Desculpe a demora em comentar... Gostei do capítulo, e fiquei intrigada com o novo governante... E você é o primeiro a citar Rathleton em sua história! Gostei disso. O Capítulo tá bem formatado, só falta seguir aquela outra orientação que já tinha falado anteriormente. No mais, está ótimo.
Aguardo o próximo.
Abraço,
Iridium.
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Desculpe a demora em comentar... Gostei do capítulo, e fiquei intrigada com o novo governante... E você é o primeiro a citar Rathleton em sua história! Gostei disso. O Capítulo tá bem formatado, só falta seguir aquela outra orientação que já tinha falado anteriormente. No mais, está ótimo.
Aguardo o próximo.
Abraço,
Iridium.
Eu também demorei para postar, então tudo em casa.
Aqui vai algumas surpresas sobre esse governante também. Bom acho que Rathleton vai ficar um pouco de lado por enquanto, até que eu tenha mais conhecimento de tal, estive fora do tibia por tempos. Perdi muita coisa! rss
Postado originalmente por CarlosLendario
Gostei do capítulo. Vejo que Thais está parecendo o Brasil atualmente, quem sabe não derrubam esse pseudo-rei. Também achei interessante os prodígios, adoraria vê-los em ação, e creio que no próximo capítulo já estaremos vendo.
A narrativa tá melhor, só diria que você precisa dar uma espaçada entre diálogo e ação. Eu particularmente gosto de ver os personagens dialogando e agindo em poucas vezes, deixando essas linhas mais limpas. Por exemplo:
Não sei se deu pra entender direito, mas é mais ou menos o que eu uso. Sou meio suspeito pra falar sobre, pois as vezes sinto que não é o melhor jeito; Mas eu sugiro uma tentativa. Talvez combine com a sua narrativa.
E fico feliz em saber que você anda lendo minha história, ela anda com muito poucos leitores. Ultimamente o público tibiano não gosta mais de ler histórias passadas nesse mundo, nem de ler histórias. É uma pena. Espero que esteja gostando da minha história.
Enfim, aguardo o próximo.
Sim ando gostando muito, a forma como foi descrita o novo mundo me impressionou, deixarei o resto para meu comentário. Ando também seguindo a história da Iridium, mas estou um pouco atrás, mesmo que a história de Ireas seja igualmente cativante!
Tentarei seguir essas dicas, no próximo, esse ainda está no mesmo formato, porém obrigado pela dica.
Realmente é assim, eu mesmo quando jogava era assim, na verdade nem jogar mesmo jogava, mas essa fase já foi.
Spoiler: Capítulo 5
Capitulo 5 – Sem chances.
Diana – Não é possível... – Paralisada diante do tamanho colossal dos ciclopes.
Kane – Diana para trás, e nem pense em cochilar na minha proteção! – Se colocando na dianteira para bloquear os golpes dos gigantes.
Philip – Esses sem dúvidas não são normais. – Analisando o estrago que um soco do ciclope fez na casa.
Kane – Philip e Diana destruam eles, dêem tudo o que vocês têm. – Se esquivando dos demais gigantes que se aproximavam.
Os dois tentaram aniquilar aqueles sete ciclopes que abordaram os jovens, porém não era só o tamanho que assustava. Além de ter um tamanho maior que os gigantes geralmente tem, a força e a resistência era assustadoras. Com o passar do tempo os jovens começaram a ver que a morte era eminente, e quando o cansaço começou a levar eles ao caminho da desistência. Ralph, Marcus e Cia chegaram bem a tempo.
Timothy – E de pensar que vocês se viravam bem sozinhos! – Bradou ao chegar usando a corrente de ar, para planar até o queixo de um dos gigantes, e pronunciar as palavras: Exevo flam hur. Direncionando uma baforada de chamas queimando a garganta de um deles, que caiu desacordado.
Marcus – Se escondam garotos. – Derrubando dois ciclopes ao invocar uma rajada de plantas do chão, com uma onda de terra.
Ralph – Marcus esses não são normais, essa energia que absorvo deles é muito estranha. – Derrubando os remanescentes após absorver a energia de um deles, e a usando em golpes nos demais.
Derek – Abaixem!!! – Deitando atrás de um dos gigantes caídos, após avistar um vulto no topo de uma pedra com um arco preparado.
Philip – Atingiram a Diana e o Kane! – Acenando para os companheiros.
Marcus – Nenhum druida aqui? – Se virando aos demais.
Ralph – São semelhantes ao dos ataques na cidade, as munições parecem desfazer ao encontrar os alvos. – Analisando os ferimentos, enquanto pegava algumas runas de cura mais que intensas.
Diana – Não fecham... Não consigo nem me regenerar, que tipo de druida que sou eu. – Relutando para terminar a sentença, indignada ao ver que as runas faziam efeito, porém as feridas voltavam a abrir.
Kane – Philip não deixe que isso abale você, sabemos bem aonde isso vai terminar. Nossa família precisa que você mantenha nosso nome. – Segurando firmemente as mãos do irmão antes de partir junto a Diana.
Philip – Sem chance. Vocês vão conseguir! – Fechando a corrente por segundos, até que já sem vida as mãos de seus irmãos logo se soltarem. Lagrimas silenciosas desceram até que outro susto surgiu.
Ralph – Pivete não seja o próx... – Desmaiando.
Marcus – Vamos ter que partir logo, melhor se manter em movimento, do que ficar ao lado desses corpos, o cheiro de sangue talvez chame mais. Vai saber que mais surpresas que essas coisas guardam. – Levando Ralph numa espécie de carrinho improvisado.
Pela noite o grupo vagou acompanhado pelo silencio, que se manteve até a entrada de Thais. O silencio se quebrou para algumas explicações de como entrar nas pequenas brechas, e após esses instantes se dirigiram ao laboratório de Marcus, aonde que Ralph foi posto em uma cama. E aos demais só restou o dialogo mudo dos presentes, que ainda não aceitavam a morte de Diana e Kane. E dada a difícil posição dos dois, aquela coisa poderia acertar qualquer um, porém preferiu ceifar o jovem cavalheiro e a druida dos trigêmeos.
Ao amanhecer uma busca foi feita ao grupo, e como o rei queria havia dois abatidos, o bastante para confirmar o que já se era dito. Entretanto estar em uma situação favorável, o fazia ganhar certa credibilidade, e uma forma de mostrar que se mantém firme no poder. Uma maneira de mostrar punho firme foi pedir a cabeça dos integrantes ainda vivos, agora colocados como desertores das forças reais, e traidores de Thais. Por mais que fosse totalmente arbitrário e até houvesse excesso na punição, muitos acataram, pois em tempos difíceis desertar das forças era algo sem qualquer tipo de perdão.
Marcus logo ordenou para que os três sobreviventes se mantivessem em sua instalação até essa situação se resolver, porém o que preocupava era Ralph que parecia estar em transe, àquela energia estranha que entrou em contato com o bandido parecia estar atordoando o mesmo.
As coisas pareciam não ter mais como piorar, Marcus ao sair caminhou por alguns minutos até encontrar Larsson, que logo o abordou de forma nada amigável. Queria de qualquer forma encontrar o amigo, que nas palavras de Kendra saiu rumo ao encontro do cientista para resgatar Timothy e Derek.