Olá pessoal, me chamo Alexandre, estudo ciências da computação e um dos meus hobbies é interpretar no tibia.
Jogo em Dolera, um mundo onde as leis são parecidas com as do mundo medieval. Achei bem interessante para um cenário roleplay. Começei minha caminhada sozinho, e ela pode ser vista no meu antigo LT RPG, o de Multhakos.
O link para este LT está aqui no machado: [THREADTIBIABR="461145"][/THREADTIBIABR]
O LT possui 7 capítulos e teve um fim inacabado. Isso ocorreu por que conheci novas pessoas a qual irei jogar agora uma nova personagem, Fabrizia Liberatto.
Gostaria de deixar marcado aqui que durante a campanha de Multhakos, Alan Hunterzin foi um grande amigo e comepanheiro, que vai se juntar a nova campanha também com a personagem Nahatti, uma druída.
Vamos ao começo do Life Thread, e primeiro capítulo.
Fabrizzia Liberatto
Spoiler: Inspiração e aparecia
Fabrizzia Liberrato é uma personagem inspirada em várias mulheres e contextos. A começar pelo nome. Seu nome é de origem Veneziana, onde, no jogo, foi adaptado para Venore. Visto que Venore foi, de fato, baseado em Veneza, as características serão as mesmas.
Minha vontade era fazer de Fabrizzia uma personagem não tão nobre, muito menos poderosa e influente, visto que toda aventura épica tende a ser mais difícil para o ingresso de novos jogadores. Fabrizzia tem uma aparência mais de camponesa, embora o rosto seja mais nobre.
Esta seria uma boa representação de Fabrizzia. Entretanto, gostaria de dar um ar mais Swashbuckler a ela...
Um rosto mais parecido com este, dentro, claro, das limitações físicas e de uma realidade condizente.
Fabrizzia Liberatto muda constantemente suas roupas e isso será explicado não nesta parte, mas sua roupa favorita seria parecida com a do modelo da "Thief" do Assassin's Creed Brotherhood. Para quem não conhece, eis o modelo:
Muito parecido com o outfit, Entrepeneur, que não tenho. Terei de fazer a mágica com o citizen.
Sobre imagens é isso, antes de descreve-la, gostaria de nomear suas inspirações.
Caterina Sforza
Caterina Sforza(Link para wiki), uma das primeiras mulheres Italianas a de fato ser líder de uma cidade. No caso dela, Forlí. Seu comportamento era, no mínimo intrigante. Ela é uma personagem da série Assassin's Creed.
Me inspirei muito no comportamento dela e nas características italianas para fazer a Fabrizzia. No livro, ela age como uma verdadeira mulher de classe, mas perante aos inimigos, usa do fato de ser uma mulher para gerar desconfiança, fazendo seus adversários subestima-la.
Elizabeth Swan
Elizabeth Swan do filme "Piaratas do Caribe". Uma mulher que era rica e patricinha, mas pegou a espada e foi a luta quando se sentiu na nescessidade de lutar pelo que era dela.
Mulher Gato
Como poderia faltar!! A ladra-heroína mais notória dos últimos tempos. Agindo sempre a seu favor com astúcia e mãos leves.
Background
Spoiler: Como ela é, de onde ela veio?
Fabrizzia Liberatto é uma garota que no presente dia tem 22 anos. Seus cabelos são longos, com um toque vermelho-escuro parecido com os antigos cipres Edronianos na época do outono. Seus olhos verde-claro são um destaque peculiar em seu sembrante sempre misterioso. Verdadeiras esmeraldas esculpidas na coloração das águas cristalinas de Liberty Bay. Sua estatura não condiz com sua presença de espírito, sendo ela um pouco baixa. Tendo por volta de cento e sessenta centímetros, Fabrizzia é um rosto notório entre os camponeses venorienses.
Seu nascimento foi um imprevisto previsto. Tão ambíguo quanto sua própria história.
Sua mãe, Patricia de La Pace, a 23 anos atrás estava vasculhando as costas ao norte de Venore. Um navio cargueiro havia colidido contra as pedras e agora encontrava-se destroçado. Era seu dever, como uma amazona, procurar por itens valiosos e talvez úteis para a sobrevivência do grupo.
De fato ela achou algo. Um homem. Guilherme Liberatto era seu nome. Conhecido por entre as amazonas, agora, como escravo.
Por mais estranho que pareça, Patricia se apaixonou perdidamente a primeira vista por Guilherme. Um acaso maior ainda foi o sentimento ter sido correspondido.
Guilherme não iria ser sacrificado a princípio. As amazonas precisavam de mais uma guerreira nos seus ranks, para isso Guilherme seria pai. Morreria após a concepção da criança, mas continuava vivo e saudável até o dia do ato.
A mais velha dentre as shamans amazonas escolheu Patricia como mãe da nova guerreira. Não seria uma gravidez normal, muito menos insegura. As shamans amazonicas fizeram um ritual a qual tornaria Patricia, com certeza, em uma mãe de uma mulher brava e com um espírito guerreiro. O mesmo Ritual realizado com todas as mãe do clãn das amazonas. As próximas duas semanas se passariam dedicados a realização desse ritual. Entre as sessões, Patricia visitava o futuro pai de sua filha. Eles estavam perdidamente apaixonados. E isso era mais certeiro até mesmo que o nascimento da nova amazona.
Patricia, para evitar que Guilherme fosse morto, fugiu na noite em que eles fizeram o ato. Levou consigo o amado e juntos foram para Venore.
Cidade a qual Guilherme tinha nascido. Lá ele tinha uma pequena loja e um barco, o qual usava para entregar mercadorias diversas em portos pelo mundo todo. Guilherme e Patricia viveram juntos na cidade, onde tiveram a filha, nove meses depois, a qual chamaram de Fabrizzia. Não tiveram problemas com as amazonas, provavelmente, ao ver delas, nunca iriam para a cidade e foram considerados como mortos por elas.
Durante os próximos anos, Patricia se dedicaria a colher ervas nos pântanos e fazer poções e especiarias. Guilherme as venderia por todo o mundo, na esperança de ficar rico.
Na verdade eles tinham uma vida simples, Fabrizzia cresceu nas ruas. Ouvia as histórias magníficas do pai sobre as cidades do mundo. Ela desenvolvia fortemente uma característica viajante e ávida por aventuras.
Quando Fabrizzia não estava ocupada ouvindo as histórias do pai, nem mesmo acompanhando a mãe, ela se ocupava em escalar os arcos e muros de pedra de Venore. As rachaduras e falhas nos blocos, faziam deles ótimas superfícies escaláveis, a qual a pequena Fabrizzia se divertia. Era, de fato, uma legítima amazona em versão miniatura.
Os anos se passaram e Fabrizzia atingiu os 17 anos. Seu pai lhe incentivava a arranjar um marido. Já sua mãe, o incentivava a aprender a se cuidar, depois arranjar um marido. Fabrizzia optou por aprender a lutar.
A garota tinha vigor, já era agil escalando paredes, pegaria fácil o jeito com espadas, lanças, facas, o que quer que fosse.
A pedido da mãe, Fabrizzia iria se dirigir à Carlin. Lá ela seria bem cuidada por ex-amazonas também. Isso confortaria a mãe.
Para deixar seu pai mais seguro, a viagem foi feita pelo próprio pai no controle do barco. Assim, começara a vida de Fabrizzia fora de casa.
Ela era uma jovem ambiciosa, tinha aprendido com o pai a dar valor ao dinheiro. Por mais probre que ela fosse, era um pouco megalomaníaca e atenciosa, achando sempre um jeito criativo e diferente de fazer as coisas, dentre essas, fazer dinheiro.
Se havia aprendido algo com a mãe, esse algo era usar do fato de ser uma mulher para se sair bem na sociedade.
Ter uma mãe amazona foi bem importânte, ainda mais somado ao fato de Fabrizzia ser uma garota nos padrões de beleza.
Como consequência disso, não foi incomum para Fabrizzia fazer algumas ações que seu pai considerou como "Coisas de amazonas". Tais ações iam de manipular garotos até mesmo se relacionar com garotas para chamar atenção.
Fabrizzia teve uma estadia curta em Carlin. Foi ao encontro das bonecrusher e treinou lá durante três anos. Nesse período ela aprendeu técnicas de combate originalmente amazonicas. Combate com facas, espadas curtas, machados, lanças pequenas, facas de arremesso e algumas magias menores, utura e exori ico.
Utura, era uma magia útil para as amazonas, já que mulheres não tinham a mesma força muscular que os homens, utura dava essa resistência a elas e uma força a mais para se equiparar e formar uma frente de ataque boa.
Exori Ico era a principal arma das valkyirias. Arremessando lanças e machados nos adversários, as valkyiras desenvolveram essa magia para que conseguissem chamar de volta seus projéteis para suas mãos e não mais ficarem desarmadas.
Embora tenha aprendido bastante em Carlin, Fabrizzia não fez conexões importantes nem durante os treinos nem durante as vigias da cidade. Foram três anos de duro treinamento apenas.
Cansada disso tudo, Fabrizzia foi para Thais. Motivada por uma carta enviada por Aruda e interceptada pelas Bonecrusher, Fabrizzia foi para a capital tibiana procurando uma vida mais agitada. Com mais pessoas, mais vida, talvez até algumas coisas ilícitas.
Fabrizzia entrou para a guilda dos bandidos de Thais. Iria ficar por pouco tempo lá também, mas foi neste local que ela aprendeu algumas de suas habilidades mais inusitadas.
A senhorita Liberatto agora sabia usar sua mão leve, sabia ser furtiva, escalava melhor ainda. E o mais importante. Agora ela tinha renovado sua vontade de conhecer o mundo.
Sabendo ser discreta, roubar e manipular, dinheiro nunca a faltaria. Sabia se cuidar, ensinada pelas melhores ex-amazonas que existem. Dona de uma personalidade forte e um rosto encantador Fabrizzia estava de volta a Carlin, desta vez para planejar suas novas aventuras.
Fabrizzia usava suas roupas favoritas. Um chapéu que lhe tampava parte do rosto, um vestido que a deixava ágil e uma cinta escondida por entre o mesmo.
Carregava uma bandoleira por dentro da roupa. Um pouco acima da cintura, nas costas ela alcançaria as facas de arremesso da bandoleira. Na cintura, duas espadas curtas, uma em cada perna.
"Que lindo dia para se deitar... Quem sabe em algum telhado."
Sobre o char
Spoiler: Equipamentos
Spoiler: Habilidades
Bom, por enquanto é só. Nas atualizações que farei, mesclarei print screens com o texto para uma leitura mais leve, como eu fazia antes com o LT do Multhakos.
Gostaria de mandar um abraço para meus amigos roleplayers de Dolera.
Nahatti -> Uma poderosa druída em treinamento. Magnus Revolver -> Filho de um renomado ladrão([THREADTIBIABR="463449"]Link para o LT[/THREADTIBIABR]). Ephraym -> Cavaleiro que aspira uma vida nobre.
Tem mais algumas pessoas nessa lista, mas como não sei dos personagens de cada um, irei adicionando aos poucos.
Tenho um outro personagem nessa história, apresentarei-o no próximo post.
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Como sempre você tem o dom de cativar o leitor com seus textos, Alexandre.
Antes fora com Multhakos, agora com Fabrizia.
Meus parabéns pelo excelente Background!
Tenho certeza de que todos que leram agora sabem quem é Fabrizia.
Abraços!
Nahatti
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Desculpe pela falta de imagens, apenas o texto cru, mas isso faz parte da introdução ainda... Já tirei umas fotos para o próximo capítulo, que teve a participação de Magnus Revolver.
Essa história fala do meu outro personagem, atualmente com o nome de Kal Thanor (Que morre pra mim mesmo de vez enquando por que treinar no iPod nem sempre é tão simples). Vou dar name change para Loui Firagga, esse novo personagem que apresento na história a seguir.
Capitulo 1
Spoiler: Loui Firagga
Fabrizia andava pelas noites, que agora achava agitadas, de Carlin. Festas em ruelas escuras, vinho abaixo do cais sob a luz da soberana lua do norte tibiano, que brilhava forte como seu fogo interior por aventura. Tudo isso e mais ladinagem, pequenos delitos, escaladas em torres, entre outros faziam parte agora do dia-a-dia da astuta gatuna.
Seu passatempo durante o dia era entrar pela janela do segundo andar em casas de trabalhadores, a esta hora em seus ofícios, e dormir em suas quentes e confortáveis camas. Quando a cama era boa o suficiente ela deixava uma gorjeta. Na verdade ela apenas deixava de roubar os donos da casa, visto que não queria levantar suspeitas de ladrões em uma casa com uma cama tão aconchegante. De noite saia para suas voltas, afinal, tinha que se divertir enquanto angariava fundos para viajar. Sempre de uma maneira criativa, sempre voltava com mais dinheiro do que saia.
Gostava, principalmente, dos bailes de máscaras, dos bares dançantes e das tavernas com o maior número de bardos possível. Foi em uma dessas noites de verão que Fabrizia sentiu-se observada. Lentamente, com passos curtos e vagarosos ela andou pelas ruas escuras, onde a sombra tomava conta da pedra solta do calçamento e as lamparinas já se apagavas pelo fato de ser alta madrugada. Escondeu-se entre um poste apagado e uma parede que vestia um véu de sombras. Na sua direção veio um senhor. Aparentava seus quarenta e tantos anos. Tinha cabelo castanho e usava um sobretudo vermelho adornado de amarelo-ouro. Tinha no rosto um sorriso cativante e olhava para a parede a qual tinha visto a silhueta da mulher pela última vez. Ficou parado embaixo de um poste iluminado, olhando a cerca de vinte metros de distância. Até que, por fim, dirigiu-lhe a palavra - Pare com isso mulher, você está imóvel a quase dois minutos. Não quero meu dinheiro de volta.
Fabrizia lentamente se "descolou" da parede e colocou um dos antebraços acima da cabeça, apoiado no poste. Olhava com seus penetrantes olhos cristalinos na direção do homem, que permanesceu sorrindo e imóvel.
Ao notar a atitude "branca" do cavalheiro, Fabrizia tira de suas costas, com a outra mao, um pequeno saco contendo e mostrou para o senhor. - Se não é isso que procuras, o que queres? - Com uma pequena extensão do braço que segurava as moedas insinuou que esperava por uma resposta.
O senhor, em um piscar de olhos sumiu, e reapareceu do lado do poste o qual Fabrizia estava encostada. Seu sobretudo não deixava ele se mesclar no cenário cinzento, mas parecia que ele não fazia questão disso. No tempo em que a ladina virou o rosto para olhar para ele, o saco não estava mais em suas mãos unicamente.
O senhor abriu o saco, e de dentro do sobretudo começou a cair alguns pequenos diamantes. Ele estava depositando mais algumas pedras preciosas no saco que agora ele também segurava.
- O que está fazendo? Uma doação? - Fabrizia dando um sorriso interesseiro. - Mais do que isso. Estou comprando sua atenção - Respondeu o senhor.
Fabrizia não entendeu, apenas viu o saco se encher com talvez dez ou quinze diamantes. No meio tempo em que ela olhou para o pequeno saco e depois para cima, tinha perdido de vista o reluzente senhor.
- Muitas graças, monsieur. - Balbuciou Fabrizia a si mesmo.
Naquela noite ela dormiu em uma estalagem com uma cama aquecida e tudo o que tinha direito, inclusive vinho importado de Ab'Dendriel. Talvez a coisa mais forte que ela havia tomado. Tombou de bêbada na cama e acordou apenas várias horas depois, quase meio dia do dia seguinte.
Um bom humor tremendo tomou conta de seu corpo e de seu sembrante. Ela andou pelas ruas desfilando com sua roupa nova de "Noblewoman". Um corselete vermelho com um vestido que chamaria atenção até de um monge em exílio. Se sentia o ponto alto de Carlin. Até que notou uma rua que nunca havia reparado, próximo ao templo. Uma rua escura que fez a curiosidade tomar conta do corpo e esquecer toda a vaidade momentânea. Para lá ela foi com uma curiosidade que se equiparava a intriga felina. Adentrou a rua e indagava-se - Passo aqui toda a noite e nunca reparei essa ruela. Que fim de mundo é este?
Era uma rua sem saída. Na sua frente uma parede, aos seus lados, o templo e uma casa. Atrás de si, um senhor com roupas pretas e largas.
- Olá de novo, ladina da madrugada. Desfilando com um corselete comprado com diamantes, eu suponho. - Falou o senhor, com um timbre conhecido.
Era o mesmo homem da noite passada. - Espero que tenha gostado do vinho de Ab'Dendriel. - Disse o homem fazendo uma pausa. - Sabe, esse ano teve uma ótima safra. Se eu comparasse vinho a mulheres, diria que seria uma safra de mulheres venorianas de vinte e dois anos atrás.
Fabrizia levantou a sobrancelha direita em tom de quem sabia a que ele se referia, mas encontrava-se cheia de dúvidas. Franziu o nariz e entreabriu a boca para falar, mas foi interrompida pelo ilustre senhor.
- Deixe eu me apresentar. Me chamo Loui. Loui Firagga, ao seu dispor madonna. - Fazendo uma reverência. No mesmo tom cortês continuou - Me pergunto por que você perde tempo com vãs bobagens, tais como bater carteiras. Você é sutil. Talvez pudesse me oferecer um serviço.
A senhorita Liberatto respondeu de prontidão, interrompendo Loui.
- Não sou uma prostituta, se é isso que você pensa. - Mostrando-se irritada, mas completamente intrigada com a frase do senhor. Claramente não se tratava da mesma coisa. Ela percebeu seu olhar bandido por entre as duzentas máscaras que usava. Com certeza ele era um notório desgraçado. - Não não. Nunca ousaria tocar em uma mulher como você. Não sem dar-te, no mínimo esta cidade, claro. Mas infelizmente, não a domino.... Não... Legalmente. - Loui foi desfazendo as palavras até que foi se virando de costas, deixou cair um lenço branco e murmurrou. - Aprenda comigo o movimento. Rimane nell'ombra.
Loui se desfez no meio da multidão que seguia na rua principal. Fabrizia pegou o lenço com cerca curiosidade. O entusiasmo fluia em seu coração como um cavalo selvagem nas planícies Thaianas.
"Encontre-me no local onde as ruas ficam mais largas, o gramado mais verde e a realeza se diverte no crepúsculo amanhã."
Por entre o lenço estava uma moeda de platina, entalhada nela a letra "L".
Acontecimentos
Spoiler: Exílio causa escolar
Tirando interpretar, a única coisa que estou fazendo ultimamente é treinar.... O fim da greve unido da tecnologia do iPod e VNC somados é igual a quase 16 horas de treino por dia!!!
Isolo-me em um local e bang... Skills up. Atualmente estou 88/85... Mas até o fim da semana que vem alcansarei a marca dos 90, com certeza.
mto boa a historia! aguardo o desenrolar da trama =D
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"Entre a brancura da página e as letras autoritárias em preto, há um espaço, um momento, uma cor sempre cambiante dentro da qual, talvez, tanto o escritor quanto o leitor consigam encontrar a iluminação, um pouco antes de o significado ser consumido pelas chamas."