
Postado originalmente por
Nada a Komentar
proximo cap plz plz plz plz
q q acounteceu?? ta deixando o seu rp morre?

GaBrIeL_PJ - NAK

É cara, tá foda continuar por falta de tempo e até mesmo motivação. Quando venho aqui, já sei até quem vai comentar: Nada a Komentar e Derfel Emmel

. Brincadeira. Se existe alguém que lê e está gostando, mesmo não postando, está bom demais. Aí vai a continuação...
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O grupo caminhava lentamente, visando guardar forças para uma possível ameaça. Falinas, sempre na frente, servia como "o olho" do grupo. Pedro e Sandra vinham atrás, conversando baixinhos. A brisa suave batia em seus rostos, enquanto podia-se apenas escutar as passadas na grama úmida. A noite ainda firme, com o lindo céu estrelado. Ao longe, nas colinas e rochedos que ali próximo ficavam, podia-se perceber lobos a espreita. Não fairam nada, pois sabiam do perigo que iriam enfrentar. Pelo menos por enquanto.
- Achas mesmo que vale a pena irmos nessa aventura? Acho que ela não seja para nosso nível. - Pergunta Sandra a Pedro.
- Bobagem. Saber que estamos participando de uma jornada tão importante como esta já é uma enorme honra. E confio em minhas habilidades.
- Você não fez nada contra aquelas aranhas! E tenho certeza que o perigo que encontraremos nas planícies de Havoc serão bem maior.
- Não importa. Já somos úteis nessa jornada, pois sabemos quem é e onde está Kaite.
- Mas se toda aquela história que ele contou for mentira? E se morrermos no meio da jornada?
- Eu acredito nas palavras Kaite. E não me importo se morrer. Minha alma retornará para o templo, e terei todas as chances novamente.
- Tu és muito tolo! Dizem que morrer é uma experiência horrível! Não sou como você, tenho amor a minha vida.
- Pois volte para casa, e viva sua vidinha mimada! Ninguém está responsável por qualquer dano que venha a ocorrer com você mesmo...
- Haa! Então é isso?! Estou arriscando minha vida por nada? Por quê não me disse antes, maldito?
Antes que a discussão passasse para algo mais sério, Falinas levanta a mão em sinal de alerta. Avista ao longe, um trio aventureiro. Um deles aparentemente ferido. Delanchê acha melhor socorrerem-os. Chegando perto do trio, percebem o que Falinas suspeitava. Um deles, o mais jovem, sangrava muito, com dois furos nas costas. Flechas, provavelmente. Os outros dois o ajudavam a caminhar, e pareciam fugir de algo, pela respiração ofegante. Concluem que se tratavam de aventureiros experientes, pelas cicratizes de batalhas que possuiam, e pelo o olhar de assassino que um aventureiro normalmente consegue depois de muito tempo de batalhas. Um deles, um barbudo robusto, inicia.
- Ajudem-nos, por favor! Um grupo de assaltantes nos emboscaram, e mataram um de nossos amigos.
- Quantos eram? Estão por perto?
- Não sei dizer, mas provavelmente eram mais de dez. Eram rápidos, mal conseguiamos ver de onde as flechas vinham. Por favor, precisamos de ajuda...
Antes que terminasse sua frase, um zunido no ar assombra a todos, terminando em um gemido de dor do rapaz que já se encontrava ferido. Uma flecha o tinha acertado. Todos sacam suas armas. Não aguentando tamanha dor, o jovem rapaz morre nos braços de seus amigos. Num grito de raiva, o homem barbudo empunha firme seu machado, e parte em direção de onde a flecha tinha vindo. Lonarth pede para ele parar, mas de nada adianta.
- O que estão esperando? Depois deles somos nós! - Avisa Tordef.
Todos partem para a batalha. Pedro sentia um enorme nervosismo. O coração batia mais rápido. A medida que corriam em direção aos assaltantes, aproximadamente quinze, cujo arcos já estavam preparados para disparar, Pedro suava de nervosismo. Não demorou para escutarem os zunidos. <Cuidado!>. Uma flecha acerta o elmo de Pedro, não causando danos. Felmon gira sua espada, detendo duas flechas. Duas flechas acertam em cheio o homem barbudo que ia na frente, mesmo este não demostrando sinal de dores, tamanha raiva que carregava. Lonarth, ativando seu escudo mágico, impede que três flechas o acertassem. Agora era a vez deles. Felmon, aproveitando da distração de um assaltante que preparava outra flecha, golpea sua cabeça violentamente, partindo o pequeno elmo de couro e provocando um profundo corte no crânio. <Corre Falinas!> <Iaah!>. Falinas empunha seu arco longo, arriscando um disparo, mas não acerta ninguém. Eram realmente rápidos. Farwels quase tem seu pescoço cortando, não fosse sua rapidez em impedir um golpe com sua espada. <Felmon!> <Morre!>. Em um contra-ataque, desliza sua espada pela do inimigo, até te-la livre, em seguida, cortando na altura da bacia do infeliz.<Orgh!>. Tordef lança sua machadinha contra um deles, cravando-a no peito do assaltante.<Pelo sangue de Durin!>. O homem barbudo, com fúria desvatadora, crava seu machado na barriga de um, retirando em seguida e golpeando mais uma vez, desta vez, nas costas curvadas do homem. Antes que tentasse outro golpe, escuta outro zunido no ar, tendo como ultima vista uma flecha em sua direção. Tomba, caindo morto sobre uma pedra. Pedro vê o último sobrevivente do trio sendo flanquado, e corre em seu socorro.<Ajuda aqui!>. Antes que pudesse fazer algo, o sobrevivente tem por várias vezes seu corpo perfurado, enquanto vomitava sangue.<Huhh...>. Por último, sua cabeça é separada do corpo. Utilizando de enorme força, perfura as costas de um, atravessando-a. Antes que retira-se a espada do corpo, percebe três assaltantes em sua direção. O coração acelera. Tudo parecia lento, enquanto observava paralizado os três assaltantes correndo em sua direção, demostrando enorme raiva, com os dentes cerrados. Quando se aproximam, toma conta de si, e, mesmo sem retirar sua espada do corpo, arrisca uma fuga. Ao virar-se, sente um profundo corte em suas costas. <Arrghh!> <Vai morrer idiota!>. Tomba no chão, tentando resistir a dor. Levantando o rosto, vê os três homens com suas espadas levantadas. Iria morrer. Iria... Antes de ter seu corpo perfurado, Felmon entromete-se entre os assaltantes, e perfura o peito dereito de um. Outro tem suas costas atingidas por uma poderosa esfera de energia negativa nas costas feita por Lonarth, uma esfera negra, do tamanho de uma bola de golfe, mas quando escostada, explode, liberando uma enorme onde negativa pelo corpo seguidos de pequenos raios, matando-o. O último, antes que tentasse uma fuga, é atingido por uma flecha na nuca, tombando morto. Sandra, retirando uam runa explosiva da bolsa, lança contra dois assaltantes, fazendo seus corpos pegarem fogo, até, enfim, morrerem tostados. Delanchê já segurava um corpo de um homem morto, com duas adagas cravadas nas costas. O silencio toma conta da paisagem. Felmon observa em volta. Vários corpos pelo chão, com as gramas banhado de sangue. Sua mão, coberta de sangue. Não seu, mas dos inimigos. O cheiro de ferrugem tomava conta dor ar.
- Mas que porra! Acho que não teremos descanso neste dia, ou melhor, noite. Estou cheirando a sangue! - Reclamava Felmon.
- E nem tivemos chances de salvar os aventureiros... Olha aquele. Morreu da pior maneira... - observava Farwels.
- Fizemos o que pudemos. Enterraremos os corpos. Eles serão ressucitados, assim espero. Deixem seus equipamentos aqui, para que possam pegá-los novamente.
- Alguém me ajuda aqui, pelo o amor dos deuses! Minhas costas estão para partir. - reclamava Pedro.
Lonarth retira rapidamente uma runa curativa, usando-a em Pedro. Seu corte desaparecia lentamente, até tranforma-se em uma cicatriz. Falinas limpava suas adagas. Farwels retirava uma pá de sua mochila, preparando as escavações. Sandra proferia as palavras mágicas para criar uma nova runa mágica.
Enfim, o grupo preparava seus ferimentos, enquanto Farwels preparava as covas. A aventura esquentava, e cada vez mais se aproximavam das perigosas planicies de Havoc.
Valew galera, o capítulo hoje foi curto, apenas para ressucitá-lo. Espero que tenham gostado, e farei o máximo para postar mais rápido da próxima vez.
Abraços!