bom, a historia mais uma vez ficou show!!!
mais eu achei que o capitulo anterior ficou melhor... esse capitulo, sei lá... não chamou muito minha atenção!!!
mais lembrando que essa é minha opnião!
sem mais, deixo meus parabens pra você!!
flow!!!
Versão Imprimível
bom, a historia mais uma vez ficou show!!!
mais eu achei que o capitulo anterior ficou melhor... esse capitulo, sei lá... não chamou muito minha atenção!!!
mais lembrando que essa é minha opnião!
sem mais, deixo meus parabens pra você!!
flow!!!
Obrigado, cara. Acabei de chegar do vestibular, to com a cabeça doendo de tanto que eu tive que ler nesse vestiba da UFPR. Vou esperar pelo comentário da galera que tá chegando do vestiba também =).
Abraços.
Também fiz vestiba hoje. Uff.
A prova tava o CAPETA!!
Hahahahaha
Sobre o capítulo. Nossa! Tá excelente! A história ta me prendendo e a escrita tá sensacional. Me amarrei demais nos diálogos e muito mais nas personalidades, de todos por sinal. Está muito humanizado, mesmo. Realmente gostei!
Espero mais e na mesma qualidade.
Abraços!
Gostei do capítulo kra... muito show
O Hitler era um Führer, não?
Continue assim;)
Abraços do
@Pernalonga
Obrigado, amigo! Quando eu puder, passo no seu! :D
@Lord of Fowls
Obrigado, cara. A presença de vocês faz muito a diferença no meu roleplay, já que tem alguns que só aparecem de vez em quando, sakoé? :rolleyes:
@Lord of Fowls
Obrigado, cara. A presença de vocês faz muito a diferença no meu roleplay, já que tem alguns que só aparecem de vez em quando, sakoé? :rolleyes:[/QUOTE]
A sua presença lá na minha, tbm faria a diferença...:rolleyes:
Passei lá! O Capítulo 3 tá pronto, só to esperando alguém aparecer por aqui. :~
Abraços.
Deixe-me perguntar só uma coisa:
Você pesquisa antes de escrever?
Tpw: exite realmente a EAI ou vc inventou?
Repercutindo o rodapé do primeiro post:
"Nota: Todas as sociedades, instituições, ruas, avenidas e prédios, com exceção dos mais conhecidos, são inteiramente fictícios. Vocês verão pouquíssimas coisas condizentes com a realidade. Como eu disse, minha história é fictícia."
Re-leia lá, brother, no primeiro post! ;D
@~
Ainda tão faltando três pessoas aqui.
Nossa, sua história está muito boa, suspense... bom... não tenho muito o que falar, encontrei quase nenhum erro, história que prende o leitor, muito bom mesmo! Parabéns!!! Não vou comentar sobre as semelhanças do prólogo com o livro citado anteriormente, pois vários posts já falaram sobre isso. Bom... avisa aí quando sair o capítulo 3. Aproveitando o post, dá uma passadinha lá na história que estou escrevendo tá? :)
opa! demorei mas li os ultimos dois capítulos!
A escrita está ótima, como disse no meu primeiro comentário aqui no tópico, gosto de histórias assim, com ação e suspense, na verdade são os estilos que mais gosto de interagir pois as coisas quase sempre se resolvem nos detalhes. Ainda mais num tema que gosto tanto como Nazismo :D
só uma coisinha que não me ficou bem clara...
esse novo Füher, seria mesmo contactado em caso de anomalias num campo de concentração? Eu acho que até chegar ao dito cujo, a informação passaria por vários informantes, e em alguns casos resolvidas por eles próprios, mas um pouco na frente na leitura vc remeteu o michael como o louco correndo pelo recinto, e talvez não seja apenas um campo de concentração... por isso é uma dúvida mais que uma critica, que talvez com o desenrolar da história acabe sendo sanada :)
de qualquer forma, continue escrevendo que enquanto eu tiver tempo pra ler eu o faço e comento também. Sinta-se livre também pra dar uma passada no meu roleplay, que continua alí ativo e me rendendo conhecimento pra caramba :P
falou! ;)
@Claudio di Martino
Opa! Uma das três pessoas apareceu!
A personalidade do Führer, você vai entender com o decorrer do roleplay, amigo. Tudo sobre o campo e a personalidade dessa instituição vai aparecer com o decorrer da história. Obrigado por passar por aqui. Quando eu tiver tempo, vou à sua história. Tenho que colocar minha escrita de lá em dia!
Faltam duas pessoas aqui agora :~ o terceiro capítulo só sai quando elas vierem.
Abraços.
Não sei se eu sou um deles, mas pela minha parte, eu ainda vou demorar algum tempo para postar, porque só estou com o computador aqui no escritório, e enquanto o meu não arruma, não vou postar em nada.
A não ser, que me apareça brechas como essa, mas precisaria ser uma bem longa.
Mas eu vou ler o capítulo.
@Hovelst
Aleluia, surgiu mais um dos três iluminados. Espero o seu post. Espero também que o Elementals venha para o meu tópico algum dia, daqui até o fim da humanidade. u_u!
Abraços.
Quem são esses três? u-u
@Rp
Bom, eu achei o capítulo beeeeeeem corrido e pouquíssimo descritivo. Mas foi legal, de u um pontapé a mais na história. Eu só acho que você está fincando coisa demais nos capítulos :s Mas eu vou sim prosseguir aqui porque até eu fiquei curioso agora. Você jogou tantos mistérios a esmo que é impossível não se interessar. O grande problema será resolver eles. Esperamos todos uma boa explicação pra trama.
E uma dúvida: Em que ano essa história se passa? Afinal o japa lá em cima fugiu aos 101 anos de Hiroshima pela ameaça de bomba, que foi tacada lá em 1945... Só por curiosidade.
E houve mesmo uma ameaça de bomba? Até onde eu saiba foram lá e tacaram u-u
Manteiga.
Bem, cara, a princípio, eu não mencionei "ameaça de bomba no período da Segunda Guerra". =) E em segundo lugar, é o que eu estou tentando, jogar o máximo de mistério e suspense possível para que as pessoas se interessem em ler a história. Eu só espero não frustrar ninguém com os mistérios, obviamente. Estou me esforçando e dando o meu melhor, até porque é o primeiro roleplay de "tempos atuais" que eu escrevo. =)
Abraços!
Well, as pessoas não apareceram, e que se dafo o double post. Aí vai, capítulo 3. Existe uma passagem neste capítulo que alguns de vocês poderão reconhecer de um filme, bem conhecido, diga-se de passagem, para os que não têm medo de filmes de terror. Eu assisti esse filme alguns dias atrás, e achei interessante a passagem.
-----------------------------------
CAPÍTULO 3 – UM GRITO DE SOCORRO
A voz no telefone foi bem clara.
- Eu sugiro que você evacue a extensão inteira da Analítica. Você já deve saber, ou deveria saber, que nós tomamos o seu míssil de alcance nuclear da base de Budapeste, dois dias atrás. Está em nosso poder. Está em nossa base. Michael Jeric foi muito importante para nós.
- O que é que você quer, seu doente?
- Eu não sou doente, Jack Nicholas. Eu apenas luto por um ideal justo na Terra. O Míssil de Alcance Nuclear está voltado para a Analítica e será disparado em setenta e duas horas. Vocês têm o tempo necessário para evacuar o prédio, mas não o suficiente para salvar seus projetos ou sua empresa. Está acabado, Jack. A Analítica chegou ao fim.
- Por... – Jack tinha problemas para pronunciar as palavras – Por que você está agindo assim? Qual o intuito?
- Vocês favoreceram os Aliados na Segunda Guerra, com armamento e explosivos, e nos fizeram perder a guerra. Vai pagar, Jack Nicholas. Vai pagar.
* * *
Eu preciso, pelo amor de Deus, sair daqui e fazer alguma coisa! Este era o pensamento na cabeça de Leonardo Yami, o japonês responsável pelo sistema de câmeras do campo nazista. Michael estava ao seu lado, sentado no chão, tomando o energético com bolachas que o próprio Leonardo o havia dado ao acolhê-lo no campo de concentração.
- Você... É boa pessoa.
- Obrigado, Michael. Eu acho que nós devemos deixar o lugar e alertar as autoridades.
- Não podemos. A CNN divulgou aos quatro ventos que eu sou responsável pela morte do meu pai – uma lágrima correu o rosto de Michael, enquanto ele abaixava a cabeça disfarçando ligeiramente.
Leonardo avaliou as opções. Ele era alto, aproximadamente o tamanho de Michael, quase um e oitenta de altura. Os longos cabelos grisalhos caíam levemente sobre a face impecável. Era hippie. Era forte e tinha os ombros largos. Havia uma marca com a letra S em seu pulso, semi-escondida sob o uniforme.
- O que significa? – Perguntou Michael, apontando para a marca.
- Samantha. É minha irmã. Foi morta na Segunda Guerra, na frente dos meus olhos.
- Como foi?
Leonardo passou a contar a história.
* * *
Leonardo e Samantha corriam intensamente pelo campo coberto de neve em Nova York, depois de terem fugido do Japão clandestinamente por um navio, quando foram pegos por oficiais norte-americanos, durante a Segunda Guerra.
O Padre Merrin estava de pé, ao lado de quatro oficiais. À sua frente estendia-se uma fila de quinze pessoas. Um dos oficiais dirigiu-se a ele.
- Padre, quais deles deverão morrer?
O Padre passou a rezar. Então, o oficial puxou Samantha para si.
- Rezando, padre?
- É só o que me resta. Que Deus esteja conosco.
O oficial riu.
- Deus? Sinto muito, padre Merrin, o seu Deus não está aqui hoje - e deu um tiro na cabeça da garota, que caiu dura em seguida. Depois, em estado de choque, Leonardo fugiu.
* * *
Michael e Leonardo corriam pela tubulação central do campo. Leonardo disse que sabia como sair, bastava que percorressem toda a tubulação até a fronte de ar principal, e então dobrassem à direita. Ele sabia como o prédio era construído, afinal, pelo ódio dos EUA, acabou auxiliando na construção do campo de concentração.
Chegaram à fronte central e dobraram à direita. Estavam quase do lado de fora. Havia quatro guardas de sentinela nos portões fechados à base de energia eólica transmutada.
- Como sairemos, Yami?
- Eu tenho isto - Leonardo mostrou-lhe um revólver com silenciador. - Mas eu acho que não confio muito na minha pontaria – disse Leonardo, entregando a pistola para Michael.
Michael deslizou pela tubulação com a arma na mão e desceu as escadas sorrateiramente. Estava no chão, mas certamente não seria notado, desde que estava fardado como os próprios soldados. Tudo que tinha de fazer era, com o silenciador, eliminar os quatro soldados. Nada de mal, afinal, segundo a Cable News Network, ele já tinha matado até o próprio pai...
- Fique aqui. Eu distraio os guardas e elimino-os um por um.
- Certo. Quando tiver terminado, eu descerei.
Michael caminhou poucos passos até o portão e começou a conversar com um dos guardas, num alemão fluente sem nenhuma marca de sotaque.
- O que há? – a primeira vítima estava confusa.
- Os quatro guardas de sentinela – Michael não aparentava nervosismo algum. – Preciso de todos eles aqui, agora.
- Sob que fundamentos?
- Ordem do Führer.
- Temos um prisioneiro, soldado – o sentinela parecia desinclinado a aquecer à ordem.
- Eu espero não precisar falar novamente.
Os quatro soldados aproximaram-se, enquanto Leonardo estava quase vomitando o coração.
- Eu quero uma fila indiana. Sem demora, não tenho tempo a perder. Tirem os capacetes.
Os guardas obedeceram. Michael passou por trás da fila, mantendo-se atrás dos soldados. Empunhou a arma e apontou na cabeça do primeiro soldado da fila indiana perfeita que havia sido montada.
- Sinto muito, sentinelas. The dream is over.
Os dois tiros acertaram a cabeça dos quatro soldados. Não havia nada mais a ser feito. Michael e Leonardo forçaram a abertura através do painel central e saíram do campo de concentração. Na saída, Michael não pôde deixar de notar. No meio do campo, na direção de Frankfurt, havia um enorme míssil de alcance nuclear com o emblema EAI marcado na base.
* * *
- Como pode ver, senhor – Jack voltava a fita várias vezes -, ele nos ameaçou claramente. Há pouco, recebemos um fax com uma marca que eu não faço idéia do significado.
O tenente Dudley Clark estava parado em frente ao painel luminoso da sala do presidente. Lá fora, em formação perfeita de fila, havia cinco homens.
- Jack – o tenente pronunciava-se -, eu posso ajudá-lo munindo-o de arsenal poderoso. Talvez, alguns de meus homens possam se infiltrar no campo de concentração. Não acho que Michael esteja envolvido na morte de George, muito menos com a organização nazista. Se ele estivesse aqui, a ajuda dele faria toda a diferença.
Foi quando um clique veio da porta. Ela se abriu com um rangido. Parado, ao lado de um hippie japonês, estava um ruivo fardado. Jack quase teve uma parada cardíaca. A vontade que teve foi de empurrar o rapaz escada abaixo, mas conteve-se.
- O que é que você está fazendo aqui, seu desgraçado?
- Cala a boca, Jack. Eu já tive problemas demais por hoje. Se você quiser, eu explicarei. Se não, eu vou explicar da mesma forma. A partir daí, acreditar ou não é sob sua conta e risco.
Jack ouviu atentamente. Tudo se encaixava. Michael terminou a explicação, só depois pôde perceber o tenente Dudley Clark sentado na ponta da mesa de reunião, divertindo-se com a situação.
- Ah, ótimo, Michael. Sendo assim, eu posso entregar-lhes a munição.
Os outros três na sala se entreolharam. O bipe emitiu um ruído suave, em seguida, num marca-passo perfeito, cinco soldados de elite subiram as escadas e entraram na sala da presidência.
- Estes – o tenente falava, orgulhoso -, são os meus melhores soldados. Resistentes. Criativos. Fortes. Inteligentes. Não existe no mundo um esquadrão de filtragem como este.
- É... um batalhão – Jack balbuciava, estarrecido. – Um punhado de homens excepcionais.
- Sim, Jack. São todos seus – disse Clark, sorrindo.
É, eu me esforcei pra encontrar a parte relacionada ao filme, mas não encontrei :(
sem problemas, não costumo assistir terro mesmo(se é que os filmes de terror podem ser chamados como tal). De qualquer maneira, no geral o capítulo está muito bom, a escrita está fluente, está conseguindo prender o leitor e o enredo é interessante. Minhas duvidas no post anterior tão começando a sumir, depois de perceber que este michael é uma espécie de "jason bourne" no quesito "fodicidade". Mas é o que estou achando, talvez eu me engane mais pra frente :P
que venha o próximo!
Então, Claudio, a parte do filme que eu falei é a parte do Padre Merrin, se refere a O Exorcista O Início (a propósito, assista o filme, é muito bom). Quanto ao Michael, ótimo. Você tá na pista certa.
Hovelst, Manteiga, Elementals, Lord of Fowls, Pernalonga, etc. Esperando vocês. (:
Abraços.
É, dessa vez eu não gostei muito do que li... Vou apontar algumas discrepâncias.
Primeiro de tudo. Acho que o estilo corrido te dominou por completo. Nos primeiros capítulos a coisa ia rápido e fluía de forma perfeita, agora ficou rápido e apressado, deixando de fluir. Cenas que levariam um pouco mais de descrição ficaram pequenas, muito rápidas e díficeis de entender numa leitura rápida... Tive que reler algumas partes para entender direitinho. =/
Sobre o enredo. Bom, achei muito forçado e mal explicado a traição do japa contra o führer. Não sei se você não falou direito por querer, para dar ênfase em outro capítulo, mas ficou ruim do jeito que está. E mesmo se você for explicar melhor essa traição, acho que ficaria muito melhor uma explicação mais aprofundada nesse capítulo.
Outra coisa. O führer fala a Jack que ele não tem muito tempo para sair do prédio, aliás, que ele só tem tempo para SAIR do prédio, nada mais. Mas em contradição, nesse tempo, Michael e Leonardo se juntaram, conversaram, fugiram e conseguiram chegar ao prédio da analítica! O que é um absurdo também, porque se eles sairam do lugar onde está o Míssil de Alcance (de míssil) Nuclear para o alvo desse míssil, acho que era melhor mudar o nome de Míssil de Alcance para Missil de Potência Nuclear, entende?
E o último detalhe. Acho que uma instituição tão poderosa como a Analítica teria um sistema de proteção aérea não?
É isso :)
E ah! Eu não escrevi nervoso nem nada, se pareceu nervoso é que eu to com um pouco de pressa e talz.
AHuahuahuaha
Abraços cara!
realmente, esse lance de apressar as coisas aparece, eu também tive de reler...
só que isso na minha opiniao é quando a pessoa tá empolgada e quer chegar logo na parte que interessa, acontece muito comigo, é dificil se controlar. De qualquer forma essa correria eu não vejo como um erro que trará danos pra sua história, de repente mais a frente pode ser que ela seja justificada, ou sei lá o que. De qualquer forma a parte da analítica ser destruída, eu acho normal, pois além de ser uma empresa fodástica, dá pra perceber pela forma com qual o cara fala no telefone que o interlocutor também aparenta ser fodástico, no caso até bem mais do que a própria empresa, o que poderia considerá-la "somente mais um alvo".
De qualquer forma, quero ver as coisas se desenrolarem =D
Bem, meu computador foi consertado antes do previsto, então, vamos lá!
Pode ser que eu esteja me preciptando, mas o fato do Führer estar falando diretamente com ele seria no mínimo como se ele fosse um inergumino. Ir se expor pessoalmente é bobeira. No mínimo, teria algum pau-mandado para isso, até pelo fato de que se mostrar não é boa coisa.Citação:
- Sim senhor, Führer. A Analítica está acabada.
Pareceu-me uma falha isso aqui, mas pode ser preciptação pelo fato de que o cara só imaginesse que ele fosse o Führer...
Mesmo que ele queria mostrar alguma coisa, como consideração com a pessoa, ainda sim haveria outras patentes que cobrem o requisito de falar bem e ainda sim, mostrar um sinal de consideração.
Ainda me preciptando, mas creio que o fato do Führer estar falando diretamente com reles soldados é meio que um furo. Ao menos, que os neo-nazistas nesse caso sejam uma organização pequena, e o de fato o Führer seja apenas o "Capitão", que quer fazer história e não tenha muito apoio.
Mas então, eu pensaria que a história tem falhas. Mas, como disse, estou meio que me preciptando sem saber como é a organização.
Mas isso pode ser muito bem uma falha.
Eu explodi em risadas nessa parte e na que se decorreu em seguida, mas não foi literalmente.:DCitação:
- O prazer é todo seu – Jack parecia visivelmente irritado. – Não se prolongue, por favor, estou com uma bomba relógio nas mãos e...
- Literalmente?
Enfim, eu ainda vejo algumas semelhanças com o estilo de Dan Brown, mas não pelo fato dos cortes, mas simplesmente pelo fato do tipo de enredo que você procura ter. Bem parecidos com o estilo de Dan Brown, se pensar um pouco, mas não há do que reclamar, pois não é nada clichê ainda. Só apenas um comentário sobre.
Como disse, o capítulo, na minha opinião, parece apresentar a falha pelo fato do Führer estar na linha de frente das ações, quando na verdade, deveria ser apenas o mentor. Mas posso estar enganado.
No mais, eu sinto melhoras bem surpreendentes desde "O Incubo". Os personagens parecem estar mais bem trabalhados e a história está me prendendo apesar de uma coisinha aqui e ali.
É tudo um efeito de ler e escrever. As melhoras sempre surgem.
E o capítulo 3 eu leio algum outro dia.
Espero que continue assim.
@Hovelst
Há! A história desse Führer vem no capítulo 4. Quanto ao restante, obrigado pelas suas palavras, cara. É muito bom ver você falando bem da história. Obrigado mesmo.
Espero mais comentários seus.
@Pernalonga
É, talvez tenha ficado... há também uma explicação pra essa correria toda de Michael no capítulo 4. Nem se preocupe. =)
@Claudio di Martino
Mesma coisa. Eu acho que comentar que o RP tá corrido é precipitado, antes de ver os próximos capítulos. As explicações para alguns dos atos serão bem plausíveis dali em diante.
Abraços a todos. =)
Salvee....
Como prometido, vim ler...
Cara... Gostei demais... demais mesmo...
Só li o prólogo e o capítulo I, mais tarde leio os outros e edito aqui, tenho que fazer outra coisa agora..
Mas to gostando muito.
Parabéns e boa sorte nos próximos, já ta nos favoritos.
Abraço!
Nada a falar, só bater na minha tecla favorita: corrido, descrições escassas, emoção fraca. Outra coisinha: eu não consigo identificar quem é o Michael. Sei quem ele é, mas não como ele é. Não sei o que ele faz, o que ele teme, o que ele poderia fazer... Enfim, não sei a personalidade dele. Não que eu possa falar muito disso, mas eu acho que podia ser mais explorada...
Enfim, no contexto, eu achei um capítulo mais ou menos. Não vou dizer o pior de todos, mas o "menos melhor". Eu achei ele realmente MUITO corrido, até demais, o que atropelou muita coisa que poderia ter sido mais explorada como a fuga. Fuga fácil hein?
Enfim, eu vou continuar acompanhando. Não vou negar que estou bem curioso pela sequência :)
Manteiga.
Quero desculpar-me pela demora. Dei um tempo aqui na seção mas voltei. Nada demais, só passei uma semana sem visitar.
@Capítulo 2
Woow! Gostei bastante. Só não gostei que você apresentou muitos personagens em um capítulo só, ficou meio vazio e eu nao me lembrarei deles depois... Mas as personalidades e os diálogos ficaram bem reais. A cada capítulo me lembra um pouco mais de um conto que eu estou escrevendo que tem nazismo incluso :O
@Capítulo 3
O início foi ótimo, e tirou uma dúvida que eu particularmente tinha: Em qual época se passava a história? Quanto à segunda parte, apesar de não ser, me lembrou de Hannibal. Só acho que faltou mais detalhes e descrições na parte em questão, que podia ser muito bem explorada. Na terceira parte, aconteceu um solavanco, e isso não deu uma impressão muito boa.
A atitude de Michael com a pistola foi muito fria. Ele não iria se indagar de como proceder, não iria ficar amedrontado, tremer, rezar? Na quarta parte, não tenho muito o que comentar.
No mais, seu estilo realmente se parece com Dan Brown, porém dessa vez você praticamente eliminou meus pensamentos sobre se era parecido ou não. Acho que você deveria também trabalhar um pouco mais com a personalidade e descrições das personagens. Estou aguardando o próximo capítulo.
Mais uma vez, desculpe-me pela demora.
@Heart Attack
Obrigado pelo comentário. Espero você nos próximos capítulos. ;)
@Manteiga
Sim, reconheço, ficou corrido, e tal. Mas é que eu estou tentando colocar o maior número de acontecimentos possíveis no roleplay pra que ele não fique confuso ou incompreensível. Todos os capítulos são abarrotados de acontecimentos por esse fato.
@Elementals
Demorando ou não, o importante é que veio. =)
Quanto aos capítulos, o 2 apresentou a dúvida do Hovelst com relação ao fotógrafo. No 3, eu tentei dar ênfase na fodasticidade do Michael, que é o grande personagem-chave da história. Espero que entendam. Sua presença aqui é muito importante. =)
Abraços.
CAPÍTULO 4 – RECONHECIMENTO DE TERRENO
O Führer falava sozinho, dentro do seu jato particular. Ele mesmo o pilotava. Sentado numa das cadeiras da aeronave, estava Johnson, o agente moreno que ajudou a capturar George. Algo estava errado. O agente estava amordaçado, preso a cordas, e desacordado. O Führer deu-lhe uma rápida olhada pelo retrovisor, amaldiçoando cada minuto que perdeu com aquele homem. Eu não acredito que confiei nessa peste. Negro maldito.
Johnson pensou rápido. Havia uma mochila na parte traseira do avião. Por sorte, o Führer não ativara o piloto automático e ele mesmo não o matara. O plano nazista tinha diversas falhas. Johnson sabia que o Führer não era tão inteligente assim. Era apenas mais um louco. Arrependeu-se drasticamente de ter assassinado George.
Ágil, Johnson atirou-se ao chão e fingiu ainda estar em transe. O Führer o vigiou novamente através do retrovisor. O maldito do negro ainda está sob efeitos do clorofórmio. Preciso decidir logo o que eu vou fazer com esse desgraçado! Deitado de barriga para cima, com as mãos presas atrás das costas, Johnson vagarosamente conseguiu soltar uma delas. Alcançou o rádio que pertencera a George, e mandou uma mensagem criptografada para o walkie-talkie do outro lado, provavelmente de algum membro da Analítica. Mas era tarde. O piloto automático estava ativado, e o Führer estava parado ao lado dele.
- Ah, negro miserável. Eu deveria saber. Você é um desgraçado, seu maldito – Johnson começou a debater-se, na tentativa de falar algo, amordaçado. O Führer aliviou a mordaça.
- Vá se foder, filho de prostituta.
Os olhos do Führer se encheram de fúria, o que culminou num forte golpe com o pé direito contra o estômago dele.
- Qual é o seu problema, desgraçado?
- O meu problema – falou, tossindo rispidamente -, é que você não é o Führer de verdade. É apenas um fantoche, assim como eu fui. O verdadeiro Führer jamais se exporia como você se expõe. Não passa de um idiota.
- Do que é que você está falando, seu macaco? – estava visivelmente nervoso, o suficiente para causar-lhe pânico dependendo do próximo movimento.
- Macaco costumava ser a sua mãe, aquela piranha.
O Führer não perdoou, e abriu a porta do pequeno jato. Chutou Johnson na direção da porta. O ex-agente nazista só teve tempo de puxar a mochila que vira antes, antes de desaparecer no mar de nuvens abaixo do jato.
- Coitado. Mal sabe ele que vai ser comida de tubarão.
Piscando instintivamente, Johnson mal pode ler o que estava gravado no braço do Führer. Parecia as letras NFC.
* * *
Jack Nicholas olhava para os cinco homens à sua frente. Cada um com uma característica diferente. Não saberia, com certeza, distinguir qual era especialidade de cada um.
- Deixe que eu os apresente, Jack – Dudley Clark caminhou alguns passos e postou-se em formação militar à frente do seu pelotão. – Esses são os Commandos. Green Beret, por favor, dê um passo à frente.
O primeiro homem era alto. Sua pele, ligeiramente queimada pelo sol. Extremamente musculoso, a face firme e um olhar assustador feito a morte, deu um passo à frente. Visivelmente, era o soldado mais forte do grupo. O cinto trazia uma pistola desert eagle, um punhal e um pequeno rádio junto de um controle.
- Jack, este é Green Beret. É o líder dos Commandos. Saiba que é um prazer ter um soldado como este em meu batalhão. Sua inteligência excede alguns padrões – Dudley divertia-se com as descrições. – Recue, Green – o soldado voltou à sua posição original. – Driver, um passo à frente, meu querido.
O segundo homem, alto, porém magro, de musculatura visivelmente fraca, tinha um rosto determinado. No peito, uma pequena plaquinha de metal cintilava, dizendo CIA. Tinha uma arma como a de Green, uma escopeta de cano serrado e um punhal, também.
- Este é Driver. Inteligente, demais até, diga-se de passagem. Arrisco-me a dizer que é o mais pensante do grupo. Não há ninguém que dirija como ele. Suas habilidades manuais com qualquer tipo de armas e bombas são notáveis. É uma grande adição ao grupo. Por favor, Driver, volte ao seu posto – Driver obedeceu, voltando à posição. – Sniper, um passo à frente.
O terceiro soldado era forte, mas baixo. Bem mais baixo que os dois primeiros. Mal lidava com o peso do rifle de precisão nas costas. Lembrava um guerreiro da Segunda Guerra, com duas linhas de balas cruzando-lhe o peito. O mesmo punhal e a desert eagle conhecidos brilhavam no cinto.
- Este é Sniper. Atirador de elite, não existe nenhum outro que atire como ele. É um dom nato. Também é muito rápido, principalmente ao sacar uma arma. Sniper, volte ao seu posto – o Commando obedeceu. – Por favor, Marine, um passo à frente.
O quarto homem, abarrotado de acessórios, deu um passo à frente. Usava uma toca camuflada, própria para mergulhadores. Era realmente um mergulhador. Seu traje era igual ao dos outros, mas a bomba de oxigênio ao lado da mochila não deixava dúvidas. Havia um arpão no cinto, junto do punhal e da desert eagle.
- Apresento-lhe Marine. Ele trata de coisas como vocês, mexe com bombas – o tenente sorriu. – Suas habilidades com o arpão e seus treinamentos de pesca são formidáveis. Mergulha muito bem. Não há nada que o detenha dentro d’água. Fugiu de um tubarão, certa vez. Volte, Marine – o Commando, assim como todos os outros, obedeceu à ordem. – Um passo à frente, Spy.
O último homem era o mais estranho de todos. Alto e corpulento, aparentemente antipático, diferente dos outros, destacava-se primeiramente pela vestimenta. Não era nenhum uniforme camuflado, ou qualquer coisa do tipo. Pelo contrário. Era uma camisa de linho impecável, sob um paletó marrom. A calça era jeans comum, claramente inapta para a ocasião. Usava sapatos comuns também, bem vagabundos, diga-se de passagem, pretos.
- Este é Spy. É auto-explicativo, imagino. A inteligência dele só não excede a de Driver, mas sabe agir bem nos momentos de crise. Tem calma para pensar. Não existe no mundo servidor melhor que este determinado homem.
Jack observou o batalhão, estupefato. Cada soldado tinha uma peculiaridade. O que mais lhe chamou a atenção foi Green Beret. Parecia um monstro emergido das sombras, pelos seus enormes bíceps.
- Onde está o sexto soldado?
- Aqui, tenente Dudley Clark.
Uma mulher entrou pela porta. Todos os homens ficaram embaraçados, com exceção dos Commandos. Michael mal acreditava no que via.
* * *
Johnson caía a uma velocidade impressionante. Nunca fora tão difícil colocar uma mochila nas costas. Descendo cada vez mais, Johnson entendeu as últimas palavras do Führer. Mal sabe ele que vai ser comida de tubarão. Ia cair em alto mar. Maldição. Maldito Führer, maldita organização!
Johnson achou que era a hora. Puxou a corda da mochila, mas nada aconteceu. O pára-quedas falhou. Desesperadamente, buscou pela corda de emergência. Quando a achou, ao puxar, seu corpo deu um tranco no ar e uma força puxou-o para cima. Olhou para o céu, mas o que viu foi um pedaço de pano acinzentado com a suástica bem no meio. Como se eu já não imaginasse...
Lentamente, caiu na água. Soltou-se da mochila e retirou o paletó nazista o mais rápido quanto foi possível. Inutilmente, nadou contra a maré. Seu corpo sucumbiu diante da força da água que apertava-lhe o mesmo. Cada vez mais, perdia os sentidos, e a água entrava pelo nariz e boca. No fim, escuridão. O corpo de Johnson jazia boiando no mar.
* * *
- Algum problema, Michael Jeric?
Michael estava paralisado. A visão em sua frente era estonteante. Ousada, visivelmente. A mulher de aproximadamente 1,80m, ruiva, dos seios fartos e um estilo de se vestir provocante, entrou lentamente na sala. O quadril e a bunda eram perfeitos. Nenhuma celulite sequer, Jesus amado, pensava Michael, em seus devaneios. A mulher repetiu a pergunta, quando, enfim, ganhou um olhar intimidador.
- Algum problema?
- Todos os possíveis. Você perturba a ala dos Commandos – Michael respondeu, boquiaberto.
- Não estou perturbado – Green Beret abrira a boca pela primeira vez. – A presença da senhorita Turner nos tranqüiliza bem mais.
Michael olhou confuso para o líder Commando.
- Permissão para explicar, senhor.
- Concedida, sargento – o tenente se divertiu ao dar essa resposta a Green.
- Senhor Michael, Natasha Turner é a nossa melhor guerreira. Digamos que uma junção de todos nós numa só mulher. Nunca ficamos intimidados pelo fato da mulher ser a mais cabeça do grupo, e ter N formas de se mostrar valorosa. É uma adição e tanto, senhor.
Michael observou as palavras de Green, estarrecido. A mulher é o ponto forte do grupo. Lutou contra o próprio machismo, naquele momento.
* * *
- Está tudo completo, mestre. Johnson está eliminado. Só há o problema: Michael e Leonardo, inacreditavelmente, fugiram do nosso campo de concentração.
O outro homem observou silenciosamente a silhueta desenhada à sua frente. Não posso confiar em ninguém. Que merda.
- E quanto aos soldados eliminados – a voz era fria, firme -, Capitão?
- Eu não sei dizer, mestre – o homem estava abalado visivelmente -, não sei dizer. Minha teoria é a de que Michael os assassinou para fugir.
O outro homem virou de costas. Encarou freneticamente a rua mal-iluminada pela janela, de dentro da sala, que tinha suas luzes apagadas. Remexeu numa gaveta por alguns segundos, e em seguida virou-se para o Capitão.
- Well done, Capitão. Obrigado por sua serventia. Foi, com certeza, uma mais-valia na nossa equipe.
- Ah, obrigado, mestre – a preocupação do homem, de repente, foi-se embora -, obrigado mesmo. Tudo pelo nosso ideal.
- Mas... – o outro homem virou de costas novamente. – Você é um risco. Assumo. Digo mais, até, você quase pôs todo nosso plano a perder.
O sorriso desapareceu dos lábios do Capitão instantaneamente.
- Não posso confiar em você, Capitão. Seu modo de resolver as coisas tem diversas falhas. É um risco para mim. Sua participação com nosso ideal termina aqui.
Rapidamente, sacou a pistola 9 mm com silenciador e estourou a cabeça do Capitão com um tiro. Enquanto guardava novamente a pistola, pôde jurar ter visto uma inscrição “NFC” no braço do defunto, antes de atirá-lo pela janela do outro lado da sala, que ficava de frente para o mar.
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Obrigado a todos que leram. Se quiserem, há uma foto dos Commandos.
Da esquerda para a direita: Marine, Driver, Green Beret e Natasha em pé, Sniper no chão. O outro soldado, eu retirei da foto porque não faz parte do roleplay. Este é Spy.
Abraços!
Começei a ler os capítulos, no principio eu estava gostando bastante, os capítulos estavam otimos, bem detalhados e redigidos, já o 3º capítulo não me chamou muita atenção - não sei porque - e mesmo assim continuei lendo, quando cheguei no 4º eu não parei nem para respirar, eu tava sentindo tudo que estava se passando lá dentro da história, um ponto muito bom que você tem é esse, de deixar o leitor imaginar o que está se passando, com muitos detalhes que são nescessários nas histórias daqui do Roleplay. esperando o 5º capítulo, :wscared:
Bom... Capítulo bem interessante esse, não imaginaria que você usaria os comandos, apesar do titulo do roleplay xD
@Amystar
Obrigado pelos elogios! ;]
@~
Nem eu sabia que usaria os Commandos. EAUHEAUhea
@Topic
BUMP!~
Eu vi aqui um problema meio que comum entre os escritores daqui. Por mais que eles tentem descrever, muitas vezes eles simplesmente acham que é só colocar em qualquer canto quando não é bem assim.Citação:
Leonardo avaliou as opções. Ele era alto, aproximadamente o tamanho de Michael, quase um e oitenta de altura. Os longos cabelos grisalhos caíam levemente sobre a face impecável. Era hippie. Era forte e tinha os ombros largos. Havia uma marca com a letra S em seu pulso, semi-escondida sob o uniforme.
Fazer uma descrição é colocar ela em um ponto que caia bem, e aqui não era esse ponto. Se você ver, você está falando sobre "Leonardo estar avaliando as opções", e depois simplesmente, muda de assunto, para poder descrever. Ou seja, nada haver com a primeira frase.
As frases tem que ter ligação, rapaz. Insira a descrição em um momento que é para descrever e não em algo totalmente fora dela. Coloque-a de uma maneira natural.
Desculpe mas não existem um número considerável de padres nos Estados Unidos, pelo fato de eles serem protestantes. Protestantes tem como representante de Deus um pastor e não padres. Apenas isso, mas se quer manter um padre, por mim, tudo bem. Apenas para te mostrar que não é comum.Citação:
Leonardo e Samantha corriam intensamente pelo campo coberto de neve em Nova York, depois de terem fugido do Japão clandestinamente por um navio, quando foram pegos por oficiais norte-americanos, durante a Segunda Guerra.
O Padre Merrin estava de pé, ao lado de quatro oficiais. À sua frente estendia-se uma fila de quinze pessoas. Um dos oficiais dirigiu-se a ele.
- Padre, quais deles deverão morrer?
O Padre passou a rezar. Então, o oficial puxou Samantha para si.
- Rezando, padre?
- É só o que me resta. Que Deus esteja conosco.
O oficial riu.
- Deus? Sinto muito, padre Merrin, o seu Deus não está aqui hoje - e deu um tiro na cabeça da garota, que caiu dura em seguida. Depois, em estado de choque, Leonardo fugiu.
Eu não tenho muito o que comentar sobre o capítulo, mas apenas ressalto o que já falei aqui. As coisas acontecem rápido demais e concordo sobre este comentário do Pernalonga.
E para juntar à isso, eu achei meio estranho o fato dos soldados acatarem a ordem dele facilmente. Por que diabos eles acatariam a ordem de uma pessoa que eles nem diabos conhecem? Seria no mínimo burrice, até porque você pode dizer que era por causa das roupas, mas eu duvido que eles dariam alguma roupa com patente nelas (ou seja, a marca que fica sobre os ombros).Citação:
Postado originalmente por Pernalonga
Mas, quero ver o desenrolar dos fatos. Próximo?
Ps: Cara, tu poderia não deixar essa imagem do capítulo 4 desse tamanho. Primeiro porque ela está fora do padrão e outra, porque alguns tem internet discada, como eu...
Eu não lembro como "prender" a imagem, senão eu te falava, mas tem uma maneira de fazer isso.
Eu ficaria grato.
Hovelst
@Hovelst
Eu concordo com o seu post inteiro. Eu apenas fiz questão de citar uma parte dele.
Existe uma passagem do texto em que ele menciona "ordens do Führer" aos soldados. Na Segunda Guerra, a hierarquia pouco importava. Quando um soldado determinava que o capitão havia dado-lhe uma incumbência, todos os outros remanescentes eram obrigados a acatar, principalmente quando tratava-se de formação militar dos contingentes. Portanto, eu não vejo a passagem como uma falha, mas sim como uma presença histórica. Eu precisei de um professor historiador pra me explicar isso, porque qualquer livro de história não traz informações detalhadas sobre os campos de concentração da Segunda Guerra.Citação:
Postado originalmente por Hovelst
Quando tiver tempo, leia o quarto capítulo. (: Eu reajustei as imagens, pode clicar no link, se quiser.
Abraços.
@Topic
Eu tô com o capítulo 5 quase pronto, eu estou apenas esperando mais postagens pra esse. O povo tá visitando bem pouco a minha história, em especial alguns dos membros do fórum que eu mais prezo. Espero a presença deles aqui.
Obrigado a todos,
Abraços.
Bom Cristiano...
Eu não tava gostando muito do seu texto mais este capitulo foi simplesmente... Agradável.
Nada me tirou a atenção, a não ser as imagens que vc colocou que sinceramente me deixaram a desejar (minha imaginação tinha pensado em coisas melhores), seus personagens tem caracteristicas interessantes. Gostei muito do Sniper, gosto de caras precisos e rápidos.
A imagem que vc colocou destruiu meu coração, aonde está a natasha, a mulher semi-perfeita e pronta pra me "servir" de N formas, na imagem eu só toh vendo uma puta velha hahahhaha.
Brincadeiras a parte seu texto tá otimo.
Espero que continue escrevendo desta forma
Ah, tá bom então, esta é Natasha:
Quanto ao restante do comentário, obrigado! =) Eu estou esperando o Claudio vir aqui, mas acho que ele está um pouco ocupado esta semana. Talvez eu espere um pouco mais para lançar o próximo capítulo.
Abraços.
Citação:
Este capítulo ficou um tanto quanto forçado. Eu me inspirei no final de Fortaleza Digital para construir o algoritmo enviado pelos Nazistas. Já estou avisando, porque não quero ser hostilizado. Está, realmente, inspirado no livro. Eu já tinha visto O Enigma, quando pesquisei sobre a Segunda Guerra para construir o roleplay, mas não pretendia usá-lo até que o vi no Fortaleza Digital. Acredito ter ficado apropriado. Obrigado a todos.
CAPÍTULO 5 – FANÁTICO, RELIGIOSO, SEJA O QUE FOR
Abriu os olhos lentamente. Não sabia onde estava. Levantou-se, deitado em uma rede feita de grandes folhas de bananeira. Que diabo é isso? Tentou lembrar-se do que aconteceu. Uma luta no ar. Fora jogado para fora do jatinho. A suástica brilhava. Afogamento. Escuridão. Fim.
Levantou-se assustada e vagarosamente. O domo onde estava era completamente antiquado, lembrava muito as cidades da América Central. Mas era totalmente branco. Incolor. Salvo pela rede em que estava deitado, que era selvagem. Havia uma porta. Locomoveu-se até ela, e então a abriu. Um clarão invadiu os seus olhos. Estou no céu?
A voz de Deus era clara ao coração do homem. Estou no céu. Pensou se teria feito tudo que podia. Pensou se os hostis atos cometidos devido ao nazismo o tirariam a vaga no céu. Pensou. Sonhou. Clarão novamente, e novamente a escuridão. Apagou.
* * *
As florestas nos arredores de Frankfurt estavam calmas como sempre. A Alemanha vivia um grande momento, em breve tomaria o lugar dos EUA na Primeira Colocação em Economia Mundial. O avanço do país era espantoso. A formação nuclear de suas empresas era assustadora, o avanço tecnológico, incomparável. Há tempos, o Japão havia se convencido de que a Alemanha tomara seu posto. Um turbilhão de idéias do tipo passava pela cabeça de Dudley Clark, quando avançou com seus Commandos em meio à floresta. Michael estava no grupo. Leonardo Yami ficara na Analítica, desenvolvendo sistemas junto de empreendedores. Jack fora para casa, precisava descansar. Havia 57 horas para agir. Pouco menos de três dias.
A fila indiana era perfeita, apesar de a formação ser condenada pelo próprio tenente. Não tem cara de esquadrão especial, por Deus! Michael era o cabeça do grupo. Caminharam por exaustivas centenas de metros, quando o tenente ordenou a parada.
- Meus Commandos – trazia uma emoção desconhecida na voz. – A operação está em suas mãos. Confio em vocês. Eu voltarei até a base da EAI e vou tentar quebrar o código que chegou da organização deles.
Green Beret olhou para o horizonte. Os primeiros raios do amanhecer pairavam sobre Frankfurt. Quem quer que olhasse para Green no momento não reconheceria o soldado. Estava compenetrado. Mas a emoção era visível nos olhos do contingente. Pensou que talvez fosse sua última missão à frente dos Commandos.
- Boa sorte, amigos.
A forma de tratamento do tenente chamou a atenção de todos, especialmente de Driver. Amigos? Nunca foram chamados assim. Driver entendeu. O tenente não acreditou que os Commandos voltariam do campo de batalha.
- Sentido.
Todos os Commandos bateram continência. O comandante, então, sumiu às costas dos comandados.
- Grande homem – Green Beret surpreendera pelo comentário. Michael, à frente do pelotão, avaliou todas as opções. Segundo o relógio rolex de pulso, eram seis da manhã, em ponto. Observou o céu, calmamente. Em seguida, postou-se de frente aos Commandos.
- Senhores – sua voz trazia determinação, o que tranqüilizou seus soldados -, temos um cerco em mãos e temos que fechá-lo. Nenhum de nós morrerá. Eu garanto. E não hesitem em sacar a pistola e abrir fogo. Tentem ser o mais discretos quanto possível. Infiltraremos-nos vagarosa e pacientemente.
Todos os Commandos tinham olhares determinados. Nenhum estava disposto a sair derrotado. Michael entendeu porque o tenente dissera que era o melhor pelotão que detinha na sua base.
- Senhores... caminhando.
* * *
O tenente Dudley Clark entrou na sala do banco de dados da EAI. A balbúrdia era incrível. Homens com jalecos brancos desfilavam para lá e para cá, operando computadores e tentando quebrar a mensagem codificada que chegara da base nazista. Jack Nicholas estava ausente. Apenas um rosto conhecido: Leonardo Yami estava sentado na cadeira de honra da sala, em frente a um enorme painel de nove metros de altura por quatorze de largura. O painel lembrou ao tenente o filme Matrix, onde os computadores exibiam letras verticalmente dispostas em cor verde num painel preto. Yami estava compenetradíssimo, e Clark decidiu que não o iria interromper.
A sala era retangular, gigantesca. Clark jamais vira qualquer base de operações tão espaçosa, nem mesmo nas próprias instalações do FBI. Os computadores certamente deixariam quaisquer outros do mundo obsoletos. Ninguém notou a presença do tenente ali. Ele caminhou vagarosamente até chocar-se contra algo inesperado. Havia uma parede invisível. Clark estava atrás de um vidro, e a porta pedia uma senha manual, com análise de retina e um espaço para inserir a mão, certamente um reconhecedor de digitais. Retirou o celular do bolso, mas nada pôde fazer, não havia rede. Da primeira porta ele havia passado, mas estava preso entre a primeira e a última. Um ruído estridente ressoou na porta atrás. Clark virou-se. Deu de frente com Natasha.
- Você não deveria estar com o pelotão, #6?
- E quem vai cuidar de você, capitão? – a recruta deu uma piscadela para o tenente.
Inseriu a mão no leitor inferior, ao passo de que alinhou o olho no superior. A porta se abriu com um estalo, e o som invadiu os ouvidos do tenente. Isso explica muita coisa...
Yami virou-se instantaneamente. Fez um sinal para que os dois visitantes se aproximassem.
- Enfim, pessoas – Yami estava compenetrado -, eles nos mandaram uma mensagem codificada. Mas a construção apresenta algumas falhas. Existem algumas letras dispostas aleatoriamente pelo circuito. Não sei o que significa, necessariamente. Muito me surpreende que a mensagem tenha chegado inteira.
Natasha observou atentamente o painel.
- Senhor Yami, o senhor já verificou quantos grupos de palavras aleatórias aparecem na mensagem?
- Bem, Natasha – Yami analisou alguns relatórios manuais que levava consigo. - São quatro letras aleatórias em cada parte do código. Se quiser, podemos tirar várias cópias para distribuir nos departamentos de criptografia das grandes empresas dos EUA. Mas eu não acho que encontrarão significados. As letras são totalmente aleatórias.
Natasha tomou o relatório e passou a observá-lo.
- Por favor, senhor Yami, eu preciso que você redija todas as letras aleatórias dispostas pelo código. Eu imagino o que pode significar.
Clark olhou para ela, surpreso.
- Você imagina o que pode significar? Pelo jeito o FBI fez bem à sua cabeça, Natasha.
- Obrigado comandante.
Leonardo começou a trabalhar. Manualmente, redigiu todas as letras aleatórias num pedaço de papel. Depois, passou-as para o computador à sua frente, num bloco de notas do Windows. Ainda não faziam qualquer sentido para Leonardo e Clark, mas Natasha já sabia o que significava.
Leonardo apresentou-lhe as letras.
SHUE AVRO OOMM ZAIR LSBN SIMC DDOO NSEO AEDS IEIS DCEE PRRN IHIM EOOF NUXP RPPC
Para Leonardo ainda soava totalmente aleatório.
- Senhores – Natasha estava empolgada -, apresento-lhes o Enigma!
* * *
O pelotão avançou. Já tinham caminhado por um bom tempo. Michael reconheceu a árvore que marcara com um tiro quando escapara. A concentração nazista estava próxima. Green sentiu um calafrio subir-lhe a espinha.
Avançaram mais alguns metros. Estavam tão compenetrados que nem sequer perceberam o nazista sobre a árvore marcada, com uma HK em punho, pronto para atirar. Seu ponto eletrônico soava na orelha. Ainda não era a hora. O próprio Führer estava no comando da operação, agora. As palavras eram claras. Um dos Commandos morrerá primeiro. Mandaremos outra mensagem criptografada para os “analíticos”, depois da morte do mesmo. Não se preocupe. Está tudo sob controle. Quando o primeiro morrer, o grupo recuará.
Era brilhante. O soldado sorria pela oportunidade que lhe fora dada. Eu subirei rapidamente na hierarquia do campo. Mais feliz impossível.
Era ágil e leve. Saltou por entre as árvores silenciosamente. Já estava seguindo os Commandos há um bom tempo sem ter sido notado. Apenas aguardava a ordem para fuzilar um deles. O escolhido do Führer.
* * *
- TEM RAZÃO!
Clark estava estupefato. O Enigma foi o modo pelo qual os soldados nazistas enviavam mensagens na Segunda Guerra. Eram sempre grupos de quatro letras. Nunca seriam interceptados. Nunca seriam descobertos. Era perfeito.
- E os nazistas nos dão... – Natasha deixou ferver dentro de si curiosidade acadêmica. – O Quadrado de Julio César!
Leonardo entendeu instantaneamente. Havia dezesseis grupos de quatro letras. Quatro vezes dezesseis, sessenta e quatro. Um quadrado perfeito. O quadrado de César apenas ordenava que as letras fossem dispostas num 8x8, de forma a ler o que está escrito na vertical, ao invés da horizontal. Natasha tomou um pedaço de papel e começou a decriptografar a mensagem.
S H U E A V R O
O O M M Z A I R
L S B N S I M C
D D O O N S E O
A E D S I E I S
D C E E P R R N
I H I M E O O F
N U X P R P P C
A mensagem era cruel. Natasha rapidamente tomou outro pedaço de papel e ordenou a frase do modo que imaginou que ela tivesse sido montada.
SOLDADINHOS DE CHUMBO, DEIXEM-NOS EM PAZ. SNIPER VAI SER O PRIMEIRO, PORCOS! NFC.
- NFC. Nazist Force Corporation – o queixo de Natasha caiu no chão.
* * *
- Vá, Will. É a hora – o ponto eletrônico vibrou no ouvido do soldado nazista.
William Charlie continuou saltando as árvores, sem ser notado. Era silencioso demais. Treinado para aquilo. Vagarosamente, posicionou-se e esqueceu-se da HK. A mira que tinha era muito boa, mas tinha medo de acertar o soldado errado. Sacou a 9 mm com silenciador. Desceu no chão. Caminhou com tranqüilidade a bons 20 metros de distância do pelotão, pelo lado direito do mesmo. Não perceberam. Mas era tarde. Will ajustou a mira e, sorridente, proferiu baixas palavras ao vento.
- Adeus, Sniper.
O tiro acertou em cheio nas costas do Commando. Sem hesitar, disparou mais duas vezes. Pulmões perfurados. Perfeito. Voltou para a copa alta das árvores, como esconderijo, e observou o que aconteceu a seguir. Contendo o grito, Michael tomou Sniper nos braços. Estava morto. O primeiro soldado do batalhão de inteligência morrera.
O walkie-talkie de Sniper ressoou. Era Natasha. Mas era tarde.
- Michael... – Sniper, com esforço, proferiu as últimas palavras. – Pegue-os. Confio em... você. – Escuridão. Acabara. O corpo de Sniper jazia no terreno hostil da floresta.
Dando uma passada rápida!´
Daqui a alguns minutos tenho prova de vestibular, então eu deixo aqui meu comentário pra mostrar que tô vivo, assim que voltar da prova leio o que falta e comento aqui mesmo!
não precisa me esperar, não sou tão considerável assim.... e pode deixar que eu sempre venho ;)
Edit:
cara, estou maravilhado com sua história. É esse o tipo de ação que gosto, ainda mais quando o tema é segunda guerra, eu AMO coisas relacionadas a ela! Tudo que foi se desenrolando até o momento em que o Sniper morreu foi incrível. Eu cheguei a pensar que ninguem morreria, pois você descreveu cada um como se fosse o personagem principal, e logo seriam poupados, mas agora que quebrou a espectativa, espero o melhor!
rumo ao próximo!