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Tópico: O Incubo

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  1. #1
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    Bem, sobre o fato de a estória ser fantástica, não vejo problemas, afinal alguem já leu Borges? as estórias dele sim são fantásticas, e muita gente gosta, inclusive eu. Ná minha opnião é um dos melhores escritores da américa do sul, se não for o melhor. Não acho um problema ter fantásia, e sobre a morte de Melchior, bem foi uma morte teatral, para dar enrredo à estória. Sem + esperando o próximo capítulo.

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  2. #2
    Avatar de Emanoel
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    Grande Ryan!


    Eu tive uma boa primeira impressão. Só espero que você não fique muito preso ao jogo, pois a falta de originalidade é o que costuma prejudicar os roleplays sobre Tibia.

    -----

    Você repetiu informações sem ter necessidade, criando rodeios enjoativos pelo texto. O primeiro parágrafo, por exemplo, desafia a inteligência do leitor. Mais adiante, você escreve várias vezes sobre Melchior ser velho e mago.

    Melchior já era velho, devia ter em torno de seus cinqüenta anos, não menos que isso. A vasta experiência o distingüia de todos os outros magos de sua idade, desde que além de caçador nato, era também um grande comerciante. O sobretudo azul que usava realçava ainda mais seu ar de superioridade, que de fato tinha sobre os magos mais fracos que o viam como espelho. Melchior nunca gostou da fama, mas também nunca a injeitou, desde que tivera feitos que jamais algum outro fizera. Sentia calafrios naquela noite, que com certeza não eram provenientes do frio que fazia. Melchior pressentia que alguma coisa ia mal na cidade.
    O final desse parágrafo (destacado em negrito) descreve outra informação, acho que ficaria melhor se fosse separado.

    A correria nas grandes cidades, e as embarcações lotadas, animavam tanto os capitães quanto as hotelarias e pousadas da cidade de Carlin. Cada vez chegavam mais pessoas à grande cidade, em busca de lugares para se hospedar e não perder a feira. As hotelarias e pousadas estavam à toda, e nunca se vira tantas pousadas na cidade de Carlin - imagina-se que cada comerciante via naquilo um novo modo revolucionário de se enriquecer até o dia da feira.
    Novamente, encheção de linguiça. Repare que as três frases transmitem a mesma mensagem.

    -----

    Achei a morte de Melchior muito vaga... Ele foi acertado por uma runa, mas qual? Ficou parecendo que ele foi apedrejado por uma SD, e não atingido por uma magia poderosa.


    Não deixe de escrever. Até o próximo capítulo!

  3. #3
    Avatar de Neal Caffrey
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    CAPÍTULO 2 - APENAS UMA SELEÇÃO NATURAL?


    Svan caminhou vagarosamente pela cidade, nos minutos seguintes. Havia se esquecido de entregar o relatório à Rainha sobre o foragido prisioneiro. Andava tão destraído que nem sequer percebeu o vulto que se mexia numa sombra próxima.

    O Cavaleiro era alto e robusto. Forte, como nenhum dos soldados do exército de Thais ou Carlin. O capacete real mal deixava aparecer seu longo cabelo castanho, e a barba por fazer dava a impressão de que, não fosse aquilo em seu peito um distintivo real, Svan não passaria de um simples cidadão vagando por Carlin em busca de alimento no lixo, vulgo mendigo. A armadura de escamas de dragões já fazia muito peso sobre o seu corpo, assim como a calça com filamentos de ouro. O escudo, montado a partir de um pentagrama, ia sendo arrastado pelo cavaleiro pelas ruas. Melchior estava morto, e aquilo chegou a Svan com um baque, como se fosse o pai a deixá-lo. O velho mago tinha de Svan o maior respeito possível, desde que quando o cavaleiro precisou, foi acolhido pelo mago até mesmo à sua casa, quando chegou ao continente. Aquele pseudo-pai fazia falta, e para Svan o mundo já parecia chorar.

    - Melchior... por que você me deixou, seu miserável? - era Svan, falando sozinho, enquanto entrava na rua principal que ligava a loja mágica ao depósito.

    Caminhou por mais alguns metros e resolveu que deixaria o relatório para o dia seguinte. Não havia paz de espírito para que pensasse em trabalhar, àquela altura. E Svan tinha certeza de que a Rainha entenderia.

    - Svan, Svan! Espere!
    - Oh, Liana. Me perdoe, eu não a cumprimentei quando passei em frente ao depósito. Como você está?
    - Eu não estou bem, Svan. Eu não sei mais o que eu vou fazer, e para mim essa feira soa como ironia!
    - Ah, Liana. Eu sinto muito, mesmo. Estou arrasado, assim como você. Mas eu acho que deixarei de trabalhar, pelo menos por hoje. Essa armadura nunca esteve tão pesada em toda a minha vida, por Crunor!
    - Tudo bem, Svan. Conversamos mais tarde.

    Melchior era o pai de Liana. Ela era nada além de uma cidadã, pacífica, que nunca prezou a caça ou as guerras. Era loira, grandes e lindos olhos esverdeados, contrastando com o vestido amarelo que sempre usava, como uniforme, devido ao cargo de vendedora no depósito. Seios fartos, curvas perfeitamente definidas, era uma das mulheres mais cobiçadas pelos cavaleiros e cavalheiros na cidade. Quando chegou ao continente, foi para a casa de seu pai, Melchior, e lá foi treinada para ser exatamente o que era naquele momento: uma civil vendedora, nada mais que isso. Para Liana, a vida dela não se basearia em nada mais, apenas cuidar de Melchior até o fim de sua vida. Mas agora estava sem direção. O fim da vida de Melchior já havia chegado e passado, e não sabia mais como seria sua vida a partir de então. Sabia, sim, algumas magias, porém insuficientes, e o tempo que tinha não era suficiente para entrar numa academia de magia, àquela altura de sua vida. Sentou-se na cadeira de seu balcão, escondeu o rosto entre os braços e chorou, desesperadamente, sem se preocupar com seus clientes.

    * * *

    - Senhor Incubo, sou eu.
    - Entre, desgraçado. O que é que tu quer por aqui, me diz?
    - Nada, senhor. Apenas informá-lo de que o trabalho que me foi receitado, já foi cumprido. Melchior está morto.

    O demônio deixou grunhir então uma risada fantasmagórica, assustando o misterioso homem que ali estava.

    - Muito bem! Tu matou o Melchior, como prometeu. Minha protegida se casará contigo, seu verme, como prometeu. E eu te recompensarei, como prometi, né? Que coisa bunita, num acha? Somos todos homens de palavra, com exceção de minha protegida, que de fato é uma mulher, correto peão?
    - Sim, senhor - o homem deixou sair um sorriso amarelado, pensando "Você também não é humano, demônio miserável". A presença do Incubo o causava medo, apesar de cumprir sempre o que lhe era ordenado.

    O Incubo era um demônio ressucitado pelo próprio homem que ali diante dele estava. Depois dos últimos desaforos por parte de Melchior, aquela misteriosa figura resolveu ressucitar o que foi por Melchior trancado: um demônio que, com a ajuda indireta da humanidade, teria totais condições de em dez segundos destruir completamente o continente. O Incubo vivia nas profundezas de uma gruta, muito bem escondida no Porto Norte, alimentando-se de cada mau sentimento, de cada mágoa, de cada tristeza. Quando foi pelo homem ressucitado, o Incubo era um bebê. Mas aquela criatura já tomava as proporções de um homem normal, em questão de sete dias. Se assemelhava a um homem, era magro, alto, e tinha dois braços, duas mãos, com seis dedos em cada uma delas. Os dois olhos amarelos eram letais, assim como o terceiro olho, localizado na testa, que o dava a possibilidade de também enxergar o que acontecia em suas costas. O modo de sobreviver do Incubo era simples: o misterioso homem o trazia uma alma, e ele a devorava com a ferocidade de um real demônio. E a de Melchior era a ser alimentada naquele momento. Apesar da vasta inteligência daquela besta, ainda não dominava bem a língua dos humanos.

    - Muito obrigado, hôme. Você vai sê recompensado, se preocupa com isso não. Me deixa quieto agora, que eu quero dormí.
    - Como quiser, senhor.

    O homem se retirou, e o Incubo bateu violentamente com o corpo no chão e pôs-se a dormir. Para o homem, isso já não era mais tão assustador, não era a primeira vez que vira.

    * * *

    Não eram nem duas da madrugada, quando Svan levantou-se, com dificuldades para dormir. O barulho e a algazarra de Carlin, até mesmo nas madrugadas, nunca o incomodou, mas naquela noite o barulho nunca tinha sido tão intenso, mesmo que em igualdade ao de outros dias. A lembrança do corpo de Melchior sendo carregado pelas mulheres-soldados da Armada o deixava completamente deprimido, e sem sono. Svan não tinha mais aquele companheiro que com ele caçava, nas horas vagas, e com ele se divertia, na hora de descerem ao bueiro vendo alguns inexperientes cavaleiros com dificuldades para se livrarem das pragas. Melchior era membro honorário da Academia de Carlin, com cadeira vitalícia. O termo "vitalícia", enfim, tinha o seu motivo. Svan debruçou-se sobre a janela de sua casa, e ficou observando a cidade por algum tempo. Alguns dos cavaleiros e magos que já eram antigos ao grande continente travavam bonitas batalhas mágicas fictícias na varanda do depósito, logo acima do banco central da cidade. Um deles, de costa, chamou a atenção de Svan: estatura média, poucos músculos, mas o poder mágico que detinha aquele feiticeiro não era páreo para nenhum dos magos envolvidos na disputa. A cada animal invocado pelo mago, um feixe de luz roxo vinha dos céus até a localização daquele misterioso homem. Aquela armadura brilhava como a que Melchior sempre usou, por baixo do sobretudo azul.

    Svan chorou. Como uma criança. Entre soluços, o cavaleiro resolveu que iria até a varanda, para observar mais de perto aquele mago o qual o chamara a atenção. Vestido e recomposto, depois de um banho, caminhou lentamente pela rua que ligava a entrada oeste diretamente ao depósito. Entrou, fez um sinal de cabeça a Liana, e subiu as escadas. Em poucos minutos, estava ocupando uma das urnas, observando o feiticeiro. Sentiu um aperto no coração e sentiu-se também alarmado, quando reconheceu no lado esquerdo do peito do mago as iniciais AIT, Armada Inversa em Thais. Pensou rapidamente, e resolveu ir até a varanda, entrando também na disputa. Vencia com tranquilidade os fraquíssimos monstros que eram pelo soldado thaisiano invocados, até que o mago resolveu sair da disputa e pôs-se a conversar com o cavaleiro.

    - Svan, Svan. Boa noite, meu velho. Noite agradável, não é?
    - O que faz por aqui, Hardek?
    - Hoje estou feliz, como se estivesse em um arco-íris colorido, plantando margaridas e colhendo felicidade. - dizia o vice-comandante do exército de Thais, em meio a risos.
    - Creio que isso não responda a minha pergunta, Hardek. O que você faz em Carlin? A Rainha Eloise determinou que é terminantemente proibida a presença de soldados de outra armada em Carlin. Você conhece as regras. Espero um propósito bem convincente para esse tipo de comportamento, Capitão.
    - Nada, nada, Svan. Nada faço aqui. Apenas uma seleção natural.
    - Apenas uma seleção natural?

    * * *

    Hardek saiu correndo do depósito em meio a magias. Svan não o seguiu. Hardek conseguiu o que queria: desestabilizou e deixou na cabeça de Svan uma dúvida, sobre o que realmente desejava em Carlin. Thais e Carlin nunca cerraram seus exércitos, Eloise sempre prezou o fato de ser independente totalmente das províncias de Tibianus III, e não admitia que os soldados de qualquer exército ou sub-exército provenientes de Thais ou Venore se encontrassem em Carlin ou nas proximidades. Svan observou o mago sair da cidade, sem nenhuma reação. O sinal de alerta do capitão da Armada de Eloise estava aceso, e ele tinha a quase certeza de que Hardek estava envolvido no assassinato de Melchior. Lembrava-se muito bem da disputa entre os dois, na última ocasião: Hardek teve de ser tratado por Alia, no Primeiro Pronto Socorro em Carlin, para evitar sua morte. Tibianus III não sabia sobre o ocorrido, e Hardek tinha plena consciência de que caso soubesse, seria condenado à morte, o princípio de "cumprir o que deseja para si próprio" era condenado pelo Rei Tibianus III.

    Svan saiu da varanda do depósito e desceu o bueiro. O ambiente era hostil, e o cheiro não era nada bom. As paredes emboloradas e o cheiro de bolor davam ao Capitão um certo enjôo, ainda mais com os insetos e outras criaturas de pequeno porte que insistiam em o atacar. Algumas pontes de madeira, que estavam sobre a água para mais facilidade no acesso e na caminhada por dentro do bueiro, já estavam podres, e desgastadas pelo tempo. Felizmente, Svan conseguia trafegar sem as usar. Caminhou sentido sul, após descer, e entrou numa viela à sua direita. Aquele era chamado o Quartel General da Resistência. O QGR foi criado pelos homens que não aceitavam o controle total das mulheres em Carlin, antes de que Svan e Eloise entrassem num acordo igualitário. Era ali que Svan e Melchior se reuniam, quando precisavam falar de coisas importantes que não competiam ao exército, ou para simplesmente beber uma cerva. Eram dois os atendentes: Josh Bonecrusher, um dos soldados da Nova Armada, e Mercy, o primeiro espião da Resistência. Josh ainda era novo, tinha por volta de vinte anos, e era um dos soldados da menor armada da cidade. Magro, estatura média, mas tinha músculos que faziam em jovens de sua idade certa inveja. Andava sempre com sua espada embainhada na cintura, e não se lembra de uma situação em que tivera de a usar. Cabelos longos, porém mais curtos que os de Svan, avermelhados, repartidos ao meio. Josh era um dos soldados mais considerados por Svan, que já pensava em o subir de profissão.

    Quanto a Mercy, tinha quarenta anos exatos. Quando a Resistência foi criada, tinha por volta dos dezessete. Se expôs em grande perigo, dentro das cidades mais nobres como Edron e Cormaya, em busca de informações que o fizessem ter algo a usar contra a Rainha, no embate pela igualdade. Já no tempo em que viviam naquele instante, Mercy era um dos homens de confiança da Rainha Eloise.

    - Capitão! Seja bem vindo à Taverna da Resistência novamente! Quanto tempo!
    - Por favor, Senhor Mercy. Pelo menos por esta noite, não gostaria de ser chamado de Capitão. Já sabe sobre Melchior?
    - Sim, Svan. Eu e Josh. Todos nós sabemos, o continente já sabe.
    - Que bom que sabe. Tenho coisas a decidir junto a ambos, meus homens de confiança - dizia Svan, pegando um copo de cerveja -. Hardek esteve aqui hoje, dizendo que estava fazendo uma "seleção natural". Creio que esteja envolvido na morte de Melchior. Mas não sei o que quis dizer com "seleção natural".

    Mercy, em silêncio, tentava fazer-se não perceber entre a conversa, que ficou mais desviada entre Josh e Svan. Conversaram por mais ou menos uma hora, até que Svan resolveu levantar-se. Josh estava cansado e parecia ter sono, o dia de trabalho foi dobrado para que os preparativos para a Feira de Décadas, que naquele ano seria em Carlin, corressem na maior perfeição possível. E essa sensibilidade, Svan sempre teve: perceber qual dos seus soldados precisava de descanso. Ordenou a Josh para que deixasse o balcão da Resistência e outro soldado, que alguns anos atrás tinha o mesmo propósito, tomar seu posto. Mercy deslocou-se sorrateiramente para a saída, mas não foi percebido. Svan só sentiu a falta do ex-espião, quando saiu da Taverna. Mercy entrou no barco para Thais.
    Última edição por Neal Caffrey; 28-06-2008 às 15:25. Razão: Pqnos erros de concordância
    Jason Walker e o Retorno do Príncipe
    Sexta história da série de Jason Walker e contando. Quem sabe não serão dez?

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  4. #4
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    Opa, capítulo interessante. A história está tomando rumo, mais rápido do que eu imaginava. Vamos lá...


    Para começar, gostaria de dizer que adoro quando nomes de capítulos seguem um padrão. Na minha história, por exemplo, utilizo apenas uma palavra. Na sua, foi impossível não notar que os nomes são trechos do capítulo.


    Aquele pseudopai fazia falta, e para Svan o mundo já parecia chorar.
    O correto não seria pseudo-pai ou pseudo pai? Não tenho certeza.

    - Eu não estou bem, Svan. Melchior era meu pai. Eu não sei mais o que eu vou fazer, e para mim essa feira soa como ironia!
    Essa informação foi forçada no diálogo, isso soou horrível. Ficaria melhor se o narrador nós avisasse desse fato, ou então poderia permanecer um mistério, para aguçar a curiosidade do leitor.

    Os dois olhos amarelos eram letais, assim como o terceiro olho, localizado na testa, que o dava a possibilidade de também enxergar o que acontecia em suas costas.
    Essa parte não ficou muito clara. O terceiro olho pode se movimentar pelo rosto até a nuca, ou vê através de qualquer coisa (no maior estilo Alastor Moody)?


    Fiquei decepcionado com a descrição do "combate falso" entre Hardek e Svan. Esperava mais detalhes, esse poderia ter sido o ponto alto do capítulo, mas foi reduzido em apenas uma frase.

    E por falar em Hardek, existe algum indicio de que ele é um mago poderoso? Eu não ando por aquelas bandas a muito tempo, mas sempre pensei que fosse um mísero comprador de quinquilharias... Erm, ou estamos falando de outro Hardek?


    Não encontrei muitos erros, esse capítulo saiu bem melhor que o primeiro. Você está sabendo trabalhar com os aspectos do jogo, moldando conceitos básicos da melhor maneira possível.

    Até o próximo.

  5. #5
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    Vc tava enxendo meu saco pra le essa parada eu axei q era uma merda...mais agora dps que eu li até que não ta ruim não ;D....pronto mané




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  6. #6
    Avatar de Neal Caffrey
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    CAPÍTULO 4 - VOCÊ É MAIS QUE UM FUGITIVO, MERCY


    Svan caminhava de um lado para o outro, perguntando-se como aquilo poderia ter acontecido. Olk, a última esperança da Armada de Eloise, tinha sido levado pelas tropas inimigas. Josh tinha uma feição indescritível, não sabia se chorava ou se mantinha-se calmo frente à situação. De qualquer forma, sabia que a Armada de Eloise estava encurralada agora de todos os lados, e não restariam quaisquer problemas para que a Armada Inversa levasse de balela a batalha iminente.

    O Capitão Svan encarou fortemente a placa da Taverna, por alguns instantes, que dizia Louvre, seja bem vindo. Mas seu pensamento estava longe. Ele sabia que, agora, havia um traidor entre eles. E Josh já havia levantado totalmente a ficha de Mercy, desde suas últimas aparições e desaparições repentinas. Mercy nos traiu, desgraçado!, pensava Svan, enquanto, desconsolado, olhava para sua espada embainhada nas costas pelo reflexo da vidraça da janela da Taverna, que coincidia com o reflexo da casa da frente.

    - Sinto muito, Capitão. Eu tentei, tentei chegar a tempo de impedir a traição de Mercy fazendo com que o velho Olk escapasse pelas saídas ao fundo da Taverna, mas não consegui. Se eu pudesse dizer alguma coisa, pediria desculpas, com certeza. Fiz o que pude, mas falhei.

    O Capitão da Armada olhou carinhosamente para aquela figura que com ele conversava. Josh, você está pronto, era o que ele pensava. Ele então decidiu entrar na Taverna pertencente ao velho amigo, convidando o mais jovem. Estava tudo quebrado: cadeiras partidas ao meio, mesas viradas, copos estilhaçados no chão e muita sujeira. Malditos, desgraçados, pensava Svan, enquanto olhava para a destruição e às vezes olhava de relance para Josh. Muriel, a esposa de Olk, chorava desconsoladamente ao balcão, com a cabeça escondida entre os braços. Svan tentou consolá-la, mesmo sabendo que seria em vão.

    - Por que, Capitão? Por que o meu marido?
    - Muriel, vou lhe contar. Carlin está sendo ameaçada pelo exército de Thais, e eu achei que poderia confiar em Mercy. Não podia. Contei a ele que eu planejava usar a experiência do velho Olk a nosso favor, na construção de armas e outras quinquilharias de guerra, desde que ele sempre será o maior dos guerrilheiros que eu já conheci em toda a minha vida. Precisávamos de Olk, e Mercy nos traiu, contando à Armada Inversa o que planejávamos.

    Ela então lançou um olhar enfurecido para Svan. Ele sabia que isso aconteceria, mas achou injusto diante das circunstâncias, esconder a verdade da esposa do capturado. Muriel simplesmente levantou-se, e caminhou em direção à saída nos fundos.

    - Vá embora, Svan. Não o quero mais em minha Taverna. Se pisar aqui novamente, terei de matá-lo - sumiu então na porta de madeira no fundo da Taverna.

    Svan concordou com um aceno de cabeça. Sabia que naturalmente Muriel nunca o poderia matar, dada a técnica que o cavaleiro tinha. Mas sabia da dor no coração dela, e, sem levantar uma palavra contra a última frase, nem mesmo para lançá-la um mandado de prisão por desacato, retirou-se, dando passos de costa em direção à porta. Josh o seguiu, também sem abrir a boca para proferir uma sequer palavra.

    * * *

    Olk foi levado até o Trono Real, em Thais, diante do Rei Tibianus III. Hardek vinha de seu lado direito, enquanto Arksoul figurava do esquerdo, levando o recente prisioneiro algemado pelos braços. Alguns hematomas no rosto do velho traziam de volta as lembranças das antigas guerras as quais vivera. Olk não pensava em nada aproveitável. Desgraçados... não perdem por esperar, imbecis!, era a única coisa que passava pela cabeça do velho ferreiro e paladino.

    - Deixem-nos a sós. Tenho muito o que conversar com meu amigo Olk.

    Hardek e Arksoul fizeram um aceno positivo com a cabeça, giraram nos calcanhares e simplesmente retiraram-se da sala do Trono, deixando Olk sentado a uma velha cadeira de madeira e amarrado a grossas cordas exatamente em frente ao Trono de Tibianus. A sala era rústica, uma grande lareira ao lado esquerdo da escadaria principal. Do lado direito, em um pequeno cercado de madeira, estava o pitbull Noodles. Um grande tapete vermelho centralizado na sala, com bordas de ouro refinado. A construção de tijolos de ouro cuidadosamente moldados aos arredores da sala davam a Olk a sensação de estar num lugar bom, totalmente controverso ao que acontecia naquele momento. Tibianus III estava no Trono Central, e tinha ao seu lado direito um trono de menor proporção, onde normalmente sentava-se Lynda, sua filha.

    - Ah, Olk, velho guerrilheiro. Como é que está, meu bom?

    O velho olhou para o Rei, virou a cabeça de lado e cuspiu no chão. Tibianus III seguiu a cuspidela com os olhos, e em seguida olhou com frieza ao guerrilheiro em sua frente sentado, olhando-o portanto diretamente nos olhos.

    - Ainda tão ousado quanto antes, meu bom. Parabéns, não tem medo, é obstinado. Incrível, soprano. É uma pena eu ter de tirar sua vida.
    - Você já o fez, seu desgraçado.

    Tibianus olhou de relance para as paredes. As lembranças da última guerra de Darashia deram ao Rei um leve mal-estar. Você matou minha esposa, Olk, mas ela levou a sua filha com ela, velho desgraçado!, pensava.

    - A minha vida está tão arruinada quanto a sua, meu velho. Com uma pequena diferença: eu sou um Rei, e você é absolutamente um nada.
    - E agora, o que fará? Oferecerá minha alma ao Incubo? - disse Olk, com um leve sorriso irônico, sobrancelhas e ombros levantados.

    Tibianus olhou, dessa vez, para o fundo dos olhos de Olk, abismado. Ele já sabe, maldito!, pensou. Levantou-se, apanhou sua varinha que estava à esquerda do trono e apontou na direção do pescoço de Olk, fazendo sair de sua ponta fagulhas vermelhas dando a impressão de um golpe que seria iminente. Olk sentia-se aliviado, por saber que ia morrer. No entanto, Tibianus III guardou a varinha e não fez mais nenhum movimento com ela. Chutou com a sola do pé na altura do peitoral do velho, fazendo-o cair para trás e sentir fortes dores. Noodles latia como nunca, com uma ferocidade desconhecida até mesmo pelo Rei.

    - HARDEK! ARKSOUL!

    Os dois comandantes do exército subiram às pressas, ouvindo os gritos de Tibianus.

    - Levem esse verme para a cadeia. É bom que ele esteja a sós com seus pensamentos. Não toquem nele, é uma ordem expressa. Precisaremos deste desgraçado, mais tarde.

    * * *

    Carlin estava agitada. A Feira começaria no dia seguinte. Eram por volta de dez e quarenta da manhã, quando Svan e Josh desembarcaram no Cais carlineano. O Capitão da Armada trazia consigo uma expressão inexplicável: Olk estava longe da Armada de Eloise, e o pior, poderia estar sendo forçado a construir armamento para a Armada Inversa. Olk está nas instalações da Armada Inversa... talvez se eu..., o próprio Svan interrompeu seu pensamento, sacudindo a cabeça rapidamente. Não... entrar sozinho no Quartel da Armada é suicídio, conscientizava-se. Olhou para Josh, que caminhava na sua frente. Josh está pronto... preciso promovê-lo! Mas antes...

    - Josh, volte para o Quartel General da Armada, e espere lá. Vou até a Taverna da Resistência, e em instantes vou até você. Precisamos conversar.

    Josh acenou com a cabeça, e quando virou as costas, ele deu um largo sorriso, de orelha a orelha. Caminhou, tropeçando algumas vezes nos paralelepípedos presos ao chão, até sumir de vista virando à esquerda na avenida principal. Svan estava em cima de uma das entradas do bueiro. É a hora, ele pensou. Descendo com a astúcia de um gato e velocidade de precisão extrema, ele lançou seu corpo bueiro adentro. O mal cheiro já característico invadiu as narinas do cavaleiro tão rapidamente quanto foi possível. Os pequenos ratos no caminho foram tratados por ele a chutes. Seguiu por um caminho paralelo a outro, e entre os dois havia um canal de água a ser hidratada. Virou à direita na primeira bifurcação, e em seguida à esquerda. Dois guardas da Armada cuidavam da entrada da Taverna.

    - Alex, Mohm. Acompanhem-me, por favor, senhores. Há um corpulento traidor a ser preso.

    Acenaram com a cabeça, e Svan arrebentou a porta com um golpe de espada. O trinco caiu e instantaneamente rolou água adentro, enquanto as emendas da porta estavam completamente estilhaçadas, no chão. A porta caída, rente ao mesmo. Svan estava com a espada em punho, apontando para um homem de cerca de quarenta anos, que estava atrás do balcão, suando frio. Certamente, já imaginava que sua sentença viria naquele dia. Os dois outros soldados, como de costume, ficaram parados na porta, apenas assistindo o acontecido. Sabiam que não tinham poder nenhum para ombrear sequer contra Mercy, muito menos contra Svan, mas estavam cumprindo ordens. Nada mais que guardando a passagem.

    - Senhor Mercy... - o homem então virou-se, reverenciando ao Capitão diante do chamado. - Considere-se preso, por crimes contra a Coroa.

    Mercy tentou sacar o seu cajado, mas foi em vão. Com um golpe firme, Svan cortou-lhe a carne do antebraço direito, que estava sendo levado ao cajado. Mercy recuou, com a mão estancando o sangramento. Tarde demais. Svan fitou os olhos de Mercy.

    - Saiba, senhor homem-de-confiança da Rainha - ele fez uma pausa -, que as profundezas do inferno estão reservadas para os traidores e pestilentos, como você.

    Então, o ex-espião da Resistência não teve outras opções. Dois guardas cuidavam das portas, e não havia como fugir, encurralado no canto do balcão pelo Capitão. Pensou rapidamente: há mais de uma forma de sair daqui. Com um movimento rápido, ele abriu a mão esquerda em direção de Svan, e grunhiu algo quase inaudível, fazendo com que feixes acinzentados de luz surgissem da mesma. Um baque surdo se seguiu, então. A espada de Svan estava cravada no chão, neste momento, e ele estava pregado na parede, sem reação, e com o braço direito escurecido pelo ataque.

    - Capitão - Mercy fazia ser ouvido, ainda com a mão esquerda em direção a Svan -, quero que saiba que existem coisas que são impossíveis de não serem feitas. Felizmente, eu permaneço leal à Rainha, estou apenas impondo meu modo de pensar.
    - O... traidor - Svan falava vagarosamente, devido ao estado em que se mantinha, sob a mira do mago -... não há sombra na qual você possa se esconder, Mercy. Se fugir, eu vou te pegar. Se correr, estarei em seu encalço. Você é mais que um fugitivo, Mercy: é um traidor.

    As palavras de Svan acertaram firme em Mercy, como que um golpe mágico a o atingir na boca do estômago. Numa tentativa desesperadora em busca da sobrevivência livre, ele não pensou em outra hipótese. Instintivamente, sacou do cinto uma pedra acinzentada, que tinha em seu centro gravado o sinal de uma caveira. Estendeu-a na direção do Capitão, e sem pensar duas vezes, disparou. Uma rajada escurecida, então, seguiu-se em fagulhas acinzentadas. O golpe mágico atirou longe o corpo de Svan.

    - Sinto muito, amigo.

    O Capitão deslizou na oposta parede da sala, num baque mortal. Ele estava estendido no chão. Com a runa em punho, então, Mercy apontou em direção aos dois soldados, que guardavam a porta.

    - Ainda me restam duas cargas. Não vou hesitar em disparar em cada um de vocês. Me deixem passar.

    Os dois soldados arquearam as sobrancelhas, se entreolhando, e sem pensar duas vezes, retiraram suas espadas do caminho. Ele saiu pela porta, apressadamente, mas ao subir as escadas do bueiro em direção ao Cais, caminhou como se nada acontecesse.

    Svan, o Capitão da Armada de Eloise, pela primeira vez, foi vencido e talvez morto.
    Última edição por Neal Caffrey; 26-06-2008 às 19:23. Razão: Alterações e consertos
    Jason Walker e o Retorno do Príncipe
    Sexta história da série de Jason Walker e contando. Quem sabe não serão dez?

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  7. #7
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    Não tenho certeza se entendi o significado das palavras "balela" e "soprano". Com certeza, não condizem com meu dicionário.

    Sinto dizer que o final deixou a desejar. O ato de disparar runas não ficou claro no texto, de modo que só um tibiano poderia entender e imaginar a ação. Além disso, Mercy e Svan lutavam e conversavam, enquanto os outros dois soldados permaneciam apáticos. Realmente estranho, levando em consideração que era uma Sudden Death contra dois guerreiros que deveriam possuir algumas magias. A animação em produzir uma boa luta realmente cega o escritor, eu entendo. Tome mais cuidado com os detalhes e tente deixar a história bem explicada para todo tipo de leitor.


    Algumas correções:

    Citação Postado originalmente por CRonaldo 10 Ver Post
    O velho olhou para o Rei, virou a cabeça de lado e cuspiu no chão. Tibianus III seguiu a cuspidela com os olhos, e em seguida olhou com frieza ao guerrilheiro em sua frente sentado, olhando-o portanto diretamente nos olhos.
    Essa última frase foi desnecessária e repetitiva.

    Citação Postado originalmente por CRonaldo 10 Ver Post
    Tibianus olhou de relance para as paredes. As lembranças da última guerra de Darashia deram ao Rei um leve mal-estar. Você matou minha esposa, Olk, mas ela levou sua filha com ela, desgraçado!, pensava.
    Ficou confuso. Creio que foi a guerra que levou a filha de Tibianus... Correto?

    Citação Postado originalmente por CRonaldo 10 Ver Post
    No entanto, Tibianus III guardou a varinha e não fez mais nenhum movimento com ela. Guardou-a, e chutou com a sola do pé na altura do peitoral do velho, fazendo-o cair para trás e sentir fortes dores.
    Informação repetida.

    Citação Postado originalmente por CRonaldo 10 Ver Post
    Com um movimento rápido, Mercy abriu a mão esquerda em direção da Svan, e grunhiu algo quase inaudível, fazendo com que feixes acinzentados de luz surgissem da mesma.
    De.




    Até o próximo capítulo.

  8. #8
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    Citação Postado originalmente por Emanoel
    Não tenho certeza se entendi o significado das palavras "balela" e "soprano". Com certeza, não condizem com meu dicionário.
    São "gírias". Balela - facilmente, sem dificuldades; Soprano - heróico, bravo, guerreiro, enfim, corajoso;

    Citação Postado originalmente por Emanoel
    Sinto dizer que o final deixou a desejar. O ato de disparar runas não ficou claro no texto, de modo que só um tibiano poderia entender e imaginar a ação. Além disso, Mercy e Svan lutavam e conversavam, enquanto os outros dois soldados permaneciam apáticos. Realmente estranho, levando em consideração que era uma Sudden Death contra dois guerreiros que deveriam possuir algumas magias. A animação em produzir uma boa luta realmente cega o escritor, eu entendo. Tome mais cuidado com os detalhes e tente deixar a história bem explicada para todo tipo de leitor.
    Sim, eu modifiquei toda a estrutura final relativa a runas. Espero que tenha ficado melhor compreensível.

    Citação Postado originalmente por Emanoel
    Ficou confuso. Creio que foi a guerra que levou a filha de Tibianus... Correto?
    Não. A esposa de Tibianus foi morta por Olk, mas antes de morrer, a esposa dele matou a filha de Olk.

    @~
    Ainda espero comentários sobre a história. Gramaticamente, vou corrigindo com o passar do tempo.





    []'s
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  9. #9

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    Última edição por Edd Mágico; 02-07-2008 às 21:54.

  10. #10

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