Mesmo que uma entidade divina exista, o que faz uma pessoa crer que ela se importa conosco?
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Mesmo que uma entidade divina exista, o que faz uma pessoa crer que ela se importa conosco?
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Não quero criticar ninguém.
Sou ateísta , familia materna: Ateus Família Paterna: Protestante
Acredito no que vejo, ouço e toco.
Você tocou em Deus? Ouviu sua voz? Pegou em sua mão?
O que É Deus?
Se for algo bom, todos somos deuses.
Mas, o ateu de forma alguma chama por "Deus" ou Implora para ele responder ou dar um sinal de existência ou se despede dizendo vai ou fica com "Deus".
Acho que quem fez o texto abaixo anda bem confuso quanto a sua crença, na minha opinião seria uma pessoa que acredita piamente em " deus" mas por ter suplicado algo a esse ser " imaginário" e não ter sido atendido, resolveu se castigar ou melhor castigar o ser que ele acredita existir, pois, pelo texto é possível notar que em seu conciênte ele ainda esta presente.
Bom o jeito é cada um respeitar em que o outro aCredita ou não acredite.
Eu acredito em mim porque eu existo, sou matéria!
[QUO
TE=Nobre Valente;3743556]Salve caríssimos!
Irei abordar um tema que poucos trataram com a devida sapiência e cautela necessária ao bom entendimento do leigo: o ateísmo.
Quando me perguntam "Você crê em Deus?", eu respondo, como bom filósofo, com outra pergunta: "O que ou quem é Deus para você?"
Se Deus para você for o sujeito que quando você pede "Deus, me dê uma Ferrari", e prontamente lá estará o belíssimo veículo estacionado na sua gararem, com direito a chave e documentação no seu bolso... eu não acredito. Já tentei e não deu certo.
Se Deus para você for o sujeito detentor de uma justiça sem precedentes, porque ele permite que existam aleijados, cegos e excepcionais (a que ponto chegamos com a irônia... "excepcionais") e permite o detentor da boa vida, com seu dinheiro e sua bela e inteligente mulher? Por que Deus permite que uns sejam tão felizes e outros sejam tão felizes a ponto de dar cabo na própria vida? Nos meus tempos religiosos, eu acreditava que era culpa do homem, e não de Deus, e que isso feria o livre arbítrio. Mas será que a liberdade do homem vale mais que a infelicidade do mesmo? Ou será que a liberdade do homem deveria ser restrita até o quinhão da felicidade do outro? Você ainda crê em um Deus justo?
Se Deus para você for o detentor da benevolência absoluta, será que ele permitiria que um ateu queimasse no fogo do inferno, ou fosse enclausurado no umbral dos espíritas? Será que ele permitiria que sequer o homem soubesse o que é a maldade? Será que ele permitira que um ser humano derrubasse uma lágrima de infelicidade? Será que permitiria a morte do suicida que não vê mais razão em decorrência dos sortilégios da vida? Você ainda crê em um Deus bom?
Era uma vez um garoto de 8 anos que possuia pais que brigavam. Se era pouco ou muito, ele não sabia, afinal de contas, nunca convivera com outro casal para medir se se tratava só de típicas "brigas de casais" ou se se tratava de algo pior que isso, ou, quem sabe, algo melhor. As brigas eram constantes, até que a mãe resolvera se separar do pai. O pai, ameaçara a mãe de morte caso ela arranjasse outro. A mãe resolvera sumir com o filho, até que o pai, depois de algum tempo, liga desesperado e o filho escuta a voz desesperada do pai, inquirindo-o a respeito de seu paradeiro. Uma pena que ele fosse tão pequeno para saber onde estava... Perdera a esposa e o filho... Os dois resolveram se divorciar e uma tragédia aconteceu: o pai matou a mãe e logo depois cometeu suicídio, deixando-o sozinho. Mas ele não lamentou a perda dos pais, afinal de contas, Deus os ressucitaria, assim como havia feito com Lázaro. A medida que os anos passavam, o garoto ficava mais descrente... até que se conformou que quem morre não volta, a não ser no filme Ghost e congêneres.
Mas mesmo assim, ele ainda depositou a pouca fé que ainda lhe restava em Deus. Mas todos excluiam o garoto, debochavam dele, humilhavam ele... como se não bastasse a desgraça que havia se abatido sobre ele... e o garoto pediu a Deus para que lhe deixassem em paz, mas seus pedidos foram em vão.
Os anos se passaram, e o garoto, agora um rapaz, apesar de tudo, ainda possuia algum resquício de fé em Deus. Afinal de contas, as pessoas eram boas. Mas o seu carinho e afeto era respondido com indiferença diante das garotas. Ora, quem iria querer um sujeito tão "esquisito" como ele?
Pensara até mesmo em dar cabo na própria vida, mas seria demasiada estupidez. Felizmente não era fanático o suficiente para acreditar que uma bala cravada nos miolos seria o passaporte para o reino de Deus.
"Vamos a mais tentativas", pensou ele... uma só andorinha não faz verão. Quebrou a cara. E agora ele perdera a fé em Deus... pois todos os seus pedidos foram inauditos a essa criação folclórica chamada Deus.
Ele havia buscado amparo em Deus, mas ele não havia lhe escutado, tampouco escutara suas lágrimas na calada da noite, lamentando seus infortúnios.
Felizmente ele conhecera um outro Deus: era bem verdade que esse Deus lhe falava muitas coisas desagradáveis, injustiças e imorais, mas era incrível como aquele Deus apresentava soluções para seus problemas. Esse Deus tinha um nome: Ciência. Era fascinante o modo como ela acertava tudo e ainda tinha a humildade de reconhecer que era passível de erros! Diante do desamparo de Deus, ele buscou amparo naquele "Outro Deus": um Deus verdadeiro, que mostrara-lhe um mundo desigual, injusto e desleal, porém verdadeiro. E ele abandonou o desencanto divino e abraçou a sua amada Ciência, pois por mais cruel que fosse o mundo que ela lhe mostrava, ele saberia que se seguisse o passo a passo que ela lhe indicava, lograria êxito em sua efêmera jornada pelo planeta Terra.
Essa é a saga de boa parte dos ateus. O Adevogado um dia disse que os ateus são infelizes... não sei quanto a todos, mas a maior frustração de um ateu é saber o caminho para a boa vida, e saber que não tem condições de alcança-la, seja temporariamente, seja eternamente. E um ateu dessa estirpe, é um ateu infeliz. E eu tinha um amigo que era um ateu, que adquiriu esse ateísmo, provavelmente depois que a vida lhe deu uma bordoada e Deus não fez nada para ajuda-lo. A infelicidade ateísta também pode vir dessa forma. Ele se pergunta: "Deus, por que não me ajudastes quando precisei de vossa ajuda?". E é essa infelicidade que o desperta para o ateísmo. Não que isso seja bom... antes fanático e feliz do que ateu e infeliz. Mas o fanático feliz a quem me refiro, é o que citarei abaixo. Quem sofre e ainda é fanático, é mazoquista.
O homem feliz geralmente crê em Deus. Ora, ele é rico, tem pais que o amam, tem amigos que sempre estão ao seu lado, tira só notaça na escola, tem a mulher que quiser... o maior medo de um homem desses é perder tudo que tem. Logo, irá crer em Deus. Qual homem em sã conciência ousaria invocar a ira divina e perder a "wealth life" que tem? Melhor não arriscar virar ateu, acabar tetraplégico e ganhar um vôo expresso para os quintos dos infernos quando morrer.
Já o garoto da nossa história, só se fodeu. Pediu, implorou e esperneou a Deus. Que Deus é esse que não escuta seu bom filho? E o garoto cansou e resolveu adotar a Ciência como sua guia de vida... e ela vem mostrando belíssimos tutoriais de aplicações que culminam resultados. Independente de ter pedido a Deus, ele se fodeu na vida. Então, não adiantou nada essas décadas de crença, foram inúteis. E se ele se foder mais ainda na vida, não terá sido castigo divino. Eu já ouvi falar de Deus bom, de Deus justo, mas nunca ouvi falar de Deus mau, até porque isso seria a mesma coisa de dizer "água seca". Ora, seria Deus bom ou justo ao punir alguém pelo simples fato de não crêr nele? Mesmo depois do maldito ter lhe perguntado porque diabos não lhe ajudava, mesmo depois de tantas chances? Por que Deus não desce na Terra e não nos ensina o significado da verdadeira conduta? Por que Deus não nos mostra que a Ciência é a vilã da história? Pelo simples fato meus caros, de DEUS NÃO EXISTIR.
Deus, se você estiver lendo este tópico, perdoa este reles ateu. Mas eu cansei de pedir vossa ajuda sem recebe-la. Espero um dia ter motivos para fazer um tópico oposto a esse, com argumentativas sólidas e fundadas. Mas enquanto isso, não faz sentido crêr em algo fantasioso. Espero que, se você existir, e se meu raciocínio estiver equivocado, que por favor, me responda, se possível, neste tópico. Estarei no aguardo.
Sim... mais um ateu para a lista. E como vocês podem ver, tenho argumentativas, e não essas lições moralistas sem pé na cabeça do tipo: "Jesus te ama" ou "Lute que você consegue". Isso é coisa de quem assiste muito Domingo Legal.
Pronto, podem jogar este herege na fogueira.[/QUOTE]
Caramba, não consegui editar meu post direito espero que entendam e me desculpem pelo erro acima .
A Bíblia, como é conhecida hoje, foi selada como a coletânia de livros (esse é o significado literal da palavra Bíblia) que compõe o velho e novo testamento pelo Imperador romano Constantino que, como já é conhecida a história, era pagão até o momento em que alegou ter visto a Virgem Maria em uma visão e colocado sua imagem nos escudos do guerreiro para lograr êxito em uma sangüinolenta batalha.
A 1ª Bíblia foi escrita em Grego, (exitem 3 diferentes tipos de grego derivados de épocas diferentes, o grego clássico, bizantino e moderno) acredito que a Bíblia tenha sido escrita em Grego Clássico e traduzida para o latin e outras linguas tendo fortes influencias do grego bizantino e isso trouxe alguns erros de tradução considerávelmente grandes.
Temos ainda os chamados livros apócrifos na "Bíblia católica" que tecnicamente não poderiam ser considerados livros santos´pois foram acrescentados por papas por ter grande valor histórico e em, alguns aspectos, convir aos princípios que o catolicismo, nesta época já corrompido, valorava.
Discussões a respeito da veracidade ou não dela acredito ser até mesmo irrelevante pelo fato de que jamais se chegará a uma opinião pacificada, mas é interessante ressaltar o aspecto de que um livros provavelmente começou a ser escrito em tábuas pelos primeiros hebreus a aproximadamente 5~6 mil anos atrás tem algo de especial ao conseguir tratar os mais diversos assuntos de maneira a não parecer ultrapassado, claro que muitos dos ensinamentos são restritos pelos usos e costumes do povo da época, mas a diversidade de assuntos que ainda podem ser trazidas para os dias de hoje chega a ser algo quase que espantoso para uma obra tão antiga. O conjunto desta obra no mínimo é caras de demosntrar, caso não seja por inspiração divina a sua concepção, o homem a milênios antes de nós já tinha um pensamento razoavelmente evoluido e que em diversos aspectos a humanidade não evoluiu, mas sim retroagiu em sua busca.
A existência de Deus poderia ser contestada pela sua imaterialidade, mas incontestável é a existência de Jesus Cristo, e todos aqueles que não o consideram uma divindade mas sim um homem qualquer deveriam atentar ao fato de que NÃO, ELE NÃO ERA UM HOMEM QUALQUER, era na menos das hipóteses um gênio, um lider político capaz de guiar o pensamento não só de um povo mas de todas as nações da época e que tinha um pensamento capaz manter a existência humana muito mais sadia que é nos dias de hoje.
Muitos desrespeitam a figura de Cristo por sentirem raiva e reagirem a alguns religiosos que ultrapassam os limites em suas crenças, mas Newton, Galileu entre outros, não merecem respeito maior, mesmo daqueles que não acreditam Nele como divindade, de um homem que participou tanto na evolução do pensamento humano como Jesus Cristo.
Última edição por Shynu Uramy; 05-09-2008 às 17:17.
Claro que creio
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"Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos".
Bob Marley
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Este tópico está bem polêmico, agora já esta abordando a "Biblia" e "Jesus Cristo"
Como disse anterormente, sou ateísta.
Jesus Cristo existou, mas, coitado , acredito que ele não era o homem santo que os religiosos pregam. Ele pode ter sido um marco para aquela época.
Creio que ele cresceu sendo enganado pela mãe.
Naquela época adultério era sinônimo de morte, ou seja, cometeu adulterio era condenada a apedrejamento até a morte em local publico.
Maria por não ter cumprido com suas obrigações maritais com José inventou se virgem, por ter um amante e ter ficado grávida e para fugir da morte criou a histórinha do " filho de Deus" que deu certo mas, levou seu filho a morte.
A biblia creio ter sido um livro criado na antiguidade para coloxar ordem no mundo, como fazer um povo seguir a biblia? Simples, subir uma montanha, ficar um tempão lá e dizer que ouviu deus falar para escreverem os acontecimentos, lembrando que deve se voltar com as 10 primeiras leis do mundo kkkk.
Caus, a ordem é a desordem!
De fato, quando Nabucodonosor (Rei da Babilônia) quiz que o povo seguisse suas leis utilizou-se desse princípio, criando um novo deus para que o povo se curvasse diante deste e atuando como o seu representante na terra. A única coisa capaz de impor um limite ao homem é o pensamento de que existe um ser mais elevado que ele, mas caso Moisés realmente tivesse apenas subido ao topo do monte Sinai passado um tempo lá e voltado com as tábuas da lei, ainda assim pode-se dizer que para aqueles tempo (mais de 5 mil anos atrás aproximadamente) eles criaram um sistema de leis que resume de maneira muito razoável o sistema penal aplicado até os dias de hoje.




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De fato, ao comentar a respeito da veracidade da Bíblia e a existência de Cristo acabei me distanciando um pouco do assunto inicial do tópico, mas o assunto evoluiu para mim de maneira a chegar a este ponto.
Mas a existência de Cristo é históricamente comprovada, quanto aos mistérios a seu respeito, isso sim é discutível e de foro intimo de cada um.
Minhas desculpas para aqueles que se sentiram lesados pelo desvio da temática inicial.