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Tópico: Guerra em Rookgaard

  1. #61
    Avatar de Gawiga
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    kara muito lokoOOOOOOOOOOOO !!!
    parabens !!!

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  2. #62
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    Erros corrigidos meu caro Pernacurta...Próximo fim de semana, cap. III...Pelo menos espero...Vocês verão o que é cap...

  3. #63
    Avatar de Manteiga
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    Li o rp caro Rovéusti, e lamento dizer que pelo prólogo a semelhança entre nossos rps fica bem evidente

    Só que pelo que eu entendi a sua é uma guerra pela posse da ilha, certo? Se for já é mais uma diferença, porquwe na minha a guerra é um produto do enredo principal. Por isso não vou dar lá muito destaque a elas...

    @topic

    Gostei bastante desse capítulo II, deu pra imaginar bem a festança. Mas você devia escrever capítulos maiores... Em todo caso, aguardando o próximo capítulo.
    Dezesseis anos depois, estamos em paz.

  4. #64
    Banido Avatar de Hovelst
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    Citação Postado originalmente por Manteiga
    Li o rp caro Rovéusti, e lamento dizer que pelo prólogo a semelhança entre nossos rps fica bem evidente

    Só que pelo que eu entendi a sua é uma guerra pela posse da ilha, certo? Se for já é mais uma diferença, porquwe na minha a guerra é um produto do enredo principal. Por isso não vou dar lá muito destaque a elas...

    @topic

    Gostei bastante desse capítulo II, deu pra imaginar bem a festança. Mas você devia escrever capítulos maiores... Em todo caso, aguardando o próximo capítulo.
    bem...É...Eu achei o mesmo...Sobre nossa história e meu prólogo...
    Eu gosto do tamanho dos meus cap.'s...Mas é que esses primeiros cap.'s são de suspense, então, eles vêm a ser "pequenos" para deixar curiosidade..A partir do próximo capítulo, você terá cap.'s grandes para as explicações

  5. #65
    Avatar de Manteiga
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    Citação Postado originalmente por Hovelst
    bem...É...Eu achei o mesmo...Sobre nossa história e meu prólogo...
    Eu gosto do tamanho dos meus cap.'s...Mas é que esses primeiros cap.'s são de suspense, então, eles vêm a ser "pequenos" para deixar curiosidade..A partir do próximo capítulo, você terá cap.'s grandes para as explicações
    oba caps grandes \o/




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  6. #66
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    Bem, neste capítulo eu fiz tudo o que desejava fazer? Eu falei: Baralho, esse capitulo ficou muito bom mesmo. Mas a minha opinião, não é a de vocês. Então leiam e me digam o que acharam. Não ficou tão grande como disse que ia ficar para não estragar minha narrativa, mas ficou bom.
    Revisei e revisei mais...Por dois dias revisei, dormia, quando acordava revisava... Espero que não tenha passados erros, acabei de terminar a última vez. Vi mais alguns erros, mas será que ainda tem? Só vocês poderão me dizer.

    III

    Ódio, medo e caos



    A lua acabara de aparecer se escondendo atrás das nuvens, o silêncio era quebrado pelo vento farfalhando nas folhas das árvores. Aquele som das canecas se chocando violentamente desaparecera, todos observavam a cadeira, ocupada pelo vazio. O homem se contorcia no chão, segurando com as mãos uma flecha que estava cravada no seu peito.

    – Arghh... – gemia o velho.

    – Por favor, não se mexa. – disse uma moça ajoelhando-se ao lado do homem.

    "É um anjo que veio me salvar." – pensava o velho observando a mulher de seios fartos, cabelos castanhos longos, dona de um rosto fino, talvez, a mais bela mulher que já havia pisado em Rookgaard.

    – Obi, venha cá e me faça um favor. – disse a moça, chamando-o com um gesto de mão. Um homem de cabelos curtos, trajando uma túnica e um manto que descia até seus joelhos. Este carregava também uma espada. – Procure por Lilly. Diga que preciso dela aqui.

    – Certo Amber. – respondeu Obi enquanto se embrenhava no tumulto, mergulhado em um mar de pensamentos.

    – Acalme-se Hyacinth. – disse Amber voltando-se para o homem caído. – Você vai ficar bem, já mandei chamar ajuda.

    Q-q-quem me acertou essa flecha? – disse Hyacinth com grande esforço.

    Amber levantou o rosto, procurando por alguém suspeito. Sua face expressou sofrimento em meio aquela situação. Todos já haviam visto o porquê. Ela rapidamente contou sete ou oito pessoas. Vestiam mantos pretos. Eles retiraram os capuzes, denunciado suas identidades. Eram minotauros.

    – Povo de Rookgaard.... – começou um minotauro que tomara a frente. Ele tinha grandes chifres afiados e uma face com cicatrizes, que ostentavam poder. Este apontava uma besta para o povo – Meu nome é Murius, sou o comandante das forças de Mintwalin. – fez uma pequena pausa.

    Aquela notícia fez com que muitas pessoas acordassem do estado de choque.

    – Aqui estamos para lhes avisar, que a guerra começará! – gritou o minotauro armando a besta com uma flecha.

    ***

    Dalheim forçara o conteúdo de um fluído de recuperação na boca do garoto. Este não apresentou reação.

    – Homem, pegue um pano e molhe-o. – disse Dalheim.

    O homem voltou com um balde cheio de água e um pano, entregando-os para o guarda. Dalheim colocou o pano dentro do recepiente, e retirou-o rapidamente, espremendo-o.

    – Homem, poderá você colocar o pano sobre a cabeça desse valente guerreiro? – perguntou Dalheim.

    – Sim, claro.

    – Seu corpo queima, como se este fosse o próprio inferno. Duvido que este jovem durará muito mais tempo se não tiver um atendimento médico mais profundo do que o meu. – disse Dalheim, abrindo a porta e indo pela escuridão.

    ***

    A correria era visível no vilarejo, aquela imagem de um belo festival se fora há tempos. Neste momento, Zathroth devia beber um cálice de sangue, brindando ao sucesso de seus servos. O desespero resplandecia em cada olhar, o caos surgia a cada grito e a morte assolava a cada flecha.

    – Como é doce o sabor do terror. – dizia Murius, enquanto bebia uma caneca de cerveja violentamente, jogando-a no chão após degustar o último gole, indo de encontro para sua próxima vítima.

    As flechas flamejantes lançadas pelos servos da morte alastravam um incêndio, que atingia os telhados do vilarejo, a vegetação ao redor. Este acabou por carbonizar alguns corpos que tentavam fugir das criaturas.
    As crianças, seres ingênuos, angelicais, gritavam por seus pais, que naquele mundo não se encontravam mais. A cada grito, o medo aumentava, a morte se aproximava. Pelas sombras ela vinha, trazendo consigo seres repugnantes sedentos por sangue.

    As nuvens pareciam sentir cada perda que ali acontecia, anunciando uma tempestade. Cada gota de sangue derramado, ecoava ao tocar o chão, formando pequenas poças que se misturavam à terra e ao vinho derramado. Cada passo dado pelos minotauros tremia os céus. O sangue jorrara por várias vezes naquela noite, como uma oferenda aos deuses.
    Aquele ser repugnante se aproximava. Amber observava a criatura se aproximando, fitando-o com olhos que até os deuses temeriam, mas que aquele na sua frente, nunca temera. O pânico começava a ser visível nos olhos antes tenebrosos de outrora. O minotauro parou diante da mulher, que esperava o golpe final. Ele levantou a espada.

    – Kaplar!

    Amber não poderia fazer nada a não ser esperar que a ajuda divina viesse. O zunindo cortou o ar, era o fim.

    ***

    "Por mais quanto tempo está paz irá perdurar? Por quanto poderemos festejar a passagem do ano?"


    Dalheim fitava o céu, mergulhado em pensamentos. As nuvens escureciam, perseguindo incansavelmente a lua que permanecia alta no horizonte. O homem observou uma massa que se diferia da cor escura, um tom avermelhado. Ele perseguiu-a com os olhos, fuzilando-a quando chegou ao ponto inicial. O vilarejo.

    – Utani hur.

    A distância exercida pelos seus passos aumentaram consideravelmente, diminuindo a distância entre o céu e seus pés.

    Mas qual seria seu destino?

    ***


    "Purgatório? Será aqui o purgatório? Será que morri?"

    Amber abriu seus olhos. Sua visão estava embaçada. Ela observava dois vultos, um parecia ter cabelos longos e o outro segurava uma espada.

    "Serão esses Tibiasula e Fardos que vêm para meu julgamento?"

    Aos poucos sua visão voltou. Os dois que ali estavam eram dois grandes amigos. Amber se apoiou com as mãos no chão, mas sentiu um material estranho, gelado, mas não era o chão. Voltou os olhos para o objeto, era um minotauro caído, o mesmo que antes tentara matá-la.

    – Você é abençoada por Fardos garota. – disse o homem, guardando a espada.

    – Por alguns instantes pensei que meu fio do destino teria sido cortado pelos deuses. – disse Amber levantando-se, fitando os dois na sua frente. As lágrimas correram pelo seu rosto, parando na mão do homem, que acariciava a moça.

    – Não se preocupe, você nunca morrerá enquanto um fio de energia ainda habitar meu corpo. – disse ele, pressionando seus lábios contra os dela.
    Última edição por Hovelst; 17-07-2007 às 17:26.

  7. #67
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    Bom, mostrei os piores erros... Que são mais de construções, idéias e etc.
    Erros gramaticais nem tem direito. Uma virgulazinha ali. Um gerundismo (que nem erro gramatical é ;P) desnecessário ali... etc.
    Enfim, ficou legal.

    A guerra comecou, o caos está estourando e... Onde está isso no texto? Eu falei isso no msn mas tive q falar aqui também. Expresse mais o desespero do povo... "As canecas caiam no chão misturam vinho e sangue. As flechas acertavam nucas, pernas, troncos e cabeças de cada pessoa. Crianças, em sua inocencia divina, eram pratos fartos para aquelas criaturas malignas (...) O desespero resplandecia em cada olhar, o caos surgia em cada grito e a morte assolava a cada flecha."
    Bota tua imaginação pra funcionar filhote! Eu sei que você consegue passar muita coisa que poderia ter sido passada.


    abraços

  8. #68
    Banido Avatar de Hovelst
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    Citação Postado originalmente por Pernalonga
    Bom, mostrei os piores erros... Que são mais de construções, idéias e etc.
    Erros gramaticais nem tem direito. Uma virgulazinha ali. Um gerundismo (que nem erro gramatical é ;P) desnecessário ali... etc.
    Enfim, ficou legal.

    A guerra comecou, o caos está estourando e... Onde está isso no texto? Eu falei isso no msn mas tive q falar aqui também. Expresse mais o desespero do povo... "As canecas caiam no chão misturam vinho e sangue. As flechas acertavam nucas, pernas, troncos e cabeças de cada pessoa. Crianças, em sua inocencia divina, eram pratos fartos para aquelas criaturas malignas (...) O desespero resplandecia em cada olhar, o caos surgia em cada grito e a morte assolava a cada flecha."
    Bota tua imaginação pra funcionar filhote! Eu sei que você consegue passar muita coisa que poderia ter sido passada.


    abraços
    Certo, vou botar a cuca pra fundir rapaz...Puts, olha o cara roubando minha fala...Filhote!!!Puts, que TOSKO!!!
    Se bem que eu acho, que no primeiro momento, as pessoas entraram em um estado de choque...Depois até que vai, no primeiro momento não...Mas vou refazer essa parte...Amanhã eu refaço que hoje a mamã tá atazanando...

  9. #69
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    A lua acabara de aparecer, se escondendo atrás das nuvens
    Daqui a pouco mostro o erro.

    Aquele som das canecas se chocando violentamente desaparecera, todos observavam a cadeira, ocupada pelo vazio. O homem se contorcia no chão, segurando com as mãos uma flecha que estava cravada no seu peito.
    – Arghh... – gemia o velho.
    – Por favor, não se mexa. – disse uma moça ajoelhando-se ao lado do homem.

    Ela abriu seu vestido, deixando à vista uma camisa branca. Retirou a camisa, mostrando seus belos seios, pressionando-a sobre o peito do homem.
    – O que vocês tanto olham? – disse ela para alguns curiosos que se aproximavam enquanto ela fechava seu vestido. – Obi, venha cá e me faça um favor. – disse a moça, chamando Obi com um gesto de mão. – Procure por Lilly. Diga que preciso dela aqui.
    – Certo Amber. – respondeu Obi enquanto se virava.
    – Acalme-se Hyacinth. – disse Amber voltando-se para o homem caído. – Você vai ficar bem, já mandei chamar ajuda.
    – Q-q-quem me acertou essa flecha? – disse Hyacinth com grande esforço.
    Amber levantou o rosto, procurando por alguém suspeito. Parou quando viu indivíduos encapuzados. Eles vestiam um manto preto. Ela rapidamente contou sete ou oito pessoas.
    Eles retiraram os capuzes, denunciado suas identidades. Eram minoutaros.
    Achei muito forçada essa parte. É visível que você queria criar um abiente para que Murius pudesse aparecer, mas será que ninguém veria seu grupo parado? Acho que as reações seriam totalmente diferentes, em meio a festa um homem cai, provavelmente todas as pessoas correriam ou procurariam o agressor, talvez alguns segundos de paralisia, nada mais.

    E será que Murius deixaria Obi ir atrás de Lilli? E será que Obi simplesmente correria sem mesmo querer saber o que aconteceu?

    Além do mais, o ambiente ficou deficiente. Embora seja uma festam, o clima é estéreo. Embora haja um atentado, o clima continua estéreo. Não há um ar de alegria, agonia ou suspense, fica sempre a mesma coisa.


    ...Blablabla

    – Aqui estamos para lhes avisar, que a guerra começará! – gritou o minoutaro armando a besta com uma flecha.
    O mesmo problema de antes. Você quis explicitar a história dos minotauros e usou uma má hora para isso! Como veremos adiante o general pretende fazer um ataque à cidade. E mesmo assim ele deixa pessoas sairem do local, e ainda fala um sermão desnecessário... Isso me lembra muito desenhos animados como Dragon Ball, Naruto, aquele do Battousai... O inimigo pode matar o herói naquele momento - sendo este seu objetivo - mas sempre fala durante vinte episódeos para que assim o amigo do mocinho possa chegar e atrapalhar.

    Se eles estão a ponto de estourar uma guerra deveriam chegar matando todos.



    – Como é doce o sabor do terror. – dizia Murius, enquanto bebia uma caneca de cerveja violentamente, jogando-a no chão após degustar o último gole.
    Ele não tinha que lutar!? Aqui pode ser relativo, mas sei lá...

    – O que há de ser isso? Nuvens? – perguntou-se enquanto observava uma massa cinza cobrindo a bela lua. – Não, não pode ser. O céu está estrelado, não poderia haver nuvens. O que será?
    Lembra o que eu falei láaaaaaaaaaaaaaa em cima? Se não lembrar eu ajudo.

    A lua acabara de aparecer, se escondendo atrás das nuvens
    A lua se escondeu atrás das nuvens que não existem segundo Dalheim.

    **********

    Outra questão na qual você deve cuidar é como conta o tempo. Você usa luas que são a alternativa para dias, e isso é totalmente válido. Então cuide ao tratar dos anos, sugiro que evite as luas e use estações, se possível a primavera ou inverno que são mais perceptíveis.

    Acho que era isso que tinha pra falar. A escrita está agradável, só falta prestar um pouco a atenção no enredo e lembrar que você tem a obra inteira para passar as informações que deseja.
    _/_/_/_/_/_/_/_/_/

    Roleplaying: Senhores Bíblicos
    Life thread: Um caminho para o Céu


    Clique Aqui e conheça a Langobardis.
    Roleplay em Neptera!

  10. #70
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    Por isso que eu adoro você Wakka!!!
    Sempre espero seus comentários, se é que posso falar, esperando aquelas criticas malditas que me fazem sentir mal, mas ao mesmo tempo bem, pois sei que tenho o que melhorar...
    Muito por sinal...O Pernacurta já havia falado disso comigo pelo msn, só não tanto...Então, por enquanto, estou reescrevendo essa parte... Reescrever, reescrever...

    Só espero, que mostre o caos que terá...Mas esperem e verão..

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