Desculpa a demora genteee mas ai vai!
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As opções
Chega o momento de cada um dos jovens aprendizes da ilha de Rookguard escolherem suas futuras profissões, pois, naquela noite partiria um barco que levaria para NeOnoga aqueles que decidissem ser ninjas, NeOgari quem desejasse se tornar samurais, para Ti-Siagham aqueles que tornaríam-se caçadores do deserto e para Ti-Megálos aqueles que optassem por caçadores da floresta (ou ranger, como gostavam de ser chamados).
Para que ninguém desconfiasse, pelo menos a princípio, que Kraig treinava para ser um monge, ele ficaria em Rookguard e diria a todos que treinava para se tornar um druida, devido aos poderes curativos que desenvolveria mais adiante. Rolf tinha conversado já com o capitão durante à tarde, e este lhe dissera que pais de três crianças teimosas como seu filho, queriam ser levadas para Fiteona, para se tornarem alquimistas. Sabia que aquilo era proibido, e que alquimistas eram perseguidos, assim como os monges, num mundo preconceituoso e invejoso.
Com muito pesar, Kraig abraçou ternamente seu novo amigo Eliot, que agora partiria para Ti-Megálos para se tornar um hábil caçador da floresta:
_Não se comova, meu amigo. Eu nasci na floresta e fui criado numa tribo em meio dela, e quero partir para descobrir os segredos que a natureza esconde, me tornando um ranger e usando-a a meu favor. -disse Eliot, orgulhoso de sua escolha. -Mas não se preocupe, nos encontraremos em pouco tempo no grande continente de Tibia. Vamos continuar a nos falarmos por cartas, está certo?
_Está bem... Snif... -o jovem estava bastante emocionado.
Todas os outros jovens embarcaram, e o navio partiu, deixando muita gente a chorar na despedidas de seus entes queridos. Kraig olhava o barco se perder no horizonte, quando sente uma mão em seu ombro, e que não era a de seu pai:
_É melhor ir descansar agora, Kraig. -era a voz de Cipfried, que sussurrava para não ser ouvido -Começaremos seu treinamento amanhã logo cedo. É preciso muita disciplina para se tornar um monge.
Pela manhã, antes mesmo do raiar do sol, o pequeno Kraig já estava de pé, fazendo o desjejum com alguns pães e um grande copo de leite. Rolf acordou com o barulho que o garoto fez ao preparar a comida e foi até a cozinha. Ele parecia bastante animado:
_Não precisa ter tanta pressa meu filho, o sol ainda nem apareceu. -disse o guerreiro, ainda com o cabelo bagunçado e os olhos pouco abertos, de sono.
_Mas pai, eu estou muito ansioso para que meu treinamento comece. Daqui a pouco vou para o templo, onde vou treinar em segredo com Cipfried. -falou o garoto em voz acelerada.
Os dois sentaram-se na sala e conversaram sobre a escolha de Kraig mais um pouco. Seu pai disse-lhe que era uma escolha perigosa, e que o garoto deveria arcar com as conseqüências. O garoto somente concordava com a cabeça afoito, enquanto comia seus pães. Disse-lhe tudo que Cipfried lhe explicara sobre como seria o treinamento, que levaria cinco anos, muito mais do que o treinamento para qualquer outra profissão.
Rolf chegou a pensar em proibir o garoto de última hora, por achar que ele era muito jovem para entender a real situação. Mas apenas seguiu seu coração, e viu o garoto despedir-se de Arlen antes de ir para o templo...