A lua acabara de aparecer, se escondendo atrás das nuvens
Daqui a pouco mostro o erro.

Aquele som das canecas se chocando violentamente desaparecera, todos observavam a cadeira, ocupada pelo vazio. O homem se contorcia no chão, segurando com as mãos uma flecha que estava cravada no seu peito.
– Arghh... – gemia o velho.
– Por favor, não se mexa. – disse uma moça ajoelhando-se ao lado do homem.

Ela abriu seu vestido, deixando à vista uma camisa branca. Retirou a camisa, mostrando seus belos seios, pressionando-a sobre o peito do homem.
– O que vocês tanto olham? – disse ela para alguns curiosos que se aproximavam enquanto ela fechava seu vestido. – Obi, venha cá e me faça um favor. – disse a moça, chamando Obi com um gesto de mão. – Procure por Lilly. Diga que preciso dela aqui.
– Certo Amber. – respondeu Obi enquanto se virava.
– Acalme-se Hyacinth. – disse Amber voltando-se para o homem caído. – Você vai ficar bem, já mandei chamar ajuda.
– Q-q-quem me acertou essa flecha? – disse Hyacinth com grande esforço.
Amber levantou o rosto, procurando por alguém suspeito. Parou quando viu indivíduos encapuzados. Eles vestiam um manto preto. Ela rapidamente contou sete ou oito pessoas.
Eles retiraram os capuzes, denunciado suas identidades. Eram minoutaros.
Achei muito forçada essa parte. É visível que você queria criar um abiente para que Murius pudesse aparecer, mas será que ninguém veria seu grupo parado? Acho que as reações seriam totalmente diferentes, em meio a festa um homem cai, provavelmente todas as pessoas correriam ou procurariam o agressor, talvez alguns segundos de paralisia, nada mais.

E será que Murius deixaria Obi ir atrás de Lilli? E será que Obi simplesmente correria sem mesmo querer saber o que aconteceu?

Além do mais, o ambiente ficou deficiente. Embora seja uma festam, o clima é estéreo. Embora haja um atentado, o clima continua estéreo. Não há um ar de alegria, agonia ou suspense, fica sempre a mesma coisa.


...Blablabla

– Aqui estamos para lhes avisar, que a guerra começará! – gritou o minoutaro armando a besta com uma flecha.
O mesmo problema de antes. Você quis explicitar a história dos minotauros e usou uma má hora para isso! Como veremos adiante o general pretende fazer um ataque à cidade. E mesmo assim ele deixa pessoas sairem do local, e ainda fala um sermão desnecessário... Isso me lembra muito desenhos animados como Dragon Ball, Naruto, aquele do Battousai... O inimigo pode matar o herói naquele momento - sendo este seu objetivo - mas sempre fala durante vinte episódeos para que assim o amigo do mocinho possa chegar e atrapalhar.

Se eles estão a ponto de estourar uma guerra deveriam chegar matando todos.



– Como é doce o sabor do terror. – dizia Murius, enquanto bebia uma caneca de cerveja violentamente, jogando-a no chão após degustar o último gole.
Ele não tinha que lutar!? Aqui pode ser relativo, mas sei lá...

– O que há de ser isso? Nuvens? – perguntou-se enquanto observava uma massa cinza cobrindo a bela lua. – Não, não pode ser. O céu está estrelado, não poderia haver nuvens. O que será?
Lembra o que eu falei láaaaaaaaaaaaaaa em cima? Se não lembrar eu ajudo.

A lua acabara de aparecer, se escondendo atrás das nuvens
A lua se escondeu atrás das nuvens que não existem segundo Dalheim.

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Outra questão na qual você deve cuidar é como conta o tempo. Você usa luas que são a alternativa para dias, e isso é totalmente válido. Então cuide ao tratar dos anos, sugiro que evite as luas e use estações, se possível a primavera ou inverno que são mais perceptíveis.

Acho que era isso que tinha pra falar. A escrita está agradável, só falta prestar um pouco a atenção no enredo e lembrar que você tem a obra inteira para passar as informações que deseja.