Sejam felizes agora. Ja q todo mundo odeia quando eu num coloco ação no rp, eu resolvi não coloca a guerra ainda nesse cap, eh soh no prox xD. Agora eu resolvi faze o cap dos sabores da comida élfica, crocante, gostosa, e a água enton. Bom, num vo fala mais leiam o cap xD.
Capitulo XIV - Grama, Caminhos, Estradas...
Os elfos se acumularam na saida do banco e fizeram fileiras. 3 delas, cada uma com 100 guerreiros descançados e sadios.
-EH MARCHEM - Disse uma voz na frente de tudo. O exército começou a caminhar, lentamente no prinípio, tão lentamente que Titeri queria ir mais rapido. Mas depois de alguns minutos, a velocidade aumentou tanto que Titeri teve de correr um pouco até acompanhar o ritmo. Andavam muito rapido, sem nenhuma mudança psicológica ou física, teoricamente deveriam chegar no campo de batalha nas mesmas condições que partiram.
Chegariam em Carlin depois de 4 horas de viagem. A guerra ainda não haveria começado, mas não iria conseguir descançar muito. 1 ou 2 dias talvez. Mas tropas primárias, usadas apenas para atrapalhar os defensores são muito comuns.
-Rond - Disse Titeri - Chegaremos em Carlin em uma ou duas horas. Onde vamos dormir?
-Vamos dormir na parte de fora da muralha, quando os éxercitos adversários apareçam no horizonte, vamos subir nas muralhas e atirar as nossas flechas.
-E eu?
-Não sei. Junte-se aos cavaleiros que vão na frente e mate-os usando a sua alquimia.
-As chances de morrer la são muito maiores.
-Mas não nos ajudara muito na muralha
-Certo - Continuaram marchando pelo pequeno caminha que levava a Carlin. Aquele pequeno caminho, marcado pelas pisadas daqueles que ali passaram. Mas agora ja não era mais um caminho, e sim uma ampla estrada. Os pés dos elfos a haviam aumentado. Apesar de leves, estes pés marcavam a grama, que a gora ja era barro. Mas estas marcas não se comparam ao estado que ela ficaria depois que os grandes exércitos do Rei Tibianus passariam por aqui.
-Vejam, Titeri, Rond - Exclamou Londerm - La estão as humildes construções de Carlin. Humilsdes por dentro, mas essas muralhas não são tão fáceis de se atravessar como o Rei Tibianus está pensando - A muralha fazia grandes curvas. Em certos pontos era mais alta. Provavelmente para proteger alguma construção mais importante. Era grossa, e com amplos espaços para que os arqueiros vindos de Abdendriel se instalem e atirem as suas flechas. Árvores conseguiam formar uma barreira natural em algumas partes. Mas o grande muro não era dispensado. O grande portão foi feito de metal. Titeri conseguiu ver que foi a obra de um alquimista, pois eram altos demais para que humanos ou elfos consigam construi-los, alem de seu peso ser incrivelmente grande.
-Pai, este portão foi o que os elfos e humanos fizeram em grupo? - Perguntou Rond
-Isso mesmo. Seu peso era tanto que tivemos que adestrar ciclopes para levantalo - Titeri ficou bravo com a resposta, soltou uma bufada e fez bico. Lond percebeu e deu uma piscadela para Titeri, que imediatamente entendeu.
O exército parou, como se houvesse um muro a frente. Em cima da Muralha, um humano mostrou o seu rosto, porem estava tão longe que Titeri não conseguiu ve-lo, era apenas um vulto que se estendia na muralha.
-Saudações poderoso exército de Abdendriel. A nossa rainha Eloise fica feliz de te-los aqui, porem não poderá recebe-los pois está escondida em lugares que não chegaram a meu conhecimento. Gostaria de conversar com o líder desta armada.
-Sou eu! - Um homem saiu dentre os guerreiros.
-Suba para podermos conversar! - O elfo atravessou o portão e apareceu na muralha ao lado do homem. Conversaram um pouco, de forma inaudivel para os que estavam abaixo. Alguns minutos mais tarde, o elfo falou:
-Poderoso exército de Abdendriel, ja podem armar as suas tendas, ou se acomodar nas árvores, vou continuar conversando com este general!
As tropas de dissiparam, Titeri foi junto com Ronderm, apesar de se separarem de Londerm, ja que era da tropa elite. Os elfos montaram tudo rapidamente, e em menos de meia hora, ja havia um grande acampamento, de barracas verdes, e árvores brilhantes. O acampamento fazia quase a metade da cidade de Carlin, isso se Titeri soubesse o tamanho da cidade de Carlin. Titeri se acomodou na barraca de Titeri, e de mais alguns amigos.
-Você - Titeri se virou - Você não é um elfo, não pode ficar aqui - Era um homem alto, com longas tranças loiras.
-Mas eu os acompanhei desde Abdendriel.
-Não me importa, os únicos a ficar aqui são os elfos, e talvez amigos da corte.
-Mas senhor - Ronderm se intrometeu - Ele é meu amigo, e consequentemente amigo de meu pai.
-E quem seria o seu pai? Ou melhor, quem seria você?
-Sou Ronderm, Filho de Londerm, da tropa elite de Abdendriel.
-Hum... Não é o suficiente, apesar de seu pai ser um homem muito importante, mas não é da corte.
-Mas - Ronderm foi interrompido por Titeri
-Esqueça Rond, eu vou embora, se não me querem aqui, não vejo motivos para ficar aqui. Vou para Carlin, e de passo vou conhecer a cidade. Te vejo no Campo de Batalha.
-Espere - Disse o elfo - As crianças de menos de 20 anos tem o direito de conhecer a cidade, leve o seu amigo Ronderm.
-Muito bem. Vamos Rond?
Na Ponte dos Anões:
As ultimas tropas de Darashia e Edron ja estava chegando, na verdade ja haviam chegado. O exército ja estava partindo, ia ser uma caminhada de algumas horas, provavelmente 5 horas de viagem, a marcha ia ser lenta o que ia aumentar o tempo de chegada, lenta para que os guerreiros cheguem descansados para a luta. Os homens ja haviam guardado tudo, menos as barracas e outras coisas utilizadas para o acampamento.
Kageri ja estava pronto para partir. Só faltava fechar a mochila e afiar as suas espadas. Sakeri, ao contrário ainda precisava pescar um pouco para renovar o seu estoque. Porem não tinha pressa, a armada só partiria dali a uma hora.
-Ola Sakeri, como vai a sua pescaria? - Disse Kageri, enquanto se sentava ao seu lado.
-Estou pescando vários peixes, mas menos do que eu esperava.
-Não se preucupe, você vai pescar o que necessita a tempo.
-A tempo sim, mas vou ter que fazer tudo com pressa depois.
-Não se eu lhe ajudar - Pegou uma vara que estava por perto, e lançou a isca, não demorou nem 5 minutos para que ele puxe a vara e consiga um peixe.
-Incrível, você pescou ele muito rapidamente - Disse Sakeri.
-Isso porque eu sempre treino as madrugadas, quando ninguem pode me atrapalhar, faço grandes bolas de fogo, e levito pequenos objetos, alem claro, e fazer o treinamento de reflexos, no qual eu tenho que sacar as minhas armas o mais rapido possivel.
-E desde quando você o faz?
-Ja faz alguns anos - Ficaram mais alguns minutos no silencio, quando Sakeri o quebrou:
-Pronto, ja temos todos os nossos peixes, obrigado pela ajuda meu irmão, vou preparar a minha mochila com runas de cura, algumas runas de ataque, depois partiremos em direção a batalha - Foi embora, em direção a sua barraca, Kageri o seguiu.
-Sabe Kageri, eu estive pensando. Talvez o motivo de não querermos ir a batalha, não seja a morte das pessoas.
-Como não? Seremos obrigados a matar todos aqueles humanos!
-Eu sei, mas talvez o verdadeiro motivo, seja que talvez discordamos com o motivo da guerra. Estamos atacando aquela cidade, sem nenhum motivo, tudo pela ganância e a cobiça do Rei de Thais.
-É verdade, talvez o motivo da guerra seja meio estupido, mas mais estupido é ele chamar todas as suas forças para atracar aquela pobre cidade. Se em um ano os orcs resolverem atacar o Tibia, quem estaria aqui para defende-lo? O rei que não vai ser, em toda a sua covardia, vai se refugiar em algum lugar.
-É verdade. Mas não podemos fazer nada agora, vamos ter de lutar, e espero sair vivo - Disse Sakeri.
-HOMENS, O exército partira neste momento, juntem-se aos seus pelotões, e marchem - Os irmãos se juntaram ao lado de seu amigo Gaerdem, e seguindo as ordens de seu Capitão Teriw. Atravessaram a ponte, havia alguns anões de guarda, que exitavam em deixar passar a tropa:
-Sinto muito honorários cavaleiros de Thais, mas eu não posso permitir que estas armadas passem por nossas fronteiras para atacar a cidade de Carlin e sua rainha Eloise.
-Então é assim? - O homem sacou sua longa espada e decapitou o anão, em seguida a cravou-a no estomago do segundo:
-Alguem mais vai impedir a nossa pasagem?
-Eu vou - O anão sacou uma pequena besta, e atirou um dardo no homen. Aquele atravessou a garganta deste, que caiu morto.
-Como ousam matar um comandante? - Disse outro guerreiro humano - Vocês estão em minoria, uma grande minoria, 6 contra todas as nossas tropas. O que pretendem fazer?
-Que eu morra aqui então, se pretendem atacar aquela cidade sem um motivo aceitável, terão que passar por cima de mim e destes outros anões para logra-lo.
-Que assim seja - Retirou uma runa, que soltava uma grande bola de fogo. Atirou, os anões cairam queimados no chão, ainda se pode ouvir um deles dizer: Que Durin o amaldiçoe.
Atravessaram a ponte, Kageri ficou impressionado com a forma dos homens de reagir diante da situação. Alguns dos guerreiros ainda chutavam e cuspiam nos corpos. Sakeri os atirou no lago, para que pelo menos não sejam mais humilhados daquela forma. A pont tinha uma estrutura firme. não havia nenhum perigo, podia suportar o peso de varios ciclopes se fosse necessário.
-Incrível o que eles fizeram com os anões, não acha? - Perguntou Kageri a Sakeri.
-Mas não podemos fazer nada, alem de um ritual simples para as suas almas.
Após atravessarem a ponte, se encontraram na base de um grande fenda. Devia ter centenas de metros de altura. Era incalculável.
-Então é dentro desta montanha que vivem os anões. Interessante - Disse Gaerdem
-Eles que cavaram todos os corredores e tuneis que ai existem não é?
-Sim, pelo menos é o que eu ouvi falar. Nunca saí de Venore, talvez algumas vezes para caçar alguns trolls e orcs. Foi assim que consegui toda minha experiencia com a luta.
-Eu costumava treinar as minhas magias. Alem de NeOnoga, nunca caçei criaturas pelo mundo afora. Mas eu me interesso em um dia sair a procura de mais seres e conhecer o Tibia - Apenas disse isso, um dardo caiu nos pés de Gaerdem, ferindo-o. Depois desse, vieram muitos outros, ferindo e matando varios.
-CUIDADO! SÃO OS ANÕES. OS MAGOS QUE USEM OS SEUS ESCUDO MÁGICOS, OS CAVALEIROS QUE SE ESCONDAM ATRÁS DOS SEUS ESCUDOS!!! - Ouviram se muitos "Utamo Vita" E atras de cada um, uma barreira azul envolvia o mago e alguns guerreiros próximos a eles. Por sorte, Os irmãos Fakeri, e Gaerdem conseguiram ficar a proteção. Se ouve uma voz, vinda do alto:
-Meus caros amigos do Sul. Faz apenas 1 dia que os mensageiros de Carlin vieram nos avisar do ataque que ião sofrer, e pediram a nossa ajuda - os dardos não paravam de cair - Estamos aqui com a ideia de diminuir a suas tropas, e cansar os seus guerreiros, para que Carlin tenha uma vantagem na luta. Enquanto tivermos dardos e anões, lutaremos para ajudar a Rainha Eloise. Preparem-se, que os nossos guerreiros acabaram de descer a luta - Kageri olhou em volta, centenas de anões apareciam de diferentes buracos na montanha. A maioria usava machados, mais vários lutavam com espadas, maças ou até a mão nua. Kageri se preparou, e derrepente saiu do círculo de proteção e foi a luta. Vendo o ato do irmão, Sakeri sacou sua espada e saiu tambem.
Kageri estava matando os pobres anões, que lutavam pela rainha. Mas ele estava lutando por outra causa, pela sua vida. Eles podiam escolher entre lutar ou não, mas ele era obrigado.
Sua primeira vitima, foi um anão um pouco mais alto do que os outros, suas longas barbas loiras raspavam o chão, e estavam sujas pela terra. Ele ainda estava litando apenas com uma espada, tinha deixado escondia a segunda. O anão o atacou com seu machado, que le defendeu, ficaram no teste de força, com as duas armas se debatendo. Sacou a segunda e a cravou em seu peito. Depois com a segunda lhe cortou a perna. Depois atacou um outro, que se defendeu com certa facilidade, o atacou de novo, mas sem sucesso. Guardu uma das espadas enquanto se defendia com a segunda:
-Flam no jutso - Uma bola de fogo apareceu em sua mão, ele a encostou no anão, que morreu instanteanamente. Depois, aproveitando a mesma esfera, matou outros 3. Kageri tinha certa habilidade com as espadas, mas em um momento de distração, um anão lhe acertou seu pesado machado nas costas, quebrando todas as suas costelas. Para a sua sorte, viu um escudo protetor de um druida por perto, e se arrastou até ele.
-Me ajude - Disse ele em uma voz triste, demonstrando o seu sofrimento, dolorosa de se ouvir - O druida abriu a sua mochila e retirou uma runa de cura, usou sua energia em Kageri, ams não foi o suficiente, teve que usar mais 3 para que ele comece a se sentir melhor.
-Obrigado, mas acho que chega por hoje.
-Parece que sim. Mas eu o vi lutando, parece ser um poderoso ninja.
-Obrigado, muito obrigado - E caiu desmaiado no chão. O druida continuou cuidando-o e cuidando outros guerreiros pelo resto da batalha.
Para Sakeri as coisas se passaram diferentemente. Com sua espada gigante, ele matava os anões em apenas um balançar de mãos. Ele estava ferindo muitos, e matando outros. Mas considerava que um homen ferido não ia mais atrapalhar na batalha, por isso os deixava viver. Em um momento, se virou em viu a lamina de uma espada se parar a alguns centimetros de seu rosto, e depois ouviu:
-Me agradeça Sakeri, olha o que teria acontecido com você - Era Gaerdem, que havia atirado uma flecha nas costas do anão.
-Agora eu tenho uma divida com você Gaerdem, muito obrigado.
-Não se preucupe com a divida, provavelmente haverá muitas oportunidades até o fim da batalha.
Em um barco no meio do ocêano:
-Lara - Disse Giana - Você não acha que estamos demorando muito para chegar a Rookgard?
-Sim, mas tem sentido. Os ventos são quase nulos nestes dias. receio que vamos ter de esperar mais algumas horas.
-Que pena. O sol ja está se pondo, e eu estou com fome.
-Não se preucupe, comida não vai faltar, Exevo Pan - Lara abriu a mão, e como por magia la havia umpouco de pão, e algumas frutas. Parecia que estavam guardadas como sementes, na mão da druida, e quando ela a abriu, as sementes se encheram de ar criando a comida. Depois comeram felizes, ja que não haviam comido nada desde o fim da manhã.
-Você não teria mais?
-Você terá de esperar mais alguns minutos, porque gastei toda a minha energia criando aquelas frutas, normalmente só posso criar um alimento por vez, e agora criei 7.
-Certo - Conversaram mais alguns minutos, quando Lara ficou com frio.
-Estranho, parecia um dia quente.
-E era um dia quente, assim como deveria ser a noite.
-É verdade.
-Preparem-se - Disse Verigado - Parece que os ventos se renovaram. Vamos navegar rapidamente, e chegaremos em Rook em pouco menos de uma hora. Tenho certeza que Cipfried e outros habitantes daquela ilha vão nos acolher com grande prazer.
-Interessante.
Continuaram navegando, quando passaram ao lado de uma ilha, Lara falou:
-Giana, você se lembra? Essa é a ilha que passamos ao lado quando iamos a Rookgard. Foi a unica ilha que o capitão não disse o nome. Será essa a ilha de Fiteona? Onde eles treinavam os alquimistas? - Verigado ouviu, e as chamou, elas se aproximaram:
-Talvez eu deva lhes dizer isso, ja que são amigas dele - Disse o capitão, baixinho - Eu o levei para Fiteona aquele dia, a muitos anos atrás.
-Impossivel - Disse Giana - Ele veio estava conosco, ia se transformarem um druida.
-Eu te juro que eu o deixei na ilha, atravessou o portal, e depois parti para busca-las.
-Então como ele estava conosco?
-Talvez depois de completar o treinamento, foi para Rookgard, para poder se transformar em um druida, e disfarçar a sua profissão.
-Você acha que vamos reve-lo? - Perguntou Lara
-Talvez. Provavelmente ele foi para essa guerra que está se passando agora.
-Mas em que exército?
-Não tenho ideia. Tudo depende da cidade que ele foi, e isso será impossível de descobrir antes de reve-lo.
ta bom por hoje neh?????