É o meu primeiro rp pro isso eu queria criticas construtivas para a estória. Se vc for dizer “seu rp ta uma bosta” pode dizer, mas diz pq esta uma bosta. Não julguem mal a estória.
Sim, eu já tinha postado uma parte desse rp neste mesmo fórum, mas como a "inspiração" acabou, tive de me "aposentar". Reformulei toda a estória, reescrevi todos os capítulos e ponderei sobre os conselhos dados anteriormente.
Bem, chega de enrolação e ai vai o prólogo.
Prólogo - O Espectro do Terror
A cidade de Thais estava silenciosa (o que é raro), só a brisa do mar e seu gosto salgado perturbava o guarda da porta oeste de Thais, a maior cidade do continente tibiano. Havia uma pequena alcatéia de lobos rondando a ponte, pelo menos assim dissera o velho druida que habitava o decadente farol.
Éfron, o guarda, vigiava a estrada que seguia pela costa, entrava na floresta e seguia serpenteante até a luz amarela do farol. Coçando a barba, o guarda esticou as pernas. Como era chato ficar de guarda na porta oeste. Não tinha nenhum perigo, só quando multidões de orcs enfurecidos e sedentos de sangue thaisense tentavam invadir a cidade por todos os cantos ou uma alcatéia de lobos, mais corajosa ou mais burra, se aventurava perto da porta.
Ansiando para que sua hora de vigia acabasse, Éfron desejou estar em sua casa, perto da lareira quente, com uma cerveja na mão e a filha no colo. Praguejou quando se lembrou que aceitara cobrir o turno de seu colega, Theod.
Faltava pouco para o amanhecer, mas uma onda de inquietação passou de repente pelo guarda.”É só a brisa” tentava se convencer Éfron “só estou com frio". Entretanto seus músculos treinados não relaxaram, sua mão segurou o punho da espada com força.
O guarda seguiu pé ante pé até a ameia iluminada pela lua. Reunindo coragem olhou para a ponte. Nada. Éfron respirou aliviado, mas um barulho do outro lado da porta. Correndo, o guarda olhou para a esquina dentro da cidade murada.
Mal iluminada por um débil lampião, a esquina estava deserta, só havia um vulto encostado, trôpego, na parede da casa vizinha. Xingando todos os bêbados e os vagabundos da cidade, Éfron se se encostou às ameias, para sentir o vento refrescar sua face. Entretanto, ao olhar para o céu, viu as estrelas veladas.
De repente ele se encontrou paralisado, não conseguia se mexer. Só seus olhos movian, frenéticos, procurando o agressor. Então ele viu. Uma sombra, mais escura que as sombras da noite, se aproximava. A sombra do medo, a sombra da morte. Não fazia barulho nenhum ao caminhar. Sua face estava encoberta por trevas. Mas um chiado indicava que a criatura estava viva.
Da sombra veio uma risada fria e horripilante, que fez Éfron pensar de tumbas e cemitérios sinistros. “Eu não quero morrer” pensou desesperadamente o guarda; logo seu pensamento foi parar em sua família, em sua pequena filha e em sua doce mulher que esperava ele de manhã.
Subitamente a sombra chiou, num sussurro: “Finalmente vou conseguir matar o herdeiro...”, então percebeu o olhar desesperado do homem e riu mais uma vez. Pronunciou num murmúrio duas palavras: “exori mort”. Sem grito nenhum, Éfron, guarda de Thais, morreu.
Caros leitores, peço encarecidamente que comentem a história, para eu poder melhorar nos próximos capítulos.
Grato, o autor
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