Duas observações sobre esse trecho. Primeiro, que é preciso ter cuidado. Não acreditar em algo não quer dizer necessariamente afirmar que esse algo não existe. Existem graus no pensamento ateístas que começam nos ateus fracos (que comumente se chamam de agnósticos) e chegam nos ateus fortes.
Veja o diagrama abaixo, que especifica um pouco a divisão e mostra, em roxo, que o posicionamento de afirmar a inexistência não abrange todo pensamento ateísta:
http://upload.wikimedia.org/wikipedi...licit3.svg.png
Outra observação é que, o ônus da prova ser de quem afirma não é uma implicância da parte dos ateus, é uma implicação lógica, você sabe muito bem disso. É absurdo dizer que algo existe só porque essa existência não foi refutada. Ao invés de pensar em coisas abstratas como Deus, pense em algo concreto e você entenderá.