Eu estava em casa, no apartamento 07, um prédio pequenino de três andares, um apartamento no térreo e dois a cada andar. Sua cor principal é branca, mas possui alguns detalhes em verde nem tão claros, nem tão escuros, estava, mais precisamente, no meu quarto, quando ouvi algumas sirenes...
Ouvi algumas sirenes, mais ou menos umas três viaturas. As segui, voando calmamente, desejei que nenhum civil me observasse, não queria me tornar uma aberração ou algo adorado ou até invejado pela sociedade. Cheguei a um teatro (que eu não lembro o nome), as viaturas pararam na rua do tal teatro, alguns policias saíram, seis no total, desci num local “secreto”, minha sorte foi que ninguém me avistara, fui logo para a entrada, possuía alguns pilares que eram cobertos por azulejos cor-de-rosa (que eu me lembre, era assim)... Impediram-me:
- Você não pode passar; está área está sobre vigilância – Disse um dos policiais, não dava para ver a cor do cabelo, o capacete o tampava, era magro e aparentemente “gentil”.
- Olha se não me deixar passar, conhecerá aquele espírito que possui uma foice, a chamada;
Morte conhece? – Disse eu.
Respirou o policial:
– Você acha que pode me matar?
- Não posso como irei te mostrar.
Uma bola de fogo de aproximadamente cinqüenta centímetros de diâmetro foi o suficiente para me deixarem passar.
Deparei com uma linha policial, procurei saber sobre o crime ocorrido. Falei para um policial chamar seu comandante, mas pareceu que este não me ouviu – Affe; pensei – chamei outro, este chamou se capitão... Diálogo:
- Olá, soube que um crime aconteceu aqui neste teatro, o que aconteceu? – Disse eu.
- Olha isso não é da sua conta! Vá para casa! – Disse o comandante, um homem barbudo, magro, como o outro policial que eu observei anteriormente.
Mais uma bola de fogo foi o suficiente.
- Você não encontrará nada aqui, o bandido seqüestrou uma atriz, vá para uma casa onde há viaturas por perto, bairro Santa Mônica (Off: Não quero nem contar os nomes de alguns bairros daqui).
Fui para o mesmo beco e voei lá para a tal casa, tinha um telhado feito de telhas (que der) vermelhas, as paredes pintadas de azul e o piso era vermelho com alguns detalhes (podem fazer os detalhes do seu jeito). Havia cinco viaturas da PM na porta da casa. Perguntei para o policial o que o bandido queria, também falei que ia ajudar.
Esmurrei o portão, senti uma forte dor nos punhos (ou você acha que esmurrar um portão de metal é fácil? Isso é, sem sofrer um pouquinho).
Procurei o bandido, o achei numa sala ou quarto abandonados, pisos fora do lugar, paredes sem tinta, o bandido está usando uma máscara, tinha olhos castanho escuros, aparentemente muita força, tinha uma Colt M4A1 Carabine.
- Cadê o tutu? – Disse o bandido.
- A moça primeiro – Disse eu, ela estava amordaçada por um pano branco, era morena, cabelos negros, olhos verde e até bonitinha; o bandido a estava segurando pelo cabelo, estava amarrada muito firmemente, até pareceu que ele deu um nó.
- (Risos de “negação”) Você acha que eu sou tonto o bastante para tanto? – Disse o bandido.
- Já que quer assim... Sólamento – Disse eu.
Com um tornado que invoquei, levitei ambos e resgatei a mulher, queimei as cordas e deixei-a ir; mas a criatura não desistiu.
- Se eu não posso ter meu dinheiro, você morre! – Disse o bandido, mais nervoso que nunca.
- VENHA, NINGUEM ME DERROTOU ATÉ AGORA! – Disse eu, com uma “raiva” de dar medo (heuheuehueheuhe, to zoando).
Ele pegou a Colt e atirou em mim, cinco tiros, dois no tórax, os outros ele errou, jamais o perdoaria, corri para cima e causei uma explosão bastante forte perto do cara, voamos para as parede, ele, certamente estaria morto, mas eu sobrevivi, com muita dificuldade; os tiros me tiraram muito sangue.