Resultados da Enquete: Que Facção deveria Ireas Escolher?

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Tópico: A Voz do Vento

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  1. #1

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    AI MEU DEUS DO CELLBITCH*, eu não acredito no que esta diante dos meus olhos!!! (O¬O) IRIDIUM-SAMA HAS NOTICE ME!!!! OH MY FREAKING FUCKING GOD, QUE MARAVISUPER LINDO YAAAAAAAAAYYYYYYYYYY <3
    YUUHUUHUUUUU! COMO EU TO FELIZ! ~sai por ai saltitando em uma nuvem enquanto espalha purpurina por todos os lados~ HELL YEAH, MAMA! LET'S PARTY HARD!!!
    Err... cofcof ~tenta se recompor depois do mini ataque de loucura~
    Oioi, iridium-sama. Yukiezinha esta aqui novamente.
    Queria ter comentado mais cedo, quando tu postou o capitulo ontem (eu não tava brincando quando disse que verificava o site todo dia (sem querer parecer uma stalker esquisita, mas já parecendo)), só que eu meio que esqueci a senha da minha conta e tive certas complicações para muda-la. E no meio de toda a confusão, eu ainda tive que ir pro centro, procurar um urso de pelucia marrom pra minha marida (brinks). Eu passei a tarde toda revirando o lugar e não achei. ( - _ - ). Bem, acontece.
    Só cheguei agora e vim direto comentar. (Tudo bem me chamar de querida <3)
    E tipo, não precisa me agradecer por nada. Eu é que tenho muita coisa pra te agradecer. Ter achado essa historia mudou todo o meu mundo, Me trouxe muitas coisas novas e me ajudou em muitos desses "dias que são mais dificeis do que outros". Graças ao fato de você ter decidido escrever essa fanfic, eu pude encontrar o meu lugar no mundo. Eu realmente aprendi a enxergar a vida e as pessoas de uma forma diferente da que eu fazia antes. Antes de encontrar essa fanfic, eu era uma ser humana super deslocada, achava que não havia ninguem no mundo que pude-se conpreender e aceitar as coisas que fazia e a minha forma de pensar, o que realmente era uma realidade aqui. De verdade, não existia ninguem que compreendesse como eu era e agia, então simplismente me marcaram como "estranha" e me isolaram da "sociedade" em que eu era obrigada a conviver. Isso era algo que me deixava muito triste.( fora algumas outras tretas.que eu bloqueava)
    Então, um dia, eu achei essa fanfic. Foi ai que tudo começou.
    Depois de ter lido e me apaixonado por essa historia, e lido todas as outras do site, eu acabei comentando com uma Colega (hoje em dia, uma das minhas melhores amigas) que eu gostava de ler esse tipo de coisa.(ela tambem era meio diferente do resto da turma, por isso falava comigo vez ou outra. O fato de que ela tinha uma vida social fora da nossa salinha impedia que nossas conversas fossem mais frequentes)
    Foi ai que ela me indicou um site chamado nyah. Foi lá que eu descobri mais sobre o yaoi, e descobri que não era a unica garota no mundo que era louca por romances gays. (Certo que aqui eu só achei duas, né? Mas, enfim.) fiquei sabendo sobre as fujoshi, e graças a isso,fui capaz de encontrar pessoas que compreendiam a mim e a minha forma de pensar. Eu pude aprender mais sobre a minha propria sexualidade e aceita-la melhor, (se alguem, há uns quatro/tres anos atras, me contasse que, no futuro, eu me descobriria uma pan genero não-binario, eu riria da cara da pessoa antes de completar a ligaçao pro hospicio vir busca-lá).
    Enfim, não seria exagero dizer que, pelo fato de você ter criado essa fanfic, que eu ainda respiro hoje em dia. Sem brincadeira. A vida tem cada efeito borboleta louco, em? ×2
    De qualquer forma, quem tem coisas a agradeçer aqui sou eu. Muitas coisas mesmo.
    Quanto ao capitulo, ele continua incrivel.
    Eu tenho a ligeira impressão que vai rolar uma grande treta em edron, e dessa o liive não volta vivo. Triste, apesar de não gostar dele no inicio ( cofcofporqueelepareciaserumempecilhoprarelaçãodowi ndcomokerascof), ele parece ser um cara lecal.
    To super curiosa pra saber o que tem nesse novo tomo, e como vão terminar as tretas entre o wind e o ireas. Eu to morrida quando a isso. TT-TT.
    Mentalmente, já até matei a cunhada do keras no parto pra filha dela ser criada por eles, porque #sou-dessas.
    E eu fiz um desenho de "A voz do vento" há algum tempo e gostaria de envia-lo. Só que eu não sei como fazer isso.
    Bem, quando eu descobrir, eu envio.
    Kissus, byebye.

    Mini-dicionario para comentarios da yukie:
    Cellbitch = é um apelido de um youtuber ai que eu gosto muito. (O nome do canal dele é cellbits)
    Yaoi = genero de manga/anime que tenha foco em romances homosexuais. É utilizado pelas fujoshis para nomear coisas gays em geral.

    - - - Atualizado - - -

    Gente, que biblia foi essa que eu acabei de escrever?

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  2. #2
    desespero full Avatar de Iridium
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    Padrão Segundo Pergaminho, Capítulo 36

    Saudações, leitores!

    Como havia comentado anteriormente, venho hoje com mais um Capítulo de "A Voz do Vento" para vocês. Estou preparando algo extra para postar ainda hoje no fórum, e disponibilizarei links mais tarde no post inicial, na aba de "extras". Será o início de uma série de extras que deixei pendentes ao longo desses anos.

    Agora, vamos ao feedback quanto aos Comentários!

    Spoiler: Respostas aos Comentários


    Agora, sem mais delongas, vamos ao Capítulo de hoje!


    -----

    Spoiler: Bônus Sonoro


    Capítulo 36 — Olhos de Odalisca

    Olhos de revoada... Da nômade fugaz e iluminada...*

    (Narrado por Yumi Yami)


    A luz de Fafnar estava começando a se esvair; era como se Sion já estivesse cansado daquele jogo. Enfim havíamos terminado o banho em Ankrahmun, e eu estava ansiosa para experimentar algo novo; desde que Brand aparecera em minha vida, passei a sentir como se eu tivesse sido libertada; percebi que poderia amar outro ser além de meu irmão, e conseguir um afeto muito maior que o esperado.

    Não sei como e nem porquê, mas Daraman resolveu atender às minhas preces. E como atendeu! Saí das águas perfumadas completamente renovada e feliz como nunca havia estado; voltei para o vestiário e fiz desaparecer minhas roupas antigas. Fechei meus olhos e estalei meus dedos, conjurando novas vestes para mim.

    Primeiro, faixas firmes, porém delicadas de algodão e seda para cobrir meus seios e meu sexo. Depois, um véu azul esverdeado bem fino atado ao meu cabelo, amarrado em um penteado bem alto. Uma blusa azul clara, comprida até a boca de meu estômago e com corte oval, exibindo meus ombros morenos, de mangas compridas até os punhos e cobrindo meus braceletes de prata, com bordados circulares de brilho rosado nas extremidades; calças azuis-esverdeadas com os padrões circulares rosados e brilhantes nas laterais externas da vestimenta, com um lenço azul-cerúleo com bordados de pedrinhas azuis e rosadas de tons vibrantes adornando meu quadril, um par de sapatos de tecido azul de mesmo tom do lenço de quadril e uma tornozeleira de fios prateados com pedrinhas azuis pendendo da peça principal, atada à minha perna esquerda.

    Olhei para meu rosto no espelho à minha frente; inclinei-me para a frente, concentrando-me em minha face; aproximei minha mão de minha tez e estalei os dedos novamente. Meus olhos ganharam um traço firme e felino de cor negra ao longo das base pálpebras; um pigmento de cor bronze adornou o restante das pálpebras até o côncavo dos olhos, abaixo das sobrancelhas; meus cílios ganharam mais volum e meus lábios foram pintados de um tom marrom arroxeado. Ajeitei minha postura, dei uma piscadela para a minha própria imagem no espelho e saí do vestiário.

    Na entrada da casa de banho, senti o ar faltar em meus pulmões, junto a uma aceleração no ritmo de meu coração e uma súbita onda de calor assim que vi Brand passar. Ele estava lindo! Ele havia substituído suas vestes de Paladino por uma blusa de linho de cor preta, jaqueta de cor granada com abotoaduras ´prateadas, calças negras, botas de escamas avermelhadas e um chapéu de veludo preto de aba média, cone mediano e fita de granada em tecido brilhante adornando sua cabeça precocemente grisalha. Eu soltei um suspiro apaixonado e dei a ele meu braço. Saímos lado a lado em direção aos estábulos, onde pegamos nossos Dromedários e seguimos em direção a Ashta’ Daramai.


    ****

    (Narrado por Ireas Keras)


    A luz de Fafnar dera lugar ao brilho de Sion no céu noturno quando eu, Jack e Wind havíamos chegado às Planícies do Pavor; assim como eu havia sonhado meses antes, o local era pavoroso e recheado de seres perigosos e territoriais, variando de Orcs e Minotauros a Dragões e, possivelmente, Aranhas Gigantes.

    Fomos guiados até lá por informações de Marcus e Elena referentes aos Cavaleiros do Pesadelo e seu antigo quartel-general, possivelmente localizado naquele pavoroso lugar. Seguimos de Thais às Planícies em completo silêncio; a presença de um Wind renovado me assustava na mesma medida em que me fazia desconfiar de algo a mais. Evitei trocar palavras tanto com Wind quanto com Jack, que ainda estava muito perturbado com as revelações feitas por seus pais, e não queria acabar colocando sal em nenhuma ferida a mais.

    Assim que chegamos à entrada da temida região, sinalizei aos demais que parassem. Respirei fundo, e ouvi Jack suspirar.

    — Não posso fazer isso. Não estou preparado. — O Paladino sussurrou, com pesar.

    — Jack! — Protestei, incrédulo. — De todos nós, tenho certeza que você é o mais apto a lidar com o que quer que apareça por aqui!

    — Ireas... Não sei se tenho coragem. — Sua voz saía trêmula, quase chorosa. — Não sei se sou forte o bastante para suportar essa provação... Não sei se sou forte como seus pais.

    Antes que eu pudesse refutar, Wind desmontou sua montaria e veio em direção a Jack, pousando suas mãos nos ombros do Paladino de olhos verdes.

    — Eu tenho certeza de que você é! — Wind interveio, sacolejando Jack de leve. — Você é filho de Marcus e Elena Spider! Você foi nomeado “Rei” por seus pais por esse ser o seu destino, sem importar o terreno que lhe seria dado! Você é forte, Jack. Você tem uma mente forte e um sorriso inabalável, e isso nada nem ninguém tirará de você! Pode confiar, eu sei do que estou falando!

    Jack ficou olhando Wind por um bom tempo antes de conseguir mudar seu semblante de triste a otimista; eu sorri de canto, surpreso com a abordagem de Wind. Aparentemente, o antigo Wind, aquele que eu conheci nas areias de Ankrahmun, estava de volta. Então, fiquei sério novamente; pensei, por algum tempo, que precisaríamos de esforços. Tive a sensação de que aquele teste poderia vir a me abalar psicologicamente, e que, dada a minha situação com Jack e Wind, não poderia me dar ao luxo de falhar. Certamente, teria que apelar para me trunfo oculto.

    A pergunta era: estaria meu trunfo pronto para me obedecer?


    ****

    (Narrado por Jovem Brand, o Terceiro)


    Santo Uman, que mulher!

    Era oficial: havia tirado a sorte grande entre todos os homens de meu tempo!

    Chegamos juntos à fortaleza dos Marid; por uma noite, me foi dado esse salvo-contudo. A notícia do iminente aprisionamento eterno de Malor corria pelos andares de marfim e arenito como fogo em palha seca. A casa de Gabel estava lotada, com convidados Djinns e humanos, todos presentes para celebrar a vitória dos justos e o aniversário da princesa Djema, que finalmente chegaria à idade adulta.

    Entretanto, sinto que roubamos um pouco a cena; estávamos, modéstia à parte, maravilhosos. Yumi, em especial, estava um espetáculo; nenhuma das outras mulheres presentes. Apenas Djema poderia tentar se igualar a ela, e a beleza da tímida bibliotecária me surpreendera bastante.

    Assim que chegamos à entrada, Umar nos recebeu com um caloroso abraço e um aperto de mão; por uma noite, fui recebido com apreço pelo segurança da Fortaleza dos Djinns Azuis; no andar seguinte, Bo’Ques já servia um montante absurdo de iguarias exóticas e deliciosas para muitos dos convidados, e fomos recebidos com dois enormes pratos cheios de pequenas delícias do cozinheiro Marid; sentamo-nos um pouco nas almofadas posicionadas ao longo da sala, comendo as iguarias e conversando com os demais presentes sobre nossas aventuras e as novidades de nosso admirável grande mundo.

    Yumi decidiu seguir para o próximo andar em busca de Djema, enquanto eu preferi ficar com os novos aventureiros, conversando sobre as aventuras do passado e as expectativas para o futuro. Foi no meio daquela turma de homens de várias faixas etárias que eu acabei tomando a decisão. Decisão essa que viria a mudar todo o rumo da minha vida. Ao ouvir as aspirações futuras daqueles que viram tanto quanto eu, ou até mais, entendi o que realmente faltava em minha vida...

    E o que eu teria que fazer para conseguir o que eu tanto almejava e nunca percebera até então.


    ****

    (Narrado por Yumi Yami)

    Subi as escadarias com muita alegria, e fiquei radiante ao ver Djema; ela estava mais linda que os lírios da fonte dedicada a Daraman; ela era o centro das atenções dos Djinns presentes. Gabel estava feliz como nunca estivera, orgulhoso da filha que criara, da princesa que ela era e dos conhecimentos que ela já acumulara em tão tenra idade.

    Eu fui até ela e abracei-a com ternura; dei a Djema meus melhores votos por aquele dia, agradecendo-a por me convidar a despeito de tudo que meu irmão fizera. Ela tomou minhas mãos e me levou ao centro da biblioteca, convertida em um salão, onde me deparei com alguns Djinns em forma humana portando alaúdes, tambores em formato cilíndrio e trapezoidal**, címbalos e outros instrumentos percursivos.

    — Uau! Sua própria banda! — Falei, exultante. — Vamos ter dança hoje!

    — Com certeza! — Djema me disse com um sorriso melindroso. — Na realidade, era sobre isso que eu gostaria de falar com você: desde pequena, sempre admirei você, Yumi. Sua graça, sua força... E o fato de você dançar maravilhosamente bem. Me daria a honra de ver mais uma performance sua?

    A pergunta me pegou de surpresa; não sabia o que responder. Comecei a ouvir palmas tímidas das pessoas presentes naquele recinto.

    — Dance, dance! — Alguns começaram a entoar, animados.

    Em pouco tempo, vi os músicos se ajeitarem em suas cadeias e afinarem seus instrumentos. Mais palmas; mais pessoas apareceram no recinto, e mais convidados começaram a pedir por minha dança.

    — Dance, vá! — Os Djinns mais animados já diziam, pedindo aos demais presentes para se sentar nas almofadas no chão.
    — Dance, por favor. — Djema me pediu com doçura.

    Soltei um suspiro e abri um sorriso; não tinha como recusar. Vi Brand chegando com a última leva de convidados e decidi que voltaria a fazer aquilo que eu mais amava: dançar para um sala cheia de espectadores. Descalcei meus pés e fui para o centro do enorme círculo que se formara no salão improvisado.

    O silêncio deu lugar às palmas que me convidaram para a performance; os músicos enfim se ajeitaram, e eu fechei meus olhos, esperando pela melodia. Ouvi os passos delicados de Djema dirigindo-se para seu lugar, e respirei fundo novamente.

    Então, ouvi o som alto e claro dos tambores chamando por mim; a música começou,e meu corpo logo foi acompanhar. Meus pés se moviam na cadência animada que me era dada;a voz de três dos Djinns davam à percussão sua melodia merecida, e usei meus braços, ombros e pescoço para encenar.

    Se a canção me pedia, fazia uso de meus quadris e abdome; umas batidas com vigor aqui e acolá, e a movimenação de uma serpente que encanta homens e mulheres quando a lentidão alcançava os alaúdes. As vozes pediam drama, e as palmas junto ao andamento do arranjo clamavam por mais.

    Comecei insegura, mesmo que minha expressão não deixasse transparecer; faziam anos que eu não dançava para um público tão grande, com tantas caras novas e curiosas me observando. Meus joelhos tremiam sem que esse fosse meu comando, e eu fazia o possível para apenas me atentar à música e dançar a minha melhor dança.

    Na medida em que a sala se tornou mais animada, decidi me arriscar e tornar-me mais intensa, sem fazer tantos movimentos pequenos e em espaços mais restritos; ocupei mais espaço quando o arranjo me permitiu, e diverti-me como nunca mais havia me divertido.

    Ainda que estivesse feliz e em meu lugar de direito, não conseguia evitar de sentir um vazio em meu coração. Eu olhava para a plateia na esperança de captar o olhar singular de meu irmão. Depois de tantos anos de transgressões e más decisões, não conseguia evitar a solidão e tristeza que sentia com sua ausência. Ele viera ao mundo comigo, e eu gostaria que, quando a hora chegasse, ele saísse desse mundo ao meu lado. Doía-me sua ausência, principalmente pelo fato de ser a primeira apresentação minha em que Yami não estaria presente, e certamente não seria a última.

    Só podia torcer para que estivesse bem e que não estivesse arranjando problemas para si ou outras pessoas. Restava apenas dançar para espantar os maus sentimentos; restava apenas me entregar de corpo inteiro à música e dar àquela gente a melhor apresentação de dança de seu tempo...


    ****


    (Narrado por Andarilho do Vento)


    Ireas estava calado, e parecia me evitar de qualquer forma. Soltei um suspiro de alívio quando vi que Jack parecia estar recuperando seu vigor. A noite já era densa e eu conseguia ver uma estrutura em ruínas no horizonte.

    — Ali! — Apontei para o a edificação — Deve ser ali, o antigo entreposto dos Cavaleiros do Pesadelo!

    Jack se preparou para me seguir, mas Ireas ficou parado; de repente, vi-o tirar algo de seu robe: uma Lâmpada, como aquelas onde dormiam Djinns. Com aquilo em mãos, ele começou a andar sem dar um pio sequer. Quando ele ficou alguns metros à minha frente, percebi que ele levara a Lâmpada à frente de seu corpo.

    Alguns segundos depois, uma nuvem de fumaça esverdeada apareceu próximo ao Norsir de cabelos azuis, e não demorou muito a ela assumir formas humanas – e familiares.

    Yami, o Primeiro, estava ali presente.


    Continua...

    ----

    Glossário:

    (*): Paródia à descrição de Capitu em Dom Casmurro, de Machado de Assis: "Olhos de ressaca; de cigana oblíqua e dissimulada". Referência ao olhar e à postura de Yumi, que se assemelha à de Capitu em vários momentos.

    (**): Descrição de um derbake, um instrumento de percussão árabe similar a um tamborete. Foi criado principalmente para apresentações ao vivo de bailarinas de dança do ventre, sendo a base da grande maioria dos arranjos musicais para bailarinas.



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