão da garota – Quero ver se encontro alguém lá...
- Nossa... sinto muito...
- Tudo bem. – olhou para a caneca de Artorios – Você vai beber isso, né?
- Ahn... – disse olhando para a cerveja no copo sujo
- É bom seu bobo! Prove!
Ele segurou a alça da caneca e encostou de leve na boca e bebericou.
- Isso é bom!
- Viu? Não disse? – ela ergueu a caneca e disse – Um brinde!
- A que?
-As nossas vidas em Vânia!
- Saúde – disseram os dois e beberam a caneca de uma vez
Artorios soltou o ar e ergueu o braço:
- MAIS UMA GARÇOM!
***
Uma hora de bebedeira, conversas e cantorias depois, Artorios subiu com Prilore até o convés e ficaram olhando pôr-do-sol.
- Deixou alguém para trás? – perguntou Prilore
- Como? – disse Artorios que estava distraído
- Em Tir’Rafer... você deixou alguém lá?
- Meu pai...
- Não... quero dizer... uma garota...
- AH! – exclamou misturando várias emoções – Er... eu... nun... – desafinou a voz – Eu nunca tive uma.
- O QUE? – riu Prilore – Quantos anos você tem?
- 14... quase 15.
- Nossa... a primeira pessoa que eu fiquei eu tinha 10 anos...!
- Nunca conheci muitas garotas... – disse olhando para o rosto perfeito de Prilore – Na verdade, você é a primeira que eu converso.
- Sério mesmo – disse ela adoçando a voz e chegando mais perto de Artorios
- É...
- Bom... é hora de você arranjar uma namorada, hein?
- Acho que sim
Os lábios dos dois se tocaram. Os dois em apenas um dia estavam apaixonados.
Prilore é meio quenga :P!
axei massa esse seu rp mais eu queria q ele fosse tipo um antes do martelo dos dwarfs, mais q depois se passase depois do q aconteceu lá, entende ;X
mt bom brô continua ae
Quão bom é ver velhas historias tomando seus rumos!
Depois de ler a grande saga inspirada em varias obras que tive a oportunidade de ler "O Martelo dos Dwarfs" nada mais justo de ler sua continuação (que na verdade se passa bem antes do "O Martelo dos Dwarfs").
Fiquei meio confuso com esse ultimo capitulo lançado... Afinal faz um bom tempinho que li os capitulos anteriores, depois vo dar uma olhadinha neles pra relembrar!!!
Gostei do capitulo, e aconselho você a dar uma olhadinha basica no capitulo pois tem pequenos erros, nada que atrapalhe o entendimento!
Só não entendi muito bem o que você quis dizer aqui, ela fico (de beijar como hoje) com menino de dez anos, ou teve o primeiro contato com um garotinho de 10 anos?Citação:
- Nossa... a primeira pessoa que eu fiquei eu tinha 10 anos...!
Sem mais, espero que você continue postando, pois eu quero saber o misterio por tras do meu personagem favorito Fardons!!!
Quando sai o próximo capítulo,porque eu to ansioso pra saber o resto da história.
E o final do "Martelo dos Dwarfs" foi muito bom.
AMIGO! Achei que tivesse me abandonado, já que fiquei sem respostas ao último capítulo do Martelo, mas pelo visto você leu :riso:
Tipo... eu não achei confuso... a história está tomando seu rumo. Só pra constar: Artorios é o avô do Fardons do Martelo.
[QUOTE]Só não entendi muito bem o que você quis dizer aqui, ela fico (de beijar como hoje) com menino de dez anos, ou teve o primeiro contato com um garotinho de 10 anos?[QUOTE]
Nenhum nem outro. Quando ela perdeu o "BV" (Boca Virgem), ela tinha 10 anos. Ficou faltando uma vírgula ali, por isso acho que não deu pra entender. Malz... :o
Okay Dokay ;) Talves esse final de semana. Aguardem de Sábado à Segunda. Acho que por aí...Citação:
Sem mais, espero que você continue postando, pois eu quero saber o misterio por tras do meu personagem favorito Fardons!!!
ELA MEIO O QUE??? WTF IS "QUENGA"? :confused:Citação:
Prilore é meio quenga !
axei massa esse seu rp mais eu queria q ele fosse tipo um antes do martelo dos dwarfs, mais q depois se passase depois do q aconteceu lá, entende ;X
mt bom brô continua ae
Anyway... essa história se passa antes do martelo, mas o que aconteceu depois vai estar na última RP da série:
Armaggedon:
O Único Homem
Vai ser de take the breath ;)
..:: Lorofous ::..
to curioso pra sab oque acontece , quenga e puta so pra responde a pergunta
Sem mais delongas o Capítulo V:
Citação:
Livro 1
Capítulo V
- Então até nunca! – disse Araell
O guerreiro da Ordem estava segurando Altar, pois este estava embriagado. Altar pediu cerveja após cerveja enquanto conversava, e logo depois entrou em um concurso de quem bebe mais sem vomitar. Ele perdeu. Era o último dia na caravela.
- “Bossa” Arraelllll... – disse Altar – “Bigadro” meeeeeeeeeesmo. – bateu três vezes no peito do guerreiro rindo – “Vuze” é um amigááááummm...
- Obrigado. – disse Araell morrendo da careca do pobre diabo que escorria espuma
Abriu a porta do quarto de Altar e depositou-o na cama.
- Ei! – gritou Altar - Cadê... minha... putinha?
- Quem? – perguntou Araell, mas logo lembrou da garota que Altar estava – Não se preocupe, vou procurá-la.
- Mande ela vir para o... – mas Araell bateu a porta antes dele terminar a frase.
Antes de entrar no quarto, percebeu que vinham gemidos lá de dentro. Abriu um fresta da porta e conseguiu visualizar a garota nua encima de Artorios.
Adolecentes... – pensou Araell – Melhor deixar os dois se divertirem por hoje. Amanhã desembarcamos mesmo.
***
- NÃO! – gritou Artorios
- Não vai ter discussão, meu príncipe! – disse Araell de braços cruzado na porta do quarto.
Tinha entrado no quarto de manhã quando viu Prilore saindo do quarto para ir ao banheiro. Araell estava nu somente com o lençol branco cobrindo suas partes íntimas. Disse para dar adeus à garota, porque iriam desembarcar em uma hora.
- Eu não vou para o castelo! – disse Artorios
- Tem razão, não vai. Vou te levar na sede da Ordem e alguém te levará ao castelo.
- Eu vou fugir! – disse Artorios se levantando e deixando o lençol cair – Simplesmente isso. Como eu fiz a uma semana atrás!
- Aí o problema não é meu. A não ser que me mandem atrás de você de novo. E eu vou te pegar.
- Você pode até tentar, mas já digo antes: não vou estar em Nionda.
- Te caço até na Terra do Abandono se for preciso.
- E no Inferno? – perguntou desafiador
Araell demorou a responder duvidando de Artorios.
- Somente o rei pode ir no Inferno e você não quer ser um. E além do mais nenhum rei, tirando Brandor Luin, foi no Inferno.
- Então depois de 98 reis, serei o próximo. O centésimo rei vai ao Inferno, imagina só.
- Você vai desembarcar daqui daqui à uma hora. – e bateu a porta. Prilore entrou logo em seguida.
- Oi gatão – disse a garota
- Pri... – disse Artorios – Temos que conversar
- O que ouve? Se foi seu incidente ontem na cama, não tem problema... poderia acontecer com qualquer um!
- Não! – exclamou Araell – Não é isso! Nunca mais falemos nisso!
- Tudo bem então. – disse Prilore rindo – O que é então?
- Araell disse que desembarcamos hoje...
O rosto perfeito de Prilore murchou. Seu olhar se perdeu e seus lábios carnudos curvaram em um sorriso ao contrário.
- Hoje? – perguntou com a voz falha
- É. Daqui à mais ou menos meia hora.
Prilore sentou-se na cama e afundou o rosto nas mãos. Artorios se sentou ao lado dela e pegou sua mão.
- Você ainda vai para o exército? – perguntou Prilore
- Exército? – perguntou confuso, mas logo se lembrou da mentira – AH sim...! É... temo que sim...
Prilore suspirou. Artorios pegou seu rosto com as duas mãos e disse:
- Eu vou te procurar por toda a Vânia! Vamos para longe de Nionda... para as Terras Próximas se possível!
Prilore abriu um sorriso torto. Artorios então beijou a garota. Seus últimos beijos.
***
Altar desceu a rampa do barco com Prilore sendo segurada pelo braço. A garota tentava se livrar da mão do caçador de recompensas. Ela olhava para trás o tempo todo tentando encontrar o olhar de Artorios, mas sempre era puxada bruscamente por Altar.
Quando a garota finalmente chegou no chão de pedra de Vânia, Artorios correu de Araell e tentou pular novamente da beirada da embarcação, mas o guerreiro era mais rápido.
- Você pode até pular,- disse prendendo as mãos do garoto nas costas – mas lembre-se que você está em Vânia. Todos te conhecem, e seria só eu descer e te esperar sair da água.
Artorios parou então de fazer força e andou ao lado de Araell. Quando desceram da rampa de madeira Araell olhava para todas as direções procurando a amada, mas esta já tinha virado alguma esquina e desaparecido na grande capital de Nionda.
..:: Lorofous ::..
Maneiro a história ;)
"Vuze", lá na Antica, tinha o membro importante dos Mercenary que se chamava Vuzefune :riso:
Vuze é amigão ;D
Abraços...
Quando a garota finalmente chegou no chão de pedra de Vânia, Araell correu de Araell e tentou pular novamente da beirada da embarcação, mas o guerreiro era mais rápido.
Essa foi dificil,Araell correu de Araell.
Hello Folks!!11!
ARIRIA dorgas mano! rs
Depois de a long time sem escrever por causa da seção parada (e falta de comentários, voltei a escrever. Espero que a seção esteja em um estado bom :rolleyes:
Aí vai
Citação:
Livro 1
Capítulo VI
Um cego poderia ser guiado por um simples gato moribundo, se quisesse chegar ao Castelo de Vânia. Era várias vielas emparelhadas e bem iluminadas à noite, que levavam a qualquer lugar de Vânia. Não existia um único beco sem saída.
O castelo ficava exatamente no centro. Parecia um imã “desenhando” seu campo magnético em palhas de aço, pois as casas fazia uma perfeita circunferência em volta do palácio, como uma muralha.
Artorios avistou o palácio colossal. Só se via um borrão na janela da torre do trono de tão alta que era. O rei aparecia ali todo mês e o povo o saudava. Já estivera ali sendo segurado para fora do parapeito pelo rei mostrando seu nascimento.
- HAULT! – gritou Araell ao chegar nos portões de prata. Era magnífico os detalhes que o metal fazia.
- HOLT! – gritou outro de dentro
- Araell!
Dois guardas que estiveram em guarda do lado de dentro abriram o portão, que se abriu sem rangido.
Araell sem cumprimentar ninguém passou direto pela pequena praça a frente do castelo. Tinha uma fonte com a imagem de Brandor Luin com uma espada ferindo uma fumaça aos seus pés.
Araell abriu a porta do castelo e entrou puxando Artorios. Nem se detiveram no hall de entrada. Viraram à esquerda e começaram a subir uma escada em caracol. A subida era longa.
Ao chegarem ao topo, exaustos, tinha uma pequena saleta com uma mesa e dua cadeiras. Dois guardas se encontravam dos dois lados do arco da sala do trono.
- Sou Araell, filho de Kamino. Trouxe o príncipe, Artorios Luin.
Um dos guardas passou pelo arco e ouviu-se anunciando:
- Araell, filho de Kamino se apresenta.
Araell respirou fundo e passou pelo arco. Com os olhos fechados se ajoelhou e murmurou as preces:
- “Sou apenas um guerreiro a serviços de meu Deus e de meu Rei, Andorwyran Luin.”
- Prossiga, meu filho – veio uma voz a frente de Araell.
Abriu os olhos e se viu na sala. Um tapete vermelho se estendia até uma cadeira de ouro com pés de leão. Sentado nela estava Andorwyran Luin, o 99° rei de Nionda. Seus cabelos brancos eram longos e ficavam presos num rabo-de-cavalo. Seu rosto tinha várias rugas, mas seus olhos eram vivos e sábios.
Ao lado do rei, estava a rainha Ajhani. Não a rainha que deu a luz a Artorios, mas a 3ª esposa de Andorwyran. As outras tinham morrido. Era gorda, mas seu rosto era lindo. Levantou do trono, esvoaçando seu cabelo ruivo e disse:
- Onde está meu Artorios?
O garoto entrou lento na sala olhando para o chão. Ajhani correu dramaticamente até o “filho” e abraçou chorando e dizendo com estava preocupada. O rei era impassível.
- Vá falar com seu pai. – murmuro a madrasta no ouvido de Artorios.
Ele foi arrastando os pés no tapete, no que durou uma eternidade, e se ajoelhou perante ao rei.
- Perdão.
O rei sem olhar para o filho levantou a palma de sua mão e pôs sobre sua cabeça.
Naquele clima, a rainha Ajhania disse:
- Bom... Marow!
Um duende vestido em uma bata branca entrou na sala do trono, se ajoelhou e disse as preces ao rei.
- Prossiga, meu filho. – disse o rei
- Peço permissão para levar o jovem Luin para escolher a noiva.
O rei levantou a palma da mão novamente.
O duende capengou até Artorios, tomou-lhe a mão e arrastou para fora da sala do trono.
Araell continuava ajoelhado perto do arco. Ajhani pôs as mão em seu ombro e disse:
- O que podemos fazer por você Araell, matador de Trolls, filho de Kamino?
- Descanso.
- Como?
- Peço para visitar minha cidade natal, Enori.
- Concedida.
- Aproxime-se Araell dos Trolls. – disse o rei Andorwyran
Araell se levantou e andou até perto do rei onde se ajoelhou novamente. O rei se levantou tremendo, e retirou a espada de Araell da bainha. Fez o sinal da cruz com ela em Araell e disse:
- Eu, Andorwyran Luin, filho de Polerion Luin, te nomeio Sir Araell...?
- Phaustsus. – disse Araell.
- ... Sir Araell Phaustsus, matador de Trolls.
***
Marow, o duende, conduziu Artorios até o banheiro real. Despiu-o e jogou-o na banheira gigante.
Depois de limpo, Marow pôs uma bata preta em Artorios e levou-o até outra sala.
Era uma sala pequena, pouco iluminada, mas larga.
Uma fileira de mulheres vestidas de branco estavam posicionadas uma ao lado da outra, eretas e impassíveis.
- O que eu faço agora, Marow? – perguntou Artorios
- Escolha a que mais te agrada e ela será sua esposa.
- Assim?
- Assim.
Artorios olhou para as garotas. Não sabia quem escolher. Não queria. Queria Prilore.
Passou os olhos pela fileira. As garotas eram lindas. A câmara que se encontravam era no 3° andar. Olhou para a parede esquerda e viu uma janela. Já estava quase pensando em pular por ela e deixar Araell e/ou outro guarda o perseguir. Mas viu Prilore na fila.
Nariz empinada, boca reta e olhos virados para cima com que impaciente.
..:: Lorofous ::..
Eae Lorofous. Não sabia que você tinha dado continuídade ao seu roleplay. Pois é. demorei mas li os seis capítulos que você lançou, e esse sexto capítulo realmente foi o melhor. Porém notei dois errinhos nele :
-"Era várias vielas emparelhadas ..."
Você se refere à velas?
-Lembro que em um dos capítulos o Araell dizia que ia levar o príncipe para a Ordem primeiro, e não para o castelo, não?
Bom... Parabéns! Continue com a história.
Vielas mesmo. São tipo becos. Ruas bem estreitas.
Ele foi na base da Ordem em Tir'Rafer o_oCitação:
-Lembro que em um dos capítulos o Araell dizia que ia levar o príncipe para a Ordem primeiro, e não para o castelo, não?
Valeu Lord 8DCitação:
Bom... Parabéns! Continue com a história.
..:: Lorofous ::..
Ah tá. Quanto à base da Ordem, talvez tenha confundido mesmo. Porque pelo que lembre o príncipe falava que Araell não ia levar ele para o castelo. Aí ele respondia que não, porquê ia levar ele direto pra Ordem, e de lá levariam ele para o castelo.
E quanto à viela, ah então foi erro meu mesmo kkkk. Só corrigindo então : o certo seria "Eram vielas" no plural. Desculpe se fui chato apontando esse errinho.
HELLO FOLKS!!!11!!1
Penúltimo capítulo do Livro 1! Enjoy it ;)
Citação:
Livro 1
Capítulo I
O lugar era mal iluminado. Não dava para descrever o lugar de tão escuro que a câmara era. O teto era quebrado e a luz da Lua incidia em um trono no topo de uma escada. A figura triste, esquelética e curvada sentada no trono levantou um dedo.
Lá embaixo, onde a Lua não alcançava, alguém falou:
- Sim, milorde.
A figura continuou como estava.
- Já? – respondeu lá embaixo e a figura continuava em silêncio.
- Mas... sim. Chegaremos lá quando o Sol raiar.
A figura bateu com o punho no braço do trono e a pessoa respondeu:
- Ainda está no navio? Então esperaremos. Nosso trono não ficará vazio.
***
Meio dia, naquele mesmo dia.
- P-p-prilore? – gaguejou Artorios
Marow olhou uma lista respondeu:
-Sim, temos uma Prilore. – olhou desconfiado para o príncipe – Como sabia?
- Ahn... ela tem cara de Prilore.
- Prilore! – gritou Marow
A garota demorou a olhar, mas quando olhou arregalou os olhos. Artorios? – pensou
As outras garotas bateram o pé, bufaram e gemeram de desapontamento.
- Fora! Fora! – dizia Marow empurrando as outras candidatas – O príncipe escolheu sua noiva.
- Príncipe? – murmurou Prilore para Artorios
- Noiva? – respondeu o garoto. Olhou para Marow que fechava a porta – Saia também. Deixe-nos a sós.
O duende ficou olhando para os dois e então capengou para fora.
- Como assim?!? – gritou Prilore
- Como assim?, digo eu! – respondeu Artorios
- Não se faça de desentendido, Artorios, se esse é seu nome! E o exército?
- E sua família? O que veio fazer aqui?
- Não mude de assunto! Como você não me contou que você será o 100° rei de Nionda?
- Como você não me contou que iria ser uma candidata à 200ª rainha de Nionda?
- Talvez se você tivesse me dito que era o príncipe, eu não mentiria. Quem mentiu primeiro foi você!
- O que você faria? Ainda teria ficado comigo caso eu tivesse lhe dito quem era? Você teria ido para cama com um Luin?
- Talvez. Se o príncipe me escolhesse eu teria que ir de qualquer jeito.
Prilore cruzou os braços. Artorios andou por trás dela e a abraçou.
- Eu te escolhi. – disse próximo ao ouvido da princesa
- Só porque já me conhecia.
- Não. Você é a mais linda de todas.
- Sei. – disse sorrindo
Eles se beijaram.
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"Prilore cruzou os braços. Artorios andou por trás dela e a abraçou.
- Eu te escolhi. – disse próximo ao ouvido da princesa"
***
- Até mês que vem, Araell! – gritou um guarda
- Até, Taderon, meu grande amigo. – disse Araell apertando a mão do negro gigante
- Enori? Esqueceu alguém lá?
- Acho que alguém esqueceu de mim.
- Deixe-me abrir o portão para você.
Taderon girou a roda e soltou os cabos que abriu o portão.
- Vai estar de volta para a festa do centésimo rei?
- Espero que não.
Um som de algo cortando ar irrompeu e uma flecha ficou no chão atrás de Araell. Tinha um pedaço de pano rasgado preso nela. Taderon tirou e mostrou para Araell. No pedaço de pano estava escrito:
100°
- Ahn? – coçou a cabeça Taderon
- Centésimo? – perguntou para si Araell
- Não seria o príncipe Artorios? 100° rei de Nionda...
- Hm... melhor falar com o general.
- Deve ser somente uma mensagem de congratulações, Araell.
- Uma mensagem há ver com Artorios cravada em uma flecha, me parece um bom motivo para falar com o general.
Passou por Taderon no sentido contrário e andou em direção ao castelo. Contornando-o, existia um casebre. Araell bateu três vezes no chão e abriu a porta. Lá tinha prateleiras empoeiradas cheias de ferramentas, garrafas vazias e aranhas. Ficou de cócoras e procurou embaixo da última prateleira uma chave. Limpou sua mão empoeirada e enfiou a chave numa fechadura no chão.
Abriu o alçapão e desceu as escadas que rangiam. Era silencioso ali. Raramente havia conversas ali dentro. Ali dentro era o “Quartel General” da Ordem em Vania.
O general responsável por todas as operações morava ali... era difícil dizer se já havia visto a luz do dia fora de um combate.
Abriu a porta de madeira bem trabalhada com o símbolo da ordem e entrou na sala.
A sala era quente por causa das tochas que ficavam acesas dia e noite e, pelo mesmo motivo, havia um cheiro de fumaça.
- General Elratos? – perguntou Araell tentando enxergar através da fumaça
- Quem é? – perguntou a voz grave. Araell sempre pensou que os generais eram escolhidos pelo tom de voz, pois todos tinham esse tom grosso.
- Araell, senhor.
- Você não ia tirar férias, Araell?
- Ia, mas acabei me deparando com isso...
Araell depositou a flecha e o pano encima da mesa do general. A mão grande e cheia de veias a agarrou e leu.
- E o que é isso?
- Acho que deve ser uma ameaça.
- Ameça? – o general riu
- Sim. Uma mensagem subliminar dizendo que vão atacar o centésimo rei de Nionda.
- Besteira. Vá tirar suas férias. O sol de Tir’Rafer queimou seus neurônios.
Araell virou de costas praguejando. Porque era difícil um general, que é incumbido de proteger os Luins, acreditar que alguém tentava mata o próximo sucessor?
Que se dane. Não me importo com essa família mesmo... – pensou
Ao subir a escada de madeira, ela, as paredes, o chão começaram a tremer. Ouviu o general gritar um palavrão. Tentou se segurar em alguma coisa, mas caiu de costas. Lá encima, pessoas gritavam e o barulho de fogo crepitando.
Tinha algo errado.
Até gostei mas sinto que está um pouquinho 'bagunçado'. Estou perdido quanto à utilização constante dos três pontos [...] e também com a separação [***]. Você divulgou diversos personagens, está evoluindo-os mas a história parece confusa. Confesso que sua narrativa é atraente, apesar de alguns erros como a falta da letra S como foi possivel observar no Capítulo 1 (pelo que vi). Estou esperando por mais capítulos.
O que realmente gostei foi da narrativa e da utilização de imagens, que, na minha opinião, está preenchendo muito bem a história.
Até.
Locked~~
Hello folks!
Não sei quando começei essa história. Acho que foi no inicio desse ano ou no final do ano passado. Só sei que me afeiçoei por todos os personagens dessa saga. E finalmente cheguei ao final do Livro 1. Sobre o Livro 2, eu falo após o capítulo.
Enjoy it! (H)
Bom. Qualquer dúvida, pode ser postada aqui, mas só responderei as que não der muito spoil do final da saga.Citação:
Livro 1
Capítulo VIII
Araell abriu os olhos com dificuldade. A pancada na cabeça havia sido forte e quando olhou para seu braço viu uma tora de madeira quebrada encima dele.
- Vamos, Phaustsus! – gritou o General Elratos aparecendo – A cidade está sendo atacada!
Araell tentou dizer “eu tentei avisar”, mas o General já estava roxo e estava com muita dor para ficar contando vantagem. Puxou o braço e viu a tora rolar.
Subiu a escada atrás do General, segurando-se no corrimão de madeira caso os degraus cedessem. Elratos gritou quando já estava no casebre:
- Vou para a frente do castelo reunir os homens! Me encontre lá!
Sim, general! – pensou tonto. Subiu o último degrau e cambaleou pelo casebre esbarrando nas prateleiras e derrubando algumas garrafas. Pegou uma e bebeu – Força na hora da luta...
Contornou o castelo desembaiando a sua espada sem nome. Queria que ela tivesse um nome, pois todo grande guerreiro dá um nome à sua espada, que é sua fiel companheira. Poucos da Ordem ficaram apegados à uma espada a ponto de nomeá-la, mas Araell queria nomeá-la e gravar seu nome na lâmina e quem sabe um dia passá-la para seu filho...
Chegando perto da praça, viu a fonte quebrada. A cidade deve estar se sentindo violada. Aquela fonte é a peça mais importante de toda Vânia. Nela estava esculpida Brandor Luin cravando sua espada em Lúcifer – representado por uma massa disforme e com chifres.
Viu os soldados de Vânia lutando com suas espadas contra vários homens vestidos de branco e usando um turbante deixando só os olhos a mostra. Esses não lutavam, apenas se defendiam com cajados e tentavam abrir caminho em direção ao castelo guardado por mais alguns soldados. Araell foi se juntar a esses.
Entrou no castelo e subiu a escada que levava a sala do trono.
- Onde está Artorios? – perguntou para o guarda da saleta
- Foi escolher a noiva. – respondeu o guarda – Ele está a salvo do combate lá fora. Nossos soldados são os melhores de toda a Nionda e Terras Próximas.
- E o rei Andorwyran? Está a par da situação?
- Não acreditamos que o rei precise se preocupar com uma situação que já está controlada.
E ao terminar essa frase, Araell viu um homem vestido de branco passar direto por eles.
- HAULT! – gritou o guarda – Você não pode entrar aí!
O homem respondeu acertando o rosto do guarda que desmaiou. O homem entrou na sala do trono e Araell foi atrás.
- Cuidade, majestade! – gritou pegando o ombro do homem de branco e puxando para trás.
Ele se virou e Araell pode ver seus olhos brancos e luminosos. Uma coisa linda de se ver... Araell desmaiou.
O homem de turbante virou-se para o rei Andorwyran que estava sendo abraçado por sua esposa Ajhani. O rei retribuía o abraço, mas mantinha seus olhos no homem.
- Onde está o príncipe? – perguntou
- Terá que me matar para me fazer trair meu próprio filho. – disse Andorwyran
Ele parou de abraçar a rainha e assumiu uma pose ereta e empunhou sua espada que sempre segurava.
- Não estamos aqui para brigar ou matar alguém. – disse o homem de branco levantando as mãos tentando acalmar o rei.
- Então nunca me farão dizer onde está meu filho.
Andorwyran correu na direção do homem empunhando sua espada encima de sua cabeça. Não parecia ser um velho de 89 anos e sim 29. Sua espada veio verticalmente na direção da cabeça do homem. Andorwyran atacava frenéticamente, mas o outro apenas se esquivava. Realmente estava ali em uma missão de captura sem deixar feridos. Ele tirou seu cajado de dentro da túnica e acertou o rei de Nionda embaixo do braço, quando este erguia a espada. Podia ter uma grande disposição, mas seus ossos já eram velhos. O rei se ajoelhou.
- Me mate. Não vou abandonar meu filho.
O homem se agachou perto do rei e olhou com seus olhos luminosos bem no fundo dos olhos negros dele. Andorwyran sentiu-se mais leve e que começava a pensar no filho escolhendo uma noiva.
- Obrigado. – disse o homem de branco e saiu da sala indo para a câmara que Artorios estava.
Desceu três lances de escada e viu um duende corcunda parado em frente a porta batendo e gritando:
- Anda, Artorios! O que está fazendo aí? – então o duende se virou e viu o homem – Mas o que...? – então foi acertado pelo cajado e desmaiou
Empurrou a porta com as duas mão e viu Artorios beijando uma garota linda de cabelos negros. Sem falar nada, agarrou Artorios e virou para olha-lo nos olhos.
- EI! – gritou o garoto – Mas o que é isso?
Olhando no fundo dos olhos do príncipe, vendo seu passado e todos os seus atos, o homem de turbante pensou consigo mesmo:
É ele.
Então pulou pela janela com Artorios desmaiado nos braços, ouvindo a garota gritando por ele. Ao cair, se comunicou com a mente com os outros homens e saiu andando pelos portões do castelo com Artorios no colo.[/FONT][/SIZE]
[SIZE="5"][FONT="Book Antiqua"]Fim do Livro 1.
Esse livro, como podem ter lido, falou sobre Artorios Luin e seu romance com Prilore e agora, no final ele sendo raptado pelo Povo. Quem leu "O Martelo dos Dwarfs" do início ao fim, sabia que ele ia ser raptado uma hora ou outra.
O Livro 2 será focado no filho de Artorios com Prilore: Fardons Luin. Rá, os curiosos que quiserem saber que Fardons Luin é esse, terão que ler até o fim esse livro, que terá muita ação.
Espero que tenham gostado de tudo quem vem ocorrido durante esse livro e se não gostaram, comentem aqui que acertarei as contas com todos no Livro 2.
..:: Lorofous ::..