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Tópico: A revolta dos deuses!

  1. #11
    Avatar de Maninha BH
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    AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH MANJIIII!!!! TO QUASE MORRENDO AQUI!!!! Nossa, quem tem talento é você, garoto!!! Excelente"!!! Mal posso esperar pra ler a próxima parte...
    Abraços, passa lá no meu q eu postei hoje!!!

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    Leiam meu roleplay também: AVENTURAS EM VALORIA - CAP. 4 ROX!
    E na seqüência, o do meu irmão: A VIDA EM VALORIA - O DIÁRIO DE LORD PETRUS

    http://www.revistatpm.com.br/testes/heroina/arwen.gif

  2. #12
    Avatar de Curiox Morozesk
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    Citação Postado originalmente por Maninha BH
    AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH MANJIIII!!!! TO QUASE MORRENDO AQUI!!!! Nossa, quem tem talento é você, garoto!!! Excelente"!!! Mal posso esperar pra ler a próxima parte...
    Abraços, passa lá no meu q eu postei hoje!!!
    Cruiz credo fia, menos, olha lá, calma.

    heaeauehaueh

    Tá muito locao meu irmão!

  3. #13
    Avatar de Manji, o Amaldiçoado
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    Citação Postado originalmente por Maninha BH
    AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH MANJIIII!!!! TO QUASE MORRENDO AQUI!!!! Nossa, quem tem talento é você, garoto!!! Excelente"!!! Mal posso esperar pra ler a próxima parte...
    Abraços, passa lá no meu q eu postei hoje!!!
    Já atualizou tem roleplaying, da elfa? Mas como, se não vi...

  4. #14
    Avatar de Nada a Komentar
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    Curtir Muito bom

    cara os seus RPs são os melhores... comecei a ler o do beldar em outubro...
    fiquei esperando ansiosamente cada capitulo(eheheh)
    cara... num consigo para de ler ..plz posta o cap 3 plz plz plz

    GaBrIeL_PJ - NAK
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  5. #15
    Avatar de Derfel Emmel
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    E o proximo episódeo?

    Não vai atualizar não? *pegando o chicote*


    To querendo saber da reunião...

    Passa depois no meu, já tem update o RP.




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  6. #16
    Avatar de Manji, o Amaldiçoado
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    Padrão Parte III

    Felmon encaminha-se até sua casa. Sua casa era pequena e modesta, mas o suficiente para guardar seus itens, a qual julgava ser a única função de uma casa. Consegue sua tão sonhada bolsa de runas curativas, mas deixa-a guardada na casa. Retira sua armadura, vestindo um manto branco feito de mitral. Como sempre, não se separa de sua espada mágica. Parte para o salão de reuniões. No caminho, não deixa de se encantar com a maravilha que a cidade era. A noite, principalmente. Luzes mágicas acendiam-se em locais que mais precisavam de claridade, as plantas exóticas da cidade faziam daquele local um paraíso, fora o amistoso povo que habitavam-a. Enfim, chega ao salão. Era grande. Na entrada, duas enormes estátuas de senhores barbudos representavam a sabedoria. No interior, um enorme tapete, que dava até uma enorme mesa, onde naturalmente ocorriam as reuniões. Outras estátuas e quadros se espalhavam pelo interior, que demostravam fatos marcantes do passado. O que mais se destacava era o quadro representando a guerra entre Ferumbras e os humanos. Enfim, todas as obras de artes ali presentes custavam muito caro, mas para os elfos, arte não tem preço. Nos bancos, cinco anões já se encontravam acomodados. Entre eles, Tordef, o guardião caolho, e Darin, imperador de Kazordoon. Tordef era um anão robusto, sempre empunhando seu machado de guerra, com sua armadura pesada. Era cego do olho esquerdo, com uma marcante cicatriz, e seu machado era bastante bonito. A lâmina acemelhava-se a boca de um dragão, e o cabo, feito de prata. Darin vestia seu manto com esmeraldas, e carregava seu cajado mágico. Ninguém sabia, ao certo, que tipo de poderes carregava aquele cajado. Felmon senta-se ao lado de Tordef. Mais três elfos se encontravam lá. Lonarth, o arcano, o Governante Oëmer Goldstar e Falinas, o meio elfo domador de feras. Os três elfos conversavam entre si, enquanto os anões saboreavam as comidas caprichadas dos elfos. Passados alguns minutos, a notícia da chegada dos humanos. Enfim! Felmon já não aguentava mais ficar parado. Eram quatro. Tibianus, o rei de Thais, Eloise, a rainha de Carlin, Farwels Mata-dragão e San Delanchê, o bardo.
    Tibianus destacava-se por sua poderosa armadura, feita de pele de dragão, e sua enorme espada, que brilhava como uma tocha. Eloise, com sua armadura exótica, demostrava a beleza e força das mulheres. Bastante raro ela ter aparecida ali sem suas guarda-costas. Farwels, homem alto, era conhecido por ser profissional em matar dragões, como seu título mesmo dizia. E San Delanchê, famosíssimo bardo, por ser o maior conhecedor de histórias e lendas do mundo. Felmons perguntava-se o que diabos fazia ali. Não por quê se considera-se um nada no meio deles, mas sim que aquele assunto, por enquanto, não lhe interessava. Cada um inicia sua respectiva saudação, dando início ao conselho. Oëmer inicia:
    - Os senhores aqui presentes devem estar se perguntando o motivo deste conselho. E asseguro-lhes que talvez não podesse haver reunião mais importante do que essa. Todos devem ter percebido a demorada com que vêm se mostrando o aparecimento dos primeiros raios solares. Pois é isso que preocupa minha raça e de meu povo.
    - Sim, sim. Acho que todos perceberam a demora. Mas não é incomun que Tibia apresente anomalias no tempo ou algo similar. - Observa Tibianus.
    Felmon encara aquilo como uma resposta decisiva para ridicularizar as possíveis teorias que Oemër viesse a apresentar. Deixa um um sorriso escapar do canto da boca.
    - Você está certo. Mas devemos observar que escrituras feitas por meus antepassados apontam que na primeira noite demorada, aconteceria a Sämior Sandih, que vocês devem saber seu significado...
    - Bah! Elfos e suas ridículas lendas. Acho que em suas escrituras também devem apontar que a primeira formiga que nascesse com um olho na testa representaria o fim do mundo. Ha! - Zomba Darin.
    - Não. Mas em todas as bibliotecas do mundo, há livros que dizem respeito da teimosia e orgulho dos anões e suas derrotas causadas pelos mesmos. Organizei esta reunião para nos prepararmos de uma possível ameaça fora de controle. E todos aqui presentes sabem da sabedoria dos elfos e suas previsões, e a cada dia que se passa, se concretizam.
    - De acordo com meu supremo conhecimento - observa San Delanchê - a Sämior Sandih seria o dia em que os deuses se revoltariam com sua criação, e a destruiria. E essa revolta seria causada pela quebra de uma regra divina.
    - Exato Sir Delanchê, e os primeiros sinais disso seria a noite eterna. E esta noite demorada que me assusta.
    - Explique melhor essa história, Oemër Goldstar. - Insiste Eloise.
    - Bom. Primeiramente, depois de toda a história divina, os deuses criaram as primeiras criaturas. Para essas criaturas, deram-lhe o poder de criação, mas também o poder de destruição. Pórem, seus poderes haveriam de ser limitados. Foi, então, criadas as leis divinas. Citarei apenas a de não superar os limites de um mortal, a qual é o foco dessa reunião. Essas leis foram ditas ao povo mais sábio, para que estes espalhassem as leis para os outros. Sim, esta raça são os elfos, meu povo. Pórem, as outras raças não tiveram um relacionamento amistoso com nosso povo, e a distribuição das leis divinas foi esquecida com o tempo. A mais grave, a qual citei a pouco tempo, provavelmente foi quebrada a pouco tempo...
    - Desculpe interromper, - avisa Tordef - mas existem coisas desconexas na tua história. Você disse me dizer que os deuses criaram-nos, deram-nos poderes, mas não haveria de ultrapassar os poderes de um simples mortal. Então, quer me dizer os deuses, seres perfeitos acima de tudo, não conseguiram limitar os poderes de sua própria criação? Por quê os deuses disseram as leis divinas apenas à seu povo, podendo facilitar todo o trabalho, e distribuir para todas as raças de uma vez? Não posso acreditar nisso...
    - Os deuses são misteriosos, e não será numa simples reunião de mortais que tomaremos decisões a respeito disso.
    - Acho que vocês devem se lembrar do grande clarão que teve há exatamente 3 anos e 6 meses. Foi um evento bastante estranho, e até agora tento descobrir o motivo daquilo. - Observa Delanchê.
    Pedro escutava a conserva por de trás das paredes. Não por quê queria, mas, tinha acordado para tomar um pouco de água. Ouvira a conversa por um acaso, e resolveu saber o motivo de tal reunião com seres tão importantes. Se interessou pela parte do clarão, e talvez fosse o único que soubesse o real motivo.
    - Desculpem a intromissão em reunião tão importante, mas preciso falar-lhes a respieto do clarão. - Intremete Pedro.
    Felmon se assusta com sua presença. Não deveria ter trazido aqueles jovens com ele.
    - Pensei que esta reunião fosse secreta... - Indaga Darin.
    - Peço desculpas novamente. Mas talvez possa ajudar vocês nesse assunto.
    Todos o observavam curiosos, mas com um misto de desprezo, pois um jovem tão ingênuo não poderia ter mais conhecimentos que San Delanchê. Pedro sente-se incomodado com todos aqueles olhares esmagando-o, mas resolve continuar.
    - Quando eu ainda me aventurava pelas terras de Rookgaard, conheci um velho homem, que estava sentado a beira de um rio. Pescava tranqüilamente, e resolvi fazer compainha. Conversamos um pouco, até ele resolver contar uma história que aconteceu com seus amigos. Por favor, estou quebrando uma promessa, pois havia prometido não contar esta história a ninguém.
    - Qual nome desse velho? - pergunta Lonarth.
    - Kaite. Disse que resolveu não se aventurar pois era preguiçoso, e não tinha gosto para lutas e perigos. Na sua história que me contou, disse que conseguiu essa história pois seu amigo havia lhe contado através de seus sonhos. Esse seu amigo chamava-se Beldar.
    - Espere. - Interrompe Delanchê - Beldar era líder da guilda Phoenix of the Peace, e ele foi uma das pessoas que sumiu no clarão, junto com todos os membros de sua guilda, e a guilda inimiga com quem guerreava, Killers of Rent.
    - Exato. Segundo o que o senhor Kaite me contou, Beldar, depois de muito sofrer e se aventurar, tinha conseguido achar a Lendária Espada Mágica, e tinha superado os limites de um mortal. Ele sabia toda a verdade sobre os deuses. Na sua última batalha contra os membros da Killers of Rent, tinha conseguido liberar uma energia muito grande, superando os limites de um mortal, e golpeando o membro da guilda inimiga, liberando então, o enorme clarão. Depois disso, não se sabe mais o que aconteceu.
    - Huh! Essa história faria dormir até mesmo um ghoul. - Zomba Tordef.
    - Não, Tordef. A história dele faz o mínimo sentido. Temos que considerar qualquer pista. Alguém sabe como podemos ter contato direto com alguém de Rookgaard?
    - Dizem que os clérigos dos templos têm esse poder. - Observa Eloise.
    - Ha! O clérigo de Carlin está muito estranho. - fala Felmon. - Pedi-lhe para curar-me, mas ele negou, o que naturalmente é sua função. E ele mantém as portas de seu templo fechadas.
    - Interessante. O clérigo de Thais também está negando visitas em seu templo, e está com suas portas fechadas. - fala Tibianus. - Infelizmente não temos autoridade para ordená-los a fazer algo.
    - Agora percebem que fatos estranhos estão tomando conta de Tibia. E, repetindo minha pergunta, há alguma maneira de termos contato direto com alguém de Rookgaard?
    - Dizem que em Plains of Havoc, existe um portal que leva até lá. - Comenta Farwels. - Mas existem muitos monstros perigosos lá, todos em extrema aliança.
    - Acho que todos concordam em iniciarmos uma comitiva para pesquisar esses fatos.
    - Bom, se depender de mim, isso iniciará agora. - comenta Farwels.
    - Acredito que minha presença nesta reunião não tenha sido em vão, e me sinto orbigado a participar desta comitiva. - Concorda Felmon com Farwels.
    - Provarei que as lendas de meu povo estão corretas. Irei nesta comitiva. - fala Lonarth.
    - Se Lonarth vai, também irei. - Observa Falinas.
    - Em honra a meu povo, irei. - Fala Tordef.
    - Bom, acho que será o suficiente. Este jovem irá com vocês, pois conhece esse tal Kaite. Os reis não poderão se envolver diretamente, pois não podem levantar desconfiança ao povo. San Delanchê irá com vocês, pois possui um grande conhecimento histórico. - Fala Oemër.
    - A todo dispor. - Concorda Delanchê.
    - Meu nome é Pedro. Sandra pode ir conosco? Ela é minha melhor amiga.
    - Não me responsabilizarei por qualquer dano que venha a ocorrer com ela. Lembrem-se que vocês devem agir discretamete, e devem nos avisar de qualquer fato estranho ou pista. Acima de tudo, devem agir em grupo.
    Todos concordam, e começavam a se preparar para a jornada. Seria uma longa jornada...





    Muito obrigado a todos os comentários, que me dão forças para continuar esta história. Esperem pelos próximos comentários.

    Abraços!

  7. #17
    Avatar de Nada a Komentar
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    Bom.. muito bom.. to curtindo cada capitulo...
    vc se inspirou em senhor dos aneis pra fazer esse episodio??
    isso me lembrou um poco "A sociedade do anel" heheh
    mais ta mto bom mesmo essa continuacao da historia de beldar

    GaBrIeL_PJ - NAK
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  8. #18
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    Padrão Parte IV

    Citação Postado originalmente por Nada a Komentar
    Bom.. muito bom.. to curtindo cada capitulo... vc se inspirou em senhor dos aneis pra fazer esse episodio??
    isso me lembrou um poco "A sociedade do anel" heheh
    mais ta mto bom mesmo essa continuacao da historia de beldar
    Na verdade, é como meu querido Renato Russo diz: "Eu sei que as vezes uso palavras repetidas, mas quais são as palavras que nunca são ditas?". Mas, quem não se inspira na grande obra O Senhor dos Anéis? :riso:
    --------------------------------------------------------------------------

    Pedro corria para o quarto. Precisa avisa aquilo a Sandra. O grupo escolhido já se preparava para a jornada, levando todos os suprimentos possíveis. Sandra dormia tranqüilamente na confortável cama élfica, até ser acordada.
    - Sandra, acorda!
    - Huh? O que você quer? - falava Sandra ainda com sono.
    - Partiremos em uma jornada, ao lado de pessoas muito importantes! Ande, vista-se que iremos partir agora.
    - Espere, espere! Não estou entendendo nada.
    - Veremos o senhor Kaite dinovo. Fomos convocados a participar de uma jornada que mudará o mundo! Iremos até Plains of Havoc procurar pelo suspeito portal que levava até a ilha de Rookgaard. O senhor Kaite é o único que sabe a real história de Beldar, e eles querem saber disso.
    - Eles quem?
    - Felmon, Tordef, aquele guardião do imperador de Kazordoon, o bardo San Delanchê...
    - Nossa! Iremos com eles em uma jornada? - Sandra já tinha se levantado da cama e vestindo sua armadura.
    Nesse momento, Felmon entra no quarto.
    - Estão prontos? Aviso-lhes logo que apenas foram chamados pois sabem onde esse velho está, e quem ele é. Espero que seja verdade essa história dele saber sobre o grande clarão...
    - Mas claro que é! Não mentiria em reunião tão importante.
    - Não tenho costume de ajudar crianças, portanto não dependam de mim. Apressem-se, estão esperando.
    - Crianças?! Unf!
    Sandra recolhe sua bolsa de runas. Tibianus conversava com Oemër. Insista em levarem cavalos, pois facilitaria o trabalho. Depois de alguns minutos de conversa, Oemër concorda, e sete cavalos são apresentados. Todos robustos, os melhores da cidade. San Delanchê assumiria o comando, pois era o mais sábio. Todos montam nos cavalos. Sandra e Pedro ficaram com o mesmo cavalo. Depois de dadas as observações, partem.
    Poucas horas se passam, até chegarem na entrada da Grande Velha Montanha. Os cavalos galopavam vagarosamente. Delanchê achou melhor descansarem por ali. Na verdade, não seria um descanso, mas sim uma parada para pensarem melhor. Montam suas barracas, e prendem os cavalos na árvores. A noite continuava firme. O céu bastante estrelado. Um cenário tão bonito como aquele não poderia representar uma grande ameaça. Falinas se mantinha deitado em cima de uma árvore. Fumava sua erva, tendo vista o céu. Eram duas barracas, cada um cabia três pessoas. Sandra e Pedro ficaram a beira de um rio, perto dali, pescando. Lonarth conversava com Delanchê.
    - O que Tordef falou tem sentido, Lonarth. Um criador não poderia deixar de ter controle sobre sua criação. É quase impossível pensarmos nos tão poderosos deuses não conseguirem limitar o poder de um mortal. Se essa pessoa está mesmo viva, e se ela realmente existe, não será difícil achá-la.
    - Mas nas escrituras dizem que os deuses buscariam um modo de aprisioná-lo, para ele não ter seus poderes aumentados. O problema é saber ela está aprisionada.
    - O único local, que tenho conhecimento, que pode impedir um crescimento excessivo de poder é a Ilha dos Iniciantes. Mas aprisioná-lo lá seria inútil. O Oráculo poderia lhe libertar.
    - Mas e se O Oráculo ter influência dos deuses? Muitas coisas estranhas estão acontecendo. Os clérigos estão mantendo suas portas fechadas, a noite continua firme, o clarão a alguns anos... no mínimo, uma mal muito grande está por vir, tendo valor nossa jornada.
    - Bom, o velho, a quem Pedro mencionou, sabe da real história do clarão, correto? E que ele mantém contato com a pessoa que causou este clarão... Ele saberá nos dizer onde está essa pessoa... É estranho saber que os deuses destruirão o mundo que contruiram por cuasa de uma única pessoa ter superado os limites de um mortal. Um avatar destruiria-a facilmente, e a ameaça seria resolvida.
    - Mas e se outras pessoas conseguirem superar? Para esse Gênesis ter conseguido superar os limites, deve saber algo mais que ninguém saiba. O que mais me impressionou foi Pedro ter falado que essa pessoa conseguiu achar a Espada Lendária.
    - Não devemos confiar nas histórias de um jovem...
    Tordef afiava seu machado noma rocha. Farwels permanecia sentado pensativo, e Felmon fumava um charuto. Observando Farwels melhor, Felmon notou que ele fazia algum tipo de prece, e algumas lágrimas desciam pelo seu rosto. Não entendeu aquilo. Farwels era um homem forte,e aquilo não combinava com ele.
    - Você está bem, Farwels?
    Limpando o rosto rapidamente, Farwels volta a sua expressão dura.
    - Sim, sim. Estou. Estava apenas glorificando meu deus. Com lisença.
    Farwels entra numa barraca, deitando-se. Felmon definitivamente não entende aquilo. Era melhor não se intrometer mais. Terminado de afiar a lâmina de seu machado, Tordef prepara as tranças de sua longa barba. O pequeno acampamento permace em silêncio, até ouvirem a voz de Delanchê.
    - Vamos. Não podemos demorar mais.
    Desmontando o acampamento, buscam seus cavalos, e partem. Atravessam a Grande Velha Montanha. Avistavam ao longe a magnífica Ponte dos Anões. Tordef avisa que ali costumavam habitar anões sem honra, que emboscavam seres desprevinidos. Atravessam a ponte sem problemas, passando pelas magníficas estátuas. Talvez os anões tivessem desistido de emboscar, vendo que quem atravessavam não eram um simples grupo de aventureiros. Mais alguma horas de viagem, e estariam no local destinado. Pedro pensava em Kaite. Como ele estaria? Galopavam por um descampado. Uivos tomavam conta do silêncio daquele local. Uma coisa, ao longe, chama a atenção de Falinas, que estava na frente do grupo. Um corpo aparentemente coberto de teia. Avisa ao grupo. Todos ficam em alerta. Aproximam-se do corpo. Os cavalos estavam estressados.
    - Vítima de uma aranha monstruosa. - Avisa Lonarth.
    Falinas desce do cavalo. Não demorou para que o cavalo fugisse. Algo o pertubava.
    - Os cavalos estão estressados! O meu está fugindo!
    - Irei atrás dele. Tentarei acalmá-lo. - Diz Felmon, seguindo o cavalo fugitivo.
    Felmon, utilizando de sua espada curta, corta a teia na altura do rosto do corpo, na tentativa de ainda vê-lo vivo, e ajudá-lo a respirar.
    - Estranho. As aranhas costuman levar sua vítimas aos filhotes. Por quê este corpo abondonado aqui? - Intriga Farwels.
    Delanchê observava em volta. Sentia a presença de algo, assim como Lonarth. Pedro e Sandra observavam horrorizados o corpo pálido. Entrando em um matagal, Felmon perde de vista o cavalo. <Merda!>. Antes que voltasse para onde o grupo estava, escuta um barulho. Alguém se movia por entre as grandes matas. E pelo movimento, era algo muito grande. Antes de qualquer ação, uma enorme aranha mostra-se, pulando em cima dele. Felmon estava em apuros. O cavalo tinha caído em cima dele, e a aranha aumentava ainda mais o peso. Não conseguia puxar sua espada. Tinha livre apenas suas duas mãos, enquanto o corpo do cavalo impedia que ele sacasse sua espada da cintura. O cavalo já estava morto. O monstro tentava acertar o pescoço de Felmon com suas presas, mas este impedia, utilizando de sua força para segurar-las. Consegue gritar pelo grupo.
    Todos escutam, e partem a seu socorro. Delanchê é suspreendido por uma ferroada nas costas, caindo do cavalo. Outra aranha gigante se mostra. Estava escondida entre as folhas de uma enorme árvore. Tinham planejado uma emboscada. Delanchê sentia uma enorme dor no local da ferroada. Estava envenenado. Falinas retira seu arco, saca uma flecha, e mira a cabeça da horrenda, cegando-a de um olho. Esta solta um grunido agudo. Farwels corre em direção a Felmon, junto de Tordef. A enorme aranha perfurava violentamente o corpo do cavalo com seu ferrão traseiro, na tentativa de atravessar o corpo do animal e acertar Felmon. Antes que conseguisse realizar seu plano, é acertada por um golpe violento de machado. Tordef tinha subido no corpo da aranha, e acertado sua cabeça. Farwels não perdôa, e corta uma pata da aranha, decepando-a. Lonarth retira uma runa com uma caveira negra grafada, mirando a aranha que estava em cima de Delanchê, liberando uma esfera negra, acertando-a em cheio. <Uiicchh!> <Corre Delanchê!>. Sentindo-se mais leve, Felmon sai de baixo do corpo do cavalo. A aranha furiosa, golpea Tordef com uma poderosa patada, fazendo voar metros. <Oaargh!>. Farwels tenta outro golpe, mais a aranha esquiva-se agilmente, mesmo com uma pata a menos. Falinas monta em cima da aranha que havia sido acertada pela esfera mágica de Lonarth. Esta, furiosa, pôe-se a balançar, na tentativa de livrar-se do elfo. Sandra retira uma runa de mísseis mágicos, acertando o rosto da aranha, deixando uma pequena queimadura. Felmon ativa sua espada flamejante. A aranha assusta-se, dando algumas passadas para trás. <Então tens medo disso, hein?!>. Felmon avança, tentando várias vezes um golpe na aranha, mas esta sempre recuando e esquivando. Falinas segurava-se firma nas costas da aranha, de um modo a fazer com que a aranha não conseguisse se libertar. Num ato de loucura, a aranha começa a correr velozmente para todos os lados. Aproveitando daquilo, Falinas avança um pouco mais, e segura as presas da aranha, tento controle de seu rumo. Lonarth curava Delanchê do veneno. Sandra e Pedro estavam escondidos em uma pequena mata. Recuando cegamente, a aranha que se esquiva de Felmon bate contra uma árvore. Era a oportunidade! Felmon concentra toda sua força, acertando a cabeça dela, partindo-a ao meio. Um sangue pastoso verde escorre. Faltava a outra, a qual Falinas mantinha controle. Concetrando o movimento da aranha em direção ao rio, Falinas faz com que a aranha se jogasse na água. Lonarth não desperdiça a chance, e pede alguma runa elétrica à Sandra. Esta procura na bolsa o mais rápido possível, antes que Falinas perdesse o controle do monstro. Achando, joga a runa em direção a Lonarth. Este concentra sua mira. Falinas pula da aranha no momento do tiro. O rio é tomado por uma corrente elétrica poderosa. Estava feito. Depois de alguns segundos sendo electrocutada, a aranha morre. Todos em volta da aranha tostada no rio. Observavam aquela criatura com nojo.
    - É... Nossa jornada começou... - Ironiza Delanchê, ainda sentindo uma pequena dor nas costas.
    - Quase tenho meu pescoço partido. E veremos perigos maiores do que esse no local onde pretendemos ir. - Avisa Felmon.
    Pedro corre em direção ao corpo morto coberto de teia. Com sua espada, retira todas elas. Vasculhando-o, a única coisa aproveitavel era sua espada, ainda na bainha. Era melhor que sua espada. Depois de enterrarem o corpo do homem, partem. Tinha que partir a pé, pois seus cavalos tinham fugido no meio da batalha, assustados. A primeira batalha da jornada havia sido travada. A vitória estava do lado deles. Resta saber se ela os acompanhará até o final.





    Valeu galera! Esperem a continuação!

  9. #19
    Avatar de Nada a Komentar
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    Curtir Boa

    A cada dia vc melhora mais.. hehehe
    Curti esse episodio e jah estou salivando pelo proximo episodio..

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  10. #20
    Avatar de Matheus3
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    Padrão Matheus3

    Olá , gostei muito da sua história , ta mtu dez , estou esperando o próximo capítulo.
    E se voce puder também comenta na minha história:
    Jeyne , o pequeno jovem.
    Abraços :yelrotflm

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